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Hambúrguer
Publicado
1 ano agoon
Por
Elpidio Fiorda
*Ibis Styles Goiânia Shopping Estação realiza noite de pit dog, nesta quinta*_Em celebração ao Dia Mundial do Hambúrguer, o restaurante Fio da Meada, localizado no hotel, trará hambúrgueres artesanais nesta quinta-feira (22), das 17h às 22h. O valor por pessoa é de R$ 30, que podem comer à vontade_Conhecido como um dos pratos mais populares e consumidos no mundo, a história do hambúrguer remonta ao século XIII, quando tribos mongóis amassavam carne crua para facilitar o transporte e consumo. Essa prática evoluiu e chegou à Europa, onde a carne era temperada e moldada em discos. No entanto, o hambúrguer como conhecemos hoje surgiu nos Estados Unidos, no final do século XIX, com a invenção do “Hamburger Steak”.

No Brasil, o hambúrguer popularizou-se na década de 1950 com a chegada de lanchonetes americanas. A partir dos anos 1960, os tradicionais pit dogs, quiosques que preparam sanduíches na hora, se tornaram uma tradição gastronômica em Goiás, a ponto de serem declarados patrimônio cultural imaterial do estado em 2020. “Neste ano, uma lei foi sancionada pelo governador Ronaldo Caiado tornando os pit dogs patrimônio imaterial do Estado, ou seja, os pit dogs e hambúrgueres fazem parte da culinária e cultura de Goiás”, ressalta o chef André Marques, à frente da cozinha do restaurante Fio da Meada.Em homenagem ao prato e antecipando o Dia Mundial do Hambúrguer (28 de maio), o restaurante Fio da Meada, atrelado ao hotel Ibis Styles Goiânia Shopping Estação, realiza, nesta quinta-feira (22 de maio), das 17h às 22h, a Noite do Pit Dog. O evento, que conta com hambúrgueres artesanais preparados com ingredientes frescos e selecionados, terá o valor de R$ 30 por pessoa, que podem comer à vontade. “Pensamos em um hambúrguer que refletisse a identidade do Fio da Meada e do Ibis Styles, com ingredientes de alta qualidade e um toque de criatividade. Queremos que nossos clientes sintam o sabor da nossa paixão pela gastronomia”, afirma o chef sobre a ação.*Serviço:* Noite do Pit Dog*Data:* quinta-feira, 22 de maio*Horário:* das 17h às 22h*Local:* Fio da Meada, dentro do Shopping Estação Goiânia*Endereço:* Av. Goiás, 2151 – Centro, Goiânia – GO, 74063-300
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Projeto idealizado pela médica e empresária Larissa Oliveira será inaugurado nos dias 12 e 13 de setembro e reúne arte, paisagismo, gastronomia, saúde, comércio e educação em uma iniciativa privada aberta à cidade.
Um espaço até então marcado pelo descarte irregular de lixo, problemas de esgoto, circulação desordenada de veículos e situações de insegurança, em uma das regiões mais valorizadas e verticalizadas de Goiânia, começa a ganhar uma nova história.

Nos dias 12 e 13 de setembro, será inaugurada a Viela 36, no Setor Marista, projeto que transforma uma área degradada em um novo endereço de arte, cultura, natureza, gastronomia, serviços e convivência.Idealizada e viabilizada pela médica e empresária Larissa Oliveira, a Viela 36 é fruto de uma iniciativa privada, mas nasce com vocação pública: criar um espaço aberto, vivo e integrado à dinâmica da cidade, capaz de estimular encontros, a circulação de pessoas, a educação e novas experiências urbanas.
O projeto integra uma Parceria Público-Privada (PPP), por meio do Programa Adote Uma Praça, da Prefeitura de Goiânia.Com área total de 1.500 m² e investimento superior a R$ 2 milhões, o projeto reúne arquitetura, paisagismo, intervenções artísticas, percurso educativo e operações comerciais.

