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A 2ª edição do ‘Festival Música no Prato’ acontecerá 19/9, no Clube Oásis!

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A 2ª edição do Festival “Música no Prato – Samba, Sabor & Sintonia” acontecerá na tarde de sábado, dia 19 de Setembro, no Clube Oásis, em Goiânia.

No line-up do encontro cultural com entrada gratuita e que coloca música brasileira, gastronomia e cultura no mesmo plano, estará pela primeira vez em Goiás, o ‘cantautor’ carioca Moyseis Marques, além do DJ Bruno Caveira, Clube do Samba, Santê (duo com Anna Jukes e Cássia Kilmister) e DJ Thiago Jesus.

O espaço contará com três estações gastronômicas (com churrasco, feijoada e petiscos de boteco), cada uma homenageando uma grande mulher do samba.

Os acessos solidários, antecipados e sem custo estão disponíveis na plataforma ingresseiro.com.br, limitados à capacidade da casa.

Este projeto voltado para todos os públicos, com total acessibilidade e ações de sustentabilidade é realizado com recursos do Programa Goyazes do Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, com patrocínio da Cerrado Distribuição.

Mais informações em @musicanoprato — 

Sobre o Evento: 

O Música no Prato é um encontro cultural gratuito que coloca música brasileira e gastronomia no mesmo plano. 

A inspiração vem de “Feijoada Completa”, de Chico Buarque: a mesa como convocação, o chamado para reunir pessoas, histórias e ritmos.

A partir dessa imagem, o projeto trata comida e música como linguagens do mesmo território cultural.

A comida e a música fazem parte da mesma experiência cultural, ligadas por saberes populares, convivência e memória. 

O projeto conecta samba, mesa, boteco e roda a ideias de pertencimento, cultura popular e economia criativa: cultura que se transmite pelo paladar, pela escuta e pela convivência, e que também movimenta trabalho e renda para quem faz cultura em Goiás. 

Line Up do Festival Musical no Prato

O DJ Bruno Caveira abre o som ao meio-dia e preparará o terreno com clássicos do samba raiz e cultura de roda. O “Clube do Samba” vem logo depois trazendo o samba de terreiro e o canto coletivo, o centro afetivo do encontro.

A atração nacional do festival, estreando em solo goiano, o ‘cantautor’ carioca “Moyseis Marques” se juntará à banda ‘Clube do Samba’ e aprofunda no ritmo e a MPB.

O duo Santê atualizará a linguagem do som e ampliará públicos sem romper com a brasilidade.

O encerramento ficará a cargo do DJ “Thiago Jesus” que fechará na pista, também ancorado no melhor samba.

Gastronomia

O público poderá adquirir suas fichas de consumo e experimentar as três estações de alimentação, concebidas como cozinhas-tema.

Cada uma homenageia uma mulher do samba brasileiro e funcionará durante todo o evento que inicia ao meio dia e vai até às 22h do sábado, 19/9.

São elas:-

Estação Churrasco:

Uma homenagem a “Dona Ivone Lara”, com preparos ao vivo, cortes e técnicas de brasa e defumação, com temperos, acompanhamentos e formas de serviço que dialogam com a gastronomia goiana.-

Estação Feijoada:

Homenageando “Clara Nunes”, será o núcleo do encontro, a feijoada como rito de partilha, com elementos da cozinha goiana em guarnições e finalizações (especiarias regionais, pimentas e acompanhamentos tradicionais).-

Estação Petiscos de Boteco:

Espaço em homenagem a “Alcione Porções”, de forte apelo popular, com itens reconhecíveis em Goiás, reafirmando a comida como linguagem de sociabilidade: aquilo que se compartilha no meio da conversa e da música. 

Público, Acessibilidade & Sustentabilidade

O evento, além de gratuito (com entrada  solidária, mediante retirada antecipada de ingressos & a doação de 1kg de alimento) é pensado para toda família, idades/diferentes gerações e interessados em cultura e gastronomia. 

