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Medicina

Fevereiro Roxo, um chamado para a qualidade de vida

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Cantora e atriz Selena Gomez

O mês é dedicado à conscientização sobre o Alzheimer, Lúpus e Fibromialgia, especialista fala sobre a importância da nutrição em pacientes com as doenças 

O Fevereiro Roxo é uma campanha dedicada à conscientização sobre três doenças crônicas sem cura: Alzheimer, Lúpus e Fibromialgia. Seu principal objetivo é reforçar a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado, permitindo que os pacientes tenham mais qualidade de vida.  

Apesar de afetarem milhões de pessoas, essas condições ainda são pouco conhecidas e cercadas de desinformação. Por isso, divulgar informações corretas é essencial para combater o preconceito, ampliar o entendimento da sociedade e promover um acolhimento mais humano para quem convive com essas doenças.

Sobre o Alzheimer

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva que afeta a memória, a linguagem e o comportamento. É a principal causa de demência no mundo e costuma se manifestar a partir dos 60 anos.

Seus principais sintomas são esquecimento frequente, dificuldade para se comunicar ou realizar tarefas simples e alterações de humor e comportamento. O diagnóstico é feito por exames clínicos e neurológicos. O tratamento envolve medicamentos para retardar a progressão da doença e terapias que ajudam a preservar a autonomia do paciente pelo maior tempo possível.

Segundo a Nutricionista Jaqueline Lagares, especialista em emagrecimento e sócio-proprietária do Instituto Lagares, a nutrição desempenha um papel fundamental na prevenção e no controle da doença, ajudando a proteger o cérebro, reduzir a inflamação e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Alimentos ricos em antioxidantes, como frutas vermelhas, vegetais folhosos e oleaginosas, ajudam a combater os radicais livres, que danificam as células cerebrais. 

Lúpus 

O lúpus é uma doença autoimune crônica em que o sistema imunológico ataca tecidos saudáveis do próprio corpo, causando inflamação e danos em diversos órgãos. Ele pode afetar a pele, articulações, rins, coração, pulmões e o sistema nervoso, variando de pessoa para pessoa. 

Os sintomas mais comuns incluem fadiga extrema, dores articulares, lesões na pele, sensibilidade ao sol e, em alguns casos, comprometimento de órgãos internos. 

O tratamento depende da gravidade da doença e geralmente envolve medicamentos para controlar a inflamação, aliviar os sintomas e evitar complicações. Embora não tenha cura, o lúpus pode ser controlado com acompanhamento médico e mudanças no estilo de vida, permitindo uma melhor qualidade de vida para os pacientes.

Segundo ​​a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), estima-se que o Lúpus afeta entre 150 mil a 300 mil pessoas no Brasil, principalmente mulheres jovens com idade entre 20 e 45 anos, podendo comprometer também adolescentes.

Em 2025, a  cantora e atriz Selena Gomez tornou a doença mais conhecida ao revelar seu diagnóstico. A artista declarou que luta uma batalha contra a doença em seu estágio mais grave, o Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), a que pode causar fadiga extrema, dores articulares e inflamações em órgãos internos. Em 2017, Selena passou por um transplante de rim, pois a doença afetou seus rins de forma severa. Além disso, ela já relatou os impactos psicológicos da condição, como ansiedade e depressão.

A Fibromialgia

A fibromialgia é uma síndrome crônica caracterizada por dor generalizada no corpo, sensibilidade excessiva ao toque e fadiga intensa. Além da dor persistente, os pacientes podem apresentar distúrbios do sono, dificuldades de concentração, conhecida como “névoa mental”, rigidez muscular e sintomas emocionais, como ansiedade e depressão. 

Segundo Jaqueline, a nutrição é essencial para pacientes da doença, já que ajuda a reduzir a inflamação, melhorar os níveis de energia e aliviar os sintomas. “Uma alimentação equilibrada, aliada a outros cuidados, pode fazer diferença no bem-estar de quem convive com a fibromialgia”, declara ela.

