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Benefício das abelhas vai muito além do mel.

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Exposição Estação Mundo do Mel, que acontece no Shopping Estação Goiânia entre os dias 4 e 5 de julho, das 09h às 18h, mostra os diversos derivados da abelha produzidos a partir até mesmo de seu veneno.

Estandes educativos também farão parte do evento.

Entrada é gratuita

Embora as abelhas sejam frequentemente associadas ao mel, as abelhas produzem a cera, o própolis, a geleia real e o pólen apícola.

Algumas espécies como a Apis mellifera produzem a apitoxina, veneno localizado no ferrão das operárias, usado em sua defesa, que oferece notáveis benefícios devido às suas propriedades anti-inflamatórias.

O evento contará com uma variedade de produtos 100% naturais à base de mel, como bolachas de mel e de aveia, velas de cera de abelha e até mesmo materiais apícolas

Todos estas aplicações estarão sendo apresentadas no evento Estação do Mel, realizado no Shopping Estação Goiânia, nos dias 4 e 5 de julho, das 09h às 18h.

Na exposição, cuja entrada é gratuita, expositores trarão para o público mel de diversas floradas e derivados como própolis, velas de cera de abelha, dermocosméticos e delícias como conserva de castanha com mel, a bebida hidromel e quitandas artesanais com mel em sua composição.

Granola doce com mel

Acervo pessoal/Cássio Cezare

Fornecedores de equipamentos para apicultores também participam do evento, cuja entrada é 100% gratuita. 

“Queremos mostrar as diversas faces do mundo das abelhas, indo além do tradicional mel na bisnaga ou garrafa, e destacando a diversidade de produtos de origem apícola”, diz o organizador do evento e tecnólogo em apicultura, Alexandre Januário Pereira.

Mel em sachê

Acervo pessoal/Cássio Cezare

A Estação Mundo do Mel, que acontece em sua segunda edição, conta com o apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Goiás (Senar), Instituto SENAI, Sebrae, loja de produtos agrícolas Apimatec e o Coroa Real.

Veneno?

Dentre as facetas pouco conhecidas das abelhas apontadas por ele está a apitoxina, uma complexa substância química utilizada na apiterapia.

“A apitoxina é empregada em formulações farmacêuticas para o tratamento de diversas condições, como artrite, nevrite, tendinite e bursite.

Além disso, é utilizada em afecções cutâneas, doenças oftalmológicas e no processo de cicatrização”, revela. 

Segundo o tecnólogo, além de conter aminoácidos, água, açúcares, histamina, proteínas, enzimas, lipídios e carboidratos, o veneno de defesa da espécie conta ainda com a melitina – substância com potente efeito anti-inflamatório – em sua composição. 

Neusa Bandeira será uma das expositoras que levará uma linha de produtos feitos com a apitoxina, que inclui sérum de melitina e pomada para alívio da dor.

“A melitina proporciona benefícios dermatológicos significativos, tais como a diminuição de rugas e linhas de expressão, o aumento da firmeza e elasticidade da pele, e propriedades anti-inflamatórias e cicatrizantes”, explica.

A produção do dermocosmético é feita por ela, que lembra que levará também os instrumentos utilizados para  a extração da apitoxina.

“As abelhas são estimuladas a ferroar uma membrana, permitindo a separação do ferrão e a coleta do veneno em um recipiente”, explica.

O apicultor Cássio Cezare, que possui um apiário com 25 colméias em Caldazinha, também estará na exposição com uma variedade de produtos inovadores e saborosos, como pão de mel com cobertura de chocolate e recheio de doce de leite, granola doce com mel e uma intrigante granola salgada com mel e mostarda, produzidos pela sua esposa.

“Além disso, a praticidade estará presente com o mel em sachê, ideal para consumo individual e rápido, em apresentações que revelam os múltiplos terroir dos méis do cerrado goiano, com suas floradas e sabores únicos”, revela

Outra participante é Gisana Cristina, apicultora e ativista ambiental, que levará para a exposição sua conserva de castanhas com mel e mel no favo.

Proprietária da Favo Brasil junto com o marido Guilherme Martini, a marca oferece extrato de própolis 70% verde de alta concentração e uma conserva que combina mel com castanha de caju, castanha do Pará, nozes, amêndoas, avelã e lascas de coco.

“Ao comprar da Favo Brasil, você contribui para a salvação das abelhas, a instalação de meliponários e a promoção da educação ambiental”, afirma Gisana.

Educação

Além da exposição de produtos, a Estação Mundo do Mel também se destaca pelo seu caráter educativo.

Além da exposição dos produtos, os participantes conhecerão a importância das abelhas para o meio ambiente.

“Nossa intenção é ir além do comércio de produtos e realmente educar as pessoas sobre o papel fundamental das abelhas na polinização e na manutenção da biodiversidade”, explica Alexandre Januário Pereira.

