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Imagem de Nossa Senhora de Nazaré

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A Paróquia Nossa Senhora da Assunção, na Vila Itatiaia, em Goiânia, receberá na quarta-feira (14), às 19h30, na Missa da Família, a imagem de Nossa Senhora de Nazaré, trazida diretamente de Israel, acompanhada de uma relíquia da Gruta da Anunciação.

Os símbolos religiosos estão ligados à cidade onde, segundo a tradição cristã, a Virgem Maria recebeu o anúncio de que seria mãe de Jesus.

A imagem e a relíquia chegaram à capital goiana em 3 de outubro e foram acolhidas inicialmente no Santuário Basílica Sagrada Família.

Na Paróquia Nossa Senhora da Assunção, os fiéis poderão participar de um momento de devoção mariana e veneração da relíquia.Relíquia representa ligação com a Terra Santa.

O fragmento de pedra é proveniente da Gruta da Anunciação, localizada na Basílica da Anunciação, em Nazaré, Israel.

Para os católicos, o local está relacionado ao anúncio feito pelo anjo Gabriel à Virgem Maria sobre o nascimento de Jesus, um dos acontecimentos centrais da tradição cristã.

A presença dos símbolos em Goiânia também está relacionada ao vínculo de fraternidade firmado em agosto de 2025 entre o Santuário Basílica Sagrada Família e a Casa de Nazaré, em Israel.

O acordo, conhecido como gemellaggio, estabelece uma relação de proximidade espiritual entre as duas instituições religiosas.

Comunidade terá momento de devoção.

Sob a responsabilidade do pároco, padre Marcos Rogério, a Paróquia Nossa Senhora da Assunção acolherá os símbolos religiosos em uma programação dedicada à oração e à espiritualidade mariana.

Na tradição católica, relíquias são objetos ou fragmentos associados a pessoas e lugares sagrados.

A veneração desses elementos representa uma manifestação de respeito e memória religiosa, diferente da adoração, que a Igreja Católica reserva a Deus.

A paróquia está localizada na Rua R-44, Área 10, Vila Itatiaia, em Goiânia.

Assessoria de Imprensa

Rafael Batista

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Mari Fernandez e Matheus Fernandes se únem as atrações do Sertanejo Série A em Goiânia.

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Festival acontece no dia 12 de dezembro, no estacionamento do Estádio Serra Dourada, e já tinha Maiara & Maraisa, Naiara Azevedo e Fred & Fabrício confirmados; novo espaço terá open bar, open food e atrações exclusivas.

O Sertanejo Série A ganhou duas novas atrações para a edição que acontece em Goiânia no dia 12 de dezembro.

Mari Fernandez e Matheus Fernandes passam a integrar a programação do festival, que já tinha confirmadas as apresentações de Maiara & Maraisa, Naiara Azevedo e Fred & Fabrício.

A novidade também marca a chegada do festival Na Pegada ao evento, agora em formato de camarote com open bar e open food.

A mudança reúne dois projetos em uma mesma estrutura no estacionamento do Estádio Serra Dourada.

O Na Pegada, que inicialmente seria realizado como um festival independente, passa a funcionar como um camarote dentro do Sertanejo Série A, ampliando as opções de entretenimento para o público.

Com as novidades, o Sertanejo Série A amplia o line-up e reúne artistas de diferentes vertentes da música brasileira.

Maiara & Maraisa, Naiara Azevedo e Fred & Fabrício representam o sertanejo, enquanto Mari Fernandez e Matheus Fernandes acrescentam ao festival repertórios ligados ao forró e ao piseiro, ritmos que conquistaram espaço nas festas e nos grandes eventos pelo país.

A edição será realizada no estacionamento do Estádio Serra Dourada, com abertura dos portões às 16h.

O retorno a Goiânia marca um novo momento do Sertanejo Série A, projeto que nasceu na capital goiana e que, no dia 28 de novembro, realizará uma edição internacional em Orlando, nos Estados Unidos.

Foi em Goiânia que aconteceu a primeira gravação do projeto.

