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Experiência com a marca é decisiva para fidelizar consumidor

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Imagem do setor de cozinha após as mudanças.

Grupo goiano está investindo em integração dos canais de vendas físico e on-lines, melhoria do layout de lojas físicas, personalização do atendimento e também no desenvolvimento de uma loja-escola para qualificar toda a equipe.

A visual merchandising, Bárbara Cristina Ferreira

Um estudo da Accenture, empresa global de serviços profissionais, especializada em consultoria e soluções digitais, de tecnologia e operações, aponta que 58% dos consumidores brasileiros esperam que as marcas antecipem suas necessidades e forneçam experiências customizadas.

Imagem do setor elétrico da loja Irmão Soares antes das alterações.

O segredo é tratar as pessoas como indivíduos e não como números.

Por isso, uma área de estudo que vem avançando no varejo é a Costumer Experience  – ou Experiência do Cliente, em bom português – que é a implantação de diversas mudanças no ponto de vendas e no ambiente digital para tornar o atendimento mais assertivo, buscando assim a fidelização.

Imagem do setor de cozinha da loja Irmãos Soares antes das mudanças

Um exemplo de empresa goiana que está buscando este caminho visando melhorar a experiência de compras dos seus clientes é o Grupo Soares, que está promovendo uma série de ações na rede de loja de materiais de construção Irmãos Soares.

Imagem do setor elétrico da loja Irmão Soares após alterações

Com quase 60 anos de história, a Irmãos Soares é a primeira empresa do Grupo, que agora é uma holding com operações nas áreas de agronegócio, incorporação imobiliária, tecnologia e fundos de investimentos. 

Ponta de gôndola do setor de pisos da Irmãos Soares antes das atualizações

Olhar para as necessidades dos clientes e transformar as operações comerciais tanto on quanto off em momentos positivos de soluções rápidas e inteligentes é um diferencial necessário para as empresas da atualidade, segundo a visual merchandising, Bárbara  Cristina Ferreira.

Ponta de gôndola do setor de pisos da Irmãos Soares após as atualizações: empresa criou ambientização incluindo outros elementos que simulam o uso.

Ela está conduzindo um processo de padronização e melhoria da experiência dos clientes nas mais de 20 lojas da rede.

Para isso, a empresa criou a loja-escola, que está funcionando na loja matriz da Irmãos Soares, na Avenida Pio XII, em Goiânia, onde estão implementando as melhorias em um projeto piloto que será replicado para as outras lojas e também estão qualificando toda a equipe para que possam ter um alinhamento e integração tanto da parte do atendimento digital, via site e whatsapp, quanto presencialmente nas lojas. 

Bárbara conta que pequenas mudanças no layout, enfatizando  o acesso facilitado  do consumidor a produtos que estão em campanhas de divulgação, aos produtos que estão em destaque nos canais digitais e na melhoria da  circulação na loja, que são ações de baixo custo, já estão surtindo resultados positivos.

“Muitos clientes pesquisam os produtos de interesse antes no nosso site e depois querem vir à loja para ver o item presencialmente, então é importante que principalmente os produtos de campanha e tablóide estejam com visualização mais facilitada na loja”, destaca ela.

Com este mesmo objetivo a empresa investiu na padronização e melhoria do padrão de cores, de formatos de precificação, de layout das gôndolas e em uma reorganização dos produtos em cada seção para facilitar a busca. 

Segundo Bárbara, outra ação importante é a readaptação do mix de produtos.

A empresa ampliou seu mix após fazer um levantamento em 2024 com os clientes.

Foram introduzidos novos pisos e porcelanatos e itens de linhas de equipamentos e ferramentas, por exemplo. 

“Uma experiência positiva acontece quando o cliente é protagonista deste momento, no qual ele consegue encontrar os produtos que deseja de forma fácil, com precificação clara e tem um atendimento personalizado; assim conseguimos criar vínculo com os consumidores”, destaca a especialista. 

Com essa iniciativa, Bárbara observa que a empresa já percebeu a melhoria na fidelização, na  aproximação do cliente e no fortalecimento da marca.

Nos primeiros dois meses de 2025 (janeiro e fevereiro), o Grupo Soares observou um aumento significativo no número de clientes novos, com 323 e 306 registros, respectivamente, representando uma taxa de aproximadamente 34% a 35% do total de clientes (927 e 906).

Isso indica que, atualmente, cerca de 65% dos clientes estão comprando pela segunda vez ou mais.

