Flexibilidade, autonomia e altas comissões impulsionam a crescente presença feminina no setor de imóveis no Brasil
A participação feminina no mercado imobiliário brasileiro cresce de forma consistente.
Atualmente, mais de 252 mil corretoras atuam no país, representando mais de 40% dos profissionais do setor, segundo dados do Cofeci (Conselho Federal de Corretores de Imóveis).
Esse número representa um crescimento expressivo de 144% na última década, sinalizando uma mudança significativa no perfil da corretagem.
E não se trata apenas de representatividade numérica: as mulheres também vêm se destacando em posições de liderança.
Muitas ocupam cargos estratégicos em imobiliárias, como gerentes de vendas e diretoras comerciais, e têm conquistado, cada vez mais, a confiança dos clientes.
Segundo pesquisas, 55% dos consumidores preferem negociar com corretoras, principalmente por atributos como empatia e comunicação eficaz.
Esse diferencial ganha ainda mais relevância ao considerarmos que, na maioria dos casos, a decisão de compra de um imóvel familiar está nas mãos da mulher — fator que fortalece a conexão entre cliente e corretora e aumenta as chances de fechamento do negócio.
“Valorizamos profundamente o papel das corretoras como agentes de transformação social e econômica.
Acreditamos na potência dessas profissionais que, com seu trabalho, ajudam milhares de brasileiros a alcançar o sonho da casa própria e a construir um futuro melhor.
Inclusive, suas próprias vidas são transformadas por meio dessa profissão, que possibilita a melhora da qualidade de vida delas e de seus familiares, além da realização de seus sonhos”, ressalta Thiago Ely, diretor executivo Comercial e de Marketing da MRV.
Perfil das corretoras: maduras, experientes e determinadas De acordo com a Pesquisa Raio-X da Corretora 2023 (DataZAP), 74% das corretoras têm mais de 40 anos, e a média de idade é de 51 anos.
A maioria é casada (55%), tem filhos (74%) e pertence à classe B (51%).
A experiência de vida e a busca por autonomia profissional são características comuns desse perfil.
As motivações para ingressar na carreira são diversas, mas destacam-se os fatores econômicos e a flexibilidade: 30% das mulheres apontam a remuneração como principal atrativo, seguidas pela possibilidade de horários flexíveis (21%), afinidade com a área (15%) e autonomia (9%).
Mulheres de sucesso.
Além do talento e da determinação, a tecnologia tem sido uma aliada fundamental para as empreendedoras.
Ferramentas digitais, redes sociais e plataformas especializadas permitem que as mulheres expandam seus negócios, alcancem mais clientes e criem novas formas de atendimento.
Hoje, a MRV conta hoje com o Marco, um assistente virtual criado para dar mais autonomia e agilidade ao dia a dia dos corretores da companhia.
Com capacidade para responder por texto ou áudio, o assistente fornece orientações sobre produtos, comissões, crédito, vendas, campanhas, scripts e mais.
A seguir, conheça histórias reais de corretoras que transformaram suas vidas por meio dessa profissão e hoje são exemplos de sucesso e superação:
Gleide Sousa da Silva – Nova Iguaçu (RJ) “Antes de me tornar corretora, trabalhei em escritórios e tive lojas, mas decidi me reinventar e ingressar no mercado imobiliário. Com foco e persistência, fiz minha primeira venda logo no início e vi minha vida se transformar: troquei de carro, coloquei os filhos em cursos, comprei um apartamento na praia e mobiliei tudo com as premiações da MRV. Para mim, honestidade, dedicação e amor pelo cliente são essenciais para alcançar sucesso na corretagem”.
Emily Lobo – Belo Horizonte (MG) “Antes de ser corretora, eu trabalhava como manicure e enfrentava dificuldades financeiras. Ingressei na MRV, fiz minha primeira venda em menos de 15 dias e, com persistência, alcancei uma virada: em 2024, cheguei a faturar R$ 60 mil em um mês. Conquistei estabilidade, comprei um carro à vista, realizei viagens internacionais e hoje sou referência na regional. Acredito que resiliência e aprendizado constante foram essenciais para transformar minha vida”.
Cristiane Sousa e Silva Pereira – Goiás (GO) “Após fechar minha confecção durante a pandemia e passar por dificuldades financeiras, ingressei na MRV em outubro de 2023, sem experiência em vendas. Superei momentos críticos, insisti apesar das dificuldades e, em poucos meses, quitei dívidas, comprei um carro e conquistei reconhecimento nas categorias Black e Master dentro da companhia. Hoje, realizo de 7 a 10 vendas por mês, faturando até R$ 60 mil, e destaco que dedicação total e foco são essenciais para obter esses resultados por meio da corretagem”.
Ana Paula Gelani Cipriano Furtado Costa – Rio de Janeiro (RJ) “Após quase 20 anos na educação, decidi mudar de carreira devido à frustração com a remuneração e encontrei na MRV a oportunidade de transformação. Abracei o desafio e rapidamente me destaquei, fazendo minha primeira venda antes de completar um mês. Meu maior faturamento veio em novembro de 2024, quando atingi R$ 33 mil — valor que levaria um ano e meio para ganhar na antiga profissão. Com a corretagem, conquistei independência financeira, comprei um carro e vivo uma nova realidade”.