Agora, o Sertanejo Série A retorna às suas origens em formato de festival, reunindo diferentes atrações e setores para o público.

A estrutura contará com palco 360 e diferentes opções de acesso.

O Frontstage terá localização próxima ao palco, entrada exclusiva, praça de alimentação interna e banheiros exclusivos.

Já a Área Premium Open contará com open bar de cerveja, refrigerante, vodka e água, além de extensão do palco dentro do setor, bares, banheiros exclusivos e praça de alimentação.

A principal novidade entre os espaços será o Camarote Na Pegada, que terá open bar e open food.

O setor passa a integrar a experiência do Sertanejo Série A, reunindo em um mesmo evento a programação dos dois projetos.

O festival também terá lounges para grupos de até 15 pessoas, com cobertura, piso elevado, entrada exclusiva, serviço de garçom, banheiros com ar-condicionado e vista privilegiada para o palco.

Os lounges possuem serviço próprio e não incluem open bar.

Os ingressos para o Sertanejo Série A estão disponíveis pelo site Meu Bilhete.

Serviço – Sertanejo Série A Goiânia

Data: 12 de dezembro de 2026

Abertura dos portões: 16h

Local: Estacionamento do Estádio Serra Dourada – Goiânia/GO

Atrações: Maiara & Maraisa, Naiara Azevedo, Fred & Fabrício, Mari Fernandez e Matheus Fernandes

Setores: Frontstage, Área Premium Open, Camarote Na Pegada e Lounges

Ingressos: https://www.meubilhete.com.br/sertanejo-serie-a-goiania@sertanejoseriea

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Quase 80% dos alunos usam IA para estudar inglês; especialista explica o que a tecnologia não substitui.

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Levantamento do Inglês Sem Fronteiras, de Goiânia, feito no início de outubro, mostra que a IA já faz parte da rotina dos alunos; para a fundadora, o professor segue como a “bússola”.

Já existem óculos e fones de ouvido que traduzem conversas em tempo real. Para quem ensina inglês, isso poderia soar como ameaça, mas a professora Lorrayne Martins, fundadora do Inglês Sem Fronteiras, em Goiânia, enxerga o efeito contrário: a inteligência artificial aumentou a necessidade de aprender a falar o idioma.

Os números da própria escola apontam nessa direção.

Em enquete interna feita pelo Inglês Sem Fronteiras no início de outubro, 78,5% dos alunos ouvidos disseram usar inteligência artificial para estudar inglês.

Questionados sobre o motivo, 49,5% citaram tirar dúvidas, 45,8% traduzir, 31,8% conversar e praticar e 21,5% corrigir textos (era possível marcar mais de uma opção).

Ou seja: a IA já faz parte da rotina de estudo, mas é mais usada para entender do que para falar.

Lorrayne diz que o resultado não a assusta. Para ela, quem trabalha com educação não pode ser cético diante da tecnologia: é preciso se atualizar e, se a IA existe, que ela seja bem-vinda.

A professora afirma que a ferramenta ajuda em processos, na retenção de alunos e na qualidade do ensino.

No inglês, porém, segundo ela, a tradução automática não resolve o problema.

Os dispositivos existem, mas a barreira da língua continua de pé.

“Hoje tem óculos que traduz, fone de ouvido que traduz, mas não tem chip da garganta que faz falar”, resumiu.Traduzir, na visão de Lorrayne, não é o mesmo que se comunicar.

A pessoa entende tudo o que é dito, mas continua sem voz: ninguém consegue ouvi-la porque ela não fala inglês.

A professora cita como exemplo um congresso internacional. Com fone ou óculos de tradução, a pessoa sai de lá compreendendo o que foi dito, mas perde o networking, o rapport e as novas conexões e indicações que surgem da conversa.

Continua limitada, mesmo depois de investir em equipamentos caros.Fora do inglês, a professora vê motivos de cautela.

