Uma celebração épica da fé católica, tradição goiana e emoção, transmitida para todo o Brasil!
Goiânia se prepara para vivenciar um momento de profunda espiritualidade e beleza artística! A Paróquia Nossa Senhora da Assunção anuncia a grandiosa encenação da Paixão de Cristo, um espetáculo que há 30 anos emociona e renova a fé de milhares de pessoas. Realizado no estacionamento do clube dos bancários na Vila Itatiaia, o espetáculo deve reunir mais de 20 mil pessoas no dia 18 de abril, a partir das 19h, e a entrada é 1kg de alimento não perecível.
Em 2025, a celebração atinge um marco histórico, com uma produção ainda mais impactante e emocionante. Revivendo os últimos momentos de Jesus Cristo, desde a Última Ceia até a crucificação e ressurreição, em uma experiência que transcende o teatro e toca o coração.
Com mais de 350 voluntários, entre atores, dançarinos, diretores e equipe de produção, o espetáculo é uma verdadeira demonstração de união e dedicação da comunidade católica. A superprodução conta com tecnologia de ponta, efeitos especiais, painéis de LED de alta resolução e uma cenografia impecável, que transportam o público para a Jerusalém da época de Cristo.
O Padre Marcos Rogério, da Paróquia Nossa Senhora da Assunção destaca a importância desse momento tão esperado pela comunidade, “Ao longo destas três décadas, a encenação se tornou um ponto de encontro da fé, da arte e da cultura em nossa comunidade. A cada ano, renovamos nosso compromisso de levar a mensagem de Jesus Cristo a todos os corações, trazendo novidades, e acima de tudo emocionando e transformando vidas. São centenas de voluntários, artistas e colaboradores que tornam este espetáculo possível, e todos estão convidados a se juntar a nós nesta celebração inesquecível”, disse.
A encenação da Paixão de Cristo da Paróquia Nossa Senhora da Assunção é um importante patrimônio cultural de Goiás, que preserva a tradição e a identidade da região. O espetáculo incorpora elementos da cultura local, como os farricocos da procissão do fogaréu e a folia de reis, enriquecendo ainda mais a experiência do público. Ampliando o turismo religioso com fiéis vindo prestigiar de vários estados do país.
Um dos pontos altos da encenação é a riqueza e a beleza dos figurinos. São 150 peças, cuidadosamente confeccionadas e renovadas a cada ano, que retratam com fidelidade os trajes da época de Jesus. Os 129 atores em cena, alguns dos quais realizam trocas de figurino durante o espetáculo, dão vida aos personagens bíblicos, transportando o público para o cenário da Paixão de Cristo.
Em 2025, a encenação além de ser acompanhada pela transmissão nas redes sociais, que em edições anteriores já contabilizaram um acesso de mais de 100 mil pessoas simultaneamente, ganha ainda mais destaque com a transmissão ao vivo pela emissora de TV católica Evangelizar, levando a mensagem de fé e esperança para lares em todo o Brasil.
Este grandioso trabalho de fé, cultura e arte é uma realização da Paróquia Nossa Senhora da Assunção em parceria com a Associação Cultural Arraiá Chapéu do Vovô e Grupo Teatral Nosso Dom Vem de Deus, e conta com o incentivo da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura – Governo Federal, patrocínio das empresas Fórmula e Saga, e apoio da Associação Assunção, Arquidiocese de Goiânia, AT+G Produções e Sindicato dos Bancários do Estado de Goiás.
Fotos em anexo: Encenação da Paixão de Cristo | Créditos: PASCOM Assunção
Serviço:
Data: Sexta-feira da Paixão, 18 de abril de 2025
Horário: 19h (duração aproximada de 2h30)
Local: Estacionamento do Clube dos Bancários em Goiânia
Entrada: 1kg de alimento não perecível
Confira a programação completa da Semana Santa na Paróquia Nossa Senhora da Assunção:
13/04 – DOMINGO DE RAMOS
07h – Procissão de Ramos saindo da Com. N. Sra. da Piedade rumo a Matriz Assunção.
07h30 – Missa de Ramos
10h – Missa de Ramos
19h30 – Missa de Ramos
14/04 – SEGUNDA-FEIRA SANTA
19h30 – Santa Missa
15/04 – TERÇA-FEIRA SANTA
19h30 – Celebração Penitencial
16/04 – QUARTA-FEIRA SANTA
19h – Procissão do Encontro: Saindo da Com. N. Sra. Aparecida – São Judas e da Com. N. Sra. da Piedade – Morada do Bosque, rumo à Matriz Assunção.
