Do olival à mesa, as receitas do chef exploram o ingrediente em diferentes técnicas e se apresentam como sugestão para a Semana Santa e a Páscoa.
Em um período em que pratos à base de peixes e frutos do mar ganham espaço à mesa, o Nino Cucina apresenta o menu Olival, criado por Marco Renzetti para marcar a premiação internacional do azeite do projeto Olival Nino.
Disponível até 30 de abril, a proposta parte do reconhecimento do blend Potenza no Mario Solinas Quality Award, uma das mais relevantes distinções da olivicultura mundial.
“Pensamos em um menu solar, com forte presença de peixes e frutos do mar, em que o azeite conduz a experiência por meio de molhos e emulsões.
A ideia foi explorar o ingrediente em diferentes técnicas, valorizando sua leveza e profundidade de sabor”, destaca Renzetti, que também comanda o Fame Osteria, restaurante com estrela Michelin.
O percurso começa com o carpaccio di tonno, servido com emulsão de azeite Nino e cítricos, amêndoas tostadas e creme de ricota fresca (R$ 75).
Para o primi, a mezza maniche com camarão carabineiro (R$ 170) combina alho, azeite e peperoncino a uma finalização com bisque e fonduta de pecorino, enquanto a versão com camarão rosa mantém a mesma base técnica.
No principal, o baccalà com salsa all’olio d’oliva, acompanhado de alcachofras, ovas de peixe e legumes grelhados (R$ 225), reforça a delicadeza das preparações com frutos do mar.
A experiência se completa com o gelato all’olio d’oliva e fragole (R$ 44) e o drink Essenza (R$ 44), que leva o azeite também à coquetelaria.
Sobre o azeite Olival Nino
Produzido na Serra dos Tapes, no Rio Grande do Sul, o azeite do projeto Olival Nino nasce de cultivo próprio, com acompanhamento integral do processo — do manejo das oliveiras à extração.
O blend Potenza, elaborado a partir das variedades Koroneiki, Picual e Frantoio, apresenta perfil herbáceo, com notas de folhas verdes, ervas frescas e tomateiro, além de amargor e picância equilibrados.
Com acidez máxima de 0,14%, o azeite integra a safra reconhecida no Mario Solinas Quality Award, reforçando a qualidade sensorial do produto que orienta as receitas do menu Olival.
Sobre a Fazenda Serra dos Tapes.
Com 210 hectares, divididos entre os olivais Trapeira e Paraíso, na Fazenda Serra dos Tapes são produzidas as linhas de Azeites de Oliva Extravirgem Potenza e Pecora Nera.
Localizada no município de Canguçu, no Rio Grande do Sul, a fazenda ocupa um local estratégico para o cultivo de oliveiras, entre os paralelos 30°S E 45°S, região que apresenta condições ideais de temperatura e luz solar.
Aberta a visitações, a Fazenda Serra dos Tapes faz parte da Rota dos Olivais da Serra dos Tapes e oferece uma experiência completa de imersão na cultura milenar do azeite de oliva, com visual privilegiado, instalações projetadas para total conforto e segurança, além de um Lagar com equipamentos de última geração.
A designer gráfica Jessica Moreira, a gerente de marketing Emylia Chaveiro e a auxiliar administrativo Larissa Geovanna brilharam na organização do coquetel, que marcou a entrega oficial do Condomínio Vivre. O condomínio horizontal é mais um empreendimento da Emisa Incorporadora entregue em Anápolis.
Os sócios e diretores da Emisa Incorporadora, Juliano Santos e Amador Santos (pai e filho); João Emídio e Guilherme Emídio (também pai e filho) foram os grandes anfitriões de um coquetel, que marcou a entrega oficial do Condomínio Vivre, em Anápolis. Juliano e Guilherme dão seguimento à bem sucedida trajetória empresarial de seus pais, à frente da Emisa, incorporadora que no próximo ano completará 50 anos de fundação.
Nova geração de radiofrequência alcança camadas profundas da pele e ganha espaço entre pacientes que buscam rejuvenescimento com resultados naturais
A busca por procedimentos estéticos capazes de oferecer resultados cada vez mais naturais tem impulsionado uma nova geração de tecnologias voltadas ao estímulo de colágeno. A mais recente delas é o XERF, equipamento que vem ganhando destaque internacional por atuar em camadas profundas da pele sem a necessidade de cirurgia.
A tecnologia ganhou repercussão nos Estados Unidos após ser utilizada por celebridades como Kim Kardashian e agora começa a chegar ao mercado brasileiro, acompanhando uma tendência global de tratamentos minimamente invasivos focados na regeneração dos tecidos. E já sendo incluída na rotina de cuidados de personalidades como Silvia Braz.
Considerado uma evolução das radiofrequências convencionais, o XERF utiliza duas frequências simultâneas que permitem atingir diferentes profundidades da pele, chegando ao SMAS (Sistema Musculoaponeurótico Superficial), estrutura responsável pela sustentação facial e tradicionalmente associada aos resultados obtidos em cirurgias de lifting.
Na prática, o equipamento funciona como um estimulador tecnológico de colágeno. Por meio do aquecimento controlado dos tecidos, promove a contração das fibras existentes e estimula a produção de novas fibras de sustentação ao longo dos meses seguintes ao procedimento.
Segundo o dermatologista Dr. Bones, um dos primeiros médicos do Brasil a investir na tecnologia, o crescimento da procura por tratamentos desse tipo reflete uma mudança de comportamento dos pacientes.
“Hoje existe uma busca muito maior por procedimentos que preservem a identidade facial. As pessoas querem envelhecer bem, mas sem transformar seus traços. As novas tecnologias surgem justamente para estimular mecanismos naturais do organismo e melhorar a qualidade da pele de forma progressiva”, explica.
A chegada do XERF ao Brasil acompanha um movimento global: a procura por procedimentos que estimulem os mecanismos naturais do organismo vem crescendo, enquanto os tratamentos excessivamente volumizadores perdem espaço.
O equipamento não substitui a cirurgia em casos avançados, mas abre uma nova possibilidade para pacientes que desejam adiar intervenções mais invasivas ou potencializar resultados já conquistados.
Para o Dr. Bones, o futuro do rejuvenescimento não está em transformar a aparência, mas em estimular inteligentemente o que o corpo já sabe fazer.
Embora não substitua a cirurgia plástica em casos avançados de flacidez, o XERF surge como alternativa para pacientes que ainda não possuem indicação cirúrgica, desejam adiar intervenções mais invasivas ou buscam potencializar resultados já conquistados.
A expectativa do setor é que a tecnologia se torne uma das principais apostas da medicina estética nos próximos anos, impulsionada pela crescente demanda por tratamentos que combinem inovação, segurança e naturalidade.