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Goiás tem o primeiro condomínio vinícola do Brasil Central.

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Fernando Costa, empresário e idealizador do Condomínio Fazenda CanoaHenrique Kleinkauf

Situado no entorno do Lago Corumbá IV, casas de campo têm assinaturas de arquitetos renomados como Leo Romano e William Hanna, Karla Bittar, Picotto Arquitetura, entre outrosProjetado em meio às belezas do Cerrado e contornando o Lago Corumbá IV, a Fazenda Canoa – Condomínio Reserva está sendo entregue com o que há de mais exclusivo para quem quer conviver em um verdadeiro oásis em meio à natureza com alta sofisticação.  

O empreendimento veio para ressignificar o conceito de luxo no Lago Corumbá IV – contemplado com a primeira vinícola dentro de um condomínio da região – a Bodega CostaCave – cuja produção boutique já começou com as uvas Syrah e Primitivo, importadas da Europa e cultivadas em meio ao Cerrado.

Fazenda Canoa é o primeiro Condomínio Vinícola do Brasil CentralHenrique Kleinkauf8

Inspirado em ícones como a Fazenda Boa Vista (SP) e os hotéis-boutique VIK Retreats (Chile e Uruguai), Costa transportou para o interior do Brasil uma proposta que integra natureza, arquitetura autoral, hospitalidade, enogastronomia e bem-estar.

“É um destino que acolhe o novo luxo: aquele que privilegia o tempo, a natureza, o silêncio e as experiências autênticas”, afirma o idealizador do projeto, advogado e empresário Fernando Costa, da FRSC Participações.

Pavilhão Social da portaria Fazenda Canoa conta com móveis exclusivos Henrique Kleinkauf

As particularidades do local de altíssimo padrão são muitas.

Os vinhos CostaCave são produzidos a partir dos frutos da vinícola em frente ao Condomínio Fazenda Canoa. Henrique Kleinkauf

Desde a vinícola boutique, passando por estaleiro para embarcações de até 50 pés – com capacidade para acomodar até 15 pessoas – o maior complexo esportivo da região e um heliponto com duas áreas para estacionamento dos helicópteros.

“O empreendimento está 100% concluído e com estrutura muito maior do que a prometida inicialmente.

Fomos pioneiros na região no parreiral logo na entrada do condomínio, criando um pavilhão social, na portaria principal, aumentamos de duas para três o número de quadra de tênis, por exemplo”, informou a arquiteta e curadora do Condomínio Reserva Fazenda Canoas, Dannyella Picotto.  

Complexo Náutico Estaleiro Jatobá é uma das áreas comuns do Condomínio Fazenda Canoa. Henrique Kleinkauf

As três quadras de tênis, por exemplo, foram construídas com padrão para receberem torneios internacionais, com vestiários e playground para que as crianças possam ficar próximas aos pais. No total, o empreendimento, que demandou mais de R$ 80 milhões em investimentos, Localizado no município de Silvânia, o condomínio fica às margens do lago Corumbá IV, onde o Rio Corumbá é o principal afluente dos rios Descobertos e Areais.

Com toda essa exuberância, o condomínio conta com instalações de marina e guarda-barcos exclusivos. 

Para desfrutar da praia do Cerrado, três píeres foram construídos. Sendo dois deles para utilizar o espaço para ancoragem das embarcações  e outro para descida de barcos. 

Além dos esportes aquáticos que podem ser facilmente praticados no Lago Corumbá, a Praça do Beija-Flor será o ponto de encontro dos amantes de esportes.

A praça conta com duas quadras de areia, quadra poliesportiva, pista de cooper, playground. espaço para jogos, além de teatro arena. 

Vale destacar que uma ciclovia atravessa todo o território do Condomínio Reserva, de tal forma que é possível explorar todo o espaço aberto para apreciar a vista do Cerrado.

O condomínio também conta com uma área nativa preservada de mais de 500 mil metros quadrados, garantindo equilíbrio entre sofisticação e sustentabilidade.

Embora recém-finalizado, mais de 20 casas de campo já estão em fase de aprovação e início de construção, em mais de 600 mil metros quadrados de área.

As residências têm entre 500 e 1,5 mil metros quadrados de área construída e contam com a assinatura de arquitetos renomados como:

Leo Romano, Eduardo e Karla Bittar, da Bittar Arquitetura,  William Hanna e do escritório Piccotto Arquitetura

Beach Club

Seguindo a proposta de sofisticação e vida no campo, a Fazenda Canoa terá um Beach Club – com lounges, bar, piscina com borda infinita, deck molhado, deck mirante, sunken garden.

