Evento terá início às 18h, no Centro Cultural Oscar Niemeyer, reunindo cerca de 40 apresentações de coreografias de destaque, além de distribuição de bolsas de estudo e contratos de trabalho
Após seis dias de competições e apresentações, o Festival Internacional de Dança Goiás 2026 chega ao seu momento mais aguardado nesta terça-feira (7). A partir das 18h, o Centro Cultural Oscar Niemeyer recebe a Gala dos Vencedores, que vai reunir cerca de 40 das melhores coreografias apresentadas premiadas na 11ª edição do evento. A noite será marcada pela entrega de R$ 75 mil em premiação, uma das maiores da dança no País, além de dezenas de oportunidades de formação e inserção profissional no cenário internacional.
O público poderá assistir a apresentações de alto nível técnico, nas modalidades Ballet Clássico de Repertório, Ballet Clássico Livre, Dança Contemporânea, Jazz, Estilo Livre, Danças Urbanas, Sapateado e Danças Populares/Folclóricas. A Gala celebra os bailarinos e grupos que mais se destacaram durante os seis dias de programação, encerrando o evento com um espetáculo que reúne talento, diversidade e excelência artística.
Além da premiação em dinheiro, o Festival Internacional de Dança Goiás 2026 concederá mais de 60 bolsas de estudos para instituições internacionais, oito residências artísticas e dois contratos de trabalho em companhias de dança no exterior. Também serão oferecidas seis bolsas de formação com tudo incluído para jovens bailarinos, contemplando estudos, hospedagem e alimentação.
As coreografias foram avaliadas por uma comissão julgadora formada por 22 profissionais de reconhecida atuação na dança, sendo nove brasileiros e 13 internacionais, vindos da França, Alemanha, Estados Unidos, Colômbia, Holanda, Cuba, Rússia, Canadá, Chile, Argentina, além de um laosiano-americano. A diversidade de experiências e referências artísticas contribuiu para uma avaliação criteriosa das coreografias apresentadas durante toda a programação do festival, consolidando o evento como um dos mais importantes do cenário da dança no País.
Premiação
Os R$ 75.000 reais destinados à premiação serão distribuídos da seguinte forma:
*Bailarino (a) revelação (idade máxima de 15 anos): R$ 10.000,00
*Melhor coreógrafo: R$ 10.000,00
*Melhor destaque: R$ 5.000,00
*Melhor grupo: R$ 20.000,00
O festival
O Festival Internacional de Dança Goiás é uma realização do Studio Dançarte. Desde sua primeira edição em 2012, o evento se destaca por proporcionar o intercâmbio entre bailarinos e profissionais das principais escolas de dança do mundo, tendo revelado, ao longo dos anos, talentos que hoje ocupam posições de destaque.
Neste ano, reúne desde a última quinta-feira (2/7), cerca de dois mil bailarinos. São 120 grupos vindos de 64 cidades de 16 estados brasileiros, além de grupos do exterior. Durante a mostra competitiva totalizou quase 600 coreografias, contemplando oito estilos de dança. A programação conta ainda com workshops de estilos variados. Ao longo do evento o público tem acesso a Feira de Dança, lanchonete e restaurante.
Mais informações sobre o festival podem ser obtidas no instagram @festivaldancagoias , pelo site dancagoias.com.br ou whatsapp (62) 99835-2381.
SERVIÇO Gala dos Vencedores – Festival Internacional de Dança Goiás 2026
Data: 7 de julho 2026
Horário: 18h
Local: Centro Cultural Oscar Niemeyer – Av. Deputado Jamel Cecílio, Km 01, Goiânia (GO)
Ingresso solidário: R$ 50,00 + 1kg de alimento não-perecível
Diferença entre o perfil buscado pelos pretendentes e a realidade de crianças e adolescentes disponíveis será tema de encontro gratuito na UNIALFA nesta quinta-feira.
Mais de 32 mil pessoas estão habilitadas para adotar no Brasil, enquanto mais de 6 mil crianças e adolescentes aguardam uma família.
A diferença entre os números chama atenção, mas revela uma realidade mais complexa do que uma simples fila de espera.
Dados atuais do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento, mantido pelo Conselho Nacional de Justiça, mostram que o encontro entre pretendentes e crianças disponíveis depende de fatores como idade, condições de saúde, existência de grupos de irmãos e o perfil indicado por quem pretende adotar.