Serviço: 

Estação Mundo do Mel

Data: sexta-feira e sábado, 4 e 5 de julho

Horário: das 9h às 18h

Local: praça de eventos do Shopping Estação Goiânia, Av. Goiás, 2151 – Centro

Entrada gratuita. 

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Encontro.

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Ator de Colegas, João Vitor encontra The Rock em evento no Rio, após campanha nas redes
Influenciador e ator esteve ao lado de Luiz Godoi e Raphael Andrasy durante ação da Disney na Ilha Fiscal e realizou o encontro que mobilizou seguidores.


Ator do filme Colegas e o Herdeiro, o influenciador João Vitor de Paiva realizou, nesta semana, o encontro com o astro de Hollywood Dwayne Johnson, após uma campanha que mobilizou milhares de seguidores nas redes sociais.

O encontro ocorreu durante um evento promovido pela Disney na Ilha Fiscal, no Rio de Janeiro, para divulgar o filme Moana 2.

João Vitor participou da ação ao lado dos atores Luiz Godoi e Raphael Andrasy, que também integram o elenco de Colegas e o Herdeiro.

Os três aproveitaram a passagem de The Rock pelo Brasil para conhecer o artista e registrar o momento.A campanha liderada por João Vitor para chamar a atenção do ator ganhou força nas redes sociais, com vídeos e publicações dos integrantes do elenco e de seus seguidores.

O encontro foi celebrado pelo grupo como a realização de um antigo sonho.Os atores destacaram ainda a admiração pela amizade entre Dwayne Johnson e Milton McBride Rosen, que tem síndrome de Down, história frequentemente mencionada pelo astro norte-americano.

PSegundo o elenco, o vínculo reforça a mensagem de amizade e inclusão presente em Colegas e o Herdeiro, que estreia nos cinemas brasileiros em 13 de agosto de 2026.

O grupo também agradeceu à Disney pelo convite para o evento e aos seguidores que participaram da mobilização nas redes sociais até que o encontro com The Rock se tornasse realidade.

Sobre o filme “Colegas e o Herdeiro”

”Colegas e o Herdeiro” é a sequência do sucesso de 2012, “Colegas” – comédia brasileira mais premiada da história do cinema, vencedora do Kikito de Melhor Filme no Festival de Gramado.

Considerado um marco no cinema inclusivo mundial, o primeiro filme conquistou o público e a crítica ao redor do mundo. O novo longa-metragem estreará nos cinemas do Brasil no dia 13 de agosto de 2026. 

Sob a direção e roteiro de Marcelo Galvão, a nova produção traz ainda no elenco nomes como Ariel Goldenberg, Breno Viola, Rita Pokk, Rafaela Ehmke, Gabriel Lazzari, Henrique Fernandes, Giulia Merigo, Samanta Quadrado, Fafy Siqueira, Deto Montenegro, Marcelo Naz, Marcos Contreras, Cristiano Lourenço, entre dezenas de atores com síndrome de Down, autismo e síndrome de Williams.

 Na nova trama, rodada no Rio Grande do Sul e no Uruguai, o grupo de amigos foge do instituto em uma viagem clandestina a bordo de um avião de carga para reencontrar os personagens Stallone e Aninha em Punta del Este.

A visita se transforma em uma aventura repleta de ação quando o grupo cruza o caminho de contrabandistas de pedras preciosas. “Colegas e o Herdeiro” é uma produção da Gatacine com coprodução da Globo Filmes e distribuição nacional assinada pela H2O Films.  

Sobre a trajetória em festivais Em julho de 2025, “Colegas e o Herdeiro” (“Buddies and the Heir”) teve sua estreia internacional na Rússia durante o Zerkalo International Film Festival na cidade de Ivanovo.  

Em outubro de 2025, o filme estreou nos Estados Unidos no Los Angeles Brazilian Film Festival (LABRFF), vencendo o Prêmio Especial do Júri. Logo depois, o longa-metragem foi exibido em Orlando durante o LABRFF-Orlando, onde venceu o prêmio de Melhor Fotografia.  

No mesmo período, também foi selecionado para a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, com várias sessões na “Mostrinha” – programação especial do festival voltada ao público infanto-juvenil.  

Em maio de 2026, Colegas e o Herdeiro competiu na Sibéria (Rússia) no Hero International Film Festival – festival para crianças e jovens que celebra personagens que são heróis e exemplo de vida para a nova geração. O filme venceu o prêmio de “Melhor Longa-Metragem para Crianças e Jovens”.

João Vitor de Paiva, Luiz Godoi e Raphael Andrasy conheceram Dwayne “The Rock” Johnson durante evento da Disney no Rio de Janeiro

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A mala danada e a tesourinha do meu pai.

