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Inscrições para Prêmio Fieg de Inovações irão até 17 de setembro

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Prêmio Fieg de Inovação abre espaço para iniciativas de inovação da indústria de todos os tamanhos, e também de empresas que atendem ao setor. Startups, pequenas e médias são bem-vindas

Os investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) na indústria brasileira cresceram em termos nominais nos últimos anos, alcançando cerca de R$ 39,9 bilhões em 2024, segundo a mais recente Pesquisa de Inovação (PINTEC) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada em março de 2026. Para reconhecer e valorizar as iniciativas da indústria goiana, a Federação da Indústria do Estado de Goiás (FIEG) ampliou o período para as inscrições da edição 2026  do Prêmio de Inovação para até 17 de setembro.

Aberto a indústrias de micro, pequeno, médio e grande porte com sede em Goiás, também podem participar startups e negócios dos segmentos de comércio e serviços que desenvolveram soluções inovadoras voltadas ao fortalecimento da indústria. As inscrições são gratuitas.

O prêmio será dividido em quatro frentes principais: Uso Estratégico da Lei do Bem; Uso de Incentivos Fiscais e Mecanismos de Fomento à Inovação; Parcerias para Inovação com ICTs; e Transformação Digital na Indústria. Os trabalhos serão avaliados por uma comissão formada por especialistas em inovação, tecnologia, gestão e desenvolvimento industrial. Entre os critérios analisados estão: grau de inovação, impacto gerado, aplicabilidade, sustentabilidade, potencial de escalabilidade e participação das equipes no desenvolvimento das soluções.

A cerimônia de premiação ocorrerá em 28 de outubro, durante a programação da Expoind 2026, maior feira de negócios e soluções do Centro-Oeste, a ser realizada no Centro de Convenções de Goiânia.

Inovação em toda parteO presidente do Conselho Temático de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (CDTI) da Fieg, Luciano de Carvalho Lacerda, destaca a importância da participação de pequenas e médias indústrias para quebrar paradigmas. “Quando se fala de inovação, muita gente imagina que é algo exclusivo das grandes empresas ou que essa inovação está relacionada apenas a grandes investimentos em tecnologias super avançadas”, afirma, ao lembrar que a Fieg está à disposição das empresas para prestar apoio técnico para seus projetos de inovação.

Neste sentido, um exemplo é a Nanoterra, startup goiana levou o primeiro lugar na edição de 2025 do Prêmio Fieg de Inovação, na categoria Inovação de Produto, com o Nanocúrcuma*, um nanoativo derivado do açafrão-da-terra.

Ela  transforma matérias-primas da biodiversidade brasileira em nanoativos veganos, sustentáveis e de alta performance para a indústria cosmética.Por meio de pesquisa e desenvolvimento, a empresa criou uma nova plataforma de produção de nanopartículas mais sustentáveis, a partir de ativos do açafrão, sem manchar a pele. O produto desenvolvido pela startup goiana é amplamente usado na indústria de cosméticos.

“O Prêmio Fieg de Inovação nos trouxe uma vitrine muito importante. Por meio dele, chegamos entre os finalistas no último Prêmio Nacional de Inovação (PNI), promovido pela CNI [Confederação Nacional da Indústria]. Conseguimos demonstrar que é realmente possível trazer inovação para o Estado e também para o Brasil”, destaca Iara Mendes Maciel, CEO e CTO da Nanoterra.

Luciano Lacerda destaca ainda que, embora uma das ênfases da premiação será valorizar projetos ligados à Indústria 4.0 e 5.0, cases de sucesso que envolvam melhoria de processos também são considerados inovação. “Uma indústria pode inovar também no seu melhoramento de processo, desenvolver um novo produto, reduzir custos, aumentar produtividade ou encontrar uma solução diferente para um problema que é diário”, destaca o presidente da CDTI.


Um bom exemplo de que a inovação não está ligada apenas à questão da tecnologia é o da Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica, uma das maiores fabricantes de medicamentos do Brasil. Com uma unidade industrial na cidade de Anápolis, a empresa levou o Prêmio Fieg de Inovação do ano passado na categoria Inovação de Processo Industrial. Com o projeto “Kaizen para todos”, a empresa disseminou a cultura de melhoria contínua, apoiada pela área de Excelência Operacional e em parceria com a Faculdade Senai Roberto Mange, em Anápolis.

O termo japonês Kaizen significa “mudança para melhor” e dá nome a uma filosofia de gestão originária daquele país. O conceito defende que grandes mudanças acontecem através da soma de pequenos passos diários dados por todas as pessoas da organização. Os principais objetivos dessa metodologia de gestão são: reduzir desperdícios, aumentar a produtividade e envolver a equipe. Com a inclusão da disciplina de Kaizen no Programa de Educação Profissional (PEP) da empresa, os auxiliares operacionais da Brainfarma passaram a compreender de forma prática o impacto das pequenas mudanças no desempenho da organização.

