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João Caetano, cantor e compositor de trilhas de novelas, lança álbum ‘Mil Voltas’ com dois shows em Goiânia.

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Artista que marcou gerações com canções em “Pantanal” e “Salvador da Pátria” retorna à capital nos dias 30 e 31 de outubro, no Teatro Goiânia.

Após quatro anos sem subir aos palcos da capital, o cantor e compositor João Caetano retorna a Goiânia para duas apresentações especiais do show “Mil Voltas”, nos dias 30 e 31 de outubro, às 20h, no Teatro Goiânia.

Além de marcar o reencontro do artista com o público goiano, a programação celebra sua trajetória de mais de cinco décadas dedicadas à música e o lançamento do álbum homônimo.

Ambos os shows serão abertos ao público e terão ingressos solidários, com reserva pela plataforma Sympla.

No dia, será necessária a entrega de 1 kg de alimento não perecível, cuja doação será encaminhada para a OVG – Organização das Voluntárias de Goiás.

Goiano de origem e radicado no Rio de Janeiro, João Caetano teve sua obra projetada nacionalmente ao emplacar sucessos em trilhas sonoras de novelas marcantes da televisão brasileira, como “Pantanal” (TV Manchete), “Salvador da Pátria” (TV Globo), “Fera Radical”,

“O Direito de Amar” e “Bicho do Mato”. Entre os destaques está a canção “Tá na Terra”, parceria com Otávio Daher, que se tornou um hino ao dar voz ao personagem Sassá Mutema, vivido por Lima Duarte, em “Salvador da Pátria”.

No palco, João Caetano será acompanhado por uma banda formada por músicos de renome, que integram também as formações de artistas como Chico Buarque, Maria Bethânia e Djavan.

A direção musical e os arranjos são assinados por Luiz Cláudio Ramos, que também assume os violões, ao lado de João Castilho (arranjos e violões), Itamar Assiere (piano, teclado e acordeão), Rômulo Gomes (baixo elétrico e acústico), Marcelo Martins (sax e flauta) e Jurim Moreira (bateria e percussão).

Os shows ainda contarão com as participações especiais de Ricardo Leão e Bia Tavares.

Os espetáculos celebram ainda o lançamento do álbum “Mil Voltas”, que reúne parcerias com nomes como Otávio Daher, Nasr Chaul, David Izacc, Carlos Brandão e Juraildes da Cruz.

O trabalho revisita fases marcantes da carreira de João Caetano, reforçando seu papel como um dos nomes mais consistentes da música popular brasileira produzida em Goiás.

Sobre o álbum “Mil Voltas”Quantas voltas a vida dá? Para João Caetano, cada curva do caminho sempre esteve acompanhada de música.

É dessa trajetória que nasce “Mil Voltas”, seu novo álbum, concebido entre memórias e viagens.

O trabalho mistura o lirismo do sertão às cores do carrossel, registrando em canções o menino de Kichute verde, os becos de Goiás e a poesia de Cora Coralina.

Gravado entre 2023 e 2025, nos estúdios Meier, Lontra e Up Music, com participação especial de Almir Sater (voz e viola) e Bia Tavares (voz), “Mil Voltas” é um álbum que guarda lembranças de infância, afetos e recomeços, mas também celebra o Brasil profundo, onde a simplicidade revela a essência de um país inteiro.

O nome não é por acaso: “Mil Voltas” resume alguém que já foi muitas coisas, mas nunca deixou de ser artista.

Cada profissão, cada mudança de rumo e cada reencontro estão guardados nas canções, reafirmando que a música é sempre o ponto de retorno.

