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Falta de contabilidade especializada afeta sobrevivência de bares em Goiânia, aponta especialista.

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Sem gestão fiscal, contábil e financeira estruturada, 80% dos bares brasileiros fecham antes de completar cinco anos; investir em uma contabilidade estratégica pode mudar esse rumoGoiânia conta com centenas de bares que compõem um mercado vibrante e competitivo.

Nacionalmente, o setor de bares e restaurantes emprega cerca de 6,1 milhões de pessoas e movimenta aproximadamente R$ 178 bilhões por mês no Brasil.

Apesar desse peso econômico, uma das principais fragilidades do segmento é a falta de investimento em gestão fiscal, contábil e financeira: segundo o Instituto de Foodservice Brasil, 60% dos empreendedores deixam de se preocupar com a contabilidade após o primeiro ano de operação, e 80% das empresas fecham antes de completar cinco anos de atividade.

Embora não existam estatísticas precisas sobre quantos bares em Goiânia realmente contratam serviços contábeis especializados, estudos nacionais indicam que cerca de 70% das micro e pequenas empresas — incluindo bares — não fazem contabilidade e a parte fiscal de maneira adequada

Essa negligência, segundo especialistas, aumenta significativamente os riscos de falência precoce e penalidades fiscais.

“A maioria começa com muito entusiasmo e pouco planejamento.

Os primeiros meses são guiados pela tentativa e erro, e a contabilidade é vista apenas como obrigação tributária”, explica o contador e consultor Max Asbem, que atua na área há mais de uma década com foco em negócios gastronômicos.

Segundo ele, ainda hoje, boa parte dos empresários do ramo não conhece a real lucratividade de seus produtos, benefícios fiscais, nem a margem de operação, muito menos utiliza relatórios gerenciais para tomada de decisões.

“É comum encontrar bares que sequer sabem se estão dando lucro.

Trabalham com fluxo de caixa visual, baseado no que entrou no dia, e não consideram encargos futuros, problema com fornecedores ou folha de pagamento acumulada”, detalha.

Iniciativas como a da ASBEM — Estratégia Contábil, tem proposto transformar a contabilidade de uma função operacional para um braço estratégico do negócio.

Com sede em Aparecida de Goiânia e atuação voltada para o setor de alimentação e entretenimento, a empresa tem oferecido soluções personalizadas para bares e restaurantes, indo além da simples escrituração fiscal e contábil.

Nosso objetivo é empoderar empresários com informações úteis, benefícios fiscais e análises que gerem decisões mais seguras.

Um bar precisa entender a margem real de cada prato ou bebida, controlar custos e ainda planejar o crescimento — tudo isso com base em dados confiáveis”, afirma Max.

Para os donos de bares, muitas vezes absorvidos pela operação intensa do dia a dia, a presença de uma contabilidade ativa, que antecipa cenários e aponta caminhos, pode representar a diferença entre manter-se competitivo ou sucumbir à informalidade e ao improviso.

Não vendemos apenas obrigações acessórias, guias e planilhas; oferecemos tranquilidade, clareza e caminhos viáveis para que o empresário faça o que sabe fazer melhor: cuidar do seu cliente”, completa Asbem.

Apesar de o Brasil contar com mais de 25 milhões de CNPJs ativos, a maior parte dos micro e pequenos empresários ainda não adota contabilidade estratégica.

Uma pesquisa de 2022 da FGV com o Sebrae mostrou que menos de 30% das pequenas empresas utilizam relatórios contábeis como ferramenta de gestão.

O restante se limita ao envio de documentos fiscais, muitas vezes de forma reativa, apenas para evitar penalidades.

Embora não existam estatísticas precisas sobre quantos bares em Goiânia realmente contratam serviços contábeis especializados, estudos nacionais indicam que cerca de 70% das micro e pequenas empresas — incluindo bares — não fazem contabilidade e a parte fiscal de maneira adequada.

Essa negligência, segundo especialistas, aumenta significativamente os riscos de falência precoce e penalidades fiscais.

A maioria começa com muito entusiasmo e pouco planejamento.

Os primeiros meses são guiados pela tentativa e erro, e a contabilidade é vista apenas como obrigação tributária”, explica o contador e consultor Max Asbem, que atua na área há mais de uma década com foco em negócios gastronômicos.

Segundo ele, ainda hoje, boa parte dos empresários do ramo não conhece a real lucratividade de seus produtos, benefícios fiscais, nem a margem de operação, muito menos utiliza relatórios gerenciais para tomada de decisões.

