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Em tempos de tecnologia e trabalho remoto, ainda vale a pena ter um escritório físico?

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Henrique Campelo

Pesquisas revelam que a proporção de pessoas trabalhando de casa está diminuindo. Porém, mesmo sem a mudança de cenário, ter escritório físico é essencial para muitos tipos de empresas

A pandemia da Covid-19 incentivou a ampliação do trabalho remoto, ou home office, no Brasil. Porém o número de pessoas nesta modalidade vem caindo.

É o que revela a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), divulgada em novembro de 2025, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por dois anos seguidos, caiu a proporção de pessoas que trabalhavam em casa.

Em 2022, esse número supera os 6,7 milhões que realizavam as atividades profissionais onde moravam. Em 2024, a quantidade caiu para quase 6,6 milhões de pessoas.

Em termos de proporção, a redução foi de 8,4% para 7,9% dos trabalhadores. Muitas empresas estão retornando aos atendimentos presenciais, chamando os colaboradores ao retorno ou investindo no modelo híbrido.

O movimento chegou ao setor imobiliário, que sentiu a procura de novos projetos comerciais, mais alinhados à nova realidade, para atender aqueles que haviam fechado unidades ou desejam um lugar mais atualizado às demandas profissionais e ambientais do novo momento.

O gerente comercial, marketing e relacionamento da Euro Incorporações, Henrique Campelo, percebeu o movimento de investidores e empresários em busca de escritórios no Euro Towers, projeto de uso misto, que está em construção no Park Lozandes.

Segundo ele, o movimento continuou existindo por conta de algumas áreas profissionais específicas que não podiam ficar sem atendimento presencial, como a área da saúde e alimentação.

Porém, alguns setores como escritórios de advocacia, contabilidade, corretagem de imóveis, etc., estão agora buscando um lugar para acolher seus clientes com conforto e também oferecer um ambiente adequado para suas equipes que têm retornado ao presencial.

Segundo ele, a tendência é de retorno gradativo do home office para o escritório físico, por diversos motivos, inclusive o desejo dos clientes terem mais proximidade e relacionamento presencial com as marcas e fornecedores de produtos e serviços.

“Percebemos isso no contato com nosso consumidor. Em um evento recente que apresentamos a obra do prédio corporativo do Euro Towers recebemos diversos pedidos dos donos de salas para realização de upgrade, ou seja, desejaram ter ainda mais espaço para atender suas necessidades”, lembrou ele.

Ainda de acordo com Campelo, os projetos atuais também já estão alinhados com a nova realidade e demanda dos escritórios físicos, oferecendo itens que são diferenciais para a qualidade de vida no trabalho.

“A torre office do Euro Towers, por exemplo, possui alguns ambientes preparado para este retorno ao presencial, como espaço de descompressão; banheiro e vestiários para os condôminos no subsolo, com chuveiro para quem quiser ir para o trabalho à pé ou de bike, oferta de unidades com varanda, além de itens específicos como o estúdio de podcast, uma praticidade que, sem dúvida, será bem utilizada para os usuários que precisarem gravar vídeos”, destacou.

Um dos empresários que se enquadra neste perfil e está investindo em uma nova sede para sua empresa é o advogado Itamar Goulart, sócio-proprietário do escritório de advocacia Itamar Goulart advocacia e assessoria, localizado atualmente no setor Sul.

Ele explica que a pandemia trouxe mudanças importantes no ramo do direito, especialmente na forma de realização de audiências e atendimentos, o que favoreceu o trabalho à distância, vantagens que ainda permanecem.

Mas, ainda assim, ele está investindo em um espaço físico para manter sua equipe predominantemente em trabalho presencial.

O empresário já realizou um investimento e adquiriu uma sala no Euro Towers, localizado na região do Park Lozandes.

Goulart explica que atualmente cerca de 50% de sua equipe trabalha na modalidade home office ou híbrido, o que foi facilitado pela pandemia.

“O trabalho presencial facilita o acompanhamento mais próximo das atividades, fortalece a integração do time e contribui para a organização da rotina de trabalho”, diz.

Além disso, na visão do advogado, o espaço físico permite o contato presencial com o cliente, o que transmite mais credibilidade e segurança a ele.

A escolha pelo Euro Towers foi motivada principalmente pela localização estratégica do empreendimento, que fica bem próximo a importantes órgãos públicos, explica ele.

“Entendo esse passo como a realização de uma construção profissional feita ao longo dos anos, substituindo o custo de um imóvel locado pela formação de um patrimônio próprio, alinhado ao crescimento e à consolidação do escritório”, destaca.

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Cacau Jr. intensifica treinos e pode encarar desafio no Fight Music Show.

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Cacau Jr. intensifica treinos e pode encarar desafio no Fight Music ShowEx-vocalista do Soweto e ex-padrasto de Lexa chama atenção pela rotina de preparação física e levanta expectativa sobre uma possível entrada no ringue.