A causa exata da fibromialgia ainda não é completamente compreendida, mas acredita-se que esteja relacionada a um desequilíbrio na forma como o sistema nervoso processa a dor, tornando o corpo mais sensível a estímulos que normalmente não seriam dolorosos. 

O diagnóstico é clínico e baseado na avaliação dos sintomas, já que não existem exames laboratoriais específicos para detectá-la. O tratamento envolve uma abordagem multidisciplinar, incluindo medicamentos para aliviar a dor, atividade física regular, fisioterapia, terapias complementares e mudanças no estilo de vida. Embora não tenha cura, a fibromialgia pode ser gerenciada para melhorar a qualidade de vida do paciente.

Assessoria de Imprensa:

Flora Alves Assessoria

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Medicina

Alzheimer é a segunda doença que mais assusta as pessoas

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Neste Setembro Lilás neurologista ressalta a importância de um diagnóstico precoce para o sucesso de tratamentos

Uma pesquisa do Instituto Datafolha mostra que o Alzheimer é a segunda doença (13%) que mais assusta os brasileiros, perdendo apenas para o câncer (75%). O levantamento, que ouviu 2.002 pessoas em todo o país, mostra que quatro em cada dez brasileiros conhecem alguém com a doença, a qual é neurodegenerativa progressiva e que leva à morte de neurônios em áreas cruciais para linguagem, raciocínio e memória. O resultado é um comprometimento gradual das funções cognitivas, que afeta a capacidade de lembrar, pensar, comunicar-se e realizar atividades cotidianas.

O Dia Mundial e Nacional de Conscientização da Doença de Alzheimer é comemorado em 21 de setembro e, em razão disso, o mês ganha a cor lilás para ampliar o debate sobre a enfermidade. Neste ano, o tema da campanha é Alzheimer: o diagnóstico importa. “Quanto mais cedo identificarmos o processo, maior é a possibilidade de benefício com o tratamento”, ressalta sobre essa temática o neurologista José Guilherme Schwan Júnior, que atende no centro clínico do Órion Complex, em Goiânia.

Apesar de não ser possível evitar a evolução do Alzheimer, que vai progredir, com um diagnóstico precoce é possível retardar a sua progressão. “Com os novos tratamentos, dependendo do estágio, pode ser retardado em até 40%. Então, é importantíssimo o diagnóstico cada vez mais precoce para que a gente consiga modificar a evolução da doença tornando-a mais lenta”, explica o especialista. “Isso porque as atuais terapias modificadoras da doença são indicadas justamente para esses pacientes: aqueles com comprometimento cognitivo leve ou demência em estágio inicial”, completa ele.

Sintomas
O principal sintoma associado à doença de Alzheimer é a falha de memória para fatos recentes, se esquece onde guardou um objeto, onde estacionou o carro, o que comeu no café da manhã ou até o nome de alguém que acabou de conhecer. Contudo,também podem surgir alterações de comportamento. “A pessoa pode ficar mais deprimida, ansiosa, agitada ou até mais eufórica”, detalha o médico.

José Guilherme Schwan Jr pontua ainda que podem aparecer dificuldades nas chamadas funções executivas, ou seja, na capacidade de planejar e executar tarefas que antes eram automáticas. “Por exemplo, dirigir pode começar a ficar mais difícil: entrar no carro, organizar os comandos, trocar as marchas ou tomar decisões no trânsito. A capacidade visuoespacial também pode ser comprometida. A pessoa pode começar a se confundir ou até se perder em caminhos que sempre conheceu e percorreu”, destaca.

À medida que a enfermidade progride, esses sintomas vão ficando cada vez mais intensos e o paciente começa a perder a capacidade de viver de forma independente e isso, segundo o neurologista, pode colocar em risco não apenas a sua saúde, mas também a sua segurança e até o seu patrimônio. “Com a progressão da doença, a necessidade de supervisão vai aumentando, até que o paciente pode precisar de acompanhamento praticamente em tempo integral”, afirma.