A discussão estará no centro de um encontro gratuito promovido pela Escola de Direito da UNIALFA nesta quinta-feira (22), em Goiânia.
Idade ainda é um dos principais desencontros*Um dos maiores obstáculos está na diferença entre a idade procurada pelos pretendentes e a das crianças que aguardam adoção.
Levantamento do CNJ mostrou que 70,4% das crianças e adolescentes disponíveis tinham entre 8 e 18 anos, enquanto a maior parte dos pretendentes manifestava preferência por crianças mais novas.
O próprio CNJ aponta que crianças mais velhas, adolescentes, grupos de irmãos e crianças com deficiência ou necessidades específicas de saúde estão entre aquelas que enfrentam maior dificuldade para encontrar uma família.
Quem pode adotar
A legislação brasileira permite que pessoas maiores de 18 anos se habilitem para adoção, independentemente do estado civil, desde que exista diferença mínima de 16 anos entre adotante e adotado.
O processo é gratuito e deve ser iniciado na Vara da Infância e da Juventude da região onde reside o pretendente.
O Sistema Nacional de Adoção também reconhece diferentes configurações familiares, incluindo famílias formadas por mãe ou pai solo, casais heterossexuais e casais homoafetivos.
Debate sobre discriminação
Além das características das crianças e adolescentes, o encontro promovido pela UNIALFA pretende discutir preconceitos relacionados às diferentes configurações familiares.
Neste ano, a instituição e o Tribunal de Justiça de Goiás estabeleceram uma cooperação para produzir material informativo destinado a pessoas e casais LGBTQIAPN+ interessados em adoção.
A iniciativa busca ampliar o acesso a informações sobre direitos, procedimentos e garantias relacionados ao processo adotivo.
Palestra ocorre nesta quinta-feira
A palestra “Adoção e o direito à não discriminação” será realizada às 9h, no Auditório Maria Dilda, na UNIALFA.
O encontro também marcará o lançamento da cartilha “Família, no plural”.
O convidado será Fábio Francisco Esteves, conselheiro do Conselho Nacional de Justiça, juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios e doutor em Direito pela Universidade de São Paulo.
A proposta é discutir adoção, diversidade familiar, igualdade de direitos e o papel das instituições na garantia da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes.
Autoridades participam
Também estão confirmados o presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, desembargador Leandro Crispim; a juíza Célia Regina Lara, coordenadora-geral da Infância e da Juventude; a juíza auxiliar da Presidência do TJGO, Lidia de Assis e Souza; o juiz Vitor Barros Mouro; a juíza Luana Cavalcante de Freitas; e o procurador do Trabalho Tiago Ranieri de Oliveira.
O evento é gratuito, aberto à comunidade e dará certificado de cinco horas aos participantes.
Serviço
Palestra:
Adoção e o direito à não discriminação
Data: 22 de outubro de 2026
Horário: 9h
Local: Auditório Maria Dilda – UNIALFA
Atividade: palestra e lançamento da cartilha “Família, no plural”
Participação: gratuita e aberta à comunidade
Certificado: 5 horas
Inscrições: Instagram da UNIALFA – @unialfa
Legenda: Encontro na UNIALFA vai discutir adoção, diversidade familiar e o direito à não discriminação.
Endocrinologista pediátrica, Marília Barbosa explica por que o cuidado precisa considerar a idade, o desenvolvimento e a saúde emocional da criança.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou suas primeiras diretrizes globais para o tratamento da obesidade em crianças e adolescentes.
Divulgadas em 7 de outubro, as recomendações orientam profissionais e sistemas de saúde a oferecer um cuidado integrado, individualizado e baseado em evidências para uma doença crônica que pode comprometer a saúde física e emocional desde os primeiros anos de vida.
O documento chega em um cenário preocupante: em 2024, cerca de 400 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 19 anos viviam com sobrepeso no mundo, incluindo 170 milhões com obesidade.
A prevalência da obesidade nessa faixa etária quadruplicou desde 1990, passando de 2% para 8%, segundo estimativas da organização.
Para a endocrinologista pediátrica Marília Barbosa, a publicação representa um avanço importante ao reforçar a necessidade de reconhecer a obesidade infantil como uma condição que exige avaliação clínica e acompanhamento contínuo.
