*Crescimento profissional e carreira gratificante atrai jovens para área de técnico em segurança do trabalho.
Conheça histórias inspiradoras de pessoas que amam a profissão e realizaram sonhos por meio dela.
Trabalhar na área de saúde e segurança do trabalho (SST) vai além de cobrar uso de equipamento de proteção e orientar sobre normas do trabalho, é uma área complexa, completa e muito humana, avaliam profissionais atuantes no mercado de trabalho, em especial na construção civil, segmento que oferece muitas oportunidades de crescimento.
A rotina requer muito profissionalismo e responsabilidade, mas também é muito dinâmica, gratificante e cheia de aprendizado.
Com a celebração do Dia do Técnico em Segurança do Trabalho, em 27 de novembro, a profissão ganha destaque e ouvimos experiências de alguns profissionais que cresceram no segmento e se sentem realizados.
Um exemplo é a Técnica em Segurança do Trabalho da Emisa Incorporadora, Isabela Ribeiro Mesquita Novais.
Natural de Brasília/DF, ela veio muito pequena para Anápolis, onde reside até hoje e onde realizou sua formação profissional.
Com nove anos de profissão e dois na incorporadora, ela lembra que o que a motivou a iniciar nesta profissão foi a vontade de cuidar das pessoas, prevenir acidentes e contribuir para um ambiente de trabalho mais seguro.
“Sempre me identifiquei com uma profissão que faz diferença direta na vida dos trabalhadores”, afirma ela que entrou na Emisa como Técnica Júnior e hoje é Técnica Sênior.
“Vejo a Segurança do Trabalho como uma área essencial e que exige responsabilidade e conhecimento.
Tenho satisfação em ver o quanto cresci profissionalmente, construindo uma trajetória sólida, adquirindo experiência, aplicando meus conhecimentos e buscando aprender mais a cada dia”, destaca a profissional que tem muito a celebrar.
Por meio do resultado de seu trabalho está realizando um grande sonho: construir sua casa e sair do aluguel.
“É muito gratificante conquistar algo que é meu, fruto do meu esforço e do meu trabalho”, enfatizou.
A técnica em SST Vanessa Dalbello Damasceno também tem uma história de conquista e realização por meio da profissão.
A goiana, que também mora em Anápolis, conta que buscou sua qualificação na área por curiosidade e por saber da importância do uso de EPIs.
“Em 2023 concluí o curso Técnico em Segurança do Trabalho e iniciei meu estágio em uma indústria de papel, onde permaneci por aproximadamente seis meses.
Posteriormente, por indicação, fui direcionada para a área da construção civil, ingressando na Emisa.
Na empresa, iniciei minhas atividades como auxiliar, progredi para assistente e, por fim, alcancei a posição de Técnico em Segurança do Trabalho,” conta ela, que avalia a profissão como muito humana não sendo somente uma área que busca implantação de normas.
“Nosso grande desafio está na conscientização e ampliação da cultura da prevenção”, destaca.
Vanessa Damasceno celebra ter construído uma vida mais estável e realizado objetivos importantes por meio de sua profissão.
“Conquistei independência financeira, organizei minha vida econômica, alcancei metas pessoais que havia planejado e consegui investir em melhorias como moradia, viagens e desenvolvimento pessoal”, compartilha.
*Jornada de sucesso*
Deyd Carlos de Araújo Ferreira é um exemplo de crescimento e superação na carreira de segurança do trabalho, com 17 anos de profissão, Deyd tem muito a se orgulhar.
O amazonense que veio para Goiânia em busca de oportunidades de trabalho, encontrou seu lugar.
Ele realizou seu curso de técnico em segurança no trabalho no ano de 2008 por indicação de um amigo, conciliando com muita dificuldade o curso e o emprego de porteiro em um condomínio para pagar as mensalidades do curso, mas o esforço valeu a pena.
Após algumas experiência conheceu a Toctao Soluções em Engenharia, empresa do Grupo Mauá, onde trabalhou por diversos anos como técnico.
Ávido por crescer ainda mais, saiu da construtora e abriu sua própria empresa de consultoria na área e, em 2024, foi convidado a retornar à empresa para ser coordenador da área de segurança.