O projeto resultou em uma redução de custos acumulada, desde 2012, quando foi implantado, de R$ 166 milhões, além de melhorias em segurança, qualidade e sustentabilidade, com acompanhamento contínuo para garantir a permanência dos resultados obtidos.

SERVIÇO – Prêmio Fieg de Inovação 2026

Inscrições gratuitas prorrogadas até 17 de setembro de 2026

Link de inscrição: https://forms.gle/9QdFFCEwp54H5dLQ9

Regulamento: https://www.fieg.com.br/portais/files/6c644ef5-3bc2-4cea-b8ea-a6a93425afdd.pdf?contentDisposition=inline

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Arquitetura e Empreendedorismo

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A Essence Acabamentos, marca de acabamentos premium do Grupo Soares, recebeu arquitetos para um bate papo sobre empreendedorismo na loja do Setor Marista. O evento, promovido em parceria com o Núcleo Unique, recebeu cerca de 60 profissionais em obter dicas para aprimorar a gestão em seus escritórios. Na foto das esq. para dir. Anderson Caiado, relações públicas da Essence Acabamentos e os palestrantes Pedro Carta, arquiteto e empresário goiano, Leonardo Machado e Leandro Couto, ambos da Archflow, empresa de Curitiba especializada em gestão de negócios na área da arquitetura. 

Eduarda Leite – Comunicação Sem Fronteiras

Assessoria de imprensa – Grupo Soares

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Pela segunda vez seguida, Emisa é mais lembrada de Anápolis entre construtoras

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Reconhecimento foi confirmado pelo prêmio Pop List. Perto de completar 50 anos de fundação, a incorporadora fundada pelos engenheiros Amador dos Santos e João Emídio esteve e segue presente em diversas fases do desenvolvimento urbano do município

Pelo segundo ano consecutivo, a Emisa Incorporadora leva o prêmio Pop List de Anápolis, promovido pelo jornal O Popular, como a marca mais lembrada entre os consumidores anapolinos no segmento de Construtoras. O nome da empresa foi mais lembrado por  17,8% dos entrevistados.

Perto de completar 50 anos de fundação, a incorporadora fundada pelos engenheiros Amador dos Santos e João Emídio esteve e segue presente em diversas fases do desenvolvimento urbano do município de Anápolis, somando mais de 3.500 lares entregues ao longo de sua trajetória. Hoje a empresa mantém operações imobiliárias não só em Anápolis, mas também em Goiânia, desenvolvendo prédios residenciais, comerciais e condomínios de casas.

Suas operações envolvem atualmente cerca de 500 empregos diretos e indiretos entre profissionais da construção, equipes comerciais, fornecedores e prestadores de serviços. Representando a direção da empresa durante a entrega da premiação, que ocorreu no último dia 3, no espaço Villa Borghes, em Anápolis, Juliano Santos, um dos atuais sócios-diretores, prevê uma projeção de crescimento de aproximadamente 20% ao ano. “Devemos à Anápolis, não só este importante prêmio, mas praticamente toda a nossa trajetória como incorporadora. Esperamos continuar crescendo junto com essa cidade incrível”, destacou Juliano ao receber o prêmio.

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Projeto Raízes reúne mais de 30 expositores com peças autorais e exclusivas no Shopping Estação Goiânia

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Primeira edição do evento acontece nos dias 11 e 12 de setembro, valorizando o design independente, a produção feita à mão e o reaproveitamento criativo

Há histórias que começam muito antes de um produto ganhar forma. Antes da bolsa, existe o tecido. Antes do pote de mel, a colmeia. Antes de a peça chegar à banca, existe alguém que imaginou, criou, errou e decidiu transformar uma ideia em trabalho. É justamente esse caminho, muitas vezes invisível aos olhos de quem compra, que o Projeto Raízes pretende colocar em cena nos dias 11 e 12 de setembro, no Shopping Estação Goiânia, no Setor Central. 

Durante os dois dias de evento, mais de 30 expositores compartilham a mesma essência: a produção autoral. O funcionamento será das 10h às 19h na sexta-feira, e das 09h às 18h no sábado. Em vez de apenas revender mercadorias, eles levam para os estandes aquilo que nasce de suas próprias mãos.

Para Diego Rossi, coordenador de marketing do shopping, a proposta para o encontro vai muito além do comércio. “Queremos conectar o público não apenas com o que está à vitrine, mas com as histórias e trajetórias reais por trás de cada criação, valorizando diretamente o pequeno produtor e impulsionando a força da economia criativa”, destaca.

Do lixo ao luxo: o jeans que ganha nova vida com a La Madrecitta

Entre os nomes confirmados está Rita Barbosa, modelista e costureira industrial que transformou a inquietude com o desperdício das fábricas em arte sustentável. “Eu via os retalhos têxteis que sobravam das produções e pensava no destino deles. Infelizmente, iam para o lixo”, relembra.

