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Após sucesso de 1ª edição, Monte Verde (MG) já projeta a 2ª Feira Nacional de Destinos Turísticos de Montanha e Inverno.

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O prefeito de Camanducaia, Rodrigo Alves de Oliveira, a secretária-adjunta da Secult, Josiane de Souza, a presidente da MOVE, Rebecca Wagner, e o secretário de Turismo do município, Leandro Schultz, na abertura da 1ª edição da feira(Fotos: Divulgação/MOVE).

Evento contou com programação voltada à inovação, formação e articulação entre destinos de frio;próximo ocorrerá entre 16 e 18 de novembro de 2026.

Eleito com frequência um dos lugares mais acolhedores do país na premiação Traveller Review Awards, da plataforma de reservas Booking, Monte Verde recebeu, de segunda a quarta-feira desta semana, no Áustria Hotel, a 1ª Feira Nacional de Destinos Turísticos de Inverno.

O evento, inédito, contou com a participação de mais de mil inscritos, reuniu representantes de rotas de frio de diversos estados e autoridades do governo de Minas Gerais. Marco importante para o setor, o encontro já teve a sua próxima edição oficialmente confirmada para 2026, entre 16 e 18 de novembro. 

Prestigiada por gestores públicos, empresários do ramo, especialistas e profissionais do trade turístico, a feira deste ano foi realizada pela MOVE (Agência de Desenvolvimento de Monte Verde e Região), pela Prefeitura de Camanducaia e pela Secretaria de Estado, Cultura e Turismo do Governo de Minas Gerais (Secult), patrocinada pela Confederação Nacional do Comércio e com apoio Master do Sebrae.

Com palestras e diversos estandes instalados em uma área de 1,2 mil m², a atração permitiu o networking entre os participantes, além de abrir espaço para ações promocionais e oferecer uma programação voltada à inovação, formação e articulação entre destinos que compartilham o turismo de montanha, a valorização da natureza, as baixas temperaturas e que pretendem ser atrativos ao longo de todo o ano.

O evento provou sua relevância e foi um sucesso de público em Monte Verde.

Monte Verde

“Pelo que nos propusemos a fazer neste ano, a feira foi um sucesso total, com palestras incríveis, com representantes de vários estados e regiões do país, como o Rio Grande do Sul, o Rio de Janeiro, Espírito Santo, Santa Catarina e o Nordeste.

E o evento tem tudo para ser ainda mais bem-sucedido no próximo ano.

Já temos diversos municípios comprometidos com a gente, além de 90% dos representantes dos estandes, que também manifestaram o desejo de estar aqui na próxima edição”, ressalta Rebecca Wagner, presidente da MOVE. 

Paralelamente à feira, ocorreu o 3º Seminário MOVE de Desenvolvimento Sustentável do Turismo, que reuniu especialistas e lideranças para discutir caminhos, oportunidades e boas práticas para o futuro do segmento em Monte Verde. 

“Com o turismo de inverno como ponto em comum, os dois eventos reforçaram sua relevância ao reunir um grande público e evidenciar que destinos tradicionais da estação podem e devem somar esforços e compartilhar experiências.

Essa integração é essencial para fortalecer essas rotas não apenas durante o frio, mas ao longo de todo o ano”, destaca Bruno Rosa, secretário de Governo de Camanducaia. 

A sazonalidade foi o tema da aula magna que inaugurou a 1ª Feira Nacional de Destinos Turísticos de Inverno, ministrada pela secretária-adjunta de Estado de Cultura e Turismo, Josiane de Souza, que apontou diversas ações que podem ser implementadas para atrair turistas nas chamadas baixas temporadas.

O estabelecimento de um calendário anual e bem estruturado de eventos, a integração das rotas turísticas nas regiões dos municípios vizinhos e um maior investimento em infraestrutura e qualificação de mão de obra estiveram entre os pontos abordados pela palestrante.

Estande da Secult-MG recebe visitantes durante a 1ª Feira Nacional de Destinos Turísticos de Inverno.