Em tarefas como redação, diz, a IA pode tirar do aluno o pensamento crítico: antes, o estudante consultava várias fontes e chegava à própria conclusão; hoje, muitas vezes tudo se concentra em um único chat, e o aluno apenas transfere para o papel o que a ferramenta entrega.

Para ela, sem o trabalho de pesquisa, cai a chance de o estudante aprender e lembrar do que escreveu.É aí que, para Lorrayne, entra o papel do professor, que vai além de transmitir conteúdo.

Ela compara o professor a um mentor: quem guia o aluno é determinante para o resultado e precisa estar alinhado aos princípios, valores e objetivos de quem aprende, já que é essa pessoa que aponta o caminho, avisa quando é hora de acelerar e quando é hora de ir mais devagar “O professor bem orientado te passa atalhos.

Não é porque o caminho é mais curto que ele é mais fácil, mas você chega lá com mais clareza. Sem essa orientação, o aluno até chega, mas leva mais tempo e quebra mais a cabeça.

Por isso, podemos comparar o professor a uma bússola, que guia e orienta”, afirmou a professora. Na prática, isso significa que a IA pode ser aliada de quem ensina.

O professor pode usá-la para preparar aulas e materiais com mais agilidade, criar exercícios e atividades sob medida para cada nível, propor simulações de conversa para o aluno praticar entre uma aula e outra e dar um primeiro retorno sobre textos e vocabulário.

Com parte do trabalho operacional resolvido, sobra mais tempo para o que a tecnologia não faz: ouvir o aluno, corrigir a pronúncia, motivar e orientar o caminho.

O professor também pode ensinar o aluno a usar a IA a seu favor.

Em vez de pedir apenas a tradução de um texto, o estudante pode usar a ferramenta para simular um diálogo, tirar dúvidas e conferir o que ela respondeu, comparando com outras fontes em vez de aceitar uma única resposta.

É um uso que exige orientação, e é aí que a mediação de quem ensina evita que a tecnologia substitua o raciocínio do aluno.

Na visão de Lorrayne, a pergunta que importa não é se a IA vai substituir o professor, mas como os dois podem trabalhar juntos para levar o aluno do entender ao falar.

“A IA é uma grande aliada do professor, nos processos, no planejamento e na prática.

Mas ela não substitui quem olha para o aluno, entende o objetivo dele e mostra o caminho. O professor que aprende a usar a IA ganha tempo para fazer o que só ele faz: orientar”, conclui.

Sobre Lorrayne Martins | Inglês Sem FronteirasFormada em Letras e certificada pela Universidade de Cambridge, Lorrayne Martins fundou o Inglês Sem Fronteiras, em Goiânia, que completa cinco anos em 2026.

A escola atende presencialmente, em três salas na capital, e online, reúne 453 alunos e 20 professores e trabalha com método autoral voltado ao público adulto, batizado de Produção Ativa.

Assessoria de Imprensa:

Vitor Hugo Fróes

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Santri desenvolve IA integrada ao sistema de gestão para apoiar decisões no varejo de materiais de construção.

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Robson e Santina vão automatizar tarefas, agilizar a análise de dados e ampliar o uso das funcionalidades do ERP pelos clientes da empresa.

A inteligência artificial começa a mudar a forma como gestores do varejo de materiais de construção acompanham suas operações.

Atenta a esse movimento, a Santri, empresa de tecnologia exclusiva no segmento, desenvolveu duas soluções de IA integradas ao seu sistema de gestão: o Robson e a Santina.

A criação das ferramentas faz parte da estratégia da empresa de ampliar o uso de inteligência artificial em diferentes áreas da operação. Atualmente, a Santri atende cerca de 1.500 lojas em todo território nacional, com mais de 100 mil usuários utilizando suas soluções.

As ferramentas foram criadas para atuar em diferentes frentes, desde a consulta de informações e análise de indicadores até o apoio à utilização do ERP e à execução de determinadas operações.

O desenvolvimento das soluções faz parte de uma jornada iniciada há cerca de dois anos pela Santri e que entrou em uma nova etapa em 2026, com testes realizados junto a clientes da empresa.

