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FLOM leva lançamento SmartDry à 17ª Meia Maratona de Goiânia

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Marca premium da N&L Indústria participa da prova no dia 18 de outubro, no Paço Municipal, com amaciante que cuida das roupas e da máquina, com uso também em qualquer outra máquina de lava

A FLOM, marca premium da N&L Indústria, estará presente na 17ª Meia Maratona de Goiânia, que será realizada no dia 18 de outubro, no Paço Municipal.

Durante o evento esportivo, a marca apresentará o SmartDry, lançamento descrito em sua comunicação como o “1º amaciante de alta performance para lava e seca do Brasil”.

A edição de 2026 contará com percursos de 21 km, 16 km, 10 km e 5 km, contemplando corredores com diferentes níveis de preparação. As primeiras largadas serão às 5h30, para os participantes dos percursos de 21 km e 16 km.

Os corredores dos 10 km iniciam a prova às 6h, enquanto a largada dos 5 km está prevista para as 6h15.Nesse ambiente, a FLOM apresentará ao público um produto “otimizado para lava e seca”, mas que também pode ser utilizado em qualquer outra máquina de lavar.

Além de cuidar das roupas, o SmartDry tem como proposta cuidar do equipamento. Disponível em embalagens de 500 ml e 900 ml, o amaciante destaca as expressões “15X MAIS PERFUME”, “Cuida da máquina” e “mais líquido, zero resíduos”, conforme a comunicação da marca.

A participação na prova aproxima a marca de pessoas que conciliam treinos, trabalho, compromissos pessoais e tarefas domésticas.

O encontro com esse público conecta a apresentação do produto à valorização do tempo e ao cuidado com o que faz parte da rotina.Com a mensagem “Cuida do que é essencial pra você”, a FLOM relaciona sua presença no evento ao bem-estar e à atenção dedicada às atividades e às pessoas que ocupam um lugar importante no dia a dia.

A ação na 17ª Meia Maratona de Goiânia integra a programação de apresentação do SmartDry ao público goiano durante o mês de outubro.

Assessoria de Imprensa

Palavra Comunicação

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Nila Branco leva projeto Rock & Raiz a São Paulo em novembro e prepara continuidade em Goiás em 2027.

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Liderado pela cantora goiana, projeto terá nova edição no dia 7 de novembro e propõe encontro entre a potência do rock e a essência da música caipira brasileira.

A força do rock encontra as raízes da música caipira brasileira no Rock & Raiz, projeto liderado pela cantora e compositora goiana Nila Branco, que ganha uma nova edição no dia 7 de novembro, em São Paulo, no Teatro Jardim Sul.

A iniciativa, que já teve outras edições, seguirá seu percurso em 2027, com novas apresentações previstas no Estado de Goiás.

Com uma proposta ousada e envolvente, o Rock & Raiz promove o encontro de dois universos musicais marcados por identidade, história e força cultural.

De um lado, a intensidade das guitarras, a atitude e a energia do rock’n’roll. Do outro, a poesia, os instrumentos e as referências da música caipira brasileira.

A combinação dá origem a uma experiência que aproxima diferentes sonoridades sem abrir mão da essência de cada gênero.

No palco, Nila Branco imprime ao projeto uma das principais características de sua trajetória: a potência vocal associada à identidade rock’n’roll que acompanha sua carreira.

O espetáculo foi construído para ser refinado e popular ao mesmo tempo, estabelecendo uma conexão com diferentes públicos e gerações por meio da música.

O repertório reúne composições autorais e releituras criativas, apresentadas sob uma nova perspectiva musical.

Mais do que colocar o rock e a música caipira lado a lado, o Rock & Raiz explora os pontos de encontro entre esses estilos, criando arranjos e interpretações que valorizam tanto a força do rock quanto a tradição da música brasileira.

A edição de São Paulo, marcada para 7 de novembro, representa mais um capítulo na trajetória do projeto e também antecede uma nova fase do Rock & Raiz.

Em 2027, a iniciativa terá continuidade em Goiás, Estado de origem de Nila Branco e território profundamente conectado às referências culturais presentes na proposta do espetáculo.

Ao conduzir o projeto, Nila amplia um caminho artístico marcado pela experimentação e pelo diálogo entre diferentes influências.