“Na feira do próximo ano, seguiremos com a pauta do combate à sazonalidade, mas com ênfase renovada em inovação. Este evento não foi concebido para ser isolado; se realizamos a primeira edição, é porque a continuidade está prevista”, afirmou a secretária-adjunta do Secult. 

Leandro Schultz, secretário de Turismo de Camanducaia, destacou o tema da palestra da secretária do governo mineiro na abertura do evento e exaltou a importância da união entre os destinos de inverno para elevar os seus respectivos potenciais turísticos e, consequentemente, atrair visitantes e movimentar as suas economias ao longo de todas as épocas do ano.

“Sempre irão existir as preferências dos turistas ao escolherem os destinos para os quais pretendem viajar, mas também é fato que a troca constante de experiências e o bom relacionamento entre os representantes desses destinos promovem o fortalecimento conjunto do turismo nacional.

E todos acabam se beneficiando por meio desse ambiente colaborativo dentro do nosso segmento”, pontua. 

Feira evidencia MOVE como case de sucessoCom uma trajetória já reconhecida e atuando como uma das realizadoras da feira, a MOVE teve seu trabalho destacado ao longo dos três dias do evento como um case de desenvolvimento turístico e econômico para Monte Verde.

Segundo Rebecca Wagner, o modelo de governança adotado pela entidade passou a ser visto como referência. “O formato de gestão da MOVE, em parceria com o poder público, chamou muita atenção.

Representantes de outros destinos nos procuraram interessados em reproduzir o que construímos com o trade turístico. Expliquei que o segredo está no diálogo com o poder público e na escuta da comunidade, entender as necessidades e trabalhar em conjunto pelas melhorias. Ninguém faz nada sozinho”, afirma. 

Em 2026, a Feira Nacional de Destinos Turísticos de Montanha e Inverno será realizada novamente no Áustria Hotel e junto com o Seminário MOVE de Desenvolvimento Sustentável do Turismo, que terá a sua 4ª edição.

“Já a partir de agora, vamos começar a planejar o evento do próximo ano, a programação das palestras e todos os detalhes que envolvem essa atração tão importante para o desenvolvimento turístico e econômico de Monte Verde e dos outros destinos de montanha e de inverno”, projeta Bruno Rosa.

“Estamos ansiosos pela próxima edição e já começando a pensar no que poderemos fazer para realizar a melhor e mais bem-sucedida feira possível em 2026. Nunca podemos desistir dos nossos sonhos e é justamente isso que nos move a continuar nossa luta diária para alavancar o turismo”, reforça Rebecca. 

Atendimento à imprensa – MOVE

Rafael Franco

rafael.franco@wgocomunicacao.com.br 

Henrique Bueno henrique.bueno@wgocomunicacao.com.br 

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Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis

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Sucesso de público, “Abracadabra – Um Circo Musical” se despede do público anapolino com sessões finais repletas de magia, tecnologia e emoção.

O Reder Circus está em suas últimas semanas em Anápolis com a superprodução “Abracadabra – Um Circo Musical”, espetáculo idealizado e dirigido por Frederico Reder que reúne dois grandes nomes do entretenimento brasileiro:

Dedé Santana, ícone do humor nacional, e Diego Hypólito, medalhista olímpico e um dos maiores ginastas da história do país.

Em cartaz desde abril, a atração se consolidou como um dos maiores sucessos culturais da temporada na cidade, encantando milhares de espectadores com uma experiência imersiva e emocionante para todas as idades.

A proposta de “Abracadabra” vai além do circo tradicional.

A montagem combina acrobacias, palhaçaria, música ao vivo, dança e tecnologia audiovisual de última geração, criando uma narrativa sensorial que celebra a superação humana e o poder das palavras.

De um lado, a irreverência e a experiência cênica de Dedé Santana; do outro, a força, a técnica e a expressividade corporal de Diego Hypólito.

