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Férias no Arvorar, novo parque do Beach Park, ganham novas atrações com aventura, fontes interativas e experiências em meio à natureza

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Ninho do Explorador | Créditos: Roni Vasconcelos


Entre natureza exuberante, aventuras em trilhas suspensas e muita aventura, o Parque Arvorar prepara uma temporada cheia de novidades para quem busca diversão e momentos descontraídos ao ar livre no Ceará. Em julho, o parque ganhará novas atrações que prometem ampliar o roteiro de entretenimento para famílias, turistas e visitantes de todas as idades.

As novidades chegam para fortalecer a experiência oferecida pelo parque. Com atrações cada vez mais interativas e espaços pensados para brincar, explorar e até mesmo se refrescar, o Arvorar reforça sua proposta de unir entretenimento e natureza em um passeio capaz de encantar crianças e adultos.

Entre os principais lançamentos está o Ninho do Explorador, uma torre giratória com seis metros de altura que mistura descida vertical e giros radicais em uma experiência cheia de adrenalina para a criançada[1] [2] . Outra novidade é o Jardim das Águas, nova área molhada do parque com fontes temáticas interativas que convidam os visitantes a se refrescarem nos dias mais quentes, transformando o passeio em uma verdadeira experiência revigorante em meio à natureza.
 

O universo lúdico também ganha reforço com a chegada da Vila do Sr. Tapiti, espaço dedicado aos coelhos, onde os visitantes poderão interagir com os animais em um ambiente pensado para estimular descobertas, imaginação e contato com a fauna. Já o Quintal da Casa do Passarim ampliará as opções de recreação infantil com novos brinquedos instalados no entorno de uma das atrações mais queridas do parque.
 

Além das novas experiências, também serão espalhados pelo parque, telefones sem fio interativos que conectam diferentes pontos do Arvorar. Por meio deles, os visitantes poderão trocar mensagens, compartilhar descobertas e se surpreender ao ouvir vozes chegando de lugares inesperados.
 


Turkiesa | Créditos: Roni Vasconcelos


Exclusivamente durante a temporada das férias, a programação contará ainda com uma parede de escalada e uma tirolesa com 8 metros de altura e 30 metros de extensão. As atrações temporárias prometem ampliar as opções de lazer e aventura para crianças e famílias que visitarem o parque no período.
 

As novidades chegam para complementar as mais de 11 atrações já existentes no parque. Entre elas está a Casa do Passarim, uma casa na árvore de quatro andares com vista panorâmica de 360 graus; o Arvorão, circuito de trilhas aéreas com passarelas suspensas e escorregadores; e o Redão, um grande redário na altura da copa das árvores que desafia o equilíbrio dos visitantes. Os grandes destaques são os três aviários de imersão, onde o visitante é quem entra na casa de mais de 250 animais de diversas espécies de aves, podendo observar de perto espécies ameaçadas de extinção, como a arara-azul, o periquito-da-cara-suja e a jandaia-verdadeira. O parque também conta com programações especiais que incluem peças teatrais, apresentações musicais, oficinas e atividades recreativas ao longo do dia.
 

Combinando aventura, contato com a natureza e entretenimento para toda a família, o Arvorar transforma o passeio em uma experiência onde diversão e desaceleração caminham lado a lado, como uma trilha que leva direto para dentro da imaginação.


Sobre o Beach Park

Com 40 anos de história, o Beach Park Entretenimento é um grupo de empresas genuinamente cearense, que atua em diversas áreas de lazer e entretenimento. Localizado a apenas 30 minutos de Fortaleza, o complexo de entretenimento Beach Park é uma das opções de lazer mais procuradas pelos viajantes no país inteiro. Atualmente ocupa mais de 250 mil m² e reúne dois parques, o Aqua Park e o novo Parque Arvorar, quatro resorts de alto padrão, o Restaurante de Praia e a charmosa Vila Azul do Mar – espaço de convivência e serviços -, ambos abertos ao público. O Aqua Park, que conta com 30 atrações, é hoje considerado o segundo melhor parque aquático do mundo e o melhor das Américas (TripAdvisor/Travellers’ Choice, 2026), além de abrigar o Surreal, reconhecido pelo GUINNESS WORLD RECORDS™ como a montanha-russa aquática mais alta do mundo. Já o Arvorar é um novo parque temático do grupo, que combina diversão, educação e conservação ambiental. O local é um convite à aventura e à conexão com a natureza, oferecendo entretenimento para todas as idades.
 

O Beach Park Entretenimento também faz parte do Hall da Fama do TripAdvisor por ter recebido o Certificado de Excelência nos últimos cinco anos. Pelo segundo ano consecutivo, foi eleito um dos melhores lugares para se trabalhar do Brasil pelo Prêmio Great Place To Work. Mais que um destino de férias, hoje se consolida como um grupo de entretenimento por meio de suas diversas atuações como a Rádio Beach Park e o Beach Park Studios – estúdio de animação próprio.
 