FICHA TÉCNICA

João Caetano – Show de Lançamento do Álbum “Mil Voltas”

Técnico de som: Leo Bessa

Gravação: Paulo Celestino – Up Music

Roadie: Leo Moraes

Filmagem: Diogo Fleury

Direção de Arte: Paulinho Pessoa

Iluminador: Wendel Sousa

Sonorização, Iluminação e Led: Studio K

Assessoria de Imprensa: Olho Comunicação Estratégica

Produção: Claudinha Fernandes

Assistentes de Produção: Adalmo Araújo, Roberta Thais, Thiago Sposito

Banda: Luiz Cláudio Ramos (arranjos, violão e direção musical), João Castilho (arranjos, violão e vocalizes), Itamar Assiere (piano, teclado e acordeão), Marcelo Martins (sax e flauta), Rômulo Gomes (baixo elétrico, acústico e vocal) e Jurim Moreira (bateria e percussão)

Convidados: Ricardo Leão e Bia Tavares

SERVIÇO

Show “Mil Voltas”, do cantor e compositor João Caetano

Datas: Dias 30 e 31 de outubro (quinta e sexta-feira)

Horário: 20h

Local: Teatro Goiânia – Rua 23, 252, Setor Central, Goiânia – GO

Ingresso solidário de 1 kg de alimento não perecível, cuja doação será encaminhada para a OVG – Organização das Voluntárias de Goiás

Reservas pela plataforma Sympla:30/10: https://www.sympla.com.br/evento/lancamento-do-album-mil-voltas-de-joao-caetano-quinta-feira/316896031/10: https://www.sympla.com.br/evento/lancamento-do-album-mil-voltas-de-joao-caetano-sexta-feira/3169011

OlhO Comunicação Estratégica.

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Com quase 63% dos goianos acima do peso, psiquiatra alerta para efeitos das canetas antiobesidade no humor e no prazer de comer

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A popularização das chamadas canetas emagrecedoras ampliou as possibilidades de tratamento da obesidade e colocou medicamentos como semaglutida, liraglutida e tirzepatida no centro das discussões sobre saúde e emagrecimento. Embora os benefícios desses tratamentos no controle do peso e de parâmetros metabólicos sejam amplamente estudados, uma questão começa a ganhar espaço nos consultórios: como as mudanças provocadas pelos medicamentos podem repercutir no humor, na percepção de prazer e na relação emocional com a alimentação? Em Goiás, o tema ganha peso particular: segundo o Vigitel Goiás 2025, da Secretaria de Estado da Saúde, 62,9% dos adultos estão com excesso de peso, e cerca de um em cada quatro vive com obesidade. A aprovação dos primeiros genéricos de semaglutida pela Anvisa, em agosto de 2026, deve ampliar ainda mais o acesso às canetas.

Segundo a médica psiquiatra Maria Francisca Mauro, formada em Medicina pela Universidade Federal de Goiás (UFG), doutora em Psiquiatria pela UFRJ, coautora das Diretrizes da Associação Brasileira de Psiquiatria para o Tratamento dos Transtornos Alimentares e que acumula 16 anos de experiência na área da obesidade, é importante diferenciar aquilo que já está demonstrado cientificamente das manifestações observadas durante o acompanhamento individual dos pacientes. A médica alerta que, até o momento, as grandes análises de segurança não demonstraram aumento consistente do risco de depressão associado aos medicamentos da classe dos agonistas do receptor de GLP-1.

Entretanto, os resultados não significam que todas as possíveis repercussões emocionais estejam esclarecidas, especialmente entre pessoas com transtornos psiquiátricos preexistentes, cuja participação pode ser limitada em determinados ensaios clínicos. Uma metanálise publicada em 2025 na revista JAMA Psychiatry (Glucagon-like peptide 1 receptor agonists and mental health: a systematic review and meta-analysis), que reuniu 80 ensaios clínicos e mais de 107 mil participantes, não encontrou aumento de eventos psiquiátricos graves entre usuários desses medicamentos em comparação ao placebo.

Na prática, a especialista relata perceber respostas distintas entre os usuários de GLP-1. “Observo que alguns pacientes, de acordo com o medicamento, têm uma melhora do quadro de depressão. Outros, especialmente nos primeiros dias após a aplicação da tirzepatida, relatam mais agitação e euforia, mas isso tende a melhorar ao longo dos dias”, afirma. Ela ressalta que essas experiências clínicas precisam ser interpretadas individualmente e não permitem, isoladamente, estabelecer uma relação de causa e efeito entre o medicamento e as alterações de humor. A psiquiatra lembra ainda que os medicamentos não são tratamento para depressão e que qualquer mudança de humor deve ser comunicada ao médico que acompanha o tratamento.