Juntos, os artistas conduzem o público a um mergulho lúdico que resgata a essência da infância e a capacidade de sonhar.Um dos grandes diferenciais do espetáculo é a trilha sonora executada ao vivo por uma orquestra, acompanhada por cantores que conduzem musicalmente toda a apresentação.

Inspirado nos grandes musicais internacionais, o projeto entrega uma experiência de padrão Broadway ao mercado circense brasileiro, reforçando a proposta de inovação e excelência artística.Segundo Frederico Reder, o título do espetáculo carrega um significado central para a obra.

“Em muitas línguas, a expressão ‘Abracadabra’ significa o poder da palavra. Ou seja, tudo o que a gente fala acontece”, afirma o diretor, que defende o circo como uma linguagem universal, capaz de se comunicar diretamente com a emoção do público.

A produção reúne mais de 50 artistas em cena, entre malabaristas, palhaços, acrobatas, bailarinos e músicos brasileiros e internacionais.

O picadeiro, montado próximo à plateia, amplia a interação com o público. A estrutura técnica inclui um mega telão de LED de 100 metros quadrados, mais de uma tonelada de equipamentos de sonorização, dez toneladas de cenários e um sistema de iluminação com mais de 250 refletores interativos.

“Abracadabra – Um Circo Musical” presta homenagem às crianças de todas as gerações: às que vivem o presente e às que permanecem na memória afetiva dos adultos.

Nesta reta final em Anápolis, a expectativa é de sessões com ingressos esgotados, reforçando o sucesso da temporada e a conexão do espetáculo com o público.Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do circo todos os dias, a partir das 10h, e também na plataforma online Uhuu.com.

Serviço

*Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis com superprodução estrelada por Dedé Santana e Diego Hypólito

Temporada: Últimas semanas

Sessões:Quinta e sexta: 20h

Sábado: 17h e 20h

Domingo: 15h e 18hInstagram: @abracadabracircomusical

Ingressos: https://uhuu.com/evento/go/goiania/reder-circus-dede-santana-e-diego-hypolito-em-abracadabra-15687?gad_source=1&gad_campaignid=23586036422&gbraid=0AAAAAC86bHCytVm__P01liMLa_cv2xq-g&gclid=Cj0KCQjwmunNBhDbARIsAOndKplvore78AWMqPgV2Lv40mv49SKhH8Bo2H7FhrJsSIbb36maAwBIquwaAihFEALw_wcB

Assessoria de Imprensa

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Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 maio.

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Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

Norma regulamentadora que já exige controle de riscos físicos, químicos e biológicos agora inclui fatores psicossociais; especialista da Clínica Vittá explica como empresas devem agir.

A partir do dia 26 de maio de 2026, entra em vigor oficialmente a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que torna obrigatória a identificação e gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

A medida, que foi anunciada em 2025 e teve um período de adequação sem multas, agora passa a ser passível de fiscalização e penalidades para as empresas que não cumprirem as novas exigências.

O prazo está se esgostando.

A neuropsicóloga Gabriela Vieira, da Clínica Vittá, que atua na avaliação de estresse ocupacional, explica que a mudança coloca a saúde mental dos trabalhadores no mesmo patamar de exigência que os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. Na prática, todas as organizações deverão mapear fatores como sobrecarga de trabalho, pressão por prazos, conflitos interpessoais e falta de apoio das chefias – elementos que, quando crônicos, podem levar a transtornos mentais e afastamentos.

A decisão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) foi motivada por números alarmantes: somente em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária devido a transtornos mentais e comportamentais, um aumento de 15,66% em relação a 2024.

Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostram que esses afastamentos mais que dobraram no biênio 2022-2024, saltando de 201 mil para 472 mil – uma alta de 134%.*Como identificar

Mas como identificar, na prática, a sobrecarga cognitiva antes que ela se torne um transtorno mental?

A neuropsicóloga Gabriela Vieira afirma que a neuropsicologia pode oferecer às empresas um ‘termômetro” preciso para medir a saturação das equipes.