Mais informações para a Imprensa:
Carol Algaves – carolalgaves@indexconectada.com.br
Giovanna Macario – giovannamacario@indexconextada.com.br
Elisa Melo – elisamelo@indexconectada.com.br
Victoria Manfrotti – victoriamanfrotti@indexconectada.com.br

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NIver da Gabi

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Gabriela Daniel, proprietária da Peça Rara Aparecida de Goiânia, comemora seu aniversário neste sábado, 24 de outubro, ao lado de clientes, amigos e familiares.

A celebração acontece na loja, das 9h às 18h, com café da manhã especial, reposição de semijoias a partir de R$ 19,90 e 15% de desconto em todas as peças. Av. Rio Verde, nº 5226, Vila Rosa. @pecarara.apgoiania

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Mais de 32 mil pessoas querem adotar no Brasil, mas 6 mil crianças ainda esperam por uma família.

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Diferença entre o perfil buscado pelos pretendentes e a realidade de crianças e adolescentes disponíveis será tema de encontro gratuito na UNIALFA nesta quinta-feira.

Mais de 32 mil pessoas estão habilitadas para adotar no Brasil, enquanto mais de 6 mil crianças e adolescentes aguardam uma família.

A diferença entre os números chama atenção, mas revela uma realidade mais complexa do que uma simples fila de espera.

Dados atuais do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento, mantido pelo Conselho Nacional de Justiça, mostram que o encontro entre pretendentes e crianças disponíveis depende de fatores como idade, condições de saúde, existência de grupos de irmãos e o perfil indicado por quem pretende adotar.

A discussão estará no centro de um encontro gratuito promovido pela Escola de Direito da UNIALFA nesta quinta-feira (22), em Goiânia.

Idade ainda é um dos principais desencontros*Um dos maiores obstáculos está na diferença entre a idade procurada pelos pretendentes e a das crianças que aguardam adoção.

Levantamento do CNJ mostrou que 70,4% das crianças e adolescentes disponíveis tinham entre 8 e 18 anos, enquanto a maior parte dos pretendentes manifestava preferência por crianças mais novas.

O próprio CNJ aponta que crianças mais velhas, adolescentes, grupos de irmãos e crianças com deficiência ou necessidades específicas de saúde estão entre aquelas que enfrentam maior dificuldade para encontrar uma família.

Quem pode adotar

A legislação brasileira permite que pessoas maiores de 18 anos se habilitem para adoção, independentemente do estado civil, desde que exista diferença mínima de 16 anos entre adotante e adotado.

O processo é gratuito e deve ser iniciado na Vara da Infância e da Juventude da região onde reside o pretendente.

O Sistema Nacional de Adoção também reconhece diferentes configurações familiares, incluindo famílias formadas por mãe ou pai solo, casais heterossexuais e casais homoafetivos.

Debate sobre discriminação

Além das características das crianças e adolescentes, o encontro promovido pela UNIALFA pretende discutir preconceitos relacionados às diferentes configurações familiares.

Neste ano, a instituição e o Tribunal de Justiça de Goiás estabeleceram uma cooperação para produzir material informativo destinado a pessoas e casais LGBTQIAPN+ interessados em adoção.

A iniciativa busca ampliar o acesso a informações sobre direitos, procedimentos e garantias relacionados ao processo adotivo.

Palestra ocorre nesta quinta-feira

A palestra “Adoção e o direito à não discriminação” será realizada às 9h, no Auditório Maria Dilda, na UNIALFA.

O encontro também marcará o lançamento da cartilha “Família, no plural”.

O convidado será Fábio Francisco Esteves, conselheiro do Conselho Nacional de Justiça, juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios e doutor em Direito pela Universidade de São Paulo.

A proposta é discutir adoção, diversidade familiar, igualdade de direitos e o papel das instituições na garantia da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes.

Autoridades participam

Também estão confirmados o presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, desembargador Leandro Crispim; a juíza Célia Regina Lara, coordenadora-geral da Infância e da Juventude; a juíza auxiliar da Presidência do TJGO, Lidia de Assis e Souza; o juiz Vitor Barros Mouro; a juíza Luana Cavalcante de Freitas; e o procurador do Trabalho Tiago Ranieri de Oliveira.

O evento é gratuito, aberto à comunidade e dará certificado de cinco horas aos participantes.

Serviço

Palestra:

Adoção e o direito à não discriminação

Data: 22 de outubro de 2026

Horário: 9h

Local: Auditório Maria Dilda – UNIALFA

Atividade: palestra e lançamento da cartilha “Família, no plural”

Participação: gratuita e aberta à comunidade

Certificado: 5 horas

Inscrições: Instagram da UNIALFA – @unialfa

Legenda: Encontro na UNIALFA vai discutir adoção, diversidade familiar e o direito à não discriminação.