19h30 – Missa
17/04 – QUINTA-FEIRA SANTA
19h30 – Santa Ceia do Senhor (Missa do Lava-pés)
21h – Adoração
18/04 – SEXTA-FEIRA SANTA
09h às 11h – Oração com os Jovens
15h – Adoração da Cruz | Início da Novena da Divina Misericórdia
Chef Cássia Resende destaca a tradição e a paixão por um dos pratos mais amados do mundo**Celebrado em 10 de julho, o Dia da Pizza homenageia uma das receitas mais populares e democráticas da gastronomia mundial.
Presente em encontros familiares, comemorações entre amigos e momentos especiais, a pizza conquistou o paladar dos brasileiros e se tornou parte da cultura gastronômica do país.
Para a chef Cássia Resende, a data é uma oportunidade para valorizar a história, a criatividade e o trabalho envolvido na preparação de uma boa pizza.
“A pizza vai muito além da massa e do recheio.
Ela representa compartilhamento, afeto e experiências que unem as pessoas em torno da mesa”, destaca.Segundo a chef, a evolução da gastronomia permitiu que o prato ganhasse versões cada vez mais sofisticadas, sem perder sua essência.
Ingredientes selecionados, massas de fermentação natural e combinações autorais têm ampliado as possibilidades para os apreciadores da iguaria.
Cássia Resende ressalta ainda que a pizza é um exemplo de como a culinária pode se reinventar constantemente. “É um prato que respeita tradições, mas também abre espaço para inovação, valorizando ingredientes regionais e novas técnicas gastronômicas”, afirma.
Neste Dia da Pizza, a celebração convida os amantes da boa mesa a apreciarem sabores que atravessam gerações e continuam conquistando novos admiradores ao redor do mundo.
Pai, me ajuda a comprar um colchão?- Claro, filha. Deixa comigo. Lembrei-me quando ela e a mãe chegaram em casa. O bercinho que fora do irmão. Nenhum cabelo. Branca como neve, fazendo jus ao nome. Nessa primeira noite mamou bem e pude vê-la ressonando.
Era mágico demais ter-me tornado pai mais uma vez. Um casal. Meu sonho realizado. Mal dormi de tanta satisfação. – O tamanho é queen.- Entendi. Vou pesquisar. Procurei durante a infância manter os filhos no mesmo quarto. Dividindo brinquedos, janelas, armários e o sono.
No começo o rapaz reclamou dos choros noturnos. Houve ciúme natural da queda do seu reinado. Mas rapidamente tornaram-se muito próximos. Crescendo unidos. Tão diferentes e tão parecidos. Loira de cabelo de “molinha”, moreno do cabelo liso. Peso-pesado, leveza de bailarina.
Tranquilo e calmo, agitada e emotiva. – Quero saber a opinião da minha mãe.- Ela vai ajudar a escolher.Uma noite saí para fazer um parto. A mãe amamentava. Voltei e ela estava no mesmo lugar. Tinham se passado seis horas. Trocou, cochilou, chorou, amamentou. Não necessariamente nessa ordem.
Aí ela me perguntou: será que algum dia eu ainda irei dormir uma noite inteira? Respondi que sim, que isso duraria mais uns dois anos. Fui tomar café e lembrei-me que eu simplesmente não sabia dizer por quantos anos eu ainda despertaria no meio da madrugada. Deixando esposa e filhos para trazer gente nova ao mundo no meio do meu sono, recebendo os sonhos de muitos.
Eu adorava isso!- Tô em dúvida se é de mola ou de espuma.- Eu também. Vamos decidir juntos. Com o tempo ela se revelou uma dorminhoca campeã. Dorme muito, move-se sempre, gosta de carinho antes de pegar no sono.
Nas viagens que fizemos juntos, somente nós dois, geralmente para ilhas, vi que pegava no sono fácil e acordava lentamente, aos poucos. Nenhum ronco. As vezes falava.
Não sei se levantava no meio da noite, visto que eu só sabia dessas características porque dormia mais tarde do que ela e acordava mais cedo. Mas sempre os destinos e atividades eram amplamente discutidos.