Aceitou o convite e hoje coordena toda a equipe com mais de 1.000 pessoas e continua crescendo.
Em breve Deyd irá concluir sua graduação em engenharia de segurança no trabalho.
Com o exercício da profissão e apoio da Toctao, o coordenador de SST venceu muitos desafios e realizou muitas conquistas, como perder o receio de falar em público.
“Tudo que tenho hoje foi por meio de meus esforços e da profissão de técnico em segurança do trabalho, como casa própria, veículo, filhas em boas escolas, viagens e já estou planejando daqui a algum tempo diminuir o ritmo, para aproveitar mais o tempo comigo mesmo, com familiares e amigos”, conta o profissional realizado.
*Ascensão*Olhando pelo retrovisor o, agora, engenheiro em segurança do trabalho da CINQ, Gabriel da Cruz Melo, avalia a própria jornada profissional como surpreendente.
“Eu iria fazer radiologia porque queria acompanhar minha namorada que estava fazendo enfermagem, mas as inscrições tinham acabado.
Dei um google, li superficialmente, e entrei no curso de segurança do trabalho”, explicou.
De lá para cá, passou pelo sistema de estágio, foi contratado como técnico em segurança do trabalho pela CINQ Inteligência Urbana.
Depois de uma, duas, várias obras contadas nos últimos seis anos, cursou também engenharia de produção e pós-graduação em segurança do trabalho. Neste ano, foi contratado como engenheiro em segurança do trabalho.
“Eu sou muito grato pela confiança depositada em mim.
Hoje estou em um cargo da mais alta confiança, graças a minha capacidade técnica e também pelos diretores que acreditaram no meu potencial”, ressalta.
Junto com a caminhada, Gabriel foi conseguindo bater as metas dos sonhos.
“Eu e minha esposa carregamos os fardos juntos, mas hoje temos nossos carros, minha moto, viagens bacanas e melhorando a questão salarial a gente conseguiu planejar termos nosso filho, que a gente sabe que é um desafio vitalício”, resume o futuro papai.
A engenheira civil Norma Suzy promoveu, no último dia 13 de setembro, um encontro especial em Senador Canedo para marcar a inauguração da Momy’s Gallery e o lançamento da pedra fundamental da ONG Algodão e Mel.
A ocasião reuniu convidados, parceiros e autoridades do municípios de Goiânia, Senador Canedo e a região.
O novo espaço chega com um ambiente dedicado à arte, à criatividade e à convivência, enquanto a ONG Algodão e Mel inicia sua trajetória com a proposta de desenvolver projetos e ações de cunho social.
A programação aconteceu na Avenida Pedro Miranda, conhecida como Avenida dos Eucaliptos, e foi marcada por confraternização e celebração de novos projetos.
O empreendimento já está aberto à visitação e com a agenda disponível para locação do espaço, que recebe eventos, confraternizações e celebrações especiais. A programação para os festejos de final de ano já foi aberta, e os interessados podem obter mais informações e reservar sua data pelo WhatsApp (62) 98422-3333.
Resistir a um bom café é para poucos e não ingerir, mais ainda. Mas deixemos de lado essas exceções e vamos para os amantes dessa bebida mágica e deliciosa.
Lá no começo de tudo, nas terras altas da Etiópia, as cabras que comiam as sementes dessa planta eram mais ativas, espertas e saltitantes. Um pastor chamado Kaldi observou isso e ingeriu essas sementes vermelhas. Deu muita energia. Mas um abade testemunhou a heresia e pôs fogo no produto.
O que resultou em um dos aromas mais amados do mundo.Então a origem do café que por sua difusão pelos árabes, intitulou-se de arábico. O outro, mas ao sul do continente africano, rodeando as terras baixas e florestais do Lago Vitória, produziu a variedade robusta. Com mais cafeína, amargo e poderoso. Robusta aguenta tudo, até desaforo.
Podendo ter uma mistura de grãos, impurezas e galhos secos. É para os fortes. Aí, um bichinho bonito, noturno, habitante do Sudoeste Asiático, num dia desses, saiu do seu habitat natural nas palmeiras, aqui em Bali e ingeriu os grãos de café arábico.