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JB Alencastro especial para o D9 Notícias.

Tudo pronto para partimos em direção a Kuala Lumpur, capital da Malásia, e depois Singapura, a cidade-estado na pontinha sul do mesmo país.

Escolhemos permanecer 4 dias em cada lugar e vamos de ônibus, de dia, para ver a paisagem. Uma mochila cada um e mais a mala de mão de cor púrpura de origem indiana, comprada no Nepal, dividindo pela metade os pertences do casal.

Saímos da estação de Komtar, chegamos cedo como de praxe. Sentamos e ficamos observando o movimento da rodoviária.

Então um gato de rabo curto passa bem rente as minhas pernas se esfregando indolente. Ele para ao lado da mala e arranha-a de cima em baixo, fazendo um barulhão.

Eu o espanto com um grito que assusta todo mundo ao redor. Dentro da mala, um tênis de corrida, um par de meias, camiseta e bermuda. Material de natação. E a tesourinha do meu pai. Sempre corto as unhas no sábado, para jogar pólo-aquático e também para começar a operar na segunda. Hábitos.

Na mochila os eletrônicos, mais uma “muda de roupa”, um lanche, água e uma caderneta de anotações.Quando estamos saindo, me distraio com a van e os nossos lugares e um cão amarelo bem claro, porte médio, urina na mala. Batizada e arranhada, abro uma das minhas garrafinhas de hidratação e limpo.

Não tem como não rir. Viagem boa, hotel super bem localizado. Dias divertidos em Kuala Lumpur.

Ao partir para Singapura, verifico as passagens, o visto on line de entrada. Tudo certinho.Qual não é a nossa surpresa ao vermos que confundimos meia noite de um dia com o outro, as passagens eram para a 1h AM e não as 13h da tarde.

Compramos outra esbaforidos no quiosque automático – como é bom falar inglês – e não perdemos o horário. Na correria eu dou uma respirada funda no alto da escada rolante.

A mala escapa da minha mão e se torna um míssil descendo em direção a um indiano. Ele salta de lado e a mala vai parar uns 20 metros a frente. Foi por pouco que não ocorreu uma tragédia internacional.

Chegando em Singapura, hotel moderinho, “sustentável”, elevador todo decorado com motivos ecológicos. E não é que a nossa mala fica emperrada na porta quando estávamos saindo para o nosso quarto número 32? Nenhuma lesão na danada.

E segue viagem. Singapura é chique, caro e quente. Mas muito bom. Dessa vez não erro o bilhete de volta. Só que na hora de passar na emigração, o atendente não consegue checar os nossos códigos. E só temos meia hora para fazer isso. Se não o ônibus vai embora. O motorista nos esperou. Dormi a viagem toda.

Ao chegarmos em Penang, cadê a mala? Depois de muita elocubração, vimos que o erro foi nosso. Não passamos com ela pela alfândega. Deixamo-la dentro do ônibus. A assistente Sheah, foi extremamente gentil e ligou direto para Johor, cidade fronteira da Malásia.

Nada da mala. Só havia uma chance, o motorista tê-la visto e pegado-a. Ela certamente passou na fronteira, mas ficou em Johor. E não é que a moça é esposa do motorista? No desespero eu lembrei que comprei um perfume que não se acha mais e como de costume, levo a tesourinha na mala. Antiga. Herança paterna. Uma Solingen.

Aí desesperei. Única lembrança que carrego dele. Só não chorei porque não cabia. Um dia inteiro de suspense, era domingo. Ela manda a foto da mala. Isso depois de eu entrar em contato com meio mundo. Fui buscar no ponto. O ônibus atrasou mais de uma hora. O dia caía e as minhas esperanças, idem.

Eis que chega a bendita. Pago o frete. Não discuto nada. O motorista dá um sorriso enorme. Não abro, não checo. Confio. Agora acabei de escrever, cortei as unhas, tomei banho e botei perfume. Estou completo nas minhas memórias. E feliz.

JB Alencastro é médico e escritor.

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XI Semana de Canto Coral Henrique de Curitiba.

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As musicistas e pesquisadoras Gyovana Carneiro e Ana Flávia Frazão, da Universidade Federal de Goiás (UFG), representam a instituição na XI Semana de Canto Coral Henrique de Curitiba, realizada em Curitiba (PR).

No próximo dia 7 de julho, na tradicional Capela Santa Maria, elas apresentam o recital-palestra Henrique de Curitiba: o legado pianístico de Henrique Morozowicz e fazem o lançamento do livro homônimo, resultado de uma ampla pesquisa dedicada à obra para piano do consagrado compositor paranaense.

A participação das pesquisadoras destaca a excelência da produção acadêmica e artística da UFG em um dos mais importantes eventos de música coral do país.

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