Conhecido do público por sua trajetória na música, Cacau Jr., ex-vocalista do grupo Soweto e ex-padrasto da cantora Lexa, pode estar prestes a encarar um desafio bem diferente dos palcos.

O artista vem chamando atenção pela intensidade e dedicação demonstradas em sua rotina de treinos.

Os registros recentes mostram Cacau Jr. focado na preparação física, aumentando a curiosidade sobre até onde ele pretende levar essa nova fase.

E uma possibilidade já começa a movimentar os bastidores: uma eventual participação no Fight Music Show (FMS).

O evento, conhecido por promover confrontos que misturam nomes do entretenimento, influenciadores, artistas e atletas, poderia representar uma oportunidade para Cacau Jr. testar sua preparação dentro do ringue.

Por enquanto, não há confirmação de luta ou adversário, mas a possibilidade abre espaço para uma pergunta que promete movimentar o público: quem seria o nome ideal para enfrentar Cacau Jr. em uma possível estreia no FMS?Além da ligação com a música, Cacau Jr. também ficou conhecido nacionalmente por sua relação familiar com Lexa.

Agora, com os treinos ganhando intensidade, o artista pode apresentar ao público uma nova faceta, desta vez ligada ao universo das lutas e da preparação esportiva.

Uma possível entrada no Fight Music Show marcaria um novo capítulo em sua trajetória e poderia colocar frente a frente duas personalidades conhecidas do público em um confronto inédito.

E aí: quem deveria ser o adversário de Cacau Jr. caso ele aceite subir ao ringue do FMS?

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Além da Oktoberfest: Nomad mostra como planejar roteiro cultural e financeiro para curtir a Alemanha no outono.

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Com eventos que vão de arte urbana em Berlim à feira de literatura em Frankfurt, fintech detalha custos e mostra como o uso da conta global em euro garante economia e praticidade.

Entre o final de setembro e novembro, o outono transforma a atmosfera da Alemanha; as folhas alaranjadas e o clima ameno abrem espaço para algumas das festividades mais procuradas da Europa.

Se a famosa Oktoberfest em Munique é um grande chamariz de público, a temporada revela um calendário cultural vibrante em todo o país.

Para quem busca enriquecer o roteiro, o mês de outubro é repleto de eventos culturais de grande relevância na Alemanha:

Festival das Luzes (Berlim): Agendado de 9 a 18 de outubro de 2026, monumentos históricos da capital alemã, como o Portão de Brandemburgo e a Torre de TV, se transformam em telas gigantes para projeções de vídeo e instalações artísticas tridimensionais.

Feira do Livro (Frankfurt), De 7 a 11 de outubro de 2026, a maior feira de livros do mundo abre as portas para o público geral no fim de semana, com debates, sessões de autógrafos com autores internacionais e uma forte presença da cultura pop e cosplay.Beethovenfest (Bonn): 

O prestigiado festival de música clássica reúne orquestras globais renomadas na cidade natal de Ludwig van Beethoven, com grandes apresentações de encerramento até o dia 3 de outubro.

Mercado de Cebolas (Weimar): De 9 a 11 de outubro de 2026, a cidade sedia uma das festas populares mais antigas da Alemanha, com mais de 360 anos de história e repleta de artesanato, música ao vivo e tranças feitas de cebolas e flores secas.

Jazzfest Berlin (Berlim): 

No final de outubro e início de novembro, a capital recebe um dos festivais de jazz mais tradicionais da Europa. Foto de Vitor Fontes na Unsplash  Como planejar os custos do roteiro no outono  Para aproveitar desde os espetáculos artísticos até os castelos, o planejamento financeiro é essencial.

A Nomad, conta pioneira em soluções financeiras globais, levantou os custos médios para o turista brasileiro se preparar no período: 

Hospedagem: 

Durante a alta temporada de outono, uma diária na Alemanha fica na faixa de €95 a €120, valor que pode facilmente dobrar em cidades como Munique durante a Oktoberfest. 

Alimentação e passeios:

 O orçamento diário gira em torno de €30 a €45, mas é possível economizar aproveitando comidas de rua nos festivais, como o tradicional Currywurst (€4) ou um Pretzel (a partir de €2), e opções de almoço executivo (€10 a €15).

Nas atrações, as entradas para a Ilha dos Museus, em Berlim, variam de €12 a €14, e as visitas aos icônicos castelos da Baviera partem de €18. Já nas tendas da Oktoberfest, a entrada é gratuita, mas a caneca de um litro de cerveja sai, em média, por €14 a €15. 

Transporte: 

Tickets diários de trem e metrô nas grandes cidades custam em média €8 a €10.

Além disso, o país possui uma das malhas ferroviárias mais eficientes da Europa, operada pela Deutsche Bahn (DB), permitindo viagens rápidas para outras regiões alemãs e bate-voltas para destinos como Praga e Amsterdã. 

