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Camila Pimenta estreia na Mostra Artefacto na edição de 50 anos da marca e transforma vitrine em arquitetura

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Em um dos momentos mais emblemáticos da Artefacto, arquiteta assina projeto que traduz maturidade por meio de luz, matéria e percepção

Na edição que celebra os 50 anos da Artefacto, marco importante na trajetória do design brasileiro, a arquiteta Camila Pimenta faz sua estreia na Mostra assinando um dos espaços mais emblemáticos da loja: a vitrine.

Convidada em outros momentos a integrar a mostra, Camila chega a esta edição em sintonia com uma fase especial da marca e também de sua própria trajetória. Mais do que uma participação, o projeto representa um encontro de linguagem.

Reconhecida por trabalhos em que materialidade, luz e atmosfera são conduzidas com precisão, a arquiteta construiu uma assinatura marcada por espaços que não se revelam de imediato. Eles se constroem no olhar, no tempo e na percepção.

“Assinar a vitrine neste momento tem um significado especial. Existe uma responsabilidade em traduzir não só um conceito, mas a história de uma marca que construiu um legado no design brasileiro.”

Para a Artefacto, Camila propõe mais do que um espaço expositivo. A vitrine se transforma em experiência, em gesto arquitetônico e em convite à observação.

Quem passa, desacelera.
E permanece.

“Eu quis criar um espaço que não se impõe de imediato. Ele convida. E, quando você para, ele começa a se revelar.”

A composição, estruturada a partir de planos, reflexos e uma leitura sensível da luz, cria uma presença silenciosa, mas marcante. A vitrine deixa de ser apenas ponto de exposição e passa a atuar como instalação, ampliando a relação entre arquitetura, design e arte.

Nesse contexto, a instalação luminosa CONSTELLA, criada pelo escritório Camila Pimenta e desenvolvida pela Scatto Lampadario, assume papel central. Planos de vidro suspensos capturam e fragmentam a luz, formando uma composição dinâmica, que se transforma conforme o olhar percorre o espaço.

A luz, aqui, não apenas ilumina.
Ela constrói.

“CONSTELLA nasce dessa ideia de camadas. Cada plano responde à luz de uma forma, e juntos eles constroem uma leitura em movimento.”

O mobiliário Artefacto integra essa narrativa com naturalidade. Peças de desenho preciso e materialidade refinada não aparecem como elementos isolados, mas como extensão da arquitetura, reforçando a identidade da marca ao longo de seus 50 anos: um design que atravessa o tempo, equilibra sofisticação e técnica, e se mantém relevante sem recorrer ao excesso.

“Maturidade, para mim, está na clareza. É saber exatamente o que permanece, e o que já não precisa mais estar ali.”

A noite de inauguração da Mostra Artefacto 50 Anos reuniu importantes nomes do entretenimento, da arquitetura, do empresariado e da televisão brasileira. Entre os convidados presentes estavam Adriane Galisteu, Ana Paula Junqueira, Paulo Bacchi — CEO da Artefacto — além de artistas, arquitetos, empresários e personalidades que prestigiaram a estreia de Camila Pimenta no evento.

Assinar a vitrine neste momento representa reconhecimento e responsabilidade. Camila responde com um projeto à altura.

Ao levar sua linguagem para esse espaço, a arquiteta amplia o papel da arquitetura dentro da mostra e reforça sua presença entre os nomes que vêm contribuindo para uma produção contemporânea mais autoral, sensível e consistente.

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Brilharam

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A designer gráfica Jessica Moreira, a gerente de marketing Emylia Chaveiro e a auxiliar administrativo Larissa Geovanna brilharam na organização do coquetel, que marcou a entrega oficial do Condomínio Vivre. O condomínio horizontal é mais um empreendimento da Emisa Incorporadora entregue em Anápolis. 

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Duas gerações

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Os sócios e diretores da Emisa Incorporadora, Juliano Santos e Amador Santos (pai e filho); João Emídio e Guilherme Emídio (também pai e filho) foram os grandes anfitriões de um coquetel, que marcou a entrega oficial do Condomínio Vivre, em Anápolis. Juliano e Guilherme dão seguimento à bem sucedida trajetória empresarial de seus pais, à frente da Emisa, incorporadora que no próximo ano completará 50 anos de fundação.

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Tecnologia utilizada por Kim Kardashian chega ao Brasil

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Nova geração de radiofrequência alcança camadas profundas da pele e ganha espaço entre pacientes que buscam rejuvenescimento com resultados naturais

A busca por procedimentos estéticos capazes de oferecer resultados cada vez mais naturais tem impulsionado uma nova geração de tecnologias voltadas ao estímulo de colágeno. A mais recente delas é o XERF, equipamento que vem ganhando destaque internacional por atuar em camadas profundas da pele sem a necessidade de cirurgia.

A tecnologia ganhou repercussão nos Estados Unidos após ser utilizada por celebridades como Kim Kardashian e agora começa a chegar ao mercado brasileiro, acompanhando uma tendência global de tratamentos minimamente invasivos focados na regeneração dos tecidos. E já sendo incluída na rotina de cuidados de personalidades como Silvia Braz.

Considerado uma evolução das radiofrequências convencionais, o XERF utiliza duas frequências simultâneas que permitem atingir diferentes profundidades da pele, chegando ao SMAS (Sistema Musculoaponeurótico Superficial), estrutura responsável pela sustentação facial e tradicionalmente associada aos resultados obtidos em cirurgias de lifting.

Na prática, o equipamento funciona como um estimulador tecnológico de colágeno. Por meio do aquecimento controlado dos tecidos, promove a contração das fibras existentes e estimula a produção de novas fibras de sustentação ao longo dos meses seguintes ao procedimento.

Segundo o dermatologista Dr. Bones, um dos primeiros médicos do Brasil a investir na tecnologia, o crescimento da procura por tratamentos desse tipo reflete uma mudança de comportamento dos pacientes.

“Hoje existe uma busca muito maior por procedimentos que preservem a identidade facial. As pessoas querem envelhecer bem, mas sem transformar seus traços. As novas tecnologias surgem justamente para estimular mecanismos naturais do organismo e melhorar a qualidade da pele de forma progressiva”, explica.

A chegada do XERF ao Brasil acompanha um movimento global: a procura por procedimentos que estimulem os mecanismos naturais do organismo vem crescendo, enquanto os tratamentos excessivamente volumizadores perdem espaço. 

O equipamento não substitui a cirurgia em casos avançados, mas abre uma nova possibilidade para pacientes que desejam adiar intervenções mais invasivas ou potencializar resultados já conquistados.

Para o Dr. Bones, o futuro do rejuvenescimento não está em transformar a aparência, mas em estimular inteligentemente o que o corpo já sabe fazer.

Embora não substitua a cirurgia plástica em casos avançados de flacidez, o XERF surge como alternativa para pacientes que ainda não possuem indicação cirúrgica, desejam adiar intervenções mais invasivas ou buscam potencializar resultados já conquistados.

A expectativa do setor é que a tecnologia se torne uma das principais apostas da medicina estética nos próximos anos, impulsionada pela crescente demanda por tratamentos que combinem inovação, segurança e naturalidade.

Felipe Fernandes

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