A proposta é transformar um espaço antes utilizado essencialmente como passagem em um ambiente de permanência, contemplação e convivência, contribuindo também para movimentar a economia da região e gerar novas oportunidades de trabalho e renda.
A origem da iniciativa está ligada à própria trajetória profissional de Larissa e à concepção de um projeto dedicado à dermatologia, saúde e qualidade de vida que começava a nascer naquele endereço.

Ao observar o entorno, porém, a médica percebeu que falar sobre cuidado e bem-estar exigia um olhar que ultrapassasse os limites físicos de uma clínica.
A inquietação que deu origem à Viela 36, no entanto, ultrapassava a transformação física daquele espaço.
Ao observar, dentro da própria casa, uma geração cada vez mais conectada às telas e, ao mesmo tempo, mais distante das experiências presenciais, Larissa passou a questionar que tipo de estímulos estavam sendo oferecidos às crianças e aos adolescentes e qual poderia ser sua contribuição para esse processo.

“Eu comecei pensando no entorno da clínica, porque não fazia sentido falar de saúde e bem-estar tendo ao lado um espaço completamente desconectado dessa proposta.
Mas percebi que a questão era muito maior. Dentro da minha própria casa, vendo meus filhos cada vez mais conectados à internet, comecei a pensar sobre toda uma geração.
A Viela nasce também desse questionamento: como podemos criar experiências que estimulem as pessoas a pensar, sentir, se relacionar, aprender e participar mais ativamente do mundo à sua volta?”, afirma Larissa Oliveira.
Foi a partir dessa percepção que a transformação urbana ganhou uma dimensão educacional.

A Viela 36 foi concebida não apenas para modificar a paisagem de uma rua, mas também para utilizar arte, convivência, conhecimento e experiências presenciais como instrumentos de estímulo ao desenvolvimento humano, especialmente entre crianças e adolescentes.
“A Viela 36 nasceu de uma inquietação.

Estávamos concebendo um espaço voltado ao cuidado das pessoas e à qualidade de vida, enquanto, ao lado, havia uma realidade completamente oposta, com lixo, esgoto, carros e insegurança.
Foi impossível não olhar para aquilo. Entendi que cuidar também significava olhar para fora e pensar no ambiente que compartilhamos com a cidade”, afirma Larissa.
A partir daí, a intervenção ganhou uma dimensão maior.

O que poderia se limitar à recuperação física do entorno evoluiu para um projeto urbano que pretende provocar reflexões sobre identidade, pertencimento, escolhas, talentos e responsabilidade coletiva.
“Não queríamos simplesmente transformar uma passagem em um lugar bonito. Queríamos criar uma experiência. Um espaço que pudesse despertar curiosidade, proporcionar encontros e fazer as pessoas pensarem sobre sua própria trajetória e sobre aquilo que cada uma pode oferecer de melhor à sociedade”, explica a idealizadora.
*Um novo olhar para a cidade*
O projeto arquitetônico da Viela 36 é assinado por Bruno Veras, do escritório Costa Veras Arquitetura.

O desenho urbano e paisagístico é de Gui Mesquita, do escritório Gui Mesquita Arquitetura e Paisagismo. As duas frentes convergem em um princípio cada vez mais presente no urbanismo contemporâneo: devolver protagonismo às pessoas e transformar áreas subutilizadas em espaços de convivência e permanência.
A intervenção reorganiza a circulação a partir da escala humana, incorporando jardins, iluminação, bancos, áreas de permanência, vegetação e espaços destinados à arte e às atividades comerciais.

No desenho urbano e paisagístico, uma das referências adotadas foi o conceito holandês de woonerf, ou “rua viva”, modelo no qual pedestres, ciclistas e veículos compartilham o espaço, mas com prioridade para as pessoas e estratégias que induzem à redução da velocidade dos automóveis.
A proposta é fazer com que a via deixe de ter uma função exclusivamente de passagem e passe a funcionar também como lugar de permanência e convivência.