A acessibilidade estará garantida com presença de intérprete de Libras durante as apresentações e falas de palco, serviços de mapa e canais de apoio, além de fila preferencial nas estações e na portaria. 

O projeto tem um plano de sustentabilidade com foco na metodologia Lixo Zero, em parceria com a Pachamama Socio ambiental, que atua na construção do plano operacional e no gerenciamento de resíduos em todas as etapas do evento. 

Chamamento público de Estagiários

O Festival abrirá um Chamamento Público Simplificado para a seleção de 6 (seis) estagiários, desta segunda, 31/08 até sexta, 04/09.

O resultado será divulgado no dia 07/09, no perfil oficial do evento para os interessados em atuar durante a realização do evento.

Inscrições no link/formulário: 

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd5t9yRXbpcX3PJQfYyZdPu3oe2eCC19TNYFP6ttkriLF8EdQ/viewform

Acompanhe as novidades do evento em @musicanoprato e garanta seu acesso na plataforma

 https://ingresseiro.com.br/eventos/musica-no-prato-2-ed .

Este projeto é realizado com recursos do Programa Goyazes do Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, com patrocínio da Cerrado Distribuição. 

SERVIÇO: 

2ª edição do Festival Música no Prato – Samba, Sabor & Sintonia: Um encontro de música, gastronomia e cultura. 

Data/Horário: Sábado, 19 de setembro de 2026 – Das 12h às 22h.

Atrações: DJ Bruno Caveira, Clube do Samba, Moyseis Marques, Santê (duo com Anna Jukes e Cássia Kilmister) e DJ Thiago Jesus.

Local: Clube Oásis – Acesso pela Av. C-197, 1430 – Jardim América, Goiânia – GO

Entrada solidária & gratuita com retirada prévia & limitada de ingressos na Plataforma –

 https://ingresseiro.com.br/eventos/musica-no-prato-2-ed (mediante doação de 1kg de alimento não perecível)

O Consumo no local será terceirizado, mediante aquisição de fichas.

Classificação etária Livre (menores deverão estar acompanhados).

Contatos: Dj Múcio (62) 99945-7993 & musicanoprato@gmail.com

Rede Social: 

https://www.instagram.com/musicanoprato/ 

Carlos Eduardo Faria – Kadu!

Jornalista / Paspartú Comunicação

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Niver da Gabi

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Gabriela Daniel, proprietária da Peça Rara Aparecida de Goiânia, comemora seu aniversário neste sábado, 24 de outubro, ao lado de clientes, amigos e familiares.

A celebração acontece na loja, das 9h às 18h, com café da manhã especial, reposição de semijoias a partir de R$ 19,90 e 15% de desconto em todas as peças. Av. Rio Verde, nº 5226, Vila Rosa. @pecarara.apgoiania

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Mais de 32 mil pessoas querem adotar no Brasil, mas 6 mil crianças ainda esperam por uma família.

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Diferença entre o perfil buscado pelos pretendentes e a realidade de crianças e adolescentes disponíveis será tema de encontro gratuito na UNIALFA nesta quinta-feira.

Mais de 32 mil pessoas estão habilitadas para adotar no Brasil, enquanto mais de 6 mil crianças e adolescentes aguardam uma família.

A diferença entre os números chama atenção, mas revela uma realidade mais complexa do que uma simples fila de espera.

Dados atuais do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento, mantido pelo Conselho Nacional de Justiça, mostram que o encontro entre pretendentes e crianças disponíveis depende de fatores como idade, condições de saúde, existência de grupos de irmãos e o perfil indicado por quem pretende adotar.

A discussão estará no centro de um encontro gratuito promovido pela Escola de Direito da UNIALFA nesta quinta-feira (22), em Goiânia.

Idade ainda é um dos principais desencontros*Um dos maiores obstáculos está na diferença entre a idade procurada pelos pretendentes e a das crianças que aguardam adoção.