“É comum encontrar bares que sequer sabem se estão dando lucro.

Trabalham com fluxo de caixa visual, baseado no que entrou no dia, e não consideram encargos futuros, problema com fornecedores ou folha de pagamento acumulada”, detalha.

Iniciativas como a da ASBEM — Estratégia Contábil, tem proposto transformar a contabilidade de uma função operacional para um braço estratégico do negócio.

Com sede em Aparecida de Goiânia e atuação voltada para o setor de alimentação e entretenimento, a empresa tem oferecido soluções personalizadas para bares e restaurantes, indo além da simples escrituração fiscal e contábil.

Nosso objetivo é empoderar empresários com informações úteis, benefícios fiscais e análises que gerem decisões mais seguras. Um bar precisa entender a margem real de cada prato ou bebida, controlar custos e ainda planejar o crescimento — tudo isso com base em dados confiáveis”, afirma Max.

Para os donos de bares, muitas vezes absorvidos pela operação intensa do dia a dia, a presença de uma contabilidade ativa, que antecipa cenários e aponta caminhos, pode representar a diferença entre manter-se competitivo ou sucumbir à informalidade e ao improviso.

Não vendemos apenas obrigações acessórias, guias e planilhas; oferecemos tranquilidade, clareza e caminhos viáveis para que o empresário faça o que sabe fazer melhor: cuidar do seu cliente”, completa Asbem.

Apesar de o Brasil contar com mais de 25 milhões de CNPJs ativos, a maior parte dos micro e pequenos empresários ainda não adota contabilidade estratégica.

Uma pesquisa de 2022 da FGV com o Sebrae mostrou que menos de 30% das pequenas empresas utilizam relatórios contábeis como ferramenta de gestão.

O restante se limita ao envio de documentos fiscais, muitas vezes de forma reativa, apenas para evitar penalidades.

A consequência disso é um setor fragilizado, vulnerável a fiscalizações, erros tributários, má precificação de produtos e, principalmente, baixa longevidade.

“A ausência de planejamento tributário e a escolha errada do regime de tributação, por exemplo, são erros frequentes que poderiam ser evitados com acompanhamento técnico”, diz Asbem.

Ele lembra que, nos bares, onde os custos variáveis são altos e o controle de estoque influencia diretamente a rentabilidade, ter clareza sobre números é condição mínima para manter o negócio sustentável.

TARG COMUNICAÇÃO

 @targcomunicacao

BIANKA MUNIZ

JULIANA TELES

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AER44 Recebe 15 Kits de máquinas de costura que serão destinados a capacitação no setor de moda.

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Entrega ocorreu hoje (21) pela manhã na sede da superintendência regional da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A aquisição dos equipamentos foi possível graças à emenda parlamentar de autoria do deputado Daniel Agrobom

A Associação Empresarial da Região da 44 (AER-44) recebeu na manhã desta quinta-feira (21) 15 kits completos de corte e costura, totalizando 90 máquinas, que foram doadas pelo deputado federal Daniel Agrobom (MDB), por meio de emenda parlamentar de sua autoria, e por intermédio de parceria com a Superintendência Regional da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), em Goiânia.

A entrega dos equipamentos ocorreu durante evento realizado na sede da superintendência regional da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), De acordo com Sérgio Naves, presidente da AER44, os kits serão destinados ao fortalecimento da indústria da moda da Região da 44.

“A ideia é firmar parcerias, com a iniciativa pública ou privada, para montar cursos de capacitação na área de moda e também atender a parte da demanda produtiva do nosso polo confeccionista” explicou o líder empresarial após a entrega.

Ao falar da doação dos kits de corte e costura para AER44, recentemente reconhecida como entidade de utilidade pública, o deputado Daniel Agrobom destacou a importância econômica e social da Região da 44 para Goiás, como um dos maiores polos de produção de moda no Brasil.

“Sabemos que a Região da 44 precisará bem mais do que estes 15 kits que estamos entregando aqui, devido a intensa movimentação que temos nesse importante polo de moda do Brasil, que não fornece só para Goiás e o Centro-oeste, mas para o Brasil e para fora do país.

Mas espero que estes kits ajudem realmente na fomentação de empregos e negócios”, afirmou o parlamentar durante a entrega dos equipamentos.

Na oportunidade, o deputado também fez a entrega de kits de corte e costura também para a prefeitura de Abadiânia de Goiás e entrega de equipamentos a cooperativas de apicultores em Goiás.

