Espetáculo tem direção de Pedro Vasconcelos e é protagonizada por Paloma Bernardi e Marcelo Faria Sucesso absoluto da teledramaturgia brasileira, a novela.
O Cravo e a Rosa, de Walcyr Carrasco, ganha uma adaptação inédita para os palcos.
Com direção de Pedro Vasconcelos e direção de produção de Marcelo Faria, O Cravo e a Rosa – O Espetáculo será apresentado em Goiânia nos dias 8, 9 e 10 de agosto, no Teatro Goiânia.
A montagem é apresentada e patrocinada pela Brasilcap, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com realização da FV Produções e associação ao Grupo Globo.
Os ingressos já estão disponíveis pelo site https://www.sympla.com.br/.
Na televisão, o casal protagonista foi interpretado por Adriana Esteves e Eduardo Moscovis, nos palcos, Catarina e Petruchio ganharão vida com Paloma Bernardi e Marcelo Faria.
O elenco também conta com João Camargo (como Batista), Catarina de Carvalho (como Bianca), Rosana Dias (como Mimosa), Marcello Gonçalves (como Seu Calixto), Carlos Félix (como Seu Etevaldo Praxedes, o cobrador) e John Garita (como Seu Venceslau Torres).
Ambientada na São Paulo do final dos anos 1920, O Cravo e a Rosa narra o turbulento relacionamento entre Petruchio, um rude fazendeiro em dificuldades financeiras, e Catarina, uma jovem rica, feminista e de temperamento forte, conhecida como “a fera” por afugentar todos os seus pretendentes.
Entre confrontos hilários e momentos emocionantes, ele precisa conquistá-la para obter seu dote e salvar sua fazenda.
Mas, entre tapas e beijos, o que começa como um casamento de interesses acaba se transformando em uma intensa história de amor.
Na televisão, o casal protagonista foi interpretado por Adriana Esteves e Eduardo Moscovis, nos palcos, Catarina e Petruchio ganharão vida com Paloma Bernardi e Marcelo Faria.
O elenco também conta com João Camargo (como Batista), Catarina de Carvalho (como Bianca), Rosana Dias (como Mimosa), Marcello Gonçalves (como Seu Calixto), Carlos Félix (como Seu Etevaldo Praxedes, o cobrador) e John Garita (como Seu Venceslau Torres).
Ambientada na São Paulo do final dos anos 1920, O Cravo e a Rosa narra o turbulento relacionamento entre Petruchio, um rude fazendeiro em dificuldades financeiras, e Catarina, uma jovem rica, feminista e de temperamento forte, conhecida como “a fera” por afugentar todos os seus pretendentes.
Entre confrontos hilários e momentos emocionantes, ele precisa conquistá-la para obter seu dote e salvar sua fazenda.
Mas, entre tapas e beijos, o que começa como um casamento de interesses acaba se transformando em uma intensa história de amor.
Sobre Marcelo Faria:
Entre novelas, filmes e peças de teatro, coleciona mais de 40 trabalhos. Desde 1993, também está à frente da sua produtora, a FV Produções Artísticas, ao lado do amigo diretor Pedro Vasconcelos.
De lá para cá, foram mais de 10 espetáculos produzidos, levando mais de 1 milhão de espectadores para o teatro, além do longa metragem “Dona Flor e seus Dois Maridos”.
O ator também se consolida como um grande produtor cultural no mercado brasileiro.
Sobre Paloma Bernardi:
Paloma Bernardi é uma artista versátil que começou na infância e se destaca em televisão, teatro, cinema e empreendedorismo cultural.
Com forte presença em novelas, séries e peças, ela continua inovando no palco e nas telas, além de fomentar a cultura por meio do seu instituto Amarte.
A três décadas de carreira, é reconhecida pelo talento, resiliência e capacidade de se reinventar.
Sobre a Brasilcap:
Desde 1995, a Brasilcap já distribuiu mais de R$ 2,4 bilhões em prêmios, que abrangem aproximadamente 690 mil títulos contemplados.
Atualmente, a Companhia conta com mais de 3 milhões de clientes e um portfólio diferenciado de soluções de capitalização.
Como referência de mercado, a Brasilcap entende que é seu papel transformar a realidade da sociedade.
Por isso, a companhia incentiva projetos de desenvolvimento, divulgação e preservação da cultura brasileira, ao apoiar exposições, peças teatrais, musicais, filmes, entre outras manifestações artísticas, tanto por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, como de forma direta.
Serviço:
Local:
Teatro Goiânia
Endereço Rua 23, nº 252 Centro – (Av. Tocantins esq. c/ Av. Anhanguera) – Goiânia
Data: 08 de agosto (20h), 09 de agosto (20h) e 10 de agosto (18h)
Meia-entrada: estudantes, idosos acima de 60 anos, professores da rede pública e funcionários públicos, mediante comprovantes.
* Não é permitido entrar com alimentos e bebidas no Teatro.
