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Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 maio.

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Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

Norma regulamentadora que já exige controle de riscos físicos, químicos e biológicos agora inclui fatores psicossociais; especialista da Clínica Vittá explica como empresas devem agir.

A partir do dia 26 de maio de 2026, entra em vigor oficialmente a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que torna obrigatória a identificação e gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

A medida, que foi anunciada em 2025 e teve um período de adequação sem multas, agora passa a ser passível de fiscalização e penalidades para as empresas que não cumprirem as novas exigências.

O prazo está se esgostando.

A neuropsicóloga Gabriela Vieira, da Clínica Vittá, que atua na avaliação de estresse ocupacional, explica que a mudança coloca a saúde mental dos trabalhadores no mesmo patamar de exigência que os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. Na prática, todas as organizações deverão mapear fatores como sobrecarga de trabalho, pressão por prazos, conflitos interpessoais e falta de apoio das chefias – elementos que, quando crônicos, podem levar a transtornos mentais e afastamentos.

A decisão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) foi motivada por números alarmantes: somente em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária devido a transtornos mentais e comportamentais, um aumento de 15,66% em relação a 2024.

Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostram que esses afastamentos mais que dobraram no biênio 2022-2024, saltando de 201 mil para 472 mil – uma alta de 134%.*Como identificar

Mas como identificar, na prática, a sobrecarga cognitiva antes que ela se torne um transtorno mental?

A neuropsicóloga Gabriela Vieira afirma que a neuropsicologia pode oferecer às empresas um ‘termômetro” preciso para medir a saturação das equipes.

A especialista afirma que existem testes, como tarefas de atenção contínua, avaliação de funções executivas e escalas de fadiga mental, que funcionam quase como um ‘termômetro’ da saturação cognitiva.

De acordo com ela, a observação clínica e o relato da equipe são fundamentais para complementar esses dados.“

A gente consegue captar sinais precoces – queda de atenção sustentada, aumento de erros, lentificação cognitiva e dificuldade de memória operacional.

Ela ressalta que a aplicação desses testes, combinada com escuta ativa, permite às empresas agir antes que o trabalhador adoeça – reduzindo absenteísmo, presenteísmo e custos com afastamentos.

Diferenças entre fator psicossocial e problema individual.

Uma das dúvidas mais comuns entre gestores de RH é como diferenciar se o sofrimento do trabalhador tem origem no trabalho ou é um problema de saúde mental pré-existente.

Gabriela Vieira afirma que, nestes casos, a análise do contexto é determinante.

Quando o sofrimento está muito ligado a fatores do ambiente – excesso de demanda, pressão, conflitos ou falta de autonomia –, é um fator psicossocial do trabalho.

Já quando os sintomas aparecem de forma mais ampla, em vários contextos da vida, com histórico prévio ou sem relação direta com o trabalho, pode ser algo mais individual. Para a neuropsicóloga, as empresas não devem usar essa distinção como forma de negar responsabilidade.

“O ambiente de trabalho tem o dever de não adoecer. Mesmo um trabalhador com vulnerabilidade prévia pode ser mantido saudável se os fatores psicossociais forem bem gerenciados”.

*O que muda nas empresas?*A NR-1 estabelece as diretrizes gerais de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil, determinando o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).

Com a atualização, as empresas deverão fazer adequações.

Entre as adequações, incluir os riscos psicossociais no PGR, documentando e implementando ações de controle; realizar um ciclo contínuo de identificação, avaliação, prevenção, acompanhamento e revisão das medidas; e seguir as orientações do Guia de Fatores de Riscos Psicossociais do MTE, que aponta estressores como sobrecarga, prazos excessivos, conflitos e falta de apoio.

Para completar, as empresas devem combinar a nova gestão com outras normas, como a NR-17, que tem o objetivo de proporcionar conforto, segurança e desempenho eficiente, prevenindo doenças como as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), fadiga e estresse (ergonomia).

Nas inspeções, os auditores do Ministério do Trabalho vão observar a organização do trabalho, analisar documentos, verificar dados de afastamento e entrevistar trabalhadores para identificar situações de risco psicossocial.

Com a vigência a partir de 26 de maio, as empresas já devem revisar seus Programas de Gerenciamento de Riscos e incluir a análise de fatores psicossociais.

Especialistas recomendam o uso de protocolos científicos – como os testes neuropsicológicos citados – e a capacitação de equipes de RH e segurança do trabalho.

A tendência é que, nos próximos anos, ações fiscalizatórias e decisões judiciais trabalhistas considerem a ausência de medidas preventivas nesse campo como violação à NR-1, abrindo caminho para indenizações e multas.

Enquanto isso, a neuropsicóloga da Clínica Vittá reforça o recado de que cuidar da saúde mental é sobrevivência: o cérebro adoece, e a conta sempre chega – para o trabalhador, para a empresa e para a sociedade.

– Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

*Serviço*

Pauta: Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 de maio

Fonte especialista: Neuropsicóloga Gabriela Vieira – Clínica Vittá

Assessoria de Imprensa

Palavra Comunicação

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30 Anos de História

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Dr. Leonardo Sebba posando em um evento comemorativo (“30 Anos de História” – CBN / ABRAN).

Com o avanço da medicina, as medicações modernas e a cirurgia bariátrica/metabólica ampliaram significativamente as possibilidades de tratamento.

Médico Dr. Leonardo Sebba especialista em cirurgia bariátrica e metabólica,

Contudo, o verdadeiro desafio vai além da escolha do método: consiste em entender qual abordagem faz mais sentido para a realidade de cada paciente e como manter esses resultados de forma segura e sustentável a longo prazo.​

O objetivo final não é apenas o número na balança, mas sim promover saúde, qualidade de vida e longevidade. ​

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Encontro PAI e Filha

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O médico Leonardo Sebba, especialista em cirurgia bariátrica e metabólica, esteve em São Paulo participando do XXX Congresso Brasileiro de Nutrologia, realizado de 24 a 26 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca.

Na capital paulista, Leonardo aproveitou a ocasião para estar ao lado da filha, Giovanna Sebba, economista e musicista, que residi já por um bom período em São Paulo. Pai e filha desfrutaram juntos de momentos especiais durante a passagem pela cidade.

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Eventos

SAMBALANÇOU – O SAMBA NA ERA DO RÁDIO REALIZA APRESENTAÇÕES EM GOIÁS

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Projeto reúne música, memória e a sonoridade do samba em três apresentações com Rainy Ághata e banda formada por musicistas goianas

O projeto “Sambalançou – O Samba na Era do Rádio” realiza mais três apresentações em Goiás entre setembro e novembro de 2026, levando ao público uma experiência musical que percorre a história do samba e sua relação com a memória da música brasileira. As apresentações acontecem em diferentes espaços e integram ações de circulação e difusão da produção musical goiana.

No dia *26 de setembro, às 21h, o projeto integra a programação de encerramento do **Curta Canedo 2026, realizado pela **Criativa Studio Cultura, com produção cultural de **Carmelita Gomes. A apresentação acontece na *Feira Criativa e encerra a programação do evento com o repertório do Sambalançou – O Samba na Era do Rádio.

Em outubro, no dia *3, às 19h30, o projeto realiza uma apresentação no *TRT, ampliando o encontro com o público e levando a diferentes espaços uma proposta que resgata a presença do samba na história da música popular brasileira.

A programação segue no dia *7 de novembro, às 19h30, na *Associação Casa de Cultura Antônia Ferreira de Souza, fortalecendo a circulação do projeto e a ocupação de espaços dedicados à cultura e à convivência comunitária.

À frente da apresentação está a cantora *Rainy Ághata, acompanhada por **Isis Krishna, no violão de 7 cordas; **Brenda Silva, no cavaquinho; **Daphine Santos, na percussão; e *Pennélope Avelar, também na percussão.

O repertório do Sambalançou – O Samba na Era do Rádio propõe um mergulho na trajetória do samba e em sua presença marcante na era do rádio, valorizando canções, compositores e intérpretes que contribuíram para a construção da música popular brasileira. A formação instrumental dialoga com a tradição do gênero e apresenta uma interpretação marcada pela presença feminina na música.

Com a voz de Rainy Ághata e o acompanhamento de mulheres musicistas, o projeto busca aproximar o público de diferentes gerações da memória do samba, criando um espaço de escuta, encontro e valorização da música brasileira.

O “Sambalançou – O Samba na Era do Rádio” foi contemplado pelo Edital de Chamamento Público nº 11/2026 da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura – PNAB (Lei nº 14.399/2022), Edital de Música – Categoria B – Apresentações em Goiás.

SERVIÇO

SAMBALANÇOU – O SAMBA NA ERA DO RÁDIO

26 de setembro de 2026 | 21h
📍 Feira Criativa
Apresentação no encerramento do Curta Canedo 2026
Realização: Criativa Studio Cultura
Produção cultural: Carmelita Gomes

3 de outubro de 2026 | 19h30
📍 TRT

7 de novembro de 2026 | 19h30
📍 Associação Casa de Cultura Antônia Ferreira de Souza

Com:
Rainy Ághata – voz
Isis Krishna – violão de 7 cordas
Brenda Silva – cavaquinho
Daphine Santos – percussão
Pennélope Avelar – percussão

Realização: Cereja do Cerrado Projeto Sambalançou – O Samba na Era do Rádio
Fomento: Edital de Chamamento Público nº 11/2026 da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura – PNAB (Lei nº 14.399/2022), Edital de Música – Categoria B – Apresentações em Goiás.

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