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Jiraya Uai lança primeiro álbum da carreira nesta terça-feira e apresenta universo “Cowboy Maluco” em Goiânia

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Projeto reúne oito faixas inéditas de eletrofunk e eletronejo e marca uma nova fase na trajetória do artista que conquistou milhões de ouvintes com o hit “Atrai o Que Fala”

Depois de conquistar milhões de reproduções nas plataformas digitais e consolidar seu nome como um dos principais fenômenos do eletrofunk brasileiro, Jiraya Uai se prepara para viver um dos momentos mais importantes da carreira. Nesta terça-feira (2), em Goiânia, o artista apresenta oficialmente Cowboy Maluco, seu primeiro álbum de estúdio.

O lançamento acontece em um evento exclusivo no Azzure Club, reunindo fãs, influenciadores, parceiros, profissionais da imprensa e convidados para uma experiência que promete apresentar ao público a nova fase artística do cantor. O projeto chega às plataformas digitais no dia 3 de junho.

Com oito faixas inéditas, o álbum mergulha no universo do eletronejo, mistura que une a energia do eletrofunk com elementos do sertanejo e da cultura country, identidade que passou a marcar a trajetória de Jiraya Uai nos últimos anos.

Segundo o artista, o projeto representa a realização de um sonho antigo. “Eu sempre sonhei em ter um álbum. Os fãs também cobravam muito esse momento. São oito músicas de eletrofunk e eletronejo e eu acredito que muita gente que ainda não me conhece vai passar a conhecer através desse trabalho. E quem já acompanha a minha trajetória está feliz porque viveu essa construção junto comigo”, afirma.

A estética do projeto também traduz uma das características mais marcantes do artista: a irreverência. O conceito Cowboy Maluco nasceu da identificação de Jiraya com uma das músicas do repertório e com a personalidade que o público já reconhece. “As pessoas já me conhecem como doido, maluco. Existe uma música chamada Cowboy Maluco que o público gostou muito e eu me identifiquei com essa ideia. Eu pensei: por que não transformar isso na cara do álbum?”, explica.

O trabalho também reforça a evolução musical iniciada após o sucesso de Atrai o Que Fala, canção que ajudou a popularizar a mistura entre o eletrofunk e o sertanejo nos shows do artista. “Quando lançamos Atrai o Que Fala, a ideia já era testar essa mistura do eletrofunk com o sertanejo. Começamos a tocar nas baladas, nos rodeios e nos eventos, e a resposta foi muito positiva. Hoje o nosso repertório tem cada vez mais eletronejo porque é isso que os fãs pedem”, conta.

Entre as apostas do álbum está a faixa Paredão, parceria com CountryBeat. “Tem uma música que a gente gosta bastante, que é Paredão. Ficou boa demais. Eu acredito muito nela”, revela.

Com expectativa de reunir cerca de 250 convidados, o evento foi pensado em formato mais intimista para aproximar ainda mais o artista de quem acompanha sua trajetória. “A gente está esperando cerca de 250 pessoas porque quero dar atenção para todo mundo, ouvir os fãs, conversar. Muitas das ideias que tivemos vieram justamente deles. Então faz sentido viver esse momento junto com quem acompanha o nosso trabalho”, destaca.

Ao longo da carreira, Jiraya Uai também conquistou um público formado por famílias e crianças, algo que ele considera um dos maiores presentes da profissão. “Uma das coisas que mais me emociona é ver crianças e famílias acompanhando o meu trabalho. Eu lembro quando era pequeno e minha família me levava para ver artistas nos shows e rodeios. Hoje viver isso do outro lado é algo que me deixa muito feliz”, afirma.

Mais do que um lançamento, Cowboy Maluco representa o início de uma nova fase para o artista, que aposta no projeto para ampliar sua presença nacional e consolidar ainda mais o eletronejo como uma das tendências da música brasileira.

Assessoria de Imprensa
Palavra Comunicação

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Brilharam

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A designer gráfica Jessica Moreira, a gerente de marketing Emylia Chaveiro e a auxiliar administrativo Larissa Geovanna brilharam na organização do coquetel, que marcou a entrega oficial do Condomínio Vivre. O condomínio horizontal é mais um empreendimento da Emisa Incorporadora entregue em Anápolis. 

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Duas gerações

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Os sócios e diretores da Emisa Incorporadora, Juliano Santos e Amador Santos (pai e filho); João Emídio e Guilherme Emídio (também pai e filho) foram os grandes anfitriões de um coquetel, que marcou a entrega oficial do Condomínio Vivre, em Anápolis. Juliano e Guilherme dão seguimento à bem sucedida trajetória empresarial de seus pais, à frente da Emisa, incorporadora que no próximo ano completará 50 anos de fundação.

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Tecnologia utilizada por Kim Kardashian chega ao Brasil

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Nova geração de radiofrequência alcança camadas profundas da pele e ganha espaço entre pacientes que buscam rejuvenescimento com resultados naturais

A busca por procedimentos estéticos capazes de oferecer resultados cada vez mais naturais tem impulsionado uma nova geração de tecnologias voltadas ao estímulo de colágeno. A mais recente delas é o XERF, equipamento que vem ganhando destaque internacional por atuar em camadas profundas da pele sem a necessidade de cirurgia.

A tecnologia ganhou repercussão nos Estados Unidos após ser utilizada por celebridades como Kim Kardashian e agora começa a chegar ao mercado brasileiro, acompanhando uma tendência global de tratamentos minimamente invasivos focados na regeneração dos tecidos. E já sendo incluída na rotina de cuidados de personalidades como Silvia Braz.

Considerado uma evolução das radiofrequências convencionais, o XERF utiliza duas frequências simultâneas que permitem atingir diferentes profundidades da pele, chegando ao SMAS (Sistema Musculoaponeurótico Superficial), estrutura responsável pela sustentação facial e tradicionalmente associada aos resultados obtidos em cirurgias de lifting.

Na prática, o equipamento funciona como um estimulador tecnológico de colágeno. Por meio do aquecimento controlado dos tecidos, promove a contração das fibras existentes e estimula a produção de novas fibras de sustentação ao longo dos meses seguintes ao procedimento.

Segundo o dermatologista Dr. Bones, um dos primeiros médicos do Brasil a investir na tecnologia, o crescimento da procura por tratamentos desse tipo reflete uma mudança de comportamento dos pacientes.

“Hoje existe uma busca muito maior por procedimentos que preservem a identidade facial. As pessoas querem envelhecer bem, mas sem transformar seus traços. As novas tecnologias surgem justamente para estimular mecanismos naturais do organismo e melhorar a qualidade da pele de forma progressiva”, explica.

A chegada do XERF ao Brasil acompanha um movimento global: a procura por procedimentos que estimulem os mecanismos naturais do organismo vem crescendo, enquanto os tratamentos excessivamente volumizadores perdem espaço. 

O equipamento não substitui a cirurgia em casos avançados, mas abre uma nova possibilidade para pacientes que desejam adiar intervenções mais invasivas ou potencializar resultados já conquistados.

Para o Dr. Bones, o futuro do rejuvenescimento não está em transformar a aparência, mas em estimular inteligentemente o que o corpo já sabe fazer.

Embora não substitua a cirurgia plástica em casos avançados de flacidez, o XERF surge como alternativa para pacientes que ainda não possuem indicação cirúrgica, desejam adiar intervenções mais invasivas ou buscam potencializar resultados já conquistados.

A expectativa do setor é que a tecnologia se torne uma das principais apostas da medicina estética nos próximos anos, impulsionada pela crescente demanda por tratamentos que combinem inovação, segurança e naturalidade.

Felipe Fernandes

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