Quando a comida deixa de ocupar o mesmo lugar emocional

Parte dessa discussão envolve a atuação dos medicamentos sobre mecanismos cerebrais relacionados à saciedade, à motivação e à recompensa. Além de reduzir o apetite e favorecer o controle da ingestão alimentar, os tratamentos podem modificar a maneira como algumas pessoas respondem aos estímulos associados à comida. Essa mudança pode representar um benefício importante, sobretudo para pacientes que convivem com pensamentos persistentes sobre alimentação ou dificuldade de controlar a quantidade ingerida.

Uma revisão sistemática publicada em 2025 no Journal of Affective Disorders (A systematic review in effects of GLP-1 mono-agonists on functional connectivity), que reuniu oito estudos de neuroimagem, mostrou que esses medicamentos modificam a comunicação entre regiões do cérebro ligadas à fome, à recompensa e às emoções, como o hipotálamo, a amígdala e o córtex orbitofrontal. São circuitos envolvidos também na capacidade de sentir prazer. Os autores ressaltam, porém, que os estudos ainda são pequenos e os resultados, heterogêneos.

No entando, a alimentação também desempenha funções emocionais, afetivas e sociais. Para algumas pessoas, comer está associado à celebração, ao alívio da tristeza, à convivência familiar ou à busca de conforto diante de situações difíceis. Quando essa relação se modifica de maneira significativa, podem surgir sentimentos de estranhamento e insatisfação que merecem ser compreendidos durante o tratamento.

“Algumas pessoas tratam a comida como um refúgio emocional. Estou alegre, vou comer; estou triste, vou comer. A comida como uma mediação da forma de ser, da forma de estar”, explica Maria Francisca. Segundo a psiquiatra, quando o paciente deixa de encontrar na alimentação uma fonte habitual de prazer ou conforto, pode enfrentar dificuldades para se adaptar à nova experiência. Uma revisão publicada em 2025 na revista Nutrients (Beyond weight loss: GLP-1 usage and appetite regulation in the context of eating disorders and psychosocial processes) ajuda a entender esse processo. O comer emocional diminui nos primeiros meses de uso das canetas, mas, em um dos estudos analisados, voltou ao nível inicial após 12 meses. Para os autores, o medicamento reduz o impulso de comer, mas não trata a dificuldade de lidar com as emoções que estava por trás dele.

Uma das situações identificadas pela médica é a alteração, por iniciativa própria, dos intervalos entre as aplicações. Há pacientes que adiam a dose prevista para o fim da semana na expectativa de recuperar parte do apetite ou do prazer associado às refeições do final de semana. Embora esse comportamento não possa ser generalizado, ele revela como o tratamento pode envolver questões que ultrapassam a resposta metabólica. Segundo a médica, mudar o intervalo por conta própria pode desorganizar o tratamento e aumentar efeitos colaterais quando a dose é retomada.

A especialista chama a atenção para a necessidade de compreender o significado dessas mudanças. A redução do interesse pela comida pode fazer parte da resposta esperada ao medicamento, mas o sofrimento emocional, a perda persistente de prazer em outras atividades e os prejuízos na rotina exigem uma avaliação mais ampla. Por isso, alterações no esquema de aplicação não devem ser feitas sem orientação do profissional responsável.

Atenção aos transtornos alimentares

Pesquisadora da relação entre obesidade e comportamento alimentar, Maria Francisca chama atenção para outro grupo que exige cuidado: pessoas com histórico de compulsão alimentar, bulimia ou restrição alimentar intensa. Para quem tem obesidade, a redução do apetite costuma trazer alívio. Mas, em alguns casos, o alívio pode dar lugar ao medo de comer ou de recuperar qualquer quilo. Um consenso internacional de especialistas publicado em 2026 na revista World Psychiatry (Consensus-based recommendations for GLP-1 receptor agonists in the context of eating disorders: a modified Delphi study) recomenda investigar o comportamento alimentar antes de iniciar o tratamento. “Menos fome não significa necessariamente uma relação mais saudável com a comida”, afirma Maria Francisca.