Genética
Segundo o especialista, ter histórico familiar de Alzheimer, principalmente em familiares de primeiro grau, aumenta o risco de desenvolver a doença. Porém, isso não significa que exista uma forma genética hereditária. “A possibilidade de uma influência genética mais forte deve chamar especialmente a atenção quando existem vários familiares acometidos e, principalmente, quando a doença aparece de forma precoce, antes dos 65 anos”, pontua.

De maneira geral, quanto maior o número de familiares próximos acometidos e quanto mais jovem a idade de início da doença nessas pessoas, maior deve ser a suspeita de um componente genético importante, que pode inclusive ser transmitido entre gerações. “Mas é importante lembrar que na grande maioria dos casos, o Alzheimer não é causado por uma única alteração genética hereditária. A idade continua sendo o principal fator de risco para o desenvolvimento da doença”, ressalta José Guilherme Schwan Jr.


Prevenção
Embora não exista uma forma de prevenção capaz de garantir que uma pessoa nunca terá Alzheimer, diversos fatores relacionados ao estilo de vida podem reduzir esse risco. “A prática regular de exercícios físicos, uma alimentação saudável, rica em alimentos naturais e pouco processados, como peixes, azeite, castanhas, frutas e vegetais, manter-se cognitivamente ativo, aprender coisas novas e preservar uma boa convivência social são alguns exemplos”, elenca o neurologista.

Ele salienta que é fundamental tratar adequadamente a perda auditiva e a depressão, evitar o isolamento social e controlar fatores de risco cardiovascular, como hipertensão, diabetes e colesterol elevado. Uma maior escolaridade ao longo da vida também está associada a uma maior reserva cognitiva. “Portanto, não existe uma fórmula capaz de impedir o Alzheimer, mas existe, sim, uma série de atitudes ao longo da vida que podem reduzir significativamente o risco de desenvolver demência”, salienta.


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Medicina

Esclerose múltipla é mais comum em jovens adultos

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Neste Agosto Laranja, neurologista explica a doença e fala sobre sintomas, crises e tratamentos

De acordo com a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (Abem) estima-se mais de 40 mil casos diagnosticados no país. Por sua vez, a Organização Mundial da Saúde (OMS), afirma que a doença atinge cerca de 2,8 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, em 30 de agosto celebra-se o Dia Nacional de Conscientização sobre a Esclerose Múltipla e o mês ganha a cor laranja para alertar sobre a enfermidade.

O neurologista Iron Dangoni Filho, que atende no centro clínico do Órion Complex, em Goiânia, pontua que a esclerose múltipla é mais comum em adultos jovens, principalmente entre os 20 e 40 anos de idade. “Também é cerca de duas a três vezes mais frequente em mulheres do que em homens. Apesar disso, a doença pode surgir antes ou depois dessa faixa etária, embora isso seja bem menos comum”, afirma.

Não há grupo de risco fechado para esta enfermidade, mas, segundo o médico, algumas pessoas podem ter mais chances de desenvolvê-la. “A esclerose múltipla resulta da interação entre predisposição genética e fatores ambientais. Ter um familiar com a doença aumenta discretamente o risco, mas a grande maioria dos pacientes não possui outros casos na família. Pessoas com baixos níveis de vitamina D, histórico de infecção pelo vírus Epstein-Barr na infância, obesidade na adolescência e tabagismo apresentam maior risco de desenvolver a doença”, explica.

Sintomas e estilo de vida
Iron Dangoni Filho destaca que os sintomas da esclerose múltipla variam bastante de uma pessoa para outra, mas alguns sinais merecem atenção, principalmente quando surgem de forma súbita e persistem por mais de 24 horas. “Entre eles estão perda ou embaçamento da visão em um dos olhos, geralmente acompanhado de dor ao movimentá-lo; formigamentos ou dormências em braços, pernas ou no rosto; fraqueza em um lado do corpo; desequilíbrio, tontura ou dificuldade para caminhar; visão dupla e alterações urinárias”, elenca.

