Criado a partir de uma área verde preservada dentro do perímetro urbano de Goiânia, o Espaço Conceito Rancho Colorado atua hoje como espaço privado para a realização de eventos sociais, corporativos e produções audiovisuais. Localizado no Setor Jardim Colorado, o local reúne salão coberto, ambientes externos e estrutura técnica voltada a diferentes formatos de celebração.
A área que deu origem ao Espaço Conceito Rancho Colorado foi adquirida no início da década de 1990, pelo empresário Jeruzé Marinho.
Com o avanço da urbanização, parte do terreno passou a integrar o setor Jardim Colorado, enquanto um alqueire permaneceu sob uso da família, inicialmente destinado ao lazer e à convivência nos fins de semana.
Com o tempo, o local passou a receber visitas de escolas por meio de um projeto de educação ambiental.
As atividades envolviam contato com a natureza, vivências do cotidiano rural e práticas educativas voltadas para crianças e adolescentes.
A movimentação constante e a paisagem natural despertaram o interesse de pessoas que buscavam um espaço diferenciado para a realização de eventos.
Estrutura ampliada para atender diferentes formatosA mudança para o segmento de eventos ocorreu a partir de pedidos frequentes para locação do espaço.
Diante da demanda, foi construído um salão coberto, atualmente conhecido como Espaço Conceito, projetado para receber eventos de médio e grande porte.
O ambiente é climatizado, sem pilastras e permite diferentes configurações de layout.
Hoje, o Espaço Conceito Rancho Colorado comporta em média 500 convidados em eventos sociais, como casamentos e festas, e até mil pessoas em eventos corporativos, de acordo com o formato adotado.
O local conta com estacionamento interno para aproximadamente 250 veículos, gerador próprio, acessibilidade em todas as áreas e cozinha industrial independente para atendimento de buffets.
Além do salão principal, o Espaço oferece ambientes externos voltados para cerimônias ao ar livre. Entre eles estão o Jardim de Renda, a Via das Palmeiras e o Recanto do Chorão, integrados ao paisagismo natural da área.
O complexo também dispõe de piscina, quiosque coberto, brinquedoteca com monitora, camarins para artistas e equipes técnicas, além de um apartamento com suítes utilizado por anfitriões e organizadores.
Gestão familiar e perfil dos eventos realizadosA administração do Espaço Conceito Rancho Colorado é conduzida pelas irmãs Carmem Marinho e Eliane Marinho.
A gestão envolve áreas como atendimento, financeiro, administração e organização dos eventos, além da manutenção do projeto voltado às visitas escolares.
“Depois de muitos anos, recebemos pessoas que estiveram aqui ainda crianças, em visitas escolares, e que hoje retornam para celebrar outros momentos”, relatam as gestoras.
Segundo elas, o espaço mantém atividades tanto no segmento de eventos quanto na recepção de grupos educativos.
Entre os eventos já realizados no local estão casamentos, festas particulares, confraternizações empresariais, gravações audiovisuais e transmissões ao vivo.
Eliane, Jeruzé, Dione e Carmem Marinho – Rancho Colorado
O Espaço Conceito Rancho Colorado mantém agenda ativa ao longo do ano e os atendimentos são feitos diretamente com a equipe administrativa.
Estreia em Brasília e convida o público a refletir sobre memória, ancestralidade e a construção do corpo brasileiro
Espetáculo de Likidah Mazindandú, com direção de Diadorim Silva e Letícia Medeiros, realiza apresentações gratuitas entre os dias 1º, 2, 8 e 9 de agosto, no Espaço Pé Direito, na Vila Telebrasília.
O que constrói o que é ser brasileiro? É a partir dessa pergunta que nasce Espiraldemí, monólogo escrito, concebido e interpretado por Likidah Mazindandú, que estreia em Brasília nos dias 1º, 2, 8 e 9 de agosto, às 19h, no Espaço Pé Direito, na Vila Telebrasília.
Com entrada gratuita, mediante retirada de ingressos pelo Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/espetaculo-espiraldemi/3510290) o espetáculo propõe uma travessia entre passado, presente e futuro para revisitar memórias individuais e coletivas, questionando os processos históricos que moldaram a identidade brasileira.
A dramaturgia reflete sobre a história do Brasil a partir de perspectivas afrodiaspóricas.
Rememorando histórias de brasileiros atravessados pela violência colonial e pelo Estado, a obra convida o público a refletir sobre a necessidade de construir uma política de memória e resistência.
Entre lembranças pessoais e coletivas, investiga os impactos das políticas de embranquecimento, os apagamentos históricos produzidos pelo colonialismo e os caminhos de retorno às ancestralidades negras como possibilidade de construção de futuroMais do que uma narrativa linear, Espiraldemí compreende o tempo como uma espiral em constante movimento.