O desenho urbano ajuda a reduzir naturalmente a velocidade dos veículos, elimina barreiras e incorpora vegetação, mobiliário e áreas de estar ao percurso”, explica Gui Mesquita.
Para alcançar esse resultado, o projeto substitui o asfalto por piso intertravado e utiliza estreitamentos estratégicos, canteiros e mobiliário urbano no próprio alinhamento da via.
As peças intertravadas foram desenvolvidas em parceria com a Tetracon, considerando modulação de cores, acessibilidade, estética e resistência ao tráfego de veículos.

Os bancos autorais que integram o projeto também foram executados pela empresa.
Referências de Delft e Amsterdã, na Holanda, além de experiências urbanas de Tóquio, Londres e Pontevedra, contribuíram para a concepção da Viela 36. Em Goiânia, esses princípios foram adaptados às características locais e às necessidades de uma região de uso misto, marcada pela presença de residências, comércio, gastronomia e serviços.
A vegetação acompanha todo o percurso e também cumpre uma função ambiental. Associada ao piso drenante, ao aumento da permeabilidade e às áreas de sombra, contribui para melhorar o microclima e reduzir os efeitos das ilhas de calor.Bruno Veras destaca que a transformação da Viela 36 trará benefícios urbanísticos, sociais, ambientais e econômicos para toda a região.

Antes utilizada como uma rua de fundos, com pouca iluminação, descarte de lixo e circulação restrita a operações de carga e descarga, a área passa a assumir uma nova vocação, voltada aos pedestres, à convivência e ao comércio.“
A viela deixa de ser um espaço escondido e passa a ser uma vitrine: arborizada, iluminada, humanizada e com o pedestre em evidência. Essa transformação fomenta o comércio, melhora a qualidade urbana e contribui para a valorização imobiliária de todo o entorno, beneficiando também a vizinhança”, afirma Bruno Veras.
O arquiteto ressalta ainda os benefícios ambientais proporcionados pela intervenção. Com a redução da circulação de veículos, o espaço passa a registrar menor emissão de CO₂ e menos poluição sonora, além de ganhar uma nova dinâmica: deixa de ser uma via destinada prioritariamente aos carros para se tornar uma rua de passeio, convivência e estímulo à atividade física.“

A presença de piso drenante, vegetação e áreas de sombra também contribui para amenizar as ilhas de calor, um problema muito presente nas cidades.
Todo esse conjunto ajuda a tornar o ambiente mais fresco, agradável e sustentável”, explica.
Para Bruno Veras, o projeto também recupera o hábito de caminhar e vivenciar a cidade, uma experiência que perdeu espaço, ao longo do tempo, para ambientes fechados, como os shopping centers.
“É um retorno à rua, à memória afetiva e à convivência com a cidade.
A relação das pessoas com o espaço urbano se torna mais leve, próxima e democrática.
Por ser um ambiente público, acessível e pensado para a permanência, a Viela 36 favorece os encontros e fortalece a sensação de comunidade, a vida de bairro e o sentimento de pertencimento.

É um belo presente para Goiânia”, conclui.
Para Gui Mesquita, a experiência também demonstra o potencial de intervenções dessa natureza em outros pontos da capital. Ao combinar mobilidade, paisagismo, permanência, sustentabilidade e atividade econômica, a Viela 36 pode se tornar uma referência de requalificação urbana para outras alamedas e vielas de Goiânia.
A iniciativa está amparada pela legislação municipal que permite a adoção de espaços públicos pela iniciativa privada. Embora concebida e executada com recursos privados, a Viela será aberta à população.Arte para ver, conhecer e experimentar.
A arte ocupa papel central no projeto. Em vez de funcionar apenas como elemento estético, ela foi incorporada à própria narrativa da Viela 36.
O espaço reunirá trabalhos de Cléa Costa, Renato Griffith, Samuel Caixeta, Luís Olinto e Maicon Soares, aproximando diferentes gerações, linguagens e trajetórias artísticas.Um percurso educativo permitirá ao visitante conhecer não apenas as obras, mas também as histórias de seus autores e os conceitos presentes em cada intervenção.