“Um dos principais erros do turista é deixar para comprar ingressos, passeios e passagens de trem na última hora, ficando refém da variação cambial”, destaca Bruno Guarnieri, CRO da Nomad.

“Com a conta global, o viajante converte o saldo em euro antecipadamente e já faz essas reservas online do Brasil.

Isso significa travar o custo da viagem, chegar à Alemanha com o orçamento garantido e pagar despesas em restaurantes, museus e festividades com total praticidade.” 

Sobre a Nomad Fundada em novembro de 2020, a Nomad foi pioneira em oferecer aos residentes no Brasil uma conta bancária nos EUA e, atualmente, é um dos maiores players do mercado no que tange soluções completas para a vida financeira global dos brasileiros.

Com a fintech, os clientes podem construir seu patrimônio financeiro em dólar, além de realizar transferências internacionais e compras no exterior.

O cartão Nomad é aceito globalmente para operações presenciais e virtuais, além de permitir saques em caixas eletrônicos (ATMs). 

Por meio da plataforma de investimentos, a fintech concede acesso às principais bolsas americanas para a realização de aplicações em ações, ETFs, REITs, Bonds e títulos de renda fixa em dólar para quem busca ‘dolarizar’ o patrimônio como forma de diversificação e, consequentemente, mais proteção.

Os serviços de investimento oferecidos pela Nomad são intermediados pela corretora local Global Investment

Services DTVM Ltda. 

Agência Lema

Leandro Matulja | Leticia Zioni | Guilherme Maia 

Informações à imprensa

Priscila Nishimori |priscila.nishimori@agencialema.com.br 

Renata Nascimento |renata.nascimento@agencialema.com.br 

Luís Dolci |luis.dolci@agencialema.com.br

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Número de vinícolas cresce quase cinco vezes acima da média nacional em Goiás

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Goiás registrou crescimento de 9,1% no número de vinícolas em 2025, quase cinco vezes acima da média nacional (Foto: Emater Goiás)

Goiás registrou crescimento de 9,1% no número de vinícolas em 2025, ritmo quase cinco vezes superior à média brasileira.

O Estado chegou a 12 estabelecimentos registrados no período, enquanto o país alcançou 965, com avanço de 1,9% em relação ao ano anterior.

Os dados fazem parte do Anuário do Vinho 2026, primeira publicação específica sobre essa cadeia produtiva lançada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). 

O levantamento mostra que Goiás concentra 70,6% das vinícolas registradas no Centro-Oeste.

Das 17 empresas contabilizadas na região, 12 estão no Estado, enquanto Mato Grosso e o Distrito Federal têm dois estabelecimentos cada, e Mato Grosso do Sul, um.

Goiás foi também a única unidade da região a registrar aumento no número de vinícolas entre 2024 e 2025. As vinícolas goianas somavam 161 vinhos registrados no Mapa em 2025, média de 13,4 por estabelecimento.

O levantamento contabiliza produtos formalmente registrados no Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agropecuários (Sipeagro), por isso o número não corresponde necessariamente à quantidade de rótulos disponíveis comercialmente.

A quantidade de produtos coloca Goiás na sétima posição nacional em número de vinhos registrados.

A média brasileira é de 16,8 por estabelecimento. 

A cadeia começa antes das vinícolas. Dados da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) apontam cerca de 116 produtores de uva, 410 hectares cultivados e presença da cultura em 55 municípios de Goiás.

As principais áreas produtoras estão nas regiões Sul, Sudoeste, Centro e Noroeste, em municípios como Goiatuba, Santa Helena de Goiás, Anápolis, Aragoiânia, Bela Vista de Goiás, Hidrolândia e Itaberaí.

A produção de uva de mesa ainda predomina, mas a Agência também aponta potencial para ampliação do cultivo destinado à fabricação de sucos e vinhos. 

Vinhos de inverno

A presença de Goiás nessa nova geografia da produção brasileira está relacionada também ao desenvolvimento de técnicas que permitiram levar a vitivinicultura a regiões antes pouco associadas ao vinho.

Pesquisa da Embrapa Uva e Vinho identifica no país uma terceira macrorregião produtora, mais recente, baseada nos chamados vinhos de inverno.

O modelo começou em Minas Gerais e chegou, entre outros estados, a Goiás. Nesse sistema, a videira passa por duas podas ao ano, com a colheita deslocada para o inverno, entre junho e agosto.

Segundo a Embrapa, essa nova fronteira está presente em áreas de clima subtropical e tropical de altitude, com vinhedos localizados entre 600 e 1.200 metros.

A técnica altera o calendário tradicional da cultura e permite que a maturação das uvas ocorra em condições diferentes das encontradas na colheita de verão. 

Secretaria de Comunicação

Governo de Goiás

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