A revisão da Nutrients alerta para um risco pouco percebido: a restrição alimentar pode ser confundida com boa adesão ao tratamento, sobretudo quando o peso está caindo. Entre os sinais que exigem atenção, os autores citam perda de peso muito rápida, tontura ou desmaio, restrição cada vez maior e uso de laxantes ou vômitos. As redes sociais também pesam: uma análise de 100 vídeos do TikTok com a hashtag #Ozempic, que somavam cerca de 70 milhões de visualizações, mostrou que a maioria era de relatos pessoais com foco na perda de peso. Para os pesquisadores, esse tipo de conteúdo pode estimular o uso sem indicação, especialmente entre adolescentes.

Acompanhamento precisa considerar a saúde emocional

Para Maria Francisca, o acompanhamento de pessoas em tratamento da obesidade deve contemplar também a percepção que elas têm sobre a própria qualidade de vida. Mudanças importantes no comportamento alimentar, isolamento social, apatia, tristeza persistente ou perda de interesse por atividades anteriormente prazerosas são aspectos que precisam ser investigados, independentemente de sua relação com o medicamento.

A atenção deve ser compartilhada entre diferentes profissionais de saúde. Endocrinologistas, psiquiatras e psicólogos podem contribuir para identificar se determinadas manifestações estão associadas à adaptação ao tratamento, a condições emocionais preexistentes ou a outros fatores que exigem investigação. “Além das taxas, dos exames bioquímicos, da balança, do peso, é importante saber como esse paciente está se sentindo. Ele se sente bem? Se sente ele próprio?”, questiona a psiquiatra, ao destacar a relevância de incorporar a avaliação emocional às consultas.

A observação também se estende aos psicólogos que acompanham pacientes em uso desses medicamentos. Uma perda de peso muito acelerada, o afastamento de encontros familiares ou a redução do interesse por experiências que antes faziam parte da rotina podem fornecer informações relevantes sobre a maneira como o indivíduo está vivenciando o tratamento.

Esses sinais não indicam necessariamente um efeito adverso psiquiátrico causado pelas canetas antiobesidade. Contudo, podem justificar uma reavaliação clínica, inclusive da dose, da estratégia terapêutica e da necessidade de acompanhamento multiprofissional.

Ao ampliar a discussão sobre os efeitos do tratamento, Maria Francisca Mauro defende uma abordagem que considere a obesidade em sua complexidade biológica, psicológica e social. Afinal, a resposta ao medicamento não pode ser avaliada exclusivamente pelos quilos perdidos ou pelos resultados laboratoriais. O objetivo, segundo a médica, é compreender “o que o paciente precisa para ter os benefícios do medicamento e manter uma vida que ele sinta inteira”.

Sobre a especialista Maria Francisca Mauro é médica psiquiatra, formada pela Universidade Federal de Goiás (UFG), mestre e doutora em Psiquiatria pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Pesquisa a relação entre saúde mental, obesidade, cirurgia bariátrica e transtornos alimentares, é membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO) e coautora das Diretrizes da ABP para o Tratamento dos Transtornos Alimentares (2026). Atende em Goiânia e no Rio de Janeiro. CRM-GO 11613 | CRM-RJ 52.82311-2 | RQE 18264

Atendimento em Goiânia: The Prime Tamandaré Office, Rua 5, 691, sala 1102, Setor Oeste. Agendamento: (62) 98485-4757. Instagram: @mariafranciscamauro.

Sugestão de pauta: a médica está disponível para atender entrevistas relacionadas ao tema.

Goiânia, novembro de 2026

Boomerang Comunicação | Assessoria de imprensa

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Homenagem aos 70 anos da Escola de Música da UFG

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A musicóloga, pianista e professora aposentada da Universidade Federal de Goiás, Gyovana de Castro Carneiro, será uma das homenageadas em sessão solene na Câmara Municipal de Goiânia, nesta quinta-feira, 5 de novembro, às 19h.

A homenagem, proposta pelo professor Edward Madureira, celebra os 70 anos da Escola de Música da UFG e reconhece a trajetória de docentes que contribuíram para a história da instituição. Com quase três décadas dedicadas ao ensino, à pesquisa e à difusão da música, Gyovana receberá a distinção ao lado de outros professores que ajudaram a construir esse importante legado cultural e artístico de Goiás.