Embora o estilo de vida, por si só, não cause esclerose múltipla, o neurologista afirma que ele pode influenciar tanto no risco de desenvolver a enfermidade quanto em sua evolução. “O tabagismo é um dos fatores mais bem estabelecidos e está associado a uma progressão mais rápida da doença e maior incapacidade ao longo do tempo. O sedentarismo pode contribuir para piorar o condicionamento físico, fadiga e perda de qualidade de vida. Já o  consumo excessivo de álcool pode piorar sintomas como desequilíbrio e interagir com alguns medicamentos”, detalha.

Crises e tratamentos
Durante uma crise, Iron Dangoni Filho ressalta que o mais importante é procurar atendimento médico para confirmar se realmente se trata de um surto da doença ou de outra condição, como uma infecção, que pode causar piora temporária dos sintomas. “Além do tratamento prescrito pelo neurologista, familiares e amigos podem ajudar oferecendo apoio, respeitando as limitações do paciente naquele momento e auxiliando nas atividades do dia a dia quando necessário”, pontua.

Ele lembra que desde 2012, com o surgimento da primeira medicação de alta eficácia, o tratamento da esclerose múltipla mudou, assim como a evolução, modificando a ideia de que a doença levará a pessoa a ficar acamada ou com sequelas. “O tratamento pode ser dividido em dois pilares. O primeiro é o tratamento das crises, geralmente realizado com corticoides em altas doses para reduzir a inflamação, chamado de pulsoterapia (terapia de pulso, pois usamos uma alta dose em um curto intervalo de tempo)”. 

Já o segundo pilar é o tratamento modificador da doença. “Feito com medicamentos que reduzem a atividade inflamatória, diminuem o número de surtos, retardam a progressão da incapacidade e reduzem o aparecimento de novas lesões no cérebro e na medula”, destaca o especialista. Atualmente existem diversas medicações, incluindo terapias orais, injetáveis e infusões intravenosas, permitindo individualizar o tratamento para cada paciente. “Existem tratamento diários, mensais e até drogas que são usadas uma vez ao ano. Inteirar-se com seu neurologista sobre as opções é de extrema importância e sugiro, inclusive, que participe de forma ativa na escolha do tratamento junto do seu médico”, salienta Iron Dangoni Filho.

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Medicina

Obesidade aumenta 118% no Brasil e impulsiona busca por tratamentos mais completos

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Com crescimento de 118% em quase duas décadas, doença exige acompanhamento contínuo e abordagem multidisciplinar para prevenir complicações como infarto e AVC

A obesidade está crescendo em ritmo acelerado no Brasil e acendendo um alerta entre profissionais da saúde. Dados do Vigitel, sistema de vigilância do Ministério da Saúde que monitora fatores de risco para doenças crônicas, mostram que o número de adultos com obesidade aumentou 118% no país entre 2006 e 2024.

No período, o percentual de brasileiros com a doença passou de 11,8% para 25,7%. O crescimento foi observado tanto entre homens quanto entre mulheres. Entre a população feminina, os índices saltaram de 12,1% para 26,7%, enquanto entre os homens a taxa passou de 11,4% para 24,4%.

O cenário reforça uma tendência observada por outros estudos recentes. Levantamento do Datafolha apontou que seis em cada dez brasileiros adultos convivem com excesso de peso ou obesidade. Já uma pesquisa do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para a Saúde (Cidacs/Fiocruz Bahia) identificou o avanço do sobrepeso e da obesidade entre crianças, mostrando que o problema tem atingido faixas etárias cada vez mais jovens.