A previsão é que essa área seja entregue nos próximos 24 meses.

Empório e uma adega subterrânea também integram o projeto.

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Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis

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Sucesso de público, “Abracadabra – Um Circo Musical” se despede do público anapolino com sessões finais repletas de magia, tecnologia e emoção.

O Reder Circus está em suas últimas semanas em Anápolis com a superprodução “Abracadabra – Um Circo Musical”, espetáculo idealizado e dirigido por Frederico Reder que reúne dois grandes nomes do entretenimento brasileiro:

Dedé Santana, ícone do humor nacional, e Diego Hypólito, medalhista olímpico e um dos maiores ginastas da história do país.

Em cartaz desde abril, a atração se consolidou como um dos maiores sucessos culturais da temporada na cidade, encantando milhares de espectadores com uma experiência imersiva e emocionante para todas as idades.

A proposta de “Abracadabra” vai além do circo tradicional.

A montagem combina acrobacias, palhaçaria, música ao vivo, dança e tecnologia audiovisual de última geração, criando uma narrativa sensorial que celebra a superação humana e o poder das palavras.

De um lado, a irreverência e a experiência cênica de Dedé Santana; do outro, a força, a técnica e a expressividade corporal de Diego Hypólito.

Juntos, os artistas conduzem o público a um mergulho lúdico que resgata a essência da infância e a capacidade de sonhar.Um dos grandes diferenciais do espetáculo é a trilha sonora executada ao vivo por uma orquestra, acompanhada por cantores que conduzem musicalmente toda a apresentação.

Inspirado nos grandes musicais internacionais, o projeto entrega uma experiência de padrão Broadway ao mercado circense brasileiro, reforçando a proposta de inovação e excelência artística.Segundo Frederico Reder, o título do espetáculo carrega um significado central para a obra.

“Em muitas línguas, a expressão ‘Abracadabra’ significa o poder da palavra. Ou seja, tudo o que a gente fala acontece”, afirma o diretor, que defende o circo como uma linguagem universal, capaz de se comunicar diretamente com a emoção do público.

A produção reúne mais de 50 artistas em cena, entre malabaristas, palhaços, acrobatas, bailarinos e músicos brasileiros e internacionais.

O picadeiro, montado próximo à plateia, amplia a interação com o público. A estrutura técnica inclui um mega telão de LED de 100 metros quadrados, mais de uma tonelada de equipamentos de sonorização, dez toneladas de cenários e um sistema de iluminação com mais de 250 refletores interativos.

“Abracadabra – Um Circo Musical” presta homenagem às crianças de todas as gerações: às que vivem o presente e às que permanecem na memória afetiva dos adultos.

Nesta reta final em Anápolis, a expectativa é de sessões com ingressos esgotados, reforçando o sucesso da temporada e a conexão do espetáculo com o público.Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do circo todos os dias, a partir das 10h, e também na plataforma online Uhuu.com.

Serviço

*Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis com superprodução estrelada por Dedé Santana e Diego Hypólito

Temporada: Últimas semanas

Sessões:Quinta e sexta: 20h

Sábado: 17h e 20h

Domingo: 15h e 18hInstagram: @abracadabracircomusical

Ingressos: https://uhuu.com/evento/go/goiania/reder-circus-dede-santana-e-diego-hypolito-em-abracadabra-15687?gad_source=1&gad_campaignid=23586036422&gbraid=0AAAAAC86bHCytVm__P01liMLa_cv2xq-g&gclid=Cj0KCQjwmunNBhDbARIsAOndKplvore78AWMqPgV2Lv40mv49SKhH8Bo2H7FhrJsSIbb36maAwBIquwaAihFEALw_wcB

Assessoria de Imprensa

Palavra Comunicação

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Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 maio.

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Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

Norma regulamentadora que já exige controle de riscos físicos, químicos e biológicos agora inclui fatores psicossociais; especialista da Clínica Vittá explica como empresas devem agir.

A partir do dia 26 de maio de 2026, entra em vigor oficialmente a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que torna obrigatória a identificação e gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

A medida, que foi anunciada em 2025 e teve um período de adequação sem multas, agora passa a ser passível de fiscalização e penalidades para as empresas que não cumprirem as novas exigências.

O prazo está se esgostando.

A neuropsicóloga Gabriela Vieira, da Clínica Vittá, que atua na avaliação de estresse ocupacional, explica que a mudança coloca a saúde mental dos trabalhadores no mesmo patamar de exigência que os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. Na prática, todas as organizações deverão mapear fatores como sobrecarga de trabalho, pressão por prazos, conflitos interpessoais e falta de apoio das chefias – elementos que, quando crônicos, podem levar a transtornos mentais e afastamentos.