A civeta. Mas ele é um “gourmet”. Só come grãos perfeitos e seu sistema digestivo produzo famoso “kopi luwak”. Café mais caro do mundo. Muita gente não confessa, mas acaba parando em Ubud, só para tomar café e fazer amizade com esse animal incrível.
Pois bem. Para tomar café, precisamos de pão. Alguns dizem que é só uma mistura de água e farinha. Quanta ilusão! Pão é alimento dos escolhidos. Pode ser o chamado francês, no Brasil. Pode ser o “baguette”, aquele comprido que você compra e põe debaixo do braço.
O “arrabiata”, cheio de furos e aeração. Ou então o mundialmente famoso e o mais comido de todos, o sírio, conhecido por aí como “pita”. É multi-uso. Serve para tudo. Da manhã até a noite. Gostoso demais.E antes que alguém me cobre sobre o “croissant”, infelizmente tenho que confessar que demorei a descobrir que ele é de origem austríaca, e não francesa. Maria Antonieta que o trouxe de Viena e os franceses acrescentaram aquela massa folhada e manteiga.
O nome dele era “kipferl”, muito menos charmoso, não? Que diga o império otomano e sua semi-lua que foram o formato inspirador. Para enfeitar a mão que serve, produz, amassa, colhe, torra, mistura e também bebe café come pão. A pulseira. Elemento protetor de primeira linha, das mais antigas civilizações. Tanto utilizada por homens como mulheres.
Servia também como identificação de suas origens, como status social e muito mais. Um pulso firme geralmente está adornado por uma pulseira.Cada uma delas externa uma mensagem. Sutil. Sentimentos, posicionamentos, predileções de cores. Uma paleta pessoal. Única e indivisível. Hoje bem cedo, observando minha esposa fazendo o café e usando a inseparável cafeteira sextavada italiana, fiquei encantado. Como ela estava linda, cortando o pão e servindo a todos. Suas pulserinhas – são dezesseis, ao todo – ornavam seus braços longos, finos e fortes. Comi, bebi, e apertei suas mãos de dedos belíssimos.
E logo percebi que ela é minha bebida que ativa, a comida que alimenta e a pulseira que enfeita e une. Uma mulher única, com cheiro e textura inimagináveis, colorida e envolvente como ninguém.
Cacau Jr. intensifica treinos e pode encarar desafio no Fight Music ShowEx-vocalista do Soweto e ex-padrasto de Lexa chama atenção pela rotina de preparação física e levanta expectativa sobre uma possível entrada no ringue.
Conhecido do público por sua trajetória na música, Cacau Jr., ex-vocalista do grupo Soweto e ex-padrasto da cantora Lexa, pode estar prestes a encarar um desafio bem diferente dos palcos.
O artista vem chamando atenção pela intensidade e dedicação demonstradas em sua rotina de treinos.
Os registros recentes mostram Cacau Jr. focado na preparação física, aumentando a curiosidade sobre até onde ele pretende levar essa nova fase.
E uma possibilidade já começa a movimentar os bastidores: uma eventual participação no Fight Music Show (FMS).
O evento, conhecido por promover confrontos que misturam nomes do entretenimento, influenciadores, artistas e atletas, poderia representar uma oportunidade para Cacau Jr. testar sua preparação dentro do ringue.
Por enquanto, não há confirmação de luta ou adversário, mas a possibilidade abre espaço para uma pergunta que promete movimentar o público: quem seria o nome ideal para enfrentar Cacau Jr. em uma possível estreia no FMS?Além da ligação com a música, Cacau Jr. também ficou conhecido nacionalmente por sua relação familiar com Lexa.
Agora, com os treinos ganhando intensidade, o artista pode apresentar ao público uma nova faceta, desta vez ligada ao universo das lutas e da preparação esportiva.
Uma possível entrada no Fight Music Show marcaria um novo capítulo em sua trajetória e poderia colocar frente a frente duas personalidades conhecidas do público em um confronto inédito.
E aí: quem deveria ser o adversário de Cacau Jr. caso ele aceite subir ao ringue do FMS?