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Flamboyant Instituto participa de missão humanitária na África

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Organização social se une à Fraternidade Sem Fronteiras para apoiar projeto Ubuntu, em campo de refugiados, no Malawi Uma comitiva do Flamboyant Instituto está em missão no maior campo de refugiados de Dzaleka, no Malawi, continente africano, neste mês de maio. Indo além do compromisso de ofertar conhecimento e promover cursos em diferentes campos, a organização que tem o desenvolvimento humano como centro se une à Fraternidade sem Fronteiras para apoiar o projeto Ubuntu.

Com sólidos pilares direcionados à educação, acolhimento e oficinas de trabalho, a iniciativa Ubuntu fornece mais de 90 mil refeições por mês, gera cerca de 870 oportunidades de trabalho, mantém 934 crianças na escola, além de 71 idosos e atendimento a crianças com deficiência.

As pessoas em situação de vulnerabilidade que são acolhidas no Malawi pelo projeto também passam a ter acesso a abrigo, sendo que a iniciativa já viabilizou a construção de 431 casas, higiene e saúde, atividades pedagógicas, culturais, formação profissionalizante, poços artesianos e outros recursos humanitários.

A proposta do Flamboyant Instituto é contribuir com a construção de 20 novas casas, apadrinhar a entrega de uma nova sala de aula, que se soma às 21 já existentes e colaborar com a compra de 1 hectare de terra para o plantio. Este último, além de gerar alimentação e trabalho digno, tem o propósito de retirar mulheres da exploração sexual.

CampanhaDando visibilidade ao trabalho da Fraternidade sem Fronteiras, o Flamboyant Instituto iniciou em 23 de abril, a campanha “Missão África”, em que todo valor arrecadado será dobrado pelo Grupo Flamboyant. Com isso, a organização elegeu as iniciativas Casas do Coração, Ubuntu School e Mães do Campo. Ampliando a corrente de solidariedade, as pessoas podem colaborar apadrinhando outras iniciativas do projeto Ubuntu. Com R$250/mensal é possível manter ou incluir uma mãe na iniciativa Mães do Campo ou mesmo incluir uma nova criança na escola. Porém, toda doação, independente do valor pode ser direcionada à Chave Pix ubuntunation@fraternidadesemfronteiras.org.br.

“Estamos apoiando com recursos materiais tendo como foco principal inspirar as pessoas a participarem dessa corrente de solidariedade. Nossa entidade, que tem o desenvolvimento humano ancorando todas as iniciativas, acredita, assim como a Fraternidade Sem Fronteiras, na prática do bem sem restrições étnicas, geográficas ou religiosas. É muito emblemático vivenciar presencialmente o impacto da nossa contribuição humana e financeira, num país que concentra mais de dois terços da população em extrema pobreza”, avalia a CEO do Grupo Flamboyant Alessandra Louza.

Complementando o sentimento de solidariedade dos representantes do Grupo Flamboyant enviados à África, a gerente do Flamboyant Instituto Adeline Manso reforça o trabalho que vem sendo compartilhado por toda a equipe e nas redes sociais da entidade. “Juntos, podemos criar um futuro de esperança no Malawi, onde a compaixão e a solidariedade sejam os fios que unem a humanidade pelo amor. Nossos corações nos guiaram rumo a essa nação, onde o campo de refugiados de Dzaleka nos convida a transcender a mera observação. Em cada olhar, em cada história, encontraremos a força que desafia a adversidade, a resiliência que floresce em meio ao caos. Buscamos tecer laços de conexão genuína e construir pontes de esperança que resistirão ao tempo. Cada lição aprendida será um farol que guiará nossas ações, um chamado para construir um mundo onde a esperança exista”, avalia Adeline. 

Sobre o MalawiNo Malawi, uma das nações mais densamente povoadas do mundo, mais da metade dos malauianos vive com menos de US$ 1 por dia. A grande maioria depende da agricultura para subsistência. Dzaleka, localizado no distrito de Dowa, a cerca de 50 km da capital do país, antes de se tornar um campo de refugiados, serviu como prisão política para cerca de 6.000 detentos e no ano de 1994, passou a receber pessoas fugindo do genocídio, violência e das guerras no Burundi, Ruanda e na República Democrática do Congo. Atualmente, abriga aproximadamente 56.000 refugiados.

Sobre o Flamboyant InstitutoDesenvolvimento humano por meio de valores e projetos que se conectam às pessoas, novas propostas de autoconhecimento, apreciação da arte, do esporte e da cultura. Com esse compromisso, o Flamboyant Instituto, fundado em 2004 pelo Grupo Flamboyant, tem atuado para fortalecer ainda mais, os inúmeros projetos de responsabilidade social do Grupo Flamboyant. Focando principalmente em pessoas, atualmente são oferecidos nove campos específicos, todos fundamentados em valores humanos como Humanismo, Entusiasmo, Inovação, Excelência e Perpetuidade. Mais do que ofertar conhecimento, promover cursos e compartilhar experiências de vida, o Flamboyant Instituto acredita que saúde da mente e inteligência emocional estão diretamente ligadas ao processo único de desenvolvimento individual. Por isso, investe na formação do Ser Integral, apontando caminhos para o despertar espiritual, saúde física, clareza mental, equilíbrio e autoconhecimento. 

