Entenda se o local que você mora ou pretende morar ainda pode receber grandes construções ou se sua vista livre está garantida.
As cidades são dinâmicas e o desenvolvimento urbanístico acompanha o movimento e crescimento da população.
À medida que o número de moradores cresce, os problemas podem crescer também.
Por isso, o planejamento urbanístico é tão importante.
Infelizmente, ele não consegue antecipar e solucionar todas as necessidades e demandas da população, por isso percebemos bairros que ficam intrafegáveis no horário de pico ou que batem recorde de reclamações por conta do barulho e da falta de privacidade.
Se você pretende se mudar e gosta de mais sossego ou é investidor, é importante saber o que o Plano Diretor estabelece sobre as possibilidades de crescimento e adensamento para aquela área.
Geralmente, as que não têm mais gabarito para construções altas proporcionam uma garantia maior quanto à vista livre e definitiva dos imóveis.
A arquiteta Iara Luiza Dawa, que foi responsável pelo projeto do complexo EuroPark, em construção no Park Lozandes, em Goiânia, explica que quanto mais adensado é um bairro, mais pessoas ele têm por metro quadrado e, consequentemente, terá mais barulho,mais trânsito e maior demanda por iluminação, água, esgoto, transporte público, entre outros serviços.
Todas essas demandas sociais são levadas em conta pelo legislativo municipal na hora de atualizar e aprovar o Plano Diretor da cidade, que é revisto a cada dez anos.
“Uma equipe analisa a questão da densidade do local, se já tem muitas construções verticais e se ainda tem mais áreas disponíveis para grandes construções”, ressalta ela.
Segundo a profissional, a região mais horizontalizada, naturalmente, vai comportar menos pessoas e proporcionar mais qualidade de vida em vários sentidos, com menos barulho e trânsito, além de uma vista mais livre para quem mora em prédios.
A arquiteta explica que Goiânia é dividida em três zonas de adensamento:
Adensamento básico: permite construções de até 12 metros de altura, ou seja, térreo mais três pavimentos;
Adensamento: permite construções verticais de até 7x e meia a área do terreno.
Nestes locais é permitida a verticalização, respeitando-se os parâmetros urbanísticos;
Área de desaceleração: é possível verticalizar mas somente até cinco vezes a área do terreno e existe uma taxa de licença onerosa mais cara do que no local de adensamento.
Conheça bairros em Goiânia que não têm mais gabarito para construções altas:
Park Lozandes
O jovem bairro está enquadrado no adensamento básico atualmente. Ele não poderá mais ser verticalizado. A mudança aconteceu no Plano Diretor de 2007 e o PD de 2022 o manteve assim.
Iara Dawa acredita que a tendência é de que o local continue com o adensamento básico pois o bairro não conta com muitas áreas disponíveis, possui dimensões menores e ainda conta com áreas de reserva ambiental, que não podem ser urbanizadas.
Um dos últimos projetos altos que está sendo construído na região é o EuroPark, pois seu projeto foi aprovado antes do Plano Diretor de 2007, sendo assim os moradores e investidores terão vista livre definitiva.
Setor UniversitárioUm dos bairros mais antigos e tradicionais de Goiânia, o bairro se consolidou como residencial e pólo acadêmico ainda nos primórdios da capital, entre as décadas de 50 e 60.
De lá para cá se atualizou e recebeu diversos projetos imobiliários de grande e médio porte, o que promoveu intenso adensamento na região. Agora, no Plano Diretor de 2022, o bairro perdeu o gabarito para construções altas e foi enquadrado no adensamento básico.
Jardim GoiásO bairro também foi classificado como adensamento básico no Plano Diretor de 2022, antes ele já estava na zona de desaceleração.
O bairro muito valorizado e com excelente infraestrutura ostenta um adensamento muito alto, o que causa grandes impactos no trânsito, por exemplo.