A cantora utiliza sua experiência no rock para revisitar elementos ligados às raízes brasileiras, aproximando linguagens que, apesar de suas particularidades, compartilham a força das histórias, das letras e da interpretação.

Assessoria de Imprensa

Palavra Comunicação

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Marca goiana Kaffiore nasce da parceria entre dermatologista, pesquisadora e cafeicultora.

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Com a cafeína como ativo central, empresa apresenta sua primeira linha de cosméticos durante o Café Fest, de 16 a 18 de outubro, em Goiânia.

A aproximação entre dermatologia, pesquisa e cafeicultura deu origem à Kaffiore, marca de cosméticos fundada em Goiânia em 2026.

Com a cafeína como ativo central de suas formulações, a empresa fará sua primeira apresentação ao público entre os dias 16 e 18 de outubro, durante o Café Fest, no Goiânia Shopping.

À frente da iniciativa estão a médica dermatologista Caroline Prohmann, a pesquisadora Fabiana Marques e a biotecnóloga e cafeicultora Ana Cristina.

O projeto reúne experiências de diferentes áreas no desenvolvimento de uma linha destinada aos cuidados com cabelo, rosto e corpo.

Caroline contribui com a perspectiva clínica sobre as propostas das formulações, enquanto Fabiana acompanha o desenvolvimento técnico.

Ana Cristina, que também atua na cafeicultura, conduz o posicionamento e a construção da marca. Essa composição conecta o conhecimento sobre o café às etapas de pesquisa e desenvolvimento dos cosméticos.

A escolha de um festival de café para apresentar a Kaffiore estabelece uma relação direta com o ingrediente que orienta o projeto.

No evento, o café ganha espaço em outra aplicação, além do consumo como bebida: sua presença em produtos de cuidados pessoais.A primeira linha reúne nove itens.

O segmento facial inclui creme antissinais e espuma de limpeza, da coleção Coffee Sense.

Para o corpo, a coleção Coffee Therapy reúne sabonete líquido, bálsamo reparador de mãos, creme esfoliante e hidratante. Já a coleção capilar Coffee Force é composta por shampoo antiqueda, tônico e máscara condicionante.

A apresentação no Café Fest marca o início das atividades da empresa junto ao público. Também está previsto para outubro o lançamento da loja virtual, com entregas em todo o país.

O Café Fest será realizado na Praça de Eventos do Piso 1 do Goiânia Shopping, das 10h às 22h, entre os dias 16 e 18 de outubro.

Serviço

Marca goiana Kaffiore nasce da parceria entre dermatologista, pesquisadora e cafeicultora

Lançamento: Kaffiore no Café Fest

Data: 16 a 18 de outubro de 2026

Horário: das 10h às 22h

Local: Praça de Eventos do Piso 1 do Goiânia Shopping

Imagens dos produtos: https://kaffiorecosmeticos.commercesuite.com.br/

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Squishies: brinquedo sensação entre as crianças exige cuidados conforme faixa etária dos pequenos

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Pediatra cooperado da Unimed Goiânia orienta pais sobre riscos que vão do engasgo entre os pequenos ao uso inadequado influenciado por conteúdos das redes sociais.

Coloridos, macios, com diferentes formatos e feitos para serem apertados repetidamente, os chamados squishies ganharam espaço entre a garotada e nas redes sociais. Com a proximidade do Dia das Crianças, os brinquedos também podem aparecer entre as opções de presentes, mas os cuidados necessários durante a brincadeira não são os mesmos em todas as fases da infância.

Nos primeiros anos de vida, a própria forma como a criança explora objetos exige maior supervisão. Mais tarde, com o desenvolvimento e a mudança de comportamento, a atenção dos responsáveis se volta também para a maneira como o brinquedo é manipulado e para experiências que podem ser reproduzidas a partir de conteúdos vistos na internet.

O tema motivou, inclusive, um alerta recente do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Publicada no início de outubro, a orientação reforça a importância de seguir as recomendações de uso e observar a procedência, a certificação e as condições de conservação do produto.

Segundo o médico pediatra cooperado da Unimed Goiânia, Dr. Luiz Antônio Torres, a idade é um dos primeiros aspectos que os responsáveis devem considerar. Entre as crianças pequenas, o hábito de explorar o ambiente também pela boca torna necessária uma atenção maior à escolha do brinquedo e à forma como ele é utilizado.