TreinamentoAtualmente a empresa já conta com profissionais especializados em Visual Merchandising e está preparando a expansão do treinamento para os gerentes de loja. A previsão é que a capacitação comece em breve, com o objetivo de que todos estejam qualificados em dois meses.Um dos grandes exemplos desse sucesso é a evolução de Rodrigo de Carvalho Vieira, gerente de loja, que viu sua forma de trabalhar se transformar após participar do projeto. O gerente destaca que as discussões em equipe foram fundamentais para repensar a organização da loja. Ele participou ativamente de debates sobre disposição de produtos, movimentação de espaços e estratégias de exposição. Ele conta que um dos maiores aprendizados foi a valorização da complementaridade dos itens, como no caso da mangueira corrugada, que passou a ser exposta junto com seus acessórios, incentivando vendas adicionais. “Antes, a gente não pensava nessa conexão entre produtos. Agora, montamos pontas de gôndola com itens que se completam, e o cliente sai mais satisfeito porque encontra tudo no mesmo lugar”, explica Rodrigo.  

Na percepção dele, o movimento da loja aumentou cerca de 10% nos últimos meses, reforçando que a nova abordagem não só melhorou a experiência do cliente, mas também impulsionou as vendas.

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Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis

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Sucesso de público, “Abracadabra – Um Circo Musical” se despede do público anapolino com sessões finais repletas de magia, tecnologia e emoção.

O Reder Circus está em suas últimas semanas em Anápolis com a superprodução “Abracadabra – Um Circo Musical”, espetáculo idealizado e dirigido por Frederico Reder que reúne dois grandes nomes do entretenimento brasileiro:

Dedé Santana, ícone do humor nacional, e Diego Hypólito, medalhista olímpico e um dos maiores ginastas da história do país.

Em cartaz desde abril, a atração se consolidou como um dos maiores sucessos culturais da temporada na cidade, encantando milhares de espectadores com uma experiência imersiva e emocionante para todas as idades.

A proposta de “Abracadabra” vai além do circo tradicional.

A montagem combina acrobacias, palhaçaria, música ao vivo, dança e tecnologia audiovisual de última geração, criando uma narrativa sensorial que celebra a superação humana e o poder das palavras.

De um lado, a irreverência e a experiência cênica de Dedé Santana; do outro, a força, a técnica e a expressividade corporal de Diego Hypólito.

Juntos, os artistas conduzem o público a um mergulho lúdico que resgata a essência da infância e a capacidade de sonhar.Um dos grandes diferenciais do espetáculo é a trilha sonora executada ao vivo por uma orquestra, acompanhada por cantores que conduzem musicalmente toda a apresentação.

Inspirado nos grandes musicais internacionais, o projeto entrega uma experiência de padrão Broadway ao mercado circense brasileiro, reforçando a proposta de inovação e excelência artística.Segundo Frederico Reder, o título do espetáculo carrega um significado central para a obra.

“Em muitas línguas, a expressão ‘Abracadabra’ significa o poder da palavra. Ou seja, tudo o que a gente fala acontece”, afirma o diretor, que defende o circo como uma linguagem universal, capaz de se comunicar diretamente com a emoção do público.

A produção reúne mais de 50 artistas em cena, entre malabaristas, palhaços, acrobatas, bailarinos e músicos brasileiros e internacionais.

O picadeiro, montado próximo à plateia, amplia a interação com o público. A estrutura técnica inclui um mega telão de LED de 100 metros quadrados, mais de uma tonelada de equipamentos de sonorização, dez toneladas de cenários e um sistema de iluminação com mais de 250 refletores interativos.

“Abracadabra – Um Circo Musical” presta homenagem às crianças de todas as gerações: às que vivem o presente e às que permanecem na memória afetiva dos adultos.

Nesta reta final em Anápolis, a expectativa é de sessões com ingressos esgotados, reforçando o sucesso da temporada e a conexão do espetáculo com o público.Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do circo todos os dias, a partir das 10h, e também na plataforma online Uhuu.com.

Serviço

*Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis com superprodução estrelada por Dedé Santana e Diego Hypólito

Temporada: Últimas semanas

Sessões:Quinta e sexta: 20h

Sábado: 17h e 20h

Domingo: 15h e 18hInstagram: @abracadabracircomusical

Ingressos: https://uhuu.com/evento/go/goiania/reder-circus-dede-santana-e-diego-hypolito-em-abracadabra-15687?gad_source=1&gad_campaignid=23586036422&gbraid=0AAAAAC86bHCytVm__P01liMLa_cv2xq-g&gclid=Cj0KCQjwmunNBhDbARIsAOndKplvore78AWMqPgV2Lv40mv49SKhH8Bo2H7FhrJsSIbb36maAwBIquwaAihFEALw_wcB

Assessoria de Imprensa

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Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 maio.

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Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

Norma regulamentadora que já exige controle de riscos físicos, químicos e biológicos agora inclui fatores psicossociais; especialista da Clínica Vittá explica como empresas devem agir.

A partir do dia 26 de maio de 2026, entra em vigor oficialmente a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que torna obrigatória a identificação e gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

A medida, que foi anunciada em 2025 e teve um período de adequação sem multas, agora passa a ser passível de fiscalização e penalidades para as empresas que não cumprirem as novas exigências.

O prazo está se esgostando.