Vendas online pelo site: www.sympla.com.br
(Venda sujeita a taxa de serviço)
Venda física:
Komiketo Sanduicheria – Av. T-4, 6000, Serrinha – (62) 3255-4040 – Das 11h até às 22h
Bilheteria do Teatro – Somente nos dias da apresentação: 08, 09 e 10/08/2025
Ficha técnica:
Autoria – Walcyr Carrasco
Direção e adaptação – Pedro Vasconcelos
Direção de Produção
Marcelo Faria Elenco – Paloma Bernardi (Catarina), Marcelo Faria (Petruchio), João Camargo (Batista), Catarina de Carvalho (Bianca Batista), Rosana Dias (Mimosa), Marcello Gonçalves (como Seu Calixto), Carlos Félix (como Seu Etevaldo Praxedes, o cobrador) e John Garita (como Venceslau Torres)
Assistente de direção:
Marcello Gonçalves
Produção – Renata Costa Pereira Cenografia e Figurino – Ronald Teixeira
Laura e Rodolfo oficializaram sua união em uma cerimônia à beira-mar, no Ceará. A celebração reuniu familiares e amigos de Goiânia, Brasília e São Paulo, em uma programação marcada pela confraternização. Na foto, os noivos ao lado de Gyovana de Castro Carneiro, madrinha de Rodolfo.
Kolontay Abrahão (E) recebeu, na tarde da última segunda-feira (02), no Bazar Villa Kolontay, o restaurateur Elpídio Fiorda Neto e Iris Araújo. Durante a visita, eles conferiram as últimas promoções da loja e aproveitaram para colocar a conversa em dia, saboreando um delicioso café da tarde acompanhado de pão de queijo.
Final de tarde de um domingo cheio de sol e atividades. Caminhando, nadando, fotografando aves, almoçando uma pizza espetacular com vários copinhos de cerveja para degustar. Cada passagem, um encantamento. Uma descoberta.
E aí, olhando logo adiante, uma sorveteria. Se estivesse no México pediria um “helado de chispas de chocolate”. Pediu um sorvete de flocos, seu predileto.
Descobriu que na Austrália se diz “choc chip vanilla” e não “flake ice cream”. Vivendo e aprendendo.
Aliás, como é bom ser corrigido e descobrir o adequado naquele momento e hora. Ela pediu um de abacaxi. Detesta flocos, para ela é o pior sorvete do mundo. Ele tem dificuldades para odiar. Aquilo que não gosta, simplesmente evita. Olhando para cima, uma revoada de milhares de morcegos gigantes, chamados de “flying foxes”.
Centenas deles vão pousando num enorme ficus e fazendo uma algazarra semelhante a periquitos. Então, são eles que me saúdam ao entardecer na porta da minha casa, pensou.
E também no sorvetinho noturno.Engraçado como já havia tentado enganar sua companheira uma vez, pedindo “glace aux pépites” quando estiveram em Strasbourg, na França.
E nada. Ela reconheceu na hora o danado do flocos. Ofereceu com carinho, pois quando gostamos de algo, queremos dividir. Mas nem sempre o seu desejo é o desejo do outro. Necessita respeitar. E por isso, dentro da intimidade do casal, uma das coisas mais belas é o limite. O território daquilo que é bom para um mas não é para o outro.
O reconhecimento das preferências do ser amado e das suas próprias. Jamais pedir algo desagradável como “recompensa” por ter feito ou dito uma coisa bela. Imposição é feio.
Relações de poder são ruins. O melhor é a troca autêntica. Não adianta estar numa “gelateria” e solicitar um “gelato alla stracciatella” e aquela cor meio branca, meio amarelada, com os pedacinhos de chocolate denunciando o famoso sorvete de flocos.
Que ele fique com o seu sorvete. Só isso. Também respeitar as escolhas é fundamental. Nem todo mundo vai amar peixe e camarão e alguns podem até ter alergia, quiçá mortal. Insistir naquilo que sabiamente já está provado e satisfeito, não é educação. É o contrário.
É falta de. Quantas vezes não já lhe pediram para tomar “mais um cafezinho”, ou comer “mais um pão de queijo” e a refeição que fora tão gostosa, agora o empanturra.
Querer dividir algo que adoramos é bonito, mas pergunte antes se o outro também gosta. E se lhe perguntarem, seja sincero ao dizer que não, por exemplo. Amar é ver o outro satisfeito com suas escolhas.
E estando longe, torcer para que ele ou ela, esteja feliz mesmo na ausência. Aliás o amor mais bonito é aquele que na distância deseja o melhor para o outro. Que não cobra exclusividade e nem dedicação o tempo todo.
Por isso ele lá na China, deu uma volta no parque e pediu um 巧克力碎片冰淇淋 (qiǎokèlì suìpiàn bīngqílín) e voltou sorrindo com um belo pistacchio nas mãos, para ela.
O mundo gira, as pessoas mudam, e até as preferências também.
Por isso sempre pergunte (ou melhor ainda, descubra) o que o outro realmente quer, para que juntos possam comer até a casquinha do sorvete da vida.