O artista plástico goiano Carlos Catini esteve entre os homenageados da exposição “Artistas do Bem”, inaugurada na noite desta quarta-feira (23), na Galeria de Arte Célia Câmara, no Hospital Estadual Dr. Alberto Rassi (HGG), em Goiânia.
A mostra reuniu trabalhos de mais de 30 artistas ligados à produção artística goiana, com obras realizadas entre 1965 e 2026.
Durante a abertura, os participantes que contribuíram voluntariamente para o acervo do hospital receberam o Troféu Célia Câmara – Artista do Bem.
Entre os homenageados estavam, além de Carlos Catini, nomes como Manoel dos Santos, Diomar Lustosa, Dilvan Borges, Chico Santos, Gilvan Cabral e Helena Vasconcelos.
A iniciativa reforça a presença da arte no ambiente hospitalar e reconhece artistas que contribuem para a valorização da cultura, a humanização dos espaços e a formação do patrimônio artístico do HGG.
O empresário e jornalista Johny Cândido, da JC Comunicação, tomou posse de sua cadeira como assessor de imprensa no BNI Serra Dourada, grupo de networking que reúne profissionais e empresários para promover conexões, negócios e oportunidades.
Logo no primeiro encontro, Johnny conquistou a premiação do pitch de apresentação, marcando o início de uma nova etapa profissional.
Os encontros do BNI Serra Dourada acontecem todas as quintas-feiras, das 7h às 9h30, na sede do Secovi Goiás, reunindo profissionais e empresários em torno de parcerias, conexões e oportunidades de negócios.
A Red House International School realiza, no dia 23 de setembro, um evento para apresentar seu novo campus em Goiânia, que iniciará as atividades no ano letivo de 2027.
A noite deve reunir cerca de 250 convidados para conhecer de perto o projeto, a estrutura e a proposta pedagógica da escola internacional.
O novo campus será instalado na região dos condomínios, próximo ao Centro Cultural Oscar Niemeyer, e foi projetado para integrar arquitetura, natureza e aprendizagem, com amplas áreas verdes e ambientes pensados para estimular a convivência, a autonomia e diferentes experiências educacionais.
A recepção começa às 18h, com apresentação institucional prevista para as 19h, conduzida pelas lideranças da RED HOUSE International School, entre elas o CEO Michel Lam.
A jornalista Manuela Queiroz será a mestre de cerimônias da noite.Durante o encontro serão apresentados a proposta pedagógica, a estrutura e o projeto arquitetônico do novo campus.
Fundada em 2010 pela família Lam, a Red House desenvolveu um modelo de educação internacional que combina formação global e identidade brasileira.
A escola trabalha com currículo internacional desenvolvido pelo Red Lab e alinhado à Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Sua metodologia propõe uma formação integral dos alunos, contemplando aspectos acadêmicos, cognitivos, sociais e emocionais, com práticas como aprendizagem baseada em investigação, STEM, Design Thinking e estímulo ao protagonismo do estudante.
Com início das operações previsto para 2027, a unidade de Goiânia receberá inicialmente alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental, com expansão anual até alcançar o fim do Ensino Médio.
O projeto do campus contempla amplas áreas externas e espaços verdes, playgrounds destinados a diferentes faixas etárias, quadras poliesportivas, piscina, quadra de tênis, pista de corrida, auditório, ambientes para atividades complementares e espaços de convivência.
As salas de aula terão integração com o ambiente externo por meio de varandas, reforçando a proposta de aproximar natureza e aprendizagem.
A chegada da Red House a Goiânia traz a oferta de educação internacional para a capital e marca um novo capítulo da expansão da instituição no Brasil.
Michel Lam, Ceo Red House International School
Serviço
Apresentação do novo campus RED HOUSE International School – Goiânia
Data: 23 de setembro de 2027
Horário: recepção às 18h | apresentação às 19h
Local: RED HOUSE International School – Vila Jardim Vitória, Goiânia (GO)