Temas como origem, identidade, escolhas, transformação, futuro e responsabilidade individual e coletiva conduzem a experiência.“A arte tem a capacidade de nos tirar do automático.
Queremos que as pessoas observem, façam perguntas, conheçam quem está por trás de cada trabalho e estabeleçam relações entre aquelas obras e suas próprias histórias”, diz Larissa.Entre as obras está “Gratidão”, de Cléa Costa, artista que morou durante décadas na Rua 36.
A escultura em ferro, com aproximadamente 280 quilos, foi doada pela artista para integrar o projeto.
O percurso inclui ainda elementos como Raízes, Portal do Futuro e Árvore da Vida, concebidos para provocar questionamentos sobre aquilo que constitui cada indivíduo, os caminhos que ainda serão construídos e a relação de cada pessoa consigo mesma, com o outro e com a sociedade.

*Educação como parte da experiência*
Mais do que receber visitantes, a Viela 36 pretende funcionar como um ambiente vivo de aprendizagem.
O projeto histórico-pedagógico foi desenvolvido para utilizar a própria transformação da rua, as obras de arte, a história, a arquitetura, a cultura e as experiências oferecidas pelo espaço como pontos de partida para estimular conhecimento, reflexão e participação.
Responsável pelo projeto histórico-pedagógico da Viela 36, a mestre em História e pedagoga Mariana Kaadi Pio explica que a proposta ultrapassa a ideia de uma visita recreativa.“A Viela 36 foi pensada como um ambiente vivo de aprendizagem.

A proposta é fazer com que crianças e adolescentes não apenas observem a arte e conheçam a história daquele espaço, mas sejam estimulados a reconhecer seus talentos, desenvolver capacidades, aprender com o outro e compreender que também podem participar da transformação da sociedade.
Partimos das raízes para pensar o futuro, mas mostrando que essa construção acontece agora, por meio das escolhas, das relações e das ações de cada um”, explica Mariana.
O percurso educativo está organizado em três grandes estações. A primeira, Estação dos Dons ou Talentos, estimula o autoconhecimento e o reconhecimento das capacidades individuais.
A segunda reúne Capacitação, Movimento e Relacionamento, mostrando que o desenvolvimento exige conhecimento, disposição para buscar novos caminhos e capacidade de aprender e construir junto com outras pessoas.

A terceira é a Estação da Entrega, momento em que talentos, conhecimentos, experiências e relações se transformam em propósito e ação.
A proposta é mostrar que reconhecer um talento é apenas o início de um processo. É preciso desenvolvê-lo, ampliar conhecimentos, relacionar-se e compreender de que maneira aquilo que cada pessoa sabe e faz pode ser colocado a serviço da sociedade.
O lema “Das raízes para o futuro, nasceu o agora: Viela 36” sintetiza esse percurso: conhecer a própria história e as raízes, projetar o futuro e compreender que sua construção começa pelas escolhas feitas no presente.

A proposta educacional dialoga ainda com princípios gerais da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), especialmente com competências relacionadas ao conhecimento, pensamento crítico e criativo, comunicação, repertório cultural, autoconhecimento, empatia, cooperação, responsabilidade e cidadania.
Na prática, a Viela 36 prevê visitas de escolas com percursos orientados por professores mediadores capacitados. As experiências serão organizadas de acordo com as faixas etárias, com atenção especial a crianças e adolescentes de 8 a 16 anos, e terão duração média de duas horas.