“Alguns squishies têm formato de doces, frutas ou pães e podem apresentar aromas adocicados ou artificiais. Para a criança pequena, essas características aumentam o interesse em levar o objeto à boca, morder ou tentar ingerir partes dele. Se houver desprendimento de pequenos fragmentos, existe risco de engasgo e obstrução das vias aéreas”, explica.

O pediatra recomenda atenção especial às crianças menores de três anos e àquelas que, mesmo maiores, ainda têm o hábito de colocar objetos na boca. A indicação de faixa etária presente na embalagem deve ser respeitada e a supervisão dos adultos precisa ser adequada à idade e ao comportamento da criança.

Conservação também é questão de segurança

Independentemente da idade, a conservação do brinquedo é outro ponto de atenção. A orientação é que os responsáveis façam uma checagem periódica do produto e interrompam o uso diante de sinais de deterioração, como rasgos, fissuras, desprendimento de tinta ou vazamentos.

Se o conteúdo interno entrar em contato com a pele, a orientação é lavar a região com água corrente e sabão neutro. Em contato com os olhos, o pediatra recomenda lavagem com água corrente ou soro fisiológico por pelo menos 15 minutos, sem esfregar.

“O brinquedo danificado deve ser retirado imediatamente da criança. Dependendo da composição, o contato do conteúdo interno com a pele ou os olhos pode provocar irritação, vermelhidão, coceira ou ardência. Se houver ingestão ou dúvida sobre a composição do produto, é importante guardar a embalagem ou fotografar o rótulo, porque essas informações podem auxiliar na orientação e no atendimento”, afirma.

Em caso de ingestão, a recomendação é não provocar vômito. O Centro de Informação e Assistência Toxicológica também pode ser procurado pelo Disque-Intoxicação, no telefone 0800 722 6001.

Sinais como engasgo, tosse súbita ou persistente, dificuldade para respirar, alteração da coloração dos lábios, dificuldade para engolir, vômitos repetidos, dor ou distensão abdominal e sonolência incomum são motivos para procurar atendimento médico.

Entre os maiores, atenção também ao que circula nas redes

Na idade escolar, quando a exploração oral tende a diminuir, a atenção passa a incluir outros comportamentos. Segundo o pediatra, conteúdos encontrados na internet podem despertar a curiosidade para experiências com o brinquedo que fogem da finalidade para a qual ele foi desenvolvido.

“A partir da idade escolar, o risco de levar o brinquedo à boca diminui, mas podem surgir outras formas de uso inadequado, como cortar, perfurar ou aquecer o produto por curiosidade ou influência de vídeos. O calor pode alterar os materiais e aquecer o conteúdo interno, enquanto cortes e perfurações podem provocar vazamentos, gerar pequenos fragmentos e ainda envolver o uso de objetos cortantes”, alerta Luiz Antônio.

Para o médico, a orientação não precisa se limitar à proibição. Conversar com a criança sobre o motivo das regras e desenvolver uma visão crítica em relação aos conteúdos que circulam nas redes sociais também fazem parte da prevenção. Nesse diálogo, os responsáveis podem explicar que nem toda experiência mostrada em vídeos deve ser reproduzida e orientar a criança a procurar um adulto sempre que tiver dúvidas sobre como utilizar o brinquedo.

Cuidados começam na compra

Para quem pretende incluir um squishy entre os presentes do Dia das Crianças, o Dr. Luiz Antônio recomenda verificar a procedência do produto, a indicação de faixa etária, as informações do fabricante e a presença do selo do Inmetro. Produtos sem identificação ou com odor químico muito forte também merecem atenção. Depois da compra, a inspeção deve continuar durante o uso. Rachaduras, rasgos, vazamento do conteúdo ou desprendimento de tinta são sinais para interromper a brincadeira e descartar o produto.

“O mais importante é que os pais conheçam o brinquedo que estão oferecendo, respeitem a faixa etária indicada e acompanhem seu estado de conservação. Também é importante estabelecer regras simples de uso. A brincadeira pode fazer parte da rotina da criança, mas precisa acontecer de acordo com a idade e com as orientações de segurança”, conclui.

Érica Caetano – Kasane
Assessora de Imprensa 

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