Com 5 modelos disponíveis em loja, a marca traz como diferencial a integração de tecnologias avançadas com foco na inovação, eficiência, qualidade e um pós-vendas já estruturado
O Grupo Navesa, referência no mercado concessionário em Goiás e Campo Grande, inaugurou recentemente em Goiânia a primeira unidade da GAC (Guangzhou Automobile Group), a sexta maior fabricante de automóveis da China. Com o lançamento, os consumidores goianos passam a contar com o que existe de mais tecnológico e inovador no mercado de elétricos com o diferencial de um pós-venda estruturado desde peças de reposição ao treinamento de mecânicos e equipe diretamente com o fabricante.
A GAC tem liderado globalmente a transformação para veículos inteligentes, conectados e de nova energia, investindo continuamente em pesquisa e desenvolvimento.
O modelo de inovação é centrado no usuário, integração de pesquisas, desenvolvimento, produção e serviços para aprimorar a experiência dos consumidores.
Em Goiás o cenário para o segmento é promissor, já que segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), é o 8º no país que mais fez emplacamentos de carros elétricos, considerando as vendas feitas desde 2022 de veículos eletrificados leves, incluindo os híbridos com recarga externa (PHEV), híbridos (HEV e HEV Flex) e 100% elétricos (BEV). Aproximadamente 4% do mercado nacional de carros elétricos também está na região, segundo pesquisa.
A região centro-oeste, incluindo Brasília (DF), o 2º maior mercado consumidor de veículos eletrificados (29.635 unidades), aparece no ranking com 14,8% de participação nas vendas de carros elétricos.
“Nós estamos felizes em fazer parte da transformação de elétricos em Goiás. A GAC chegou ao Brasil com um plano robusto para a venda de veículos elétricos, híbridos e a combustão em solo nacional e nossa cidade não poderia ficar de fora dessa inovação.
Queremos proporcionar novas experiências e atingir diferentes perfis de clientes que buscam alinhar o conforto e a segurança à sustentabilidade”, diz Mario Henrique, diretor da GAC em Goiânia.
Os primeiros veículos para o mercado brasileiro já estão à venda com preços a partir de R$169.990.
Um dos modelos, Aion V é SUV elétrico médio com motor de 204 cv, bateria de 75,3 kWh e autonomia de 602 (NEDC).
O Hyptec HT, também é um SUV elétrico com opção que chama a atenção pelo design portas traseiras estilo asa-de-gaivota, disponível em versões de 245 cv, torque de 309 Nm, e com autonomia de 510 Km NECD nas versões elite e ultra.
O modelo GS4 é SUV médio híbrido HEV com motor elétrico (182 cv) e motor a combustão (140 cv, ciclo Atkinson), entregando 235 cv de potência combinada e consumo na cidade de (no mínimo )14,1 km/l e na estrada de 11,8 km/l (conforme ciclo do Inmetro).
Conta, ainda, com o Aion ES, um sedã elétrico com 4,81 metros de comprimento, motor de 136 cv e autonomia de 450Km NEDC.
A GAC estreia com uma das redes de concessionárias mais abrangentes para uma recém-chegada ao país.
A operação comercial começa com 83 pontos de venda, com expectativa para alcançar 120 pontos nomeados até o fim de 2025, com presença em todas as regiões do país.
O Brasil passa a ser a ‘casa’ da GAC fora da China, por assim dizer, já que estamos falando de um mercado prioritário para a companhia globalmente.
Vamos produzir em solo brasileiro carros com as mais modernas tecnologias do mundo.
Posso garantir que estamos chegando para inaugurar uma nova era da indústria automotiva no Brasil”, afirma o Chairman do GAC Group, Feng Xingya.
A marca tem sustentação por uma rede global de P&D com centros na China, Estados Unidos e Europa, além de mais de 19 mil patentes registradas.
Entre os principais diferenciais estão a Plataforma Aion EV (eficiência energética e segurança), a Bateria Magazine 2.0 (resistência extrema e segurança), o Ecossistema ADiGO (cockpit inteligente e direção assistida) e a Arquitetura X-Soul (processamento 50 vezes mais rápido).
Além disso, firmou um acordo de Cooperação Técnica com o Inmetro para o desenvolvimento de normas para medição de recarga de energia elétrica no Brasil.
A engenheira civil Norma Suzy promoveu, no último dia 13 de setembro, um encontro especial em Senador Canedo para marcar a inauguração da Momy’s Gallery e o lançamento da pedra fundamental da ONG Algodão e Mel.
A ocasião reuniu convidados, parceiros e autoridades do municípios de Goiânia, Senador Canedo e a região.
O novo espaço chega com um ambiente dedicado à arte, à criatividade e à convivência, enquanto a ONG Algodão e Mel inicia sua trajetória com a proposta de desenvolver projetos e ações de cunho social.
A programação aconteceu na Avenida Pedro Miranda, conhecida como Avenida dos Eucaliptos, e foi marcada por confraternização e celebração de novos projetos.
O empreendimento já está aberto à visitação e com a agenda disponível para locação do espaço, que recebe eventos, confraternizações e celebrações especiais. A programação para os festejos de final de ano já foi aberta, e os interessados podem obter mais informações e reservar sua data pelo WhatsApp (62) 98422-3333.