Durante o percurso, os estudantes poderão conhecer as obras e seus autores, compreender a história da Viela e participar de momentos de observação, diálogo e questionamento, além de produzir registros em um diário de bordo. Storytelling e QR Codes permitirão o acesso a informações, imagens e conteúdos complementares sobre os artistas, as obras e a história do espaço.
A tecnologia, no entanto, será utilizada como ferramenta de ampliação da experiência, e não como substituta das relações humanas.
A proposta estimula crianças e adolescentes a saírem dos ambientes exclusivamente digitais para ocupar a rua, caminhar, observar, conversar, experimentar e aprender com outras pessoas.

“Inteligência artificial e outros recursos tecnológicos podem ampliar o conhecimento, mas não substituem presença, escuta, diálogo e convivência.
Queremos mostrar que a aprendizagem também acontece com o corpo em movimento, com os sentidos, com a curiosidade, com o fazer e com a interação com o mundo real”, destaca Mariana.
A programação prevê ainda experiências “mão na massa” e atividades maker, como oficinas de marcenaria, jardinagem, pintura e escultura. A intenção é incentivar os participantes a experimentar, criar, construir, resolver problemas, cooperar e compreender o valor do trabalho, do esforço e da perseverança.
A metodologia poderá ser articulada ao currículo das escolas e às habilidades previstas pela BNCC, permitindo que a Viela funcione como uma extensão da sala de aula.

História de Goiás ganha painel a céu abertoA identidade goiana também estará presente em um dos principais elementos artísticos da Viela 36.
Um grande painel criado por Luís Olinto ocupará um dos muros do espaço e apresentará uma narrativa visual sobre a formação histórica e cultural de Goiás.
A obra percorre referências que vão da ocupação do Centro-Oeste e dos carros de boi à antiga capital, Cidade de Goiás, passando por Pedro Ludovico Teixeira, pela construção de Goiânia e pelo patrimônio Art Déco.Personalidades fundamentais da cultura goiana, como Cora Coralina, Belkiss Carneiro de Mendonça e Antônio Poteiro, também integram a narrativa.

Além da contemplação, o painel foi pensado como instrumento de conhecimento. A intenção é que o espaço possa receber visitas guiadas e atividades educativas, inclusive com estudantes, ampliando a relação entre arte, história e cidade.
*Gastronomia, saúde e comércio movimentam o novo endereço*
A Viela 36 também nasce com uma dimensão econômica. Gastronomia, saúde, comércio e serviços foram incorporados ao projeto para garantir circulação em diferentes momentos do dia e transformar o endereço em um espaço efetivamente integrado à rotina da região.

Entre as operações está a Souty Health, clínica dermatológica ligada ao conceito de saúde, cuidado e qualidade de vida que esteve na origem de todo o projeto.
Na gastronomia, um dos destaques será a chegada da Bachir, tradicional sorveteria libanesa fundada em 1936, conhecida por seus sorvetes artesanais de inspiração árabe e pela característica cobertura de pistache triturado.
A Viela também receberá a primeira unidade do Arabito em Goiânia, especializado em culinária libanesa, especialmente nos sanduíches conhecidos como shawarmas.

No segmento óptico, integram o mix a Tecnótica e as Óticas Motta.
A combinação de diferentes atividades pretende contribuir para que a Viela tenha vida própria e ocupação contínua.
A implantação deverá gerar 220 postos de trabalho diretos e indiretos, envolvendo as operações instaladas, os serviços, a manutenção e o funcionamento do espaço.Mais do que reunir marcas, o objetivo é criar uma pequena economia urbana em torno de um ambiente de convivência, estimulando circulação, consumo e geração de negócios de maneira integrada à experiência cultural e paisagística.
A proposta se estende também às empresas que integram a Viela 36. Mais do que apresentar produtos como objetos de consumo, elas serão convidadas a compartilhar os processos que existem por trás de sua criação: a origem da empresa, seu propósito, os conhecimentos envolvidos, as etapas de elaboração, os critérios de qualidade e os desafios percorridos até que um produto ou serviço chegue à sociedade.