Para Thiago Ely, a MRV entende que as corretoras são fundamentais para o negócio e para o mercado imobiliário como um todo.
Segundo ele: “são elas que estão na linha de frente, tornando possível a realização do sonho da casa própria para milhares de brasileiros.
Por isso, investimos continuamente em iniciativas que visam valorizar, capacitar e apoiar essas corretoras.
Queremos garantir que cada profissional tenha as ferramentas e o suporte necessários para crescer na carreira e entregar a melhor experiência para os nossos clientes”, finaliza.
Sobre a MRV Com 45 anos de mercado e o propósito de construir sonhos que transformam o mundo, a MRV é uma das cinco empresas que compõem o grupo MRV&CO.
É considerada a maior construtora e incorporadora da América Latina, tendo como foco empreendimentos residenciais econômicos, com preços acessíveis para um público que busca o sonho da casa própria.
A companhia já entregou mais de 500 mil chaves. Hoje, mais de 1,6 milhão de pessoas vivem em um imóvel construído pela MRV.
Acesse e conheça mais sobre a companhia www.mrv.com.br.
Ator de Colegas, João Vitor encontra The Rock em evento no Rio, após campanha nas redes Influenciador e ator esteve ao lado de Luiz Godoi e Raphael Andrasy durante ação da Disney na Ilha Fiscal e realizou o encontro que mobilizou seguidores.
Ator do filme Colegas e o Herdeiro, o influenciador João Vitor de Paiva realizou, nesta semana, o encontro com o astro de Hollywood Dwayne Johnson, após uma campanha que mobilizou milhares de seguidores nas redes sociais.
O encontro ocorreu durante um evento promovido pela Disney na Ilha Fiscal, no Rio de Janeiro, para divulgar o filme Moana 2.
João Vitor participou da ação ao lado dos atores Luiz Godoi e Raphael Andrasy, que também integram o elenco de Colegas e o Herdeiro.
Os três aproveitaram a passagem de The Rock pelo Brasil para conhecer o artista e registrar o momento.A campanha liderada por João Vitor para chamar a atenção do ator ganhou força nas redes sociais, com vídeos e publicações dos integrantes do elenco e de seus seguidores.
O encontro foi celebrado pelo grupo como a realização de um antigo sonho.Os atores destacaram ainda a admiração pela amizade entre Dwayne Johnson e Milton McBride Rosen, que tem síndrome de Down, história frequentemente mencionada pelo astro norte-americano.
PSegundo o elenco, o vínculo reforça a mensagem de amizade e inclusão presente em Colegas e o Herdeiro, que estreia nos cinemas brasileiros em 13 de agosto de 2026.
O grupo também agradeceu à Disney pelo convite para o evento e aos seguidores que participaram da mobilização nas redes sociais até que o encontro com The Rock se tornasse realidade.
Sobre o filme “Colegas e o Herdeiro” ”Colegas e o Herdeiro” é a sequência do sucesso de 2012, “Colegas” – comédia brasileira mais premiada da história do cinema, vencedora do Kikito de Melhor Filme no Festival de Gramado.
Considerado um marco no cinema inclusivo mundial, o primeiro filme conquistou o público e a crítica ao redor do mundo. O novo longa-metragem estreará nos cinemas do Brasil no dia 13 de agosto de 2026.
Sob a direção e roteiro de Marcelo Galvão, a nova produção traz ainda no elenco nomes como Ariel Goldenberg, Breno Viola, Rita Pokk, Rafaela Ehmke, Gabriel Lazzari, Henrique Fernandes, Giulia Merigo, Samanta Quadrado, Fafy Siqueira, Deto Montenegro, Marcelo Naz, Marcos Contreras, Cristiano Lourenço, entre dezenas de atores com síndrome de Down, autismo e síndrome de Williams.
Na nova trama, rodada no Rio Grande do Sul e no Uruguai, o grupo de amigos foge do instituto em uma viagem clandestina a bordo de um avião de carga para reencontrar os personagens Stallone e Aninha em Punta del Este.
A visita se transforma em uma aventura repleta de ação quando o grupo cruza o caminho de contrabandistas de pedras preciosas. “Colegas e o Herdeiro” é uma produção da Gatacine com coprodução da Globo Filmes e distribuição nacional assinada pela H2O Films.
Sobre a trajetória em festivais Em julho de 2025, “Colegas e o Herdeiro” (“Buddies and the Heir”) teve sua estreia internacional na Rússia durante o Zerkalo International Film Festival na cidade de Ivanovo.
Em outubro de 2025, o filme estreou nos Estados Unidos no Los Angeles Brazilian Film Festival (LABRFF), vencendo o Prêmio Especial do Júri. Logo depois, o longa-metragem foi exibido em Orlando durante o LABRFF-Orlando, onde venceu o prêmio de Melhor Fotografia.
No mesmo período, também foi selecionado para a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, com várias sessões na “Mostrinha” – programação especial do festival voltada ao público infanto-juvenil.