Inspirado em cosmopercepções afro-brasileiras e no cosmograma bakongo, o espetáculo articula teatro, dança emúsica para criar uma experiência cênica em que passado, presente e futuro coexistem.
Em cena, histórias de violência, permanência, resistência e reinvenção se entrelaçam na busca por uma atualização que resgate as “configurações originais” desse corpo brasileiro.
“Caminhar para a sétima direção, em muitas tradições, é o caminho do autoconhecimento. Esse é o percurso de Espiraldemí.
Um monólogo que rememora a construção do território brasileiro, as políticas de esquecimento e apagamento racial, a construção da branquitude brasileira e a necessidade de retorno às tradições, à terra e ao território para a concepção de futuros possíveis”, afirma Likidah Mazindandú.
Para a direção, assinada por Diadorim Silva e Letícia Medeiros, a montagem estabelece um diálogo entre ancestralidade e tecnologia.
“O que acontece quando a virtualidade clama por uma atualização de um sistema sobrecarregado de traumas? Espiraldemí apresenta um encontro entre o humano e o robótico, onde o esquecimento é vendido como remédio e o progresso é pintado de branco.
A peça convida o público a romper o silêncio e a encarar o reflexo de um solo sagrado, mas roubado”, destaca Diadorim.
A preparação corporal, conduzida por Mylena Edna, investiga a construção da identidade de um corpo formado pelo encontro de raízes afro-indígenas e atravessado pelo colonialismo.
A encenação cruza histórias reais, personagens simbólicos e questões contemporâneas, como o capitalismo, a destruição do Cerrado e as permanências das violências estruturais, reafirmando o teatro como espaço de elaboração da memória e de imaginação de outros futuros.
A estreia de Espiraldemí marca a chegada aos palcos de uma dramaturgia que propõe revisitar a história do Brasil por meio de perspectivas afrodiaspóricas.
Ao articular ancestralidade, memória e resistência em uma linguagem que reúne teatro, dança, música e projeções, o espetáculo reafirma a potência da produção teatral do Distrito Federal e amplia o debate sobre identidade, pertencimento e construção de futuros possíveis.
A dramaturgia da obra também está publicada pela Editora Minimalismos e segue disponível para aquisição no catálogo da editora, permitindo que leitores conheçam o texto para além da experiência cênicas.
Comprometido com a democratização do acesso à cultura, Espiraldemí oferece recursos de acessibilidade em todas as apresentações.
Todas as sessões contarão com interpretação em Língua Brasileira de Sinais (Libras), garantindo maior acesso ao público surdo.
Já as apresentações dos dias 2 e 9 de agosto também contarão com audiodescrição, ampliando a experiência de pessoas cegas e com baixa visão.
A iniciativa reafirma o compromisso da produção com uma experiência artística inclusiva, reconhecendo a acessibilidade como parte essencial do direito à cultura.
O espetáculo é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).
Sobre o autor
Likidah Mazindandú é artista, dramaturgo, escritor e educador nascido e criado no Distrito Federal.
Graduado em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília (UnB) e pós-graduado em Cultura e Educação pela FLACSO Brasil, desenvolve pesquisas e criações que articulam ancestralidade, memória, corpo e cosmopercepções afrodiaspóricas.
Sua atuação transita entre o teatro, a performance, a literatura e as artes visuais.
Vencedor da Premiação Sesc de Jovem Dramaturgia em 2018, é autor de dramaturgias, performances e publicações que investigam as relações entre identidade, território e imaginação de futuros para corpos historicamente marginalizados.
Em Espiraldemí, sua mais recente criação cênica, aprofunda essas investigações ao refletir sobre a formação do Brasil a partir de perspectivas afrodiaspóricas, propondo um diálogo entre memória, ancestralidade e resistência.
SERVIÇO:
Espetáculo Espiraldemí
Datas: 1º, 2, 8 e 9 de agosto.
Horário: às 19h.
Local: Espaço Pé Direito – Vila Telebrasília.
Ingressos: Gratuitos, mediante retirada antecipada pelo Sympla.
Retirada de ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/espetaculo-espiraldemi/3510290
Acessibilidade:
Todas as sessões contam com intérprete de Libras.
As apresentações dos dias 2 e 9 de agosto também terão audiodescrição.
Piloto multicampeão percorreu diferentes trechos testando a DesertX, da Ducati, big trail que estará presente na 34ª edição do Sertões Petrobras 2026.
A convite da Image Hunter, o lendário piloto do motocross nacional Jorge Negretti testou a Ducati DesertX, modelo que fará parte da estrutura da equipe durante o Sertões Petrobras 2026.