“A obesidade na infância precisa ser abordada com seriedade, mas também com acolhimento. Estamos falando de uma doença multifatorial, influenciada por aspectos biológicos, genéticos, comportamentais e ambientais.
Por isso, o cuidado deve considerar a realidade da criança e de sua família, sem culpabilizar ou estigmatizar”, explica.
Entre as principais recomendações da OMS está a adoção de intervenções estruturadas que combinem alimentação saudável, atividade física e mudanças de comportamento.
Essas estratégias podem ser realizadas individualmente ou em programas que integrem diferentes abordagens, com participação dos pais ou responsáveis.
A organização também estabelece limites para outras modalidades de tratamento conforme a idade. Para crianças de até 9 anos, não recomenda o uso de medicamentos para tratar a obesidade ou dispositivos destinados à perda de peso.
Já entre adolescentes de 10 a 19 anos, medicamentos aprovados podem ser considerados em situações específicas, quando um programa estruturado e supervisionado de mudanças no estilo de vida não apresenta os resultados esperados.
As diretrizes ressaltam que medicamentos e procedimentos não substituem o cuidado abrangente.
A base do tratamento continua sendo o acompanhamento que favoreça mudanças sustentáveis na alimentação, na atividade física e nos hábitos cotidianos.
Não existe uma única estratégia que funcione da mesma maneira para todas as crianças.
O plano de cuidado precisa levar em conta a idade, a trajetória de crescimento, as condições clínicas, a rotina familiar e os aspectos emocionais.
O objetivo é melhorar a saúde e a qualidade de vida, respeitando o desenvolvimento de cada paciente”, afirma Marília.
PrevençãoNo Brasil, dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), referentes a 2024, mostram a presença expressiva de alimentos ultraprocessados na alimentação das pessoas acompanhadas pelo sistema.
O consumo foi registrado em 79% das crianças de 2 a 4 anos, 84% das crianças de 5 a 9 anos e 81% dos adolescentes monitorados. Para a endocrinologista, o ambiente em que a criança vive tem influência direta sobre a construção dos hábitos alimentares e da rotina de movimento.
“A prevenção começa nas oportunidades que a criança tem no dia a dia: acesso a alimentos variados, refeições organizadas, brincadeiras, atividade física, sono adequado e participação da família.
Essas condições precisam ser construídas de forma realista, sem a expectativa de uma rotina perfeita”, destaca. As diretrizes da OMS também chamam a atenção para a necessidade de considerar a saúde mental no acompanhamento da obesidade.
Crianças e adolescentes podem enfrentar bullying, discriminação, baixa autoestima e sofrimento emocional, fatores que precisam ser reconhecidos pelos profissionais de saúde.
Segundo Marília, a maneira como adultos e profissionais abordam o peso pode influenciar a relação da criança com o próprio corpo e com a alimentação. “Comentários constrangedores, comparações e cobranças excessivas podem aumentar o sofrimento e dificultar a adesão ao cuidado.
É fundamental que a criança se sinta acolhida e que a família receba orientação para participar do tratamento de maneira positiva”, explica.
A especialista reforça que o acompanhamento pediátrico permite avaliar o crescimento e o desenvolvimento ao longo do tempo, identificar fatores de risco e definir, quando necessário, uma abordagem terapêutica adequada.
O cuidado precoce pode contribuir para reduzir complicações associadas à obesidade, entre elas alterações metabólicas, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.
A publicação das primeiras diretrizes globais da OMS amplia a discussão sobre a necessidade de políticas públicas e serviços de saúde preparados para atender crianças e adolescentes com obesidade.
“O desafio é transformar as recomendações em acesso efetivo a um cuidado contínuo, individualizado e livre de estigmas”, sublinha a endocrinologista.
A empresária Genesi Bueno comemorou seu aniversário na terça-feira (06.10), recebendo um seleto grupo de amigos em sua residência.
Em clima de elegância e descontração, a anfitriã celebrou a data especial cercada pelo carinho dos convidados, em uma tarde marcada por boas conversas, alegria e momentos de confraternização. Veja quem esteve presente:
Genesi Bueno e o esposo Sebastião Rodovalho
Rodovalho, Genesi Bueno, Ana Maria Olival e Luiz Antônio Guedes.
Ana Clara. Genesi Bueno, Coelho e Kênia de Souza
Genesi Bueno, Liliane Lobo comandou o Buffet e a decoração