Em maio de 2026, Colegas e o Herdeiro competiu na Sibéria (Rússia) no Hero International Film Festival – festival para crianças e jovens que celebra personagens que são heróis e exemplo de vida para a nova geração. O filme venceu o prêmio de “Melhor Longa-Metragem para Crianças e Jovens”.
João Vitor de Paiva, Luiz Godoi e Raphael Andrasy conheceram Dwayne “The Rock” Johnson durante evento da Disney no Rio de Janeiro
Tudo pronto para partimos em direção a Kuala Lumpur, capital da Malásia, e depois Singapura, a cidade-estado na pontinha sul do mesmo país.
Escolhemos permanecer 4 dias em cada lugar e vamos de ônibus, de dia, para ver a paisagem. Uma mochila cada um e mais a mala de mão de cor púrpura de origem indiana, comprada no Nepal, dividindo pela metade os pertences do casal.
Saímos da estação de Komtar, chegamos cedo como de praxe. Sentamos e ficamos observando o movimento da rodoviária.
Então um gato de rabo curto passa bem rente as minhas pernas se esfregando indolente. Ele para ao lado da mala e arranha-a de cima em baixo, fazendo um barulhão.
Eu o espanto com um grito que assusta todo mundo ao redor. Dentro da mala, um tênis de corrida, um par de meias, camiseta e bermuda. Material de natação. E a tesourinha do meu pai. Sempre corto as unhas no sábado, para jogar pólo-aquático e também para começar a operar na segunda. Hábitos.
Na mochila os eletrônicos, mais uma “muda de roupa”, um lanche, água e uma caderneta de anotações.Quando estamos saindo, me distraio com a van e os nossos lugares e um cão amarelo bem claro, porte médio, urina na mala. Batizada e arranhada, abro uma das minhas garrafinhas de hidratação e limpo.
Não tem como não rir. Viagem boa, hotel super bem localizado. Dias divertidos em Kuala Lumpur.
Ao partir para Singapura, verifico as passagens, o visto on line de entrada. Tudo certinho.Qual não é a nossa surpresa ao vermos que confundimos meia noite de um dia com o outro, as passagens eram para a 1h AM e não as 13h da tarde.
Compramos outra esbaforidos no quiosque automático – como é bom falar inglês – e não perdemos o horário. Na correria eu dou uma respirada funda no alto da escada rolante.
A mala escapa da minha mão e se torna um míssil descendo em direção a um indiano. Ele salta de lado e a mala vai parar uns 20 metros a frente. Foi por pouco que não ocorreu uma tragédia internacional.
Chegando em Singapura, hotel moderinho, “sustentável”, elevador todo decorado com motivos ecológicos. E não é que a nossa mala fica emperrada na porta quando estávamos saindo para o nosso quarto número 32? Nenhuma lesão na danada.
E segue viagem. Singapura é chique, caro e quente. Mas muito bom. Dessa vez não erro o bilhete de volta. Só que na hora de passar na emigração, o atendente não consegue checar os nossos códigos. E só temos meia hora para fazer isso. Se não o ônibus vai embora. O motorista nos esperou. Dormi a viagem toda.
Ao chegarmos em Penang, cadê a mala? Depois de muita elocubração, vimos que o erro foi nosso. Não passamos com ela pela alfândega. Deixamo-la dentro do ônibus. A assistente Sheah, foi extremamente gentil e ligou direto para Johor, cidade fronteira da Malásia.
Nada da mala. Só havia uma chance, o motorista tê-la visto e pegado-a. Ela certamente passou na fronteira, mas ficou em Johor. E não é que a moça é esposa do motorista? No desespero eu lembrei que comprei um perfume que não se acha mais e como de costume, levo a tesourinha na mala. Antiga. Herança paterna. Uma Solingen.
Aí desesperei. Única lembrança que carrego dele. Só não chorei porque não cabia. Um dia inteiro de suspense, era domingo. Ela manda a foto da mala. Isso depois de eu entrar em contato com meio mundo. Fui buscar no ponto. O ônibus atrasou mais de uma hora. O dia caía e as minhas esperanças, idem.
Eis que chega a bendita. Pago o frete. Não discuto nada. O motorista dá um sorriso enorme. Não abro, não checo. Confio. Agora acabei de escrever, cortei as unhas, tomei banho e botei perfume. Estou completo nas minhas memórias. E feliz.
As musicistas e pesquisadoras Gyovana Carneiro e Ana Flávia Frazão, da Universidade Federal de Goiás (UFG), representam a instituição na XI Semana de Canto Coral Henrique de Curitiba, realizada em Curitiba (PR).
No próximo dia 7 de julho, na tradicional Capela Santa Maria, elas apresentam o recital-palestra Henrique de Curitiba: o legado pianístico de Henrique Morozowicz e fazem o lançamento do livro homônimo, resultado de uma ampla pesquisa dedicada à obra para piano do consagrado compositor paranaense.
A participação das pesquisadoras destaca a excelência da produção acadêmica e artística da UFG em um dos mais importantes eventos de música coral do país.