A ação, realizada no mês de julho, levou Negretti e Adriano Galante, piloto oficial da equipe Ducati Image Hunter Rally Team, a percorrerem trechos da Serra da Canastra para avaliar o desempenho da big trail em diferentes condições de terreno.
Durante os treinos, a Ducati DesertX passou por cenários de avaliação, demonstrando desempenho, resistência e preparação para os próximos desafios.
A motocicleta será um dos destaques da Image Hunter, equipe oficial da Ducati, na 34ª edição do Sertões Petrobras, que acontecerá entre os dias 22 e 30 de agosto de 2026.
“A presença dele reflete um momento importante para os nossos projetos e reforça o compromisso que temos em trazer o melhor do motociclismo para Goiás.
Estamos preparando novidades para os próximos meses, com uma agenda focada em novas ações com Jorge Negretti que devem movimentar o universo do motociclismo”, afirma Walmir Cunha, fundador da Image Hunter.
A atividade também marcou o início de uma nova fase de preparação, com foco no planejamento técnico e operacional para as competições. Nos próximos dias, representantes da Image Hunter participarão de eventos que integram o calendário da temporada.
A programação terá início com o inédito Sertões Series Paraná, dando sequência a uma série de ações que antecedem o Sertões Petrobras 2026.
Sobre Walmir Cunha e a Image Hunter Natural de Goiânia, o advogado e empresário Walmir Cunha transformou uma paixão pessoal em um projeto empresarial voltado ao universo das duas rodas.
Apaixonado por motociclismo, percorreu mais de 45 países de motocicleta, acumulando experiências que deram origem à criação da Image Hunter.Inicialmente voltada para a organização de expedições e experiências de mototurismo, a empresa ampliou sua atuação ao longo dos anos e passou a desenvolver projetos ligados à produção de conteúdo, treinamento, experiências exclusivas e articulação de eventos esportivos, como a vinda do MotoGP, Campeonato Brasileiro de Motocross e Campeonato Sul-Americano de Motocross para Goiânia.
Hoje, a Image Hunter atua conectando marcas, pilotos, competições e entusiastas do motociclismo, com iniciativas que vão desde viagens internacionais até a participação na realização de eventos de grande porte. Entre os projetos futuros estão novas expedições para França, Estados Unidos e Argentina, além da segunda edição da Volta Motociclística, evento que busca resgatar a história do motociclismo em Goiás e valorizar o patrimônio cultural de Goiânia.
Operação da Brisanet tem início no segundo semestre e prioriza cidades goianas com menos de 30 mil habitantes abrindo vagas em vendas, atendimento e suporte Goiás terá 62 cidades incluídas no plano de expansão móvel da Brisanet, telecom 100% brasileira.
A companhia iniciou em julho sua chegada ao Centro-Oeste e prevê ativar o sinal 5G em municípios goianos de pequeno e médio porte ao longo do segundo semestre de 2026.
A expansão faz parte das metas assumidas pela empresa no leilão do 5G da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), realizado em 2021.
No Centro-Oeste, a Brisanet pretende ativar o serviço em 115 cidades ainda este ano, sendo 62 em Goiás e 53 em Mato Grosso do Sul.
Segundo a companhia, a prioridade será atender municípios com menos de 30 mil habitantes, perfil que concentra parte relevante das cidades goianas.
A estratégia busca ampliar o acesso à infraestrutura digital fora dos grandes centros urbanos, com potencial impacto em áreas como agronegócio, saúde, segurança pública, comércio e serviços.
Na prática, o 5G representa uma nova etapa da conectividade móvel, com internet mais rápida, menor tempo de resposta e maior capacidade para conectar pessoas, empresas, máquinas e serviços ao mesmo tempo.
Para cidades menores, a chegada dessa infraestrutura pode ampliar o acesso a soluções digitais, facilitar o uso de tecnologias no campo, fortalecer serviços de saúde e segurança e abrir novas possibilidades para comércio, educação e atendimento remoto.
Com o início da operação no Centro-Oeste, a Brisanet também prevê a criação empregos diretos em Goiás, em áreas como vendas, atendimento e suporte externo.
“A chegada da Brisanet ao Centro-Oeste reforça nosso propósito de democratizar o acesso ao 5G e ser um motor de desenvolvimento socioeconômico para as cidades.
Vamos conectar as áreas mais remotas, destravando o potencial de segmentos fundamentais da economia, como agronegócio, segurança e saúde”, afirma Jordão Estevam, diretor Comercial e de Marketing da Brisanet.
Fundada em 1998, a Brisanet tem mais de 9 mil colaboradores e está presente em todos os estados do Nordeste.
A empresa atende mais de 1,5 milhão de clientes em banda larga fixa na região e, na operação móvel, soma mais de 1 milhão de clientes em mais de 320 municípios.