Cada kit de corte e costura é composto por equipamentos essenciais para a cadeia produtiva da moda, permitindo que oficinas, cursos de capacitação e futuros profissionais tenham acesso a maquinários modernos e especializados:

Máquina de Costura Reta: utilizada para costuras lineares e acabamentos básicos, sendo considerada a principal máquina da confecção.

Máquina Interlock: responsável por unir tecidos com maior resistência e elasticidade, muito utilizada em malharias e peças esportivas.

Máquina Overlock: realiza acabamento e fechamento das bordas dos tecidos, evitando desfiamentos e garantindo qualidade profissional às peças.

Máquina Galoneira: utilizada principalmente em barras, golas e acabamentos de roupas em malha, proporcionando elasticidade e acabamento refinado.

Máquina Perponteira: equipamento voltado para reforços e costuras decorativas, garantindo maior resistência e padrão estético às peças.

Máquina de Corte a Disco: utilizada para cortes precisos de tecidos em grande volume, aumentando produtividade e padronização industrial.

Para o presidente da AER44, o recebimento dos equipamentos representa um passo importante para o fortalecimento da indústria da moda em Goiás..

Max Chocolate, diretor de marketing e divulgação da AER44; deputado federal Daniel Agrobom e Sérgio Naves, presidente da AER44

“A nossa proposta de uso desses kits vai além da geração de oportunidades econômicas, é criar um ambiente de formação e qualificação profissional, mais especializada e preparada para atender as demandas crescentes do setor confeccionista” explicou Sérgio.

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Passos da Alma.

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Projeto terapêutico une dança, acolhimento e autoconhecimento para mulheres em Goiânia O “Passos da Alma” é um projeto terapêutico voltado exclusivamente para mulheres, criado com o propósito de oferecer um espaço de reconexão com o corpo, com a leveza, com a potência feminina e com a própria história.

Idealizado por Márcia Christovam, psicóloga, neuropsicóloga, analista junguiana, mentora e fundadora da Logos Cia – Psicologia, Educação e Desenvolvimento Profissional, o projeto nasceu do desejo de proporcionar às mulheres uma experiência de cuidado integral, unindo movimento, reflexão, símbolos, convivência e acolhimento.

Mais do que uma aula de dança ou um encontro terapêutico tradicional, o “Passos da Alma” é uma vivência cuidadosamente conduzida, que integra dança de salão, dança do ventre, rodas de conversa, ritual do chá e práticas simbólicas de autoconhecimento.

A proposta é criar um ambiente seguro, sensível e afetivo, onde cada mulher possa se perceber para além das exigências da rotina, dos papéis sociais e das responsabilidades cotidianas.

A cada encontro, um tema arquetípico conduz a experiência.Por meio dos elementos simbólicos, dos elementos da natureza, das vivências terapêuticas e de narrativas que atravessam o feminino, as participantes são convidadas a refletir sobre seus movimentos internos: seus desejos, limites, forças, dores, bloqueios, ciclos e possibilidades de transformação.

O PROJETO Segundo Márcia Christovam, o projeto nasceu da percepção de que muitas mulheres estão emocionalmente sobrecarregadas, desconectadas do próprio corpo e de suas verdades mais profundas, vivendo quase sempre em função das demandas externas.

A iniciativa também se relaciona à sua própria experiência com a dança de salão, que se tornou um dos importantes veículos de cura de sua alma durante um doloroso processo de luto.

A partir dessa vivência, surgiu o desejo de compartilhar com outras mulheres um espaço de reconexão, especialmente com aquelas que, ao longo da vida, foram se colocando no lugar de eternas doadoras e cuidadoras, deixando em segundo plano o autocuidado, o prazer, a leveza e o autoamor.

“O Passos da Alma é um convite para que a mulher volte a habitar o próprio corpo com mais presença, beleza e verdade. É um espaço para lembrar que a vida não precisa ser apenas tarefa, cobrança e desempenho.

Ela também pode ser encontro, movimento, prazer, pertencimento e reconexão com a alma. Nenhuma mulher precisa atravessar suas dificuldades sozinha.

Desde que o mundo é mundo, mulheres se fortalecem e se curam em rodas de conversa, na escuta sensível e no reconhecimento umas das outras”, destaca a idealizadora. SOBRE O ESPAÇO Um dos diferenciais do projeto é a atmosfera intimista e acolhedora.