Assessoria de Imprensa

Palavra Comunicação

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OMS publica primeiras diretrizes globais para tratar obesidade infantil; especialista alerta para importância do diagnóstico precoce.

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Endocrinologista pediátrica, Marília Barbosa explica por que o cuidado precisa considerar a idade, o desenvolvimento e a saúde emocional da criança.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou suas primeiras diretrizes globais para o tratamento da obesidade em crianças e adolescentes.

Divulgadas em 7 de outubro, as recomendações orientam profissionais e sistemas de saúde a oferecer um cuidado integrado, individualizado e baseado em evidências para uma doença crônica que pode comprometer a saúde física e emocional desde os primeiros anos de vida. 

O documento chega em um cenário preocupante: em 2024, cerca de 400 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 19 anos viviam com sobrepeso no mundo, incluindo 170 milhões com obesidade.

A prevalência da obesidade nessa faixa etária quadruplicou desde 1990, passando de 2% para 8%, segundo estimativas da organização. 

Para a endocrinologista pediátrica Marília Barbosa, a publicação representa um avanço importante ao reforçar a necessidade de reconhecer a obesidade infantil como uma condição que exige avaliação clínica e acompanhamento contínuo.

“A obesidade na infância precisa ser abordada com seriedade, mas também com acolhimento. Estamos falando de uma doença multifatorial, influenciada por aspectos biológicos, genéticos, comportamentais e ambientais.

Por isso, o cuidado deve considerar a realidade da criança e de sua família, sem culpabilizar ou estigmatizar”, explica.

Entre as principais recomendações da OMS está a adoção de intervenções estruturadas que combinem alimentação saudável, atividade física e mudanças de comportamento.

Essas estratégias podem ser realizadas individualmente ou em programas que integrem diferentes abordagens, com participação dos pais ou responsáveis. 

A organização também estabelece limites para outras modalidades de tratamento conforme a idade. Para crianças de até 9 anos, não recomenda o uso de medicamentos para tratar a obesidade ou dispositivos destinados à perda de peso.

Já entre adolescentes de 10 a 19 anos, medicamentos aprovados podem ser considerados em situações específicas, quando um programa estruturado e supervisionado de mudanças no estilo de vida não apresenta os resultados esperados. 

As diretrizes ressaltam que medicamentos e procedimentos não substituem o cuidado abrangente.

A base do tratamento continua sendo o acompanhamento que favoreça mudanças sustentáveis na alimentação, na atividade física e nos hábitos cotidianos.

Não existe uma única estratégia que funcione da mesma maneira para todas as crianças.

O plano de cuidado precisa levar em conta a idade, a trajetória de crescimento, as condições clínicas, a rotina familiar e os aspectos emocionais.

O objetivo é melhorar a saúde e a qualidade de vida, respeitando o desenvolvimento de cada paciente”, afirma Marília. 

PrevençãoNo Brasil, dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), referentes a 2024, mostram a presença expressiva de alimentos ultraprocessados na alimentação das pessoas acompanhadas pelo sistema.

O consumo foi registrado em 79% das crianças de 2 a 4 anos, 84% das crianças de 5 a 9 anos e 81% dos adolescentes monitorados. Para a endocrinologista, o ambiente em que a criança vive tem influência direta sobre a construção dos hábitos alimentares e da rotina de movimento.

“A prevenção começa nas oportunidades que a criança tem no dia a dia: acesso a alimentos variados, refeições organizadas, brincadeiras, atividade física, sono adequado e participação da família.

Essas condições precisam ser construídas de forma realista, sem a expectativa de uma rotina perfeita”, destaca. As diretrizes da OMS também chamam a atenção para a necessidade de considerar a saúde mental no acompanhamento da obesidade.

Crianças e adolescentes podem enfrentar bullying, discriminação, baixa autoestima e sofrimento emocional, fatores que precisam ser reconhecidos pelos profissionais de saúde. 

Segundo Marília, a maneira como adultos e profissionais abordam o peso pode influenciar a relação da criança com o próprio corpo e com a alimentação. “Comentários constrangedores, comparações e cobranças excessivas podem aumentar o sofrimento e dificultar a adesão ao cuidado.

É fundamental que a criança se sinta acolhida e que a família receba orientação para participar do tratamento de maneira positiva”, explica. 

A especialista reforça que o acompanhamento pediátrico permite avaliar o crescimento e o desenvolvimento ao longo do tempo, identificar fatores de risco e definir, quando necessário, uma abordagem terapêutica adequada.

O cuidado precoce pode contribuir para reduzir complicações associadas à obesidade, entre elas alterações metabólicas, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares. 

A publicação das primeiras diretrizes globais da OMS amplia a discussão sobre a necessidade de políticas públicas e serviços de saúde preparados para atender crianças e adolescentes com obesidade.

“O desafio é transformar as recomendações em acesso efetivo a um cuidado contínuo, individualizado e livre de estigmas”, sublinha a endocrinologista.

Carolina Pessoni

Pessoni Comunicação

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