Esse conceito se conecta à Estação da Entrega do percurso educativo: mostrar, na prática, que toda entrega à sociedade é resultado de aprendizado, capacitação, planejamento, trabalho, movimento e relações humanas.“Queremos que a Viela seja um espaço que provoque conhecimento e questionamento.
A transformação física da rua é apenas uma parte do projeto. O que buscamos é uma transformação de mentalidade, capaz de contribuir para o desenvolvimento das pessoas e, consequentemente, para a vida da cidade”, afirma Larissa Oliveira.
Cerrado em meio à verticalizaçãoEm uma região marcada pela intensa verticalização, a presença da natureza tornou-se outro ponto central do projeto.Ao todo, 46 árvores do Cerrado foram incorporadas ao paisagismo, além de jardins distribuídos ao longo do percurso.
A escolha busca ampliar as áreas de sombra, proporcionar maior conforto térmico aos pedestres e reforçar a conexão do projeto com a vegetação e a identidade locais.“Cada árvore representa uma escolha sobre o espaço urbano que queremos construir.
Além da sombra e do conforto, trazer espécies do Cerrado é uma maneira de valorizar aquilo que é nosso e recuperar um pouco da relação das pessoas com a natureza em uma região cada vez mais verticalizada”, afirma Larissa Oliveira.A arborização integra uma estratégia paisagística mais ampla.
Segundo Gui Mesquita, a vegetação foi distribuída para acompanhar e “abraçar” o percurso, criando áreas de sombra e permanência e contribuindo para o conforto térmico. Associada aos pisos drenantes e ao aumento das áreas permeáveis, também desempenha papel importante na redução das ilhas de calor.
*Um investimento privado com vocação para a cidade*
A Viela 36 parte de um investimento privado, mas seu conceito ultrapassa os limites de um empreendimento convencional.
Ao reunir arte, educação, natureza, saúde, gastronomia e atividade econômica em uma área aberta à população, o projeto propõe uma discussão sobre como pequenas intervenções podem produzir novas relações entre as pessoas e a cidade.
Para Larissa Oliveira, a transformação do espaço traduz um princípio que acompanha todo o projeto: qualidade de vida não se constrói apenas de dentro para fora.
“A Viela 36 representa o que pode acontecer quando deixamos de olhar para um problema como algo que pertence apenas ao outro e decidimos participar da solução.

A transformação é urbana, mas também é humana.
Meu desejo é que cada pessoa que passe por aqui encontre algo que a faça olhar de maneira diferente para a cidade, para o outro e para si mesma”, conclui.
A inauguração da Viela 36 será realizada nos dias 12 e 13 de setembro, com uma programação dedicada à apresentação do espaço, das operações, das obras de arte e do percurso educativo.

*Serviço*
Inauguração Viela 36
Data: 12 e 13 de setembro
Local: Setor Marista – Goiânia (GO)
Endereço: Rua 36 com rua 9 Setor Marista
*Assessoria de Imprensa*
Palavra Comunicação
Em mais uma iniciativa inovadora para transformar a relação das obras de seus empreendimentos com a comunidade, a Flamboyant Urbanismo criou, dentro do canteiro de obras, uma horta hidropônica que recebeu o nome de Canteiro de Gentilezas Flamboyant e foi instalada na laje térrea da torre do Autêntico Flamboyant Residencial.

O espaço, em plena produção, tem capacidade para oferecer cerca de 1.400 hortaliças por mês, entre folhas destinadas ao consumo cotidiano, como alface, rúcula, couve, salsa, coentro e agrião.
No próximo sábado, dia 12 de setembro, a marca realizará mais uma colheita especial para compartilhar com os moradores dos edifícios vizinhos à obra.

A iniciativa prevê a recepção dos moradores e a entrega de kits, reforçando a aproximação com a população local.
FatoMais Comunicação
Djamil comemorou seus 80 anos em grande estilo, reunindo amigos e convidados em uma noite de muita alegria, música e boas companhias. Entre os presentes, a dupla Paschoal e Capella, que fez questão de prestigiar o aniversariante e brindar com ele essa data tão especial.