As vivências acontecem em um espaço preparado para favorecer o encontro, a troca de experiências e o fortalecimento de vínculos. A proposta valoriza o corpo não como objeto de cobrança estética, mas como território de expressão, memória, sensibilidade e potência.

O Passos da Alma acontece mensalmente, sempre na segunda terça-feira de cada mês, às 19h, na sede da Logos Cia no Jardim América, em Goiânia.

As inscrições e informações podem ser feitas pelo WhatsApp: (62) 98162-4708.

SERVIÇO:·

Evento: Projeto “Passos da Alma”·

Idealização: Márcia Christovam – psicóloga, neuropsicóloga, analista junguiana, mentora e fundadora da Logos Cia –

Psicologia, Educação e Desenvolvimento Profissional· Público:

Direcionado às mulheres·

Quando: Segunda terça-feira de cada mês·

Horário: 19h·

Próximo encontro: 09 de junho·

Local: Logos Cia – Psicologia, Educação e Desenvolvimento Profissional·

Endereço: Praça C-232, nº 288, Jardim América, Goiânia·

Informações e inscrições:

62 98162-4708 (WhatsApp)

Contato: contato@logoscia.com.br

www.logoscia.com.br

Instagram: @logos.instituto @marciachristovam

@nb.press .

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Bom dia Bankiva.

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JB Alencastro especialmente para o D9 Notícias.

Antes mesmo da chamada matinal do Fajr, a oração muçulmana da alvorada, ouço-o. É um galo cantando muito alto e com um final abrupto. Atualmente vivo no décimo oitavo andar.

O sol ainda não raiou, mas parece que o galináceo está pronto para a rinha. Ele é convincente. Não vejo de onde vem e não me incomoda. Na verdade tenho curiosidade em conhecê-lo. Ao que parece mora na mata ao lado com a sua família. Recentemente fizeram uma derrubada lá e estão nascendo uns brotos de bambú.

Sei que ele adora. Resolvi acordar mais cedo do que ele e me escondi na capoeira. Por precaução fui bem calçado, vai que me aparece uma víbora de fosso de Wagler, igualzinha as que têm no templo das Nuvens Azuis.

Ridículo de bermuda, camiseta, boné, mochila, lanterna e bota. Mas seguro. Levei muita água, também. Aqui a temperatura varia de 26C a 32C, mas somando com a umidade, facilmente a sensação térmica ultrapassa os 40C. São tantos sons de pássaros diferentes que não consigo delimitar nem a metade e quanto mais identificá-los.

Gosto do mainá e sua pluralidade de vocalizações, parece até que fala. Vejo um amarelo bem grandão com um gorgeio alto, depois vou descobrir o nome.

Mas nada do danado cocoricar. Aí ouço uma barulhada na folhagem e dou de cara com um macaco com um círculo branco em volta dos olhos. Nunca havia visto um desses. Pareceu amistoso. Mas não arrisquei a socialização. É o langur de óculos.

O sol vem clareando o dossel de árvores que nos rodeiam. Elas são enormes. Feixes de luz compõe um cenário surreal.Silêncio. Ao que parece pode ser um predador de passagem. Pois quando a mata se cala é alguém grande e furtivo.

Uma civeta malaia surge do nada, comeu uma frutinha no chão e defecou. É aquela que fazem o café caríssimo que é vendido em Georgetown, no centro de Penang. Quase catei o resíduo dela.

Deve valer um dinheirão! Excitado com tantos encontros inesperados, quase me esqueci do objetivo. E não é que o Bankiva, o pai de todos os galos do mundo, me aparece ali. De frente. Imponente.

Peito cheio. Espora reluzente. Seu colar dourado, as penas vermelhas misturadas com as verdes, a cauda empinada e escura. Como é bonito! Olho para ele e ele olha para mim. São segundos, apenas.

Fotografei todo mundo, mas diante dele, vacilei. Não tinha me preparado. Sua presença majestosa me congelou. Só fiquei apreciando. Soltou seu grito e se foi. E eu parado ali. Pensando nesse animal que deu origem a uma espécie que nos alimenta com a carne e ovos por todo o mundo.

Incrível. Voltei feliz para casa, caminhando devagar, extasiado. Errei o caminho e fui parar uma espécie de clareira. E lá estavam todos reunidos, o langur, a civeta, o mainá e o galo, despreocupados. Quando se procura demais algo, é difícil achar e deixamos de perceber as maravilhas do caminhar.

Mas quando você relaxa e aproveita o percurso, até um galo Bankiva se põe a cantar.

JB Alencastro é médico e escritor.

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