Connect with us

Notícias

Agripec Show 2026

Publicado

on

Feira realizada em Itapirapuã (GO) projeta crescimento, amplia espaço para empresas e consolida ambiente estratégico para produtores, investidores e marcas do agronegócio.

O calendário do agronegócio brasileiro já começa a olhar para junho de 2026 com atenção voltada para o interior de Goiás.

Dos dias 19 a 21, a Agripec Show, realizada em Itapirapuã, no Centro.Oeste do país, confirmou a próxima edição e deve ampliar ainda mais o posicionamento como uma vitrine de negócios, tecnologia e conexões estratégicas para o setor agropecuário.

Promovida pelo Sindicato Rural de Itapirapuã em parceria com o Instituto para o Fortalecimento da Agricultura e Pecuária de Itapirapuã (IFAPI), a feira ganhou força nos últimos anos ao reunir produtores rurais, empresas, investidores, técnicos, expositores e representantes de diferentes cadeias produtivas do agro.

Após registrar crescimento estimado entre 100% e 110% em 2025, a expectativa para essa edição é manter o ritmo de expansão, que fortalece principalmente o ambiente voltado à geração de negócios e à circulação econômica regional.

Para o presidente do Sindicato Rural de Itapirapuã, Edgard Scatena Filho, a Agripec deixou de ser apenas um evento regional para ocupar um espaço estratégico dentro do agronegócio goiano e do Centro-Oeste brasileiro.

“A Agripec nasceu com o objetivo de aproximar o produtor das oportunidades do mercado e hoje já conseguimos enxergar a feira como um ponto de conexão entre empresas, tecnologia, pecuária, agricultura e desenvolvimento regional.

O agro precisa desses espaços onde o negócio acontece de forma direta”, afirma.Segundo Scatena, o crescimento da feira acompanha também o avanço do agronegócio na região, especialmente em municípios do entorno de Itapirapuã, que têm ampliado investimentos em genética, produtividade, gestão e inovação no campo.

“O produtor rural busca informação, novas soluções e relacionamento comercial. Ao mesmo tempo, as empresas precisam estar próximas de quem realmente movimenta o agro.

A Agripec consegue unir essas duas pontas e criar oportunidades concretas para todos os envolvidos”, destaca.A programação prevista para 2026 deve reunir exposição de animais, leilões, feira agrocomercial, palestras técnicas, vitrines tecnológicas e apresentações voltadas ao fortalecimento das cadeias produtivas da agricultura e pecuária.

O evento também trabalha na ampliação dos espaços para expositores e parceiros comerciais.

Outro ponto destacado pela organização é o impacto econômico gerado pela feira no município e em cidades vizinhas, com movimentação nos setores de hotelaria, alimentação, transporte, comércio e serviços.

“Hoje a Agripec não movimenta apenas o parque de exposições. Ela movimenta a cidade, gera oportunidades para pequenos negócios locais e fortalece toda uma cadeia econômica ligada ao agro.

É um evento pensado para impulsionar o desenvolvimento”, pontua Edgard.

A expectativa do Sindicato Rural é ampliar a presença de empresas de diferentes estados brasileiros na edição de 2026, consolidando a feira como uma plataforma de relacionamento comercial e geração de oportunidades no interior do país.

A Agripec Show 2026 será realizada no Parque de Exposições Agropecuárias de Itapirapuã, em Goiás, com programação prevista para três dias de evento.

@sindicatoruralitapirapua

@agripecshowoficial

CONTINUE LENDO
CLIQUE PARA COMENTAR

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias

JBL Ranch

Publicado

on

Na última sexta-feira (15), os empresários Otacílio Ramalho (Or Banker) e Rodrigo Miguel (Plumatex) foram recebidos por José Batista Júnior da JBJ (centro), na Fazenda Floresta no tradicional JBJ Ranch, em Nazário. Onde aconteceu o maior leilão de cavalos Quarto de Milha do mundo!

O evento foi um verdadeiro sucesso, reunindo os principais criadores, investidores e apaixonados pelo universo equestre de todo o Brasil. Um marco que consolida, cada vez mais, o nosso estado como referência nacional no segmento.

CONTINUE LENDO

Notícias

ABL Prime realiza meeting poderoso

Publicado

on

O arquiteto Allan Sávio e o engenheiro residente da obra do Salto Imperial, Matheus Dias da Silva, estiveram presentes no meeting realizado para o mercado imobiliário com objetivo de anunciar lançamento de nova safra de lotes no empreendimento, que fica na Rota dos Pirineus e já tem 40% de obras concluídas da primeira etapa. 

