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Congresso Científico Autismo Sem Fronteiras

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Ana Flávia Dantas, Leticia Amaral e Maíra Tomo que são diretoras do Congresso Autismo Sem Fronteiras

O evento, que terá palestrantes com grandes referências no assunto, trocas de experiências e é voltado para profissionais de saúde, de educação, advogados, cuidadores e a família de pessoas com autismo. Os ingressos para participar já estão sendo vendidos.

A cidade de Goiânia será palco nos próximos dias 26 e 27 de abril do maior congresso científico sobre o Transtorno do Espec

tro Autista (TEA). Organizado pela Associação Mães em Movimento pelo Autismo de Goiás (MMA), o “Autismo Sem Fronteiras” é o primeiro congresso científico baseado em evidências e promete atrair um público estimado de 2 mil pessoas, incluindo profissionais da saúde, educação, operadores do direito, estudantes e familiares de pessoas autistas.

O evento será realizado em Goiânia e os ingressos para participar já estão sendo vendidos por meio do site www.autismosemfronteiras.com.br. Nos dois dias de evento, o público terá acesso a um ambiente acolhedor, diversas palestras, inclusive com especialistas internacionais, mesas redondas e muita troca e networking. Toda curadoria técnica será liderada pelo médico Hélio Van Der Liden.

O Congresso Autismo Sem Fronteiras tem três pilares principais: transformação, conscientização e capacitação. Por isso, diversos temas serão abordados no evento, serão médicos com novos estudos, palestrantes nas mais diversas áreas, como nutrição, terapias, direitos da pessoa com autismo, educação, entre outros. O Congresso promete trazer para Goiânia muita informação, práticas e experiências que vão além do que já é produzido nacionalmente. O objetivo é inspirar novos padrões de inclusão e desenvolvimento, promovendo um diálogo aberto e enriquecedor sobre o autismo.

Letícia Amaral, presidente da MMA e diretora do evento, destaca que o congresso representa uma oportunidade histórica para Goiás liderar o debate científico sobre o autismo, promovendo o conhecimento e a inclusão para uma sociedade mais justa e informada. “Com o evento queremos promover uma sociedade mais inclusiva, com conhecimento acessível sobre o autismo e práticas baseadas em evidências para melhorar a qualidade de vida das pessoas no espectro e suas famílias”, destaca Letícia Amaral.

Parte dos patrocínios do evento será destinada para o projeto social Autismo sem Fronteiras da Associação das Mães em Movimento pelo Autismo no estado de Goiás – MMA.

O nome Autismo Sem Fronteiras reflete a intenção de transcender as limitações geográficas e culturais na forma de perceber, entender e vivenciar os autismos existentes nas mais diversas camadas sociais, tendo como foco as últimas atualizações em pesquisas científicas sobre tratamentos que sejam efetivos para a evolução clínica e qualidade de vida dos autistas e de suas famílias.

TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA)

Segundo o relatório do CDC (Center of Deseases Control and Prevention), órgão ligado ao governo dos Estados Unidos, publicado em março de 2023, 1 em cada 36 crianças é diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Com uma população estimada em 203.080.756, teríamos cerca de 5.641.132 autistas no Brasil.

O transtorno do espectro autista (TEA) é um distúrbio do neurodesenvolvimento caracterizado por desenvolvimento atípico, manifestações comportamentais, déficits na comunicação e na interação social, padrões de comportamentos repetitivos e estereotipados, podendo apresentar um repertório restrito de interesses e atividades.

Sinais de alerta no neurodesenvolvimento da criança podem ser percebidos nos primeiros meses de vida, sendo o diagnóstico estabelecido por volta dos 2 a 3 anos. Como diz a sigla, hoje não se fala mais em um só autismo, mas sim em um espectro. Portanto, existem diferentes tipos de TEA.

SERVIÇO

Congresso Autismo Sem Fronteiras

Data: 26 e 27 de abril de 2025

Local: Goiânia-GO

Programação: Palestras, mesas redondas e debates com os maiores especialistas científico em TEA no Brasil

Ingressos: estão sendo vendidos no site www.autismosemfronteiras.com.br

Informações:  @autismo.sf

Telefone: (62) 98470-6329 (62) 991253638

 Foto – Divulgação Congresso Autismo Sem Fronteiras 

Na foto 1:  Ana Flávia Dantas, Leticia Amaral e Maíra Tomo que são diretoras do Congresso Autismo Sem Fronteiras

Assessoria de imprensa

Kelly Bessa – (31) 99518-7010

Clênia Marques – (62) 98157-6414

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Projeto em discussão no Congresso busca regulamentar uso da IA e pode trazer novas regras para o mercado criativo e publicitário

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Advogada explica que conteúdos gerados de forma totalmente automatizada ainda enfrentam insegurança jurídica no Brasil, porque a legislação exige autoria humana

O avanço das ferramentas de inteligência artificial generativa tem transformado a forma como textos, imagens, vídeos, músicas e peças de design são produzidos. Ao mesmo tempo em que ampliam possibilidades criativas e agilizam processos, essas tecnologias também levantam dúvidas sobre autoria, direitos autorais e os limites legais do uso de conteúdos produzidos por terceiros para treinar sistemas de IA.