A decisão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) foi motivada por números alarmantes: somente em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária devido a transtornos mentais e comportamentais, um aumento de 15,66% em relação a 2024.

Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostram que esses afastamentos mais que dobraram no biênio 2022-2024, saltando de 201 mil para 472 mil – uma alta de 134%.*Como identificar

Mas como identificar, na prática, a sobrecarga cognitiva antes que ela se torne um transtorno mental?

A neuropsicóloga Gabriela Vieira afirma que a neuropsicologia pode oferecer às empresas um ‘termômetro” preciso para medir a saturação das equipes.

A especialista afirma que existem testes, como tarefas de atenção contínua, avaliação de funções executivas e escalas de fadiga mental, que funcionam quase como um ‘termômetro’ da saturação cognitiva.

De acordo com ela, a observação clínica e o relato da equipe são fundamentais para complementar esses dados.“

A gente consegue captar sinais precoces – queda de atenção sustentada, aumento de erros, lentificação cognitiva e dificuldade de memória operacional.

Ela ressalta que a aplicação desses testes, combinada com escuta ativa, permite às empresas agir antes que o trabalhador adoeça – reduzindo absenteísmo, presenteísmo e custos com afastamentos.

Diferenças entre fator psicossocial e problema individual.

Uma das dúvidas mais comuns entre gestores de RH é como diferenciar se o sofrimento do trabalhador tem origem no trabalho ou é um problema de saúde mental pré-existente.

Gabriela Vieira afirma que, nestes casos, a análise do contexto é determinante.

Quando o sofrimento está muito ligado a fatores do ambiente – excesso de demanda, pressão, conflitos ou falta de autonomia –, é um fator psicossocial do trabalho.

Já quando os sintomas aparecem de forma mais ampla, em vários contextos da vida, com histórico prévio ou sem relação direta com o trabalho, pode ser algo mais individual. Para a neuropsicóloga, as empresas não devem usar essa distinção como forma de negar responsabilidade.

“O ambiente de trabalho tem o dever de não adoecer. Mesmo um trabalhador com vulnerabilidade prévia pode ser mantido saudável se os fatores psicossociais forem bem gerenciados”.

*O que muda nas empresas?*A NR-1 estabelece as diretrizes gerais de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil, determinando o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).

Com a atualização, as empresas deverão fazer adequações.

Entre as adequações, incluir os riscos psicossociais no PGR, documentando e implementando ações de controle; realizar um ciclo contínuo de identificação, avaliação, prevenção, acompanhamento e revisão das medidas; e seguir as orientações do Guia de Fatores de Riscos Psicossociais do MTE, que aponta estressores como sobrecarga, prazos excessivos, conflitos e falta de apoio.

Para completar, as empresas devem combinar a nova gestão com outras normas, como a NR-17, que tem o objetivo de proporcionar conforto, segurança e desempenho eficiente, prevenindo doenças como as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), fadiga e estresse (ergonomia).

Nas inspeções, os auditores do Ministério do Trabalho vão observar a organização do trabalho, analisar documentos, verificar dados de afastamento e entrevistar trabalhadores para identificar situações de risco psicossocial.

Com a vigência a partir de 26 de maio, as empresas já devem revisar seus Programas de Gerenciamento de Riscos e incluir a análise de fatores psicossociais.

Especialistas recomendam o uso de protocolos científicos – como os testes neuropsicológicos citados – e a capacitação de equipes de RH e segurança do trabalho.

A tendência é que, nos próximos anos, ações fiscalizatórias e decisões judiciais trabalhistas considerem a ausência de medidas preventivas nesse campo como violação à NR-1, abrindo caminho para indenizações e multas.

Enquanto isso, a neuropsicóloga da Clínica Vittá reforça o recado de que cuidar da saúde mental é sobrevivência: o cérebro adoece, e a conta sempre chega – para o trabalhador, para a empresa e para a sociedade.

– Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

*Serviço*

Pauta: Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 de maio

Fonte especialista: Neuropsicóloga Gabriela Vieira – Clínica Vittá

Assessoria de Imprensa

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Comemoração

Comemorações

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Em recente comemoração no Rio de Janeiro pelos aniversários dos amigos Fabrício Britto e Gabriela Vilela, a médica Ana Gabriela Maia e sua mãe a advogada Ana Carla Maia, marcaram presença nas festividades realizadas na noite do dia 1º de maio, no luxuoso Julieta de Serpa.

Já no dia 2, as comemorações continuaram na praia do Leblon, no posto 11, reunindo mais de 70 goianos que prestigiaram os aniversariantes em um animado encontro à beira-mar.

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