A neuropsicóloga Gabriela Vieira, da Clínica Vittá, que atua na avaliação de estresse ocupacional, explica que a mudança coloca a saúde mental dos trabalhadores no mesmo patamar de exigência que os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. Na prática, todas as organizações deverão mapear fatores como sobrecarga de trabalho, pressão por prazos, conflitos interpessoais e falta de apoio das chefias – elementos que, quando crônicos, podem levar a transtornos mentais e afastamentos.

A decisão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) foi motivada por números alarmantes: somente em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária devido a transtornos mentais e comportamentais, um aumento de 15,66% em relação a 2024.

Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostram que esses afastamentos mais que dobraram no biênio 2022-2024, saltando de 201 mil para 472 mil – uma alta de 134%.*Como identificar

Mas como identificar, na prática, a sobrecarga cognitiva antes que ela se torne um transtorno mental?

A neuropsicóloga Gabriela Vieira afirma que a neuropsicologia pode oferecer às empresas um ‘termômetro” preciso para medir a saturação das equipes.

A especialista afirma que existem testes, como tarefas de atenção contínua, avaliação de funções executivas e escalas de fadiga mental, que funcionam quase como um ‘termômetro’ da saturação cognitiva.

De acordo com ela, a observação clínica e o relato da equipe são fundamentais para complementar esses dados.“

A gente consegue captar sinais precoces – queda de atenção sustentada, aumento de erros, lentificação cognitiva e dificuldade de memória operacional.

Ela ressalta que a aplicação desses testes, combinada com escuta ativa, permite às empresas agir antes que o trabalhador adoeça – reduzindo absenteísmo, presenteísmo e custos com afastamentos.

Diferenças entre fator psicossocial e problema individual.

Uma das dúvidas mais comuns entre gestores de RH é como diferenciar se o sofrimento do trabalhador tem origem no trabalho ou é um problema de saúde mental pré-existente.

Gabriela Vieira afirma que, nestes casos, a análise do contexto é determinante.

Quando o sofrimento está muito ligado a fatores do ambiente – excesso de demanda, pressão, conflitos ou falta de autonomia –, é um fator psicossocial do trabalho.

Já quando os sintomas aparecem de forma mais ampla, em vários contextos da vida, com histórico prévio ou sem relação direta com o trabalho, pode ser algo mais individual. Para a neuropsicóloga, as empresas não devem usar essa distinção como forma de negar responsabilidade.

“O ambiente de trabalho tem o dever de não adoecer. Mesmo um trabalhador com vulnerabilidade prévia pode ser mantido saudável se os fatores psicossociais forem bem gerenciados”.

*O que muda nas empresas?*A NR-1 estabelece as diretrizes gerais de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil, determinando o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).

Com a atualização, as empresas deverão fazer adequações.

Entre as adequações, incluir os riscos psicossociais no PGR, documentando e implementando ações de controle; realizar um ciclo contínuo de identificação, avaliação, prevenção, acompanhamento e revisão das medidas; e seguir as orientações do Guia de Fatores de Riscos Psicossociais do MTE, que aponta estressores como sobrecarga, prazos excessivos, conflitos e falta de apoio.

Para completar, as empresas devem combinar a nova gestão com outras normas, como a NR-17, que tem o objetivo de proporcionar conforto, segurança e desempenho eficiente, prevenindo doenças como as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), fadiga e estresse (ergonomia).

Nas inspeções, os auditores do Ministério do Trabalho vão observar a organização do trabalho, analisar documentos, verificar dados de afastamento e entrevistar trabalhadores para identificar situações de risco psicossocial.

Com a vigência a partir de 26 de maio, as empresas já devem revisar seus Programas de Gerenciamento de Riscos e incluir a análise de fatores psicossociais.

Especialistas recomendam o uso de protocolos científicos – como os testes neuropsicológicos citados – e a capacitação de equipes de RH e segurança do trabalho.

A tendência é que, nos próximos anos, ações fiscalizatórias e decisões judiciais trabalhistas considerem a ausência de medidas preventivas nesse campo como violação à NR-1, abrindo caminho para indenizações e multas.

Enquanto isso, a neuropsicóloga da Clínica Vittá reforça o recado de que cuidar da saúde mental é sobrevivência: o cérebro adoece, e a conta sempre chega – para o trabalhador, para a empresa e para a sociedade.

– Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

*Serviço*

Pauta: Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 de maio

Fonte especialista: Neuropsicóloga Gabriela Vieira – Clínica Vittá

Assessoria de Imprensa

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Comemoração

Comemorações

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Em recente comemoração no Rio de Janeiro pelos aniversários dos amigos Fabrício Britto e Gabriela Vilela, a médica Ana Gabriela Maia e sua mãe a advogada Ana Carla Maia, marcaram presença nas festividades realizadas na noite do dia 1º de maio, no luxuoso Julieta de Serpa.

Já no dia 2, as comemorações continuaram na praia do Leblon, no posto 11, reunindo mais de 70 goianos que prestigiaram os aniversariantes em um animado encontro à beira-mar.

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