O debate ganhou força no Brasil com a tramitação do projeto de lei 2338/23, que busca regulamentar o uso da inteligência artificial no país. A proposta prevê regras de transparência, responsabilização e segurança para o desenvolvimento e utilização dessas ferramentas, especialmente em áreas ligadas à produção intelectual e ao mercado criativo.

Segundo a advogada Ana Paula Duarte Avena de Castro, mestre em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para Inovação e assessora jurídica do escritório Celso Cândido de Souza Advogados, a legislação brasileira já oferece proteção para obras intelectuais produzidas pela capacidade humana. “A Lei de Direitos Autorais protege textos, músicas, fotografias, ilustrações, vídeos, peças publicitárias e projetos de design. Essa proteção garante tanto os direitos econômicos quanto os direitos morais do autor, como o reconhecimento da autoria e a preservação da integridade da obra”, explica.

Apesar disso, ela ressalta que ainda não existem regras específicas voltadas à inteligência artificial generativa. “Hoje, os princípios tradicionais do direito autoral acabam sendo aplicados às novas tecnologias. A legislação protege obras concretas, mas não estilos artísticos ou técnicas isoladas”, afirma.

Uma das principais discussões envolve justamente a definição de autoria quando há participação da inteligência artificial no processo criativo. De acordo com Ana Paula, a tendência jurídica atual é reconhecer a autoria quando existe contribuição humana relevante na criação. “O usuário que fornece comandos, seleciona resultados, faz ajustes e define o resultado final pode ser considerado autor ou coautor da obra. Já conteúdos gerados de forma totalmente automatizada ainda enfrentam insegurança jurídica no Brasil, porque a legislação exige intervenção humana”, pontua.

Outro ponto que gera controvérsia é o treinamento das plataformas de IA a partir de conteúdos disponíveis na internet. Muitas empresas utilizam grandes volumes de textos, imagens e obras protegidas para alimentar seus sistemas, frequentemente sem autorização expressa dos autores. Para a especialista, isso pode configurar violação de direitos autorais. “A legislação brasileira não possui regra específica sobre treinamento de IA, mas prevê que o uso e a reprodução de obras protegidas dependem, em regra, de autorização do titular. Esse tema ainda não possui entendimento consolidado nos tribunais brasileiros, mas tende a ganhar cada vez mais relevância”, diz.

No mercado criativo e publicitário, a expectativa é de que a regulamentação aumente a necessidade de cuidados jurídicos e transparência no uso dessas ferramentas. O projeto em discussão no Congresso prevê, por exemplo, identificação de conteúdos produzidos por IA e definição de responsabilidades em casos de danos ou uso indevido de dados e obras protegidas.

Para Ana Paula, a regulamentação pode trazer impactos importantes para empresas, agências e criadores de conteúdo. “Deve haver uma ampliação das práticas de compliance digital, revisão contratual e maior atenção ao uso comercial de conteúdos produzidos por inteligência artificial. Ao mesmo tempo, a regulamentação também pode trazer mais segurança jurídica para o setor”, avalia.

A reprodução de estilos artísticos semelhantes aos de criadores reais também já começa a gerar debates judiciais no Brasil e no exterior. Embora estilos isolados nem sempre sejam protegidos pela legislação, a advogada alerta que existem situações em que pode haver responsabilização. “Quando ocorre reprodução muito próxima de elementos identificáveis de obras reais ou aproveitamento indevido da identidade artística de determinado criador, podem surgir discussões envolvendo concorrência desleal, confusão ao público e exploração comercial indevida”, explica.

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Congresso B.E.S.T 2026

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O renomado cirurgião Bariátrico Dr. Rennel de Paiva, marcou presença na última semana no Congresso B.E.S.T 2026 (Bariatric & Endoscopic Surgery Trends) que ocorreu nos dias 19 e 20 de junho de, no Hotel Majestic, em Florianópolis (SC). Dr. Rennel, sempre se dedicando em buscar as melhores oportunidades para tratar e cuidar dos seus pacientes

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O renomado médico dermatologista, queridinho dos famosos por suas técnicas revolucionárias em transplante capilar, Dr. Domingos Sávio Coelho, participa este final de semana do 10º Congresso Brasileiro de restauração Capilar em São Paulo, e ministra palestra de Transplante Capilar evidenciando a técnica “Hairline”.

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