FatoMais Comunicação –

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OMS alerta para explosão de casos de câncer até 2050 e reforça que prevenção será decisiva para frear avanço da doença.

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Oncologista Diego Machado

Relatório aponta que novos diagnósticos podem saltar de 20,6 milhões para 35 milhões por ano nas próximas décadas. Especialista destaca que hábitos saudáveis, vacinação e diagnóstico precoce podem evitar até 40% dos casos.

O câncer deve se tornar um dos maiores desafios da saúde pública mundial nas próximas décadas.

Um novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), desenvolvido em conjunto com a Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (IARC), estima que o número de novos casos da doença aumentará de aproximadamente 20,6 milhões por ano para cerca de 35 milhões até 2050.

O levantamento também revela que uma em cada cinco pessoas desenvolverá algum tipo de câncer ao longo da vida e que 92% da população mundial será impactada direta ou indiretamente pela doença, seja por um diagnóstico próprio ou de um familiar próximo.

O relatório ainda chama a atenção para um problema que acompanha esse crescimento: as desigualdades no acesso à prevenção, ao diagnóstico precoce, ao tratamento e aos cuidados especializados.

Enquanto países de alta renda apresentam maiores índices de sobrevida para diversos tipos de câncer, milhões de pessoas em regiões mais vulneráveis continuam enfrentando dificuldades para realizar exames, iniciar tratamentos e receber acompanhamento adequado.

Para o médico oncologista Diego Machado, o aumento dos casos não significa que a doença seja inevitável, mas evidencia a necessidade de fortalecer políticas públicas e conscientizar a população sobre os fatores de risco.

“O envelhecimento da população contribui para esse aumento, mas ele não explica tudo.

O estilo de vida moderno, com alimentação inadequada, sedentarismo, obesidade, consumo de álcool, tabagismo e exposição excessiva ao sol, também exerce um papel importante.

A boa notícia é que grande parte desses fatores pode ser modificada”, afirma.Segundo a própria OMS, até 40% dos casos de câncer poderiam ser prevenidos com medidas simples, como não fumar, evitar o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física regularmente, controlar o peso corporal, proteger-se da radiação solar, vacinar-se contra vírus relacionados ao câncer — como HPV e hepatite B — e participar dos programas de rastreamento recomendados para cada faixa etária.

O especialista ressalta que a prevenção vai além da adoção de hábitos saudáveis e inclui uma postura ativa em relação à própria saúde.

A prevenção não acontece apenas dentro do consultório. Ela começa nas escolhas do dia a dia e também no acompanhamento médico periódico.

Quando o câncer é identificado em fases iniciais, as chances de cura aumentam significativamente e, muitas vezes, os tratamentos são menos agressivos e oferecem melhor qualidade de vida ao paciente”, explica Diego Machado.

Outro fator apontado pela OMS é que o crescimento da incidência está diretamente relacionado ao envelhecimento populacional e ao aumento da expectativa de vida.

Com mais pessoas vivendo por mais tempo, cresce naturalmente o número de diagnósticos, já que o câncer é uma doença cuja incidência aumenta com a idade. No entanto, especialistas reforçam que esse cenário torna ainda mais urgente o investimento em prevenção, educação em saúde e ampliação do acesso aos serviços especializados.

Para Diego Machado, a sociedade precisa compreender que combater o câncer é uma responsabilidade compartilhada entre governos, profissionais de saúde e população.

“Precisamos substituir a cultura de procurar ajuda apenas quando surgem sintomas pela cultura da prevenção. Informar, vacinar, rastrear e incentivar hábitos saudáveis são estratégias capazes de salvar milhares de vidas todos os anos. Quanto antes agimos, maiores são as possibilidades de mudar essa realidade.

*Serviço

OMS alerta para explosão de casos de câncer até 2050 e reforça que prevenção será decisiva para frear avanço da doença

Médico oncologista

Diego Machado Instagram: @dr.diegomachado

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Marília 2.0

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*Marília Tavares anuncia conclusão do projeto “Marília 2.0” com faixa inédita e participação de VH & Alexandre

A cantora Marília Tavares entra na reta final de um dos projetos mais importantes de sua carreira.

No próximo dia 30 de julho, chega às plataformas de áudio a segunda parte de “Marília 2.0”, reunindo sete faixas, sendo seis regravações e uma música inédita.

Intitulada “Pra Sempre Traidor”, a canção inédita integra a nova etapa do projeto, que também consolida o álbum completo com a união do EP 1 e do EP 2.

Já os videoclipes serão lançados no YouTube no dia 31 de julho.Para marcar o encerramento de “Marília 2.0”, a cantora recebe a participação especial de VH & Alexandre na regravação das músicas “Cadeira de Aço / Manchete dos Jornais”.