Muita aventura. – Tem um negócio novo que vem por cima. Uma espuminha.- Tô sabendo. Ajuda na acomodação da coluna. É uma boa. Dormir é coisa séria. E o sono santifica.
Ver minha família dormindo em paz me dá uma realização imensa. Com o menor número de procupações possíveis -se bem que isso é difícil- uma série de fatores positivos que ajudam são enumerados. Para mim o colchão é o melhor investimento que se faz dentro de uma casa.
Sempre tentei ajudar nossos filhos a dormir bem, assim como a esposa. Cada um tem um sono e um sonho diferente na vida, entendo, acolho e apoio. Eles têm os seus e nós os nossos. Por isso velo, cuido e tanto arrumar o melhor colchão possível. Que foi o amor, o respeito, a unidade familiar e um bom travesseiro de diálogo. Bons sonhos, filha.
Não há um só dia em que não vejo pela janela do apartamento, o mar, os prédios, a mata, as vias, as aves e o céu. A moldura é ampla. A luz muda o cenário continuamente. E o clima também. Pela manhã quando acordo invariavelmente antes da alvorada, a escuridão do horizonte é iluminada pelas luzes da cidade. Depois os vários matizes de laranja, vermelho e amarelo vão tomando o quadro. As vezes chove, outras não. O calor é o mesmo. O sol inclemente. O vento vem dar um refresco. As pessoas vão surgindo nas ruas. O céu é de azul celeste, as nuvens quando existem são fofas e brancas. O cinza é chuva. A prata é névoa.
Mas e o mar? São quatro faixas que variam de espessura e frequência. A marrom, a verde, a azul e a prata.
Chuvas torrenciais trazem a lama para o mar. São a faixa marrom. A tristeza que decorre da vida. Das decepções. Das surpresas ruins. Elas ficam bem perto da superfície. Do continente. Turvam o caminho. Impedem a progressão. Algumas vezes atingem águas profundas, outras não. Mas causam dor e se você deixar, impregnam a costa da alma. Contudo é possível conviver e até superar os dejetos que recebemos. Ou muitas vezes, criamos. Deixe vir a corrente, o fluxo. Não o impeça. E quando tiver a oportunidade, nade. Nem que seja contra a corrente. Mas nade. Você sairá do rebojo e do brejo.
Em dias de calmaria o mar torna-se verde. Vários tons. Desde a grama que brota depois do corte, como daquela mata densa cheia de ruídos e folhas. Verde é esperança. É sonho não realizado. É objetivo a ser alcançado. No verde tem espuma. Tem ondas também. Mas é possível surfá-las. E aproveitar a maré e ir longe. Quando tudo está bem é o melhor momento para se agradecer e retribuir. Leve consigo no seu barco de sucesso quem por perto estiver. O mar engrandece e agradece. Enfune as velas e vá.
Mais longe, onde já é o Estreito de Málaca, do Mar de Andaman, o azul impera. Águas paradas são águas profundas. Águas azuis. Parecem de plástico, mas são densas. O que você fizer em sua vida, o que construir, será azul. Azul da cor do mar. Cheio, rico, piscoso, navegável. Ou flutua e vai, mesmo em tempestade, ou naufraga. Não há meio termo. O azul é binário. As experiências, os amores, a lida, as frustrações e as vitórias estão todos juntos. Quaisquer um de nós contém segredos abissais. O segredo é navegar de acordo com o oceano de oportunidades. Senão, afunda.
Por último o mais interessante e perigoso. O mar prateado. Aquele que reflete a luz. Que não se vê a cor e nem o fundo. O mar da dúvida. Dos arrecifes. Da bruma leve que borra o trajeto. A pior coisa do mundo é não saber o que se quer. Pois aí você fica ao sabor das marés, de outrem. Vai precisar de outro para ser feliz. De outro para vencer na vida. A ajuda ou a dificuldade é sempre externa. Não depende de você. E justamente o encanto não está no canto da sereia. Está no seu canto. No seu lado. Nas suas decisões. A vida são escolhas. Boas ou ruins, elas o são. Faça-as. Você e tão somente você.
Da minha janela vejo essas quatro faixas: marrom, verde, azul e prata. O ideal é identificar cada uma delas. Contudo o mar é um só. Cabe a você saber navegar em cada um do trechos, pois a praia é logo ali. Nas margens da ilha que é sua. Ou do continente que também é seu. O porto seguro será a sua alma em paz.