Levantamento do CNJ mostrou que 70,4% das crianças e adolescentes disponíveis tinham entre 8 e 18 anos, enquanto a maior parte dos pretendentes manifestava preferência por crianças mais novas.

O próprio CNJ aponta que crianças mais velhas, adolescentes, grupos de irmãos e crianças com deficiência ou necessidades específicas de saúde estão entre aquelas que enfrentam maior dificuldade para encontrar uma família.

Quem pode adotar

A legislação brasileira permite que pessoas maiores de 18 anos se habilitem para adoção, independentemente do estado civil, desde que exista diferença mínima de 16 anos entre adotante e adotado.

O processo é gratuito e deve ser iniciado na Vara da Infância e da Juventude da região onde reside o pretendente.

O Sistema Nacional de Adoção também reconhece diferentes configurações familiares, incluindo famílias formadas por mãe ou pai solo, casais heterossexuais e casais homoafetivos.

Debate sobre discriminação

Além das características das crianças e adolescentes, o encontro promovido pela UNIALFA pretende discutir preconceitos relacionados às diferentes configurações familiares.

Neste ano, a instituição e o Tribunal de Justiça de Goiás estabeleceram uma cooperação para produzir material informativo destinado a pessoas e casais LGBTQIAPN+ interessados em adoção.

A iniciativa busca ampliar o acesso a informações sobre direitos, procedimentos e garantias relacionados ao processo adotivo.

Palestra ocorre nesta quinta-feira

A palestra “Adoção e o direito à não discriminação” será realizada às 9h, no Auditório Maria Dilda, na UNIALFA.

O encontro também marcará o lançamento da cartilha “Família, no plural”.

O convidado será Fábio Francisco Esteves, conselheiro do Conselho Nacional de Justiça, juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios e doutor em Direito pela Universidade de São Paulo.

A proposta é discutir adoção, diversidade familiar, igualdade de direitos e o papel das instituições na garantia da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes.

Autoridades participam

Também estão confirmados o presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, desembargador Leandro Crispim; a juíza Célia Regina Lara, coordenadora-geral da Infância e da Juventude; a juíza auxiliar da Presidência do TJGO, Lidia de Assis e Souza; o juiz Vitor Barros Mouro; a juíza Luana Cavalcante de Freitas; e o procurador do Trabalho Tiago Ranieri de Oliveira.

O evento é gratuito, aberto à comunidade e dará certificado de cinco horas aos participantes.

Serviço

Palestra:

Adoção e o direito à não discriminação

Data: 22 de outubro de 2026

Horário: 9h

Local: Auditório Maria Dilda – UNIALFA

Atividade: palestra e lançamento da cartilha “Família, no plural”

Participação: gratuita e aberta à comunidade

Certificado: 5 horas

Inscrições: Instagram da UNIALFA – @unialfa

Legenda: Encontro na UNIALFA vai discutir adoção, diversidade familiar e o direito à não discriminação.

Assessoria de Imprensa

Palavra Comunicação

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OMS publica primeiras diretrizes globais para tratar obesidade infantil; especialista alerta para importância do diagnóstico precoce.

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Endocrinologista pediátrica, Marília Barbosa explica por que o cuidado precisa considerar a idade, o desenvolvimento e a saúde emocional da criança.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou suas primeiras diretrizes globais para o tratamento da obesidade em crianças e adolescentes.

Divulgadas em 7 de outubro, as recomendações orientam profissionais e sistemas de saúde a oferecer um cuidado integrado, individualizado e baseado em evidências para uma doença crônica que pode comprometer a saúde física e emocional desde os primeiros anos de vida. 

O documento chega em um cenário preocupante: em 2024, cerca de 400 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 19 anos viviam com sobrepeso no mundo, incluindo 170 milhões com obesidade.

A prevalência da obesidade nessa faixa etária quadruplicou desde 1990, passando de 2% para 8%, segundo estimativas da organização. 