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Mariana Dias Senna desembarca em Goiânia

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Contemplada pelo projeto Ocupe com Arte (Edital PNAB Goiás), a artista carioca realizará imersão, criação de obra inédita e a oficina gratuita“Te encontrei nas ruas” para a comunidade

A capital goiana recebe, a partir desta quarta-feira, 4 de novembro, a artista visual e pesquisadora carioca Mariana Dias Senna (Rio de Janeiro/RJ).

Selecionada entre criadores de todo o Brasil na primeira convocatória de Residência Artística do Müquifü Cultural, a artista cumpre um ciclo de dez dias de imersão, trocas poéticas, coletas urbanas e criação de obra inédita no Setor Central de Goiânia.

A ação integra o projeto Ocupe com Arte, promovido pelo Müquifü Cultural com fomento do Edital do Plano Nacional Aldir Blanc (PNAB Goiás).

A proposta busca conectar artistas nacionais ao contexto da produção e da comunidade goianiense, estimulando processos colaborativos e de experimentação em arte contemporânea.

“A Residência surge como uma proposta de construção de trocas de experiências, técnicas e conhecimentos entre artistas residentes do coletivo e artistas de outras regiões, visando reunir diferentes narrativas e vivências.

Isso contribui para o desenvolvimento de novas perspectivas e propostas artísticas, ao mesmo tempo em que provoca deslocamentos no contexto artístico goianiense por meio da aproximação com artistas de outras localidades.

A ideia é estimular o afastamento da rotina cotidiana, proporcionando um ambiente dedicado à pesquisa, à experimentação e ao processo de criação.

Por se tratar de uma residência de intercâmbio, pretende também ampliar as possibilidades de colaboração e compartilhamento de práticas, promovendo o encontro entre diferentes trajetórias e formas de produção”, enfatiza Gus Aires, vice-presidente do Müquifü Cultural.

Residência e Oficina

A partir do dia 5/11, Mariana inicia o diálogo e a convivência no ateliê coletivo do Müquifü, conhecendo os 12 artistas residentes do espaço e realizando derivas urbanas pelas ruas do Centro de Goiânia para a coleta de materiais.

Esse processo resultará em uma obra de arte inédita que fará parte de uma exposição coletiva subsequente do projeto.

Como encerramento da residência, no dia 12 de novembro, Mariana Dias Senna ministrará a oficina gratuita e aberta ao público “Te encontrei nas ruas” (das 14h às 18h), seguida da apresentação da obra finalizada e de um momento de abertura de portfólio.

Os interessados podem se inscrever para a oficina pelo link disponível na bio do perfil @muquifucultural no Instagram.

A oficina proporcionará uma vivência prática sobre o encontro e o diálogo entre corpos e territórios.

A partir de caminhadas e da coleta de materiais pela cidade, os participantes realizarão intervenções, escritas e grafias sobre os objetos encontrados, articulando fragmentos em uma composição coletiva que reflete o contexto urbano vivido.

MÜQUIFÜ CULTURAL

Surgido em 2021, o Müquifü Cultural é um coletivo e espaço independente que revitalizou o 2º andar do Edifício Abraão Helou (Rua 8, nº 497, Setor Central), transformando o local em ateliês e centro de formação cultural.

Com mais de 40 projetos realizados e 12 artistas residentes fixos, o espaço prioriza a valorização da arte contemporânea e a relação afetuosa com a cidade.

Atualmente, promove o projeto Ocupe Com Arte — contemplado pelo Edital do Plano Nacional Aldir Blanc Goiás —, que conta com uma série de atividades incluindo oficinas, residências artísticas, exposições de arte, feiras culturais e muito mais.

Todas as atividades propostas são gratuitas e voltadas para a comunidade, artistas emergentes, estudantes e minorias sociais.

Residência Artística –

Mariana Dias Senna (RJ) no Müquifü Cultural

Período: 04 a 12 de novembro de 2026

Oficina Gratuita “Te encontrei nas ruas”: Quinta-feira, 12/11, das 14h às 18h – aberta ao público

Local: Müquifü Cultural — Edifício Abraão Helou (Rua 8, nº 497, 2º andar, Setor Central — Goiânia/GO)

Informações e Inscrições:

Instagram @muquifucultural

E-mail: muquifucultural@gmail.com-

OlhO Comunicação Estratégica

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