Mais do que uma questão estética, a obesidade é reconhecida atualmente como uma doença crônica e multifatorial, associada ao aumento do risco de diversas condições graves de saúde. Entre elas estão hipertensão arterial, diabetes tipo 2, colesterol elevado, gordura no fígado, insuficiência cardíaca, infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Diante desse cenário, cresce também a busca por tratamentos mais completos e capazes de oferecer resultados sustentáveis. Foi a partir dessa necessidade que o cardiologista e também pós-graduado em nutrologia, Dr. Guilherme Borges, e a nutricionista Pammela Munique Vilela Borges idealizaram o Mova Fit, programa multidisciplinar voltado ao tratamento da obesidade e à melhora da saúde cardiometabólica.

Segundo os especialistas, o programa nasceu da percepção de que a obesidade não pode ser tratada apenas com dietas restritivas ou soluções isoladas.

“A obesidade é uma doença complexa que envolve fatores hormonais, metabólicos, comportamentais e até genéticos. Por isso, o tratamento precisa ser individualizado e contínuo. Quando conseguimos reduzir gordura corporal, especialmente a gordura visceral, também reduzimos o risco de doenças graves como infarto e AVC”, explica o cardiologista Dr. Guilherme Borges.

O método reúne médico, nutricionista e educador físico em uma estratégia integrada. Logo no início, o paciente passa por uma avaliação completa que inclui consulta médica e nutricional simultânea, eletrocardiograma e exame de bioimpedância, utilizado para avaliar a composição corporal.

O objetivo vai além da perda de peso. A proposta é promover a chamada recomposição corporal, com redução da gordura corporal e preservação da massa muscular e óssea, fatores diretamente relacionados à saúde metabólica e à manutenção dos resultados a longo prazo.

“A balança não conta toda a história. Duas pessoas podem ter o mesmo peso e condições de saúde completamente diferentes. Por isso, nosso foco está na composição corporal. Queremos que o paciente perca gordura, preserve músculos e desenvolva hábitos que permitam manter os resultados ao longo da vida”, afirma a nutricionista Pammela Munique Vilela Borges.

Outro diferencial do programa é o acompanhamento semanal. Os pacientes recebem uma balança de bioimpedância e uma fita métrica para monitorar sua evolução em casa. As informações são analisadas pela equipe multidisciplinar, que realiza ajustes frequentes na alimentação, na atividade física e na estratégia medicamentosa quando necessário.

Nos últimos anos, medicamentos como semaglutida e tirzepatida, popularmente conhecidos como “canetas emagrecedoras”, passaram a integrar o tratamento da obesidade e têm contribuído para resultados mais expressivos. No entanto, os especialistas alertam que o uso dessas medicações sem acompanhamento adequado pode comprometer a saúde e reduzir a eficácia do tratamento.

“Os medicamentos representam um avanço importante, mas não substituem a alimentação adequada, a atividade física e o acompanhamento profissional. Quando utilizados sem orientação, podem favorecer perda muscular, deficiências nutricionais e dificultar a manutenção dos resultados”, destaca Pammela.

Para os idealizadores do Mova Fit, o avanço da obesidade no Brasil reforça a necessidade de mudar a forma como a doença é encarada e tratada.

“Hoje sabemos que emagrecer é apenas uma etapa. O grande desafio é manter os resultados e preservar a saúde ao longo dos anos. Por isso, trabalhamos com acompanhamento contínuo, focado não apenas na perda de peso, mas na prevenção de doenças e na melhoria da qualidade de vida”, conclui Dr. Guilherme Borges.

Sobre o Mova Fit

Idealizado pelo cardiologista Dr. Guilherme Borges e pela nutricionista Pammela Munique Vilela Borges, o Mova Fit é um programa multidisciplinar de emagrecimento e transformação corporal que integra medicina, nutrição, avaliação de composição corporal e acompanhamento contínuo. O método combina ciência, tecnologia e estratégias personalizadas para promover perda de gordura, ganho ou preservação de massa muscular e melhora da saúde cardiometabólica, com ou sem o uso de análogos de GLP-1.

Felipe Fernandes

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