Para a endocrinologista pediátrica Marília Barbosa, a publicação representa um avanço importante ao reforçar a necessidade de reconhecer a obesidade infantil como uma condição que exige avaliação clínica e acompanhamento contínuo.

“A obesidade na infância precisa ser abordada com seriedade, mas também com acolhimento. Estamos falando de uma doença multifatorial, influenciada por aspectos biológicos, genéticos, comportamentais e ambientais.

Por isso, o cuidado deve considerar a realidade da criança e de sua família, sem culpabilizar ou estigmatizar”, explica.

Entre as principais recomendações da OMS está a adoção de intervenções estruturadas que combinem alimentação saudável, atividade física e mudanças de comportamento.

Essas estratégias podem ser realizadas individualmente ou em programas que integrem diferentes abordagens, com participação dos pais ou responsáveis. 

A organização também estabelece limites para outras modalidades de tratamento conforme a idade. Para crianças de até 9 anos, não recomenda o uso de medicamentos para tratar a obesidade ou dispositivos destinados à perda de peso.

Já entre adolescentes de 10 a 19 anos, medicamentos aprovados podem ser considerados em situações específicas, quando um programa estruturado e supervisionado de mudanças no estilo de vida não apresenta os resultados esperados. 

As diretrizes ressaltam que medicamentos e procedimentos não substituem o cuidado abrangente.

A base do tratamento continua sendo o acompanhamento que favoreça mudanças sustentáveis na alimentação, na atividade física e nos hábitos cotidianos.

Não existe uma única estratégia que funcione da mesma maneira para todas as crianças.

O plano de cuidado precisa levar em conta a idade, a trajetória de crescimento, as condições clínicas, a rotina familiar e os aspectos emocionais.

O objetivo é melhorar a saúde e a qualidade de vida, respeitando o desenvolvimento de cada paciente”, afirma Marília. 

PrevençãoNo Brasil, dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), referentes a 2024, mostram a presença expressiva de alimentos ultraprocessados na alimentação das pessoas acompanhadas pelo sistema.

O consumo foi registrado em 79% das crianças de 2 a 4 anos, 84% das crianças de 5 a 9 anos e 81% dos adolescentes monitorados. Para a endocrinologista, o ambiente em que a criança vive tem influência direta sobre a construção dos hábitos alimentares e da rotina de movimento.

“A prevenção começa nas oportunidades que a criança tem no dia a dia: acesso a alimentos variados, refeições organizadas, brincadeiras, atividade física, sono adequado e participação da família.

Essas condições precisam ser construídas de forma realista, sem a expectativa de uma rotina perfeita”, destaca. As diretrizes da OMS também chamam a atenção para a necessidade de considerar a saúde mental no acompanhamento da obesidade.

Crianças e adolescentes podem enfrentar bullying, discriminação, baixa autoestima e sofrimento emocional, fatores que precisam ser reconhecidos pelos profissionais de saúde. 

Segundo Marília, a maneira como adultos e profissionais abordam o peso pode influenciar a relação da criança com o próprio corpo e com a alimentação. “Comentários constrangedores, comparações e cobranças excessivas podem aumentar o sofrimento e dificultar a adesão ao cuidado.

É fundamental que a criança se sinta acolhida e que a família receba orientação para participar do tratamento de maneira positiva”, explica. 

A especialista reforça que o acompanhamento pediátrico permite avaliar o crescimento e o desenvolvimento ao longo do tempo, identificar fatores de risco e definir, quando necessário, uma abordagem terapêutica adequada.

O cuidado precoce pode contribuir para reduzir complicações associadas à obesidade, entre elas alterações metabólicas, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares. 

A publicação das primeiras diretrizes globais da OMS amplia a discussão sobre a necessidade de políticas públicas e serviços de saúde preparados para atender crianças e adolescentes com obesidade.

“O desafio é transformar as recomendações em acesso efetivo a um cuidado contínuo, individualizado e livre de estigmas”, sublinha a endocrinologista.

Carolina Pessoni

Pessoni Comunicação

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