Toni Nascimento – Comunicação sem Fronteiras

Assessoria de Imprensa da ABL Prime

CONTINUE LENDO

Notícias

Gatos sem cauda de Penang

Publicado

on

JB Alencastro especialmente para o D9 Notícias.

Entre o nosso apartamento e a praia de Tanjong Tokong existe uma pracinha. Muito bem arborizada, cercada pelo ar marítimo do quebra-mar ao lado esquerdo e o fluxo de pedestres, corredores e turistas vindos da “promenade” do lado direito. É um dos meus lugares favoritos aqui na Ilha de Penang, Malásia.

Gosto de me sentar ali ao fim de tarde, depois do sol se por, voltando da areia, o que ocorre por volta das 19h30. E então a mágica acontece. Gatos. Eles surgem de toda parte. Não é uma invasão orquestrada. Eles claramente pertencem aquele lugar. Poucos miados. Descubro os pratinhos de alimentação. Algumas pessoas aparecem e colocam comida para eles.

São bem cuidados. Muitos tem coleira e algumas delas com sininho. O que eles detestam, segundo me confidenciou um felino residente no local. A coloração é muito sortida. Existem os laranjões, os brancos, as tricolores, os rajados, os pretos, os “frajolas”, os tigrados e também o líder deles, o siamês.

Devo lembrar que o mais comum aqui é o gato Thai. Que era o siamês original. Mais quadrado, não tão magro e com o rosto menos triangular do que como o que vemos no Ocidente. Mas ainda muito atlético, com as pontas das orelhas, nariz, patas e cauda bem escuros. E aqueles olhos azuis hipnotizantes. Você precisa ter muita personalidade para mirar no olho de um deles por mais de um minuto. Eles sustentam a encarada.

Só de observar vejo que cada um deles têm uma personalidade diferente. Uns se aproximam de mim, muitos mantém uma distância regulamentar e ainda outros simplesmente me ignoram. Mas estou ali. Socializando lentamente. Depois de alguns dias começo a fazer parte da comunidade. Ouço miados lânguidos. Vejo corridinhas exibicionistas. E até algumas demostrações de força e territorialidade.

Arrisco acariciar aqueles que mais se aproximam. Agacho de cócoras, hábito adquirido há um ano e pouco, e fico relativamente na linha de visão deles. Muitos aproveitam esse momento e sobem no banco onde eu estava. Sempre em silêncio, vou perscrutando ao redor para verificar se identifico algum novo bichano no pedaço.

E aí então vem o Cotoco. Assim o apelidei. Vou descobrir seu nome real. Ele não tem rabo. Aliás, tem um resquício. Isso lhe dá uma nobreza imediata. Caminha lento entre a gataria. É respeitado. Parece ser mais velho, é um pouco maior do que os demais. Só um pouco. Sua presença atiça minha curiosidade. Teria sido um acidente? Uma espécie de marca feita pelo tutor? Uma nova raça, que desconheço? Ou uma mutação genética ocasional? Como os gatos Manx?

Assim como veio, foi. Não deu nem tempo de me aproximar, apesar de que ele notadamente checou minha presença. Fiquei meio que decepcionado. Já estava na hora de ir jantar e quando me levantei e fui caminhando deparei-me com ele. Só. Mas ao aproximar-me, vi que era outro gato. Parecido, mas menor. Mais ágil. Conversamos. Falo seis línguas, mas gatês, ainda bem, é universal. Nos entendemos imeditamente.

Ele é filho do Kuching, vieram de Brunei. A maioria da família deles nasce assim, como muitos “gatuskos” do Sudoeste Asiático. Por uma semana me observaram. Aprovaram. Acharam minha humanidade engraçada. O pessoal disse também que eu era legal e que não oferecia perigo, mas também não trazia comida. Concluiram que o meu interesse era gatológico, assim como o deles era antropológico.

Na verdade a atração do local era eu. Quantas vezes julgamos e somos julgados pela aparência? Pelo comportamento nem sempre habitual? Necessário um tempo para acostumarmos a quaisquer pessoas, gatos e tal. E nem sempre, agradaremos a todos. Não que isso seja mau. Miau.

JB Alencastro é médico e escritor.

CONTINUE LENDO
Advertisement

noticias