A especialista afirma que existem testes, como tarefas de atenção contínua, avaliação de funções executivas e escalas de fadiga mental, que funcionam quase como um ‘termômetro’ da saturação cognitiva.

De acordo com ela, a observação clínica e o relato da equipe são fundamentais para complementar esses dados.“

A gente consegue captar sinais precoces – queda de atenção sustentada, aumento de erros, lentificação cognitiva e dificuldade de memória operacional.

Ela ressalta que a aplicação desses testes, combinada com escuta ativa, permite às empresas agir antes que o trabalhador adoeça – reduzindo absenteísmo, presenteísmo e custos com afastamentos.

Diferenças entre fator psicossocial e problema individual.

Uma das dúvidas mais comuns entre gestores de RH é como diferenciar se o sofrimento do trabalhador tem origem no trabalho ou é um problema de saúde mental pré-existente.

Gabriela Vieira afirma que, nestes casos, a análise do contexto é determinante.

Quando o sofrimento está muito ligado a fatores do ambiente – excesso de demanda, pressão, conflitos ou falta de autonomia –, é um fator psicossocial do trabalho.

Já quando os sintomas aparecem de forma mais ampla, em vários contextos da vida, com histórico prévio ou sem relação direta com o trabalho, pode ser algo mais individual. Para a neuropsicóloga, as empresas não devem usar essa distinção como forma de negar responsabilidade.

“O ambiente de trabalho tem o dever de não adoecer. Mesmo um trabalhador com vulnerabilidade prévia pode ser mantido saudável se os fatores psicossociais forem bem gerenciados”.

*O que muda nas empresas?*A NR-1 estabelece as diretrizes gerais de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil, determinando o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).

Com a atualização, as empresas deverão fazer adequações.

Entre as adequações, incluir os riscos psicossociais no PGR, documentando e implementando ações de controle; realizar um ciclo contínuo de identificação, avaliação, prevenção, acompanhamento e revisão das medidas; e seguir as orientações do Guia de Fatores de Riscos Psicossociais do MTE, que aponta estressores como sobrecarga, prazos excessivos, conflitos e falta de apoio.

Para completar, as empresas devem combinar a nova gestão com outras normas, como a NR-17, que tem o objetivo de proporcionar conforto, segurança e desempenho eficiente, prevenindo doenças como as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), fadiga e estresse (ergonomia).

Nas inspeções, os auditores do Ministério do Trabalho vão observar a organização do trabalho, analisar documentos, verificar dados de afastamento e entrevistar trabalhadores para identificar situações de risco psicossocial.

Com a vigência a partir de 26 de maio, as empresas já devem revisar seus Programas de Gerenciamento de Riscos e incluir a análise de fatores psicossociais.

Especialistas recomendam o uso de protocolos científicos – como os testes neuropsicológicos citados – e a capacitação de equipes de RH e segurança do trabalho.

A tendência é que, nos próximos anos, ações fiscalizatórias e decisões judiciais trabalhistas considerem a ausência de medidas preventivas nesse campo como violação à NR-1, abrindo caminho para indenizações e multas.

Enquanto isso, a neuropsicóloga da Clínica Vittá reforça o recado de que cuidar da saúde mental é sobrevivência: o cérebro adoece, e a conta sempre chega – para o trabalhador, para a empresa e para a sociedade.

– Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

*Serviço*

Pauta: Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 de maio

Fonte especialista: Neuropsicóloga Gabriela Vieira – Clínica Vittá

Assessoria de Imprensa

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Comemoração

Comemorações

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Em recente comemoração no Rio de Janeiro pelos aniversários dos amigos Fabrício Britto e Gabriela Vilela, a médica Ana Gabriela Maia e sua mãe a advogada Ana Carla Maia, marcaram presença nas festividades realizadas na noite do dia 1º de maio, no luxuoso Julieta de Serpa.

Já no dia 2, as comemorações continuaram na praia do Leblon, no posto 11, reunindo mais de 70 goianos que prestigiaram os aniversariantes em um animado encontro à beira-mar.

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