Desde o início do lançamento do projeto, Marília Tavares tem apresentado uma nova fase artística, investindo em repertório, releituras e produções que evidenciam sua evolução musical.

Agora, com a divulgação das últimas sete faixas, o público poderá conhecer “Marília 2.0” em sua versão completa.

“O ‘Marília 2.0’ representa um momento muito especial da minha carreira. Cada música foi escolhida com muito carinho, e poder apresentar ‘Pra Sempre Traidor’, além de encerrar esse projeto com a participação de VH & Alexandre, deixa tudo ainda mais especial.

Estou muito ansiosa para que todo mundo ouça o álbum completo”, destaca Marília Tavares.30 de julho: lançamento das seis regravações, da música inédita “Pra Sempre Traidor” e do álbum completo “Marília 2.0” nas plataformas de áudio.31 de julho: lançamento dos vídeos oficiais no YouTube.

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Sem papas na língua:

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Lipe Alive escolhe a Flamus para criar conteúdos inéditos com muito humorCom mais de 1.5 milhão de seguidores, o engenheiro civil disse estar cansado das restrições feitas pelos algoritmos e adota nova plataforma.Felipe, mais conhecido como Lipe Alive, é um dos grandes nomes do mercado brasileiro quando o assunto é presença digital.

Suas publicações arrancam gargalhadas dos seus seguidores, enquanto o trabalho com consultorias traz formas de se posicionar nas redes sociais para ganhar mais visibilidade.

Ainda assim, o cotidiano de todo criador de conteúdo depende do alcance das postagens e da capacidade de engajamento para monetizar com publicidade – ou pelo menos era assim.

Lipe publicou em um de seus perfis que escolheu a Flamus como novo espaço para divulgação de conteúdos.

A plataforma surge com a proposta de construção de comunidades, liberdade de linguagem e aproximação com os fãs.

Mesmo com uma base grande, Alive faz parte dos Creators que sofrem com as constantes mudanças das regras dos algoritmos, restrições de palavras banidas e comunicação com seguidores.

“Então eu tenho que ficar refém de viralização pra quem me segue ver o vídeo?!” questiona o Creator.

Uma nova era está se formandoO Brasil atualmente tem mais de quatro milhões de criadores ativos e, logicamente, é quase impossível uma oferta tão grande de empresas que busquem influencers para representar suas marcas.

Trends e dancinhas dominaram as postagens na luta para ganhar visualizações, enquanto os conteúdos passaram a ser coadjuvantes em muitos casos.Lipe desabafa em uma postagem:

“Eu fiz um vídeo com mais de três minutos e não tem lógica nenhuma ele ter chegado para apenas 37% dos meus seguidores. você recebe uma mensagem do próprio Instagram de que esse vídeo vai ter um alcance restrito pra sua audiência.

Era o que eu queria! Só que agora tem mais gente que não me segue e viu o vídeo do que quem me segue.”A entrada na Flamus parece ser uma virada de chave – não só para ele como para o mercado.

A empresa, que se posiciona como um ecossistema desenvolvido para retomar a ideia de comunidades unidas por interesses em comum, estimula que os Creators produzam conversas mais diretas com seus fãs e possam monetizar com assinaturas, conteúdos pay per view e gorjetas.

O cenário então se torna outro: uma plataforma que foca em liberdade para falar o que pensa com quem realmente deseja ter mais proximidade com os assuntos que têm mais interesse.

Foi esse tipo de leitura que levou Lipe a testar um novo espaço para se conectar com o público na Flamus.

Agenciado pela Play9, uma das maiores empresas de mídia e conteúdo do país.

Alive embarca junto com outros Creators que buscam uma mudança de comportamento entre criadores com audiência já consolidada.

Cada vez mais, esse grupo procura por ambientes que ofereçam estabilidade e relação direta com o público, ao invés de funcionar só sob critérios de distribuição que mudam sem aviso e sem explicação.

“Eu gosto de entender a lógica por trás do que acontece nas redes, isso vem até da minha formação.

Analisando o que rola hoje, ficou claro que eu precisava de um espaço que entregasse o que eu produzo pra quem realmente tá do outro lado.

Conheci a Flamus nessa fase e decidi ficar.” Na Flamus, ele passa a compartilhar bastidores da evolução física, treinos, desabafos e conversas mais próximas sobre experiências e rotinas.

Os temas, que já rendem identificação com seu público, serão focados para uma criação de conversas mais reais com seus seguidores – sem sofrer com algoritmos decidindo quem vê o quê.

“O que chama atenção no Lipe é que ele resolveu esse problema com dados, não com opinião.

Viu o número, entendeu o que estava por trás dele e buscou um espaço onde isso não se repetisse.”, afirma Maria Luisa Praxedes, Head de Marketing da Flamus.

Quem é a Flamus?Flamus é um ecossistema onde Creators, fãs e marcas se conectam para transformar audiência em comunidade e conteúdo em carreira.

Um lugar pensado para tratar a criação de conteúdo como trabalho sério, com o suporte necessário para crescer sem depender só de sorte ou algoritmo.

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