Essa percepção mudou o rumo de sua carreira. Inicialmente, Rita passou a confeccionar bonecas de pano para doação, que chegaram a países como Senegal e Afeganistão. Em 2017, o jeans virou sua matéria-prima principal com a criação da La Madrecitta Bolsas Artesanais. Hoje, ela transforma calças doadas ou garimpadas em bazares beneficentes em peças exclusivas.

Por lá, o processo criativo começa antes mesmo do primeiro corte. “Quando pego uma peça jeans, já imagino que bolsa vou criar”, conta a artesã, destacando que essa visão ecológica é uma herança de sua mãe.

O resultado é uma produção única e afetiva, onde o próprio material dita o design final. “Nenhuma peça se repete, o que torna cada bolsa e carteira especial”, conclui Rita, que tem um carinho extra pelas peças bordadas com ipês amarelos. Doações de tecidos e roupas em jeans podem ser combinadas diretamente com a artesã pelo telefone (13) 98116-9601. 

Da crise ao Cerrado: a descoberta do verdadeiro sabor do mel

Enquanto Rita ressignifica tecidos, Alexandre Januário encontrou nas abelhas um novo propósito. Especialista no segmento e organizador do tradicional Estação Mundo do Mel, ele migrou para a apicultura após os impactos econômicos da pandemia. “Foi a crise sanitária que nos fez deslocar do trabalho anterior para a criação de abelhas”, relata.

A mudança de carreira revelou a complexidade de um produto que costuma chegar simplificado às prateleiras dos supermercados. “Todo mundo acha que mel é tudo igual, mas não é”, enfatiza. Trabalhando com variedades como aroeira, cipó-uva, copaíba e laranjeira, Alexandre explica que a origem floral determina notas, cores e sabores únicos. Além disso, ele lembra que a colmeia oferece um universo que vai além do mel, fornecendo própolis e cera para a cosmética natural.

O manejo das colmeias exige técnica, respeito e uma boa dose de coragem. O produtor recorda, com bom humor, o dia em que seu macacão de proteção abriu acidentalmente: “De repente, as abelhas começaram a entrar. Rendeu várias picadas, mas o respeito por elas só cresceu”. 

Para ele, esses insetos têm um papel vital no ecossistema, sendo “responsáveis por manter o ciclo reprodutivo das plantas, seja no Cerrado ou em qualquer outro bioma”.

Mais que estética: o cultivo de suculentas como terapia mental

O cultivo de plantas também se provou uma poderosa ferramenta de transformação para Emerson Simão, proprietário da Rocinhas das Suculentas e organizador do evento mensal Estação das Plantas. Ele iniciou sua jornada com o verde três meses antes da pandemia, em um momento delicado da vida, buscando uma válvula de escape para problemas pessoais. Durante o isolamento, transformou o hobby em estudo e, posteriormente, em um negócio próspero.

Conforme Emerson, as plantas deixaram de ser meros elementos decorativos e assumiram um papel central na saúde emocional. “As plantas hoje estão mais ligadas a um tratamento terapêutico do que à estética somente”, aponta. Ele defende que a rotina de cuidar, regar, podar e acompanhar o crescimento de uma espécie ajuda a manter a mente ocupada, tornando-se uma grande aliada contra a tristeza ou o luto.

Com as primeiras mudas recebidas de amigos e uma planta de maior valor que conseguiu reproduzir e comercializar, Emerson expandiu sua coleção e se consolidou no mercado. Hoje, com cerca de seis anos de experiência em feiras, ele também atua como um incentivador de novos empreendedores locais. 

“Eu não vendo planta, eu vendo sonhos. Você vai passar mais tempo cuidando da planta do que pensando nos seus problemas”, resume, ressaltando o valor do Projeto Raízes para dar visibilidade a esses pequenos negócios.

Mais que produtos, identidades

A sinergia entre sustentabilidade, artesanato e pequenos negócios reflete uma mudança de comportamento dos consumidores, que buscam cada vez mais conexão e propósito no que consomem. Em Goiânia, as feiras já fazem parte da identidade cultural e econômica. De acordo com a Prefeitura, a capital possui 122 feiras livres cadastradas, espaços reconhecidos como motores financeiros e atrativos turísticos. 

É exatamente para integrar esse ecossistema tradicional que nasce o Projeto Raízes, somando-se a um calendário estratégico que tem transformado o Shopping Estação Goiânia em um palco de experiências plurais. Nos últimos meses, o empreendimento provou sua versatilidade ao sediar eventos marcantes como o Estação Mundo do Mel, o Bazar Estação das Plantas, o Projeto Feira, o Estação Musical, o Palco Louvada, o Meada Burger, o Encontro de Multicolecionismo e a Liga Supervôlei.

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