Resistir a um bom café é para poucos e não ingerir, mais ainda. Mas deixemos de lado essas exceções e vamos para os amantes dessa bebida mágica e deliciosa.
Lá no começo de tudo, nas terras altas da Etiópia, as cabras que comiam as sementes dessa planta eram mais ativas, espertas e saltitantes. Um pastor chamado Kaldi observou isso e ingeriu essas sementes vermelhas. Deu muita energia. Mas um abade testemunhou a heresia e pôs fogo no produto.
O que resultou em um dos aromas mais amados do mundo.Então a origem do café que por sua difusão pelos árabes, intitulou-se de arábico. O outro, mas ao sul do continente africano, rodeando as terras baixas e florestais do Lago Vitória, produziu a variedade robusta. Com mais cafeína, amargo e poderoso. Robusta aguenta tudo, até desaforo.
Podendo ter uma mistura de grãos, impurezas e galhos secos. É para os fortes. Aí, um bichinho bonito, noturno, habitante do Sudoeste Asiático, num dia desses, saiu do seu habitat natural nas palmeiras, aqui em Bali e ingeriu os grãos de café arábico.
A civeta. Mas ele é um “gourmet”. Só come grãos perfeitos e seu sistema digestivo produzo famoso “kopi luwak”. Café mais caro do mundo. Muita gente não confessa, mas acaba parando em Ubud, só para tomar café e fazer amizade com esse animal incrível.
Pois bem. Para tomar café, precisamos de pão. Alguns dizem que é só uma mistura de água e farinha. Quanta ilusão! Pão é alimento dos escolhidos. Pode ser o chamado francês, no Brasil. Pode ser o “baguette”, aquele comprido que você compra e põe debaixo do braço.
O “arrabiata”, cheio de furos e aeração. Ou então o mundialmente famoso e o mais comido de todos, o sírio, conhecido por aí como “pita”. É multi-uso. Serve para tudo. Da manhã até a noite. Gostoso demais.E antes que alguém me cobre sobre o “croissant”, infelizmente tenho que confessar que demorei a descobrir que ele é de origem austríaca, e não francesa. Maria Antonieta que o trouxe de Viena e os franceses acrescentaram aquela massa folhada e manteiga.
O nome dele era “kipferl”, muito menos charmoso, não? Que diga o império otomano e sua semi-lua que foram o formato inspirador. Para enfeitar a mão que serve, produz, amassa, colhe, torra, mistura e também bebe café come pão. A pulseira. Elemento protetor de primeira linha, das mais antigas civilizações. Tanto utilizada por homens como mulheres.
Servia também como identificação de suas origens, como status social e muito mais. Um pulso firme geralmente está adornado por uma pulseira.Cada uma delas externa uma mensagem. Sutil. Sentimentos, posicionamentos, predileções de cores. Uma paleta pessoal. Única e indivisível. Hoje bem cedo, observando minha esposa fazendo o café e usando a inseparável cafeteira sextavada italiana, fiquei encantado. Como ela estava linda, cortando o pão e servindo a todos. Suas pulserinhas – são dezesseis, ao todo – ornavam seus braços longos, finos e fortes. Comi, bebi, e apertei suas mãos de dedos belíssimos.
E logo percebi que ela é minha bebida que ativa, a comida que alimenta e a pulseira que enfeita e une. Uma mulher única, com cheiro e textura inimagináveis, colorida e envolvente como ninguém.
Cacau Jr. intensifica treinos e pode encarar desafio no Fight Music ShowEx-vocalista do Soweto e ex-padrasto de Lexa chama atenção pela rotina de preparação física e levanta expectativa sobre uma possível entrada no ringue.
Conhecido do público por sua trajetória na música, Cacau Jr., ex-vocalista do grupo Soweto e ex-padrasto da cantora Lexa, pode estar prestes a encarar um desafio bem diferente dos palcos.
O artista vem chamando atenção pela intensidade e dedicação demonstradas em sua rotina de treinos.
Os registros recentes mostram Cacau Jr. focado na preparação física, aumentando a curiosidade sobre até onde ele pretende levar essa nova fase.
E uma possibilidade já começa a movimentar os bastidores: uma eventual participação no Fight Music Show (FMS).
O evento, conhecido por promover confrontos que misturam nomes do entretenimento, influenciadores, artistas e atletas, poderia representar uma oportunidade para Cacau Jr. testar sua preparação dentro do ringue.
Por enquanto, não há confirmação de luta ou adversário, mas a possibilidade abre espaço para uma pergunta que promete movimentar o público: quem seria o nome ideal para enfrentar Cacau Jr. em uma possível estreia no FMS?Além da ligação com a música, Cacau Jr. também ficou conhecido nacionalmente por sua relação familiar com Lexa.
Agora, com os treinos ganhando intensidade, o artista pode apresentar ao público uma nova faceta, desta vez ligada ao universo das lutas e da preparação esportiva.
Uma possível entrada no Fight Music Show marcaria um novo capítulo em sua trajetória e poderia colocar frente a frente duas personalidades conhecidas do público em um confronto inédito.
E aí: quem deveria ser o adversário de Cacau Jr. caso ele aceite subir ao ringue do FMS?