A previsão é que Robson e Santina sejam disponibilizados para toda a carteira de clientes a partir de outubro.Enquanto a Santina funciona como uma especialista no próprio software, auxiliando os usuários a encontrar funcionalidades, relatórios e processos dentro do ERP, o Robson atua diretamente sobre as informações da operação.

A proposta é permitir que o gestor consulte dados e obtenha análises sem precisar navegar por diferentes telas e relatórios para cruzar as informações.

“Nosso objetivo é trazer a inteligência artificial de uma maneira muito eficiente para dentro do produto e ajudar o cliente a ser mais eficiente.

A tecnologia pode acelerar análises, facilitar o acesso às informações e automatizar tarefas que hoje consomem tempo da equipe”, explica Fábio Santri, CEO e cofundador da Santri.

Na prática, um usuário pode consultar a Santina para entender qual relatório atende a determinada necessidade, descobrir como realizar uma operação ou perguntar sobre outras formas de executar um processo dentro do sistema.

A ferramenta também poderá evoluir para oferecer respostas mais específicas de acordo com as demandas e informações de cada cliente.

Já o Robson foi concebido como um agente de inteligência artificial que trabalha dentro do sistema.

O gestor pode, por exemplo, perguntar sobre o desempenho de uma loja, comparar estoque e vendas, analisar o comportamento de determinados produtos ou identificar possíveis ameaças à operação. Em vez de acessar diferentes relatórios para reunir essas informações, o usuário pode fazer a pergunta diretamente à IA.

A ferramenta também pode atuar de maneira ativa, enviando informações e alertas sobre situações que merecem atenção.

Em cenários previamente parametrizados, o agente pode ainda executar determinadas operações de forma autônoma, como liberar um pedido bloqueado por uma condição comercial ou ajustar o preço de um produto que permanece sem vendas por determinado período.

“Quando definimos os parâmetros e limites para o agente, ele consegue tomar decisões dentro daquilo que foi previamente estabelecido pela empresa. Isso não substitui o gestor.

Ao contrário, permite que ele dedique mais tempo à gestão da equipe, ao relacionamento com os clientes e a decisões que dependem da experiência humana”, afirma Márcio Oliveira, cofundador e responsável pelo desenvolvimento e inovação da Santri.

A tecnologia também não substitui ferramentas tradicionais de acompanhamento, como sistemas de Business Intelligence (BI).

Enquanto os painéis continuam sendo importantes para o monitoramento contínuo de indicadores, o Robson funciona como uma camada adicional para investigar situações específicas e cruzar informações de maneira mais rápida.

Um gestor que queira avaliar o resultado de uma campanha promocional, por exemplo, pode solicitar uma análise da performance dos produtos, identificar quais itens tiveram melhor desempenho e obter informações que ajudem a definir quais produtos podem voltar a participar de uma ação.

Também é possível utilizar os dados para apoiar negociações com fornecedores, como na definição de margens e avaliação do desempenho de determinados produtos.

Para garantir a confiabilidade das respostas, o Robson não acessa diretamente o banco de dados da empresa.

As informações passam por uma camada de pré-processamento criada pela Santri antes de serem disponibilizadas à inteligência artificial. Segundo a empresa, o modelo permite controlar quais informações podem ser acessadas pela ferramenta e em que formato são apresentadas ao agente.

“Uma das principais diferenças é justamente o fato de o Robson fazer parte do sistema.

Ele sabe onde buscar a informação necessária para responder à demanda do usuário, em vez de receber dados de fora para fazer uma análise.

A IA hoje é novidade, amanhã é sobrevivência.”, explica Márcio.Com Robson e Santina, a Santri pretende levar a inteligência artificial para dentro da rotina dos lojistas, transformando o acesso aos dados e ao próprio sistema de gestão.

A empresa também prevê a evolução das soluções a partir do uso pelos clientes e da identificação de novas aplicações para a tecnologia no setor.

Maria Clara Montanha 

Assistente de Atendimento

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