Claudia Werneck chega a Goiás para lançar seu 15º livro sobre inclusão e diversidade Defensora incansável da oferta de comunicação inclusiva, o livro será o primeiro no Brasil a ser lançado em 9 formatos acessíveis Fundadora da Escola de Gente – Comunicação em Inclusão, a jornalista e ativista em Direitos Humanos Claudia Werneck, referência nacional e internacional em comunicação acessível e inclusiva, lança hoje, dia 24 de abril, no Mercado Municipal da Cidade de Goiás – GO, às 18 horas, o livro Tia Zilda – Histórias de Inclusão, pela WVA Editora e Escola de Gente, por meio da Lei Rouanet. Com um compromisso sólido com a democratização do acesso ao Livro e à Leitura Inclusiva, esta publicação se destaca por ser disponibilizada em nove formatos acessíveis, garantindo que pessoas com diferentes necessidades possam desfrutar do conteúdo sem barreiras. Cem exemplares serão disponibilizados gratuitamente no dia 24 de abril, para quem for ao lançamento. Sobre o livro Tia Zilda – Histórias de Inclusão Os nove formatos acessíveis incluem Impressão em tinta, Audiolivro, Audiolivro com audiodescrição, PDF com audiodescrição, Arquivo TXT com audiodescrição, Arquivo DOC com audiodescrição, Vídeo com Libras e legendas, Vídeo em linguagem simples com todo o conteúdo do livro, E-book acessível com descrição de imagens e gráficos. Além disso, a capa contará com um QR Code em relevo, oferecendo acesso rápido aos formatos acessíveis, com uso de wire-o para facilitar o manuseio da obra para pessoas com dificuldade motora. Autora de 14 livros publicados em português inglês e espanhol, com mais de 500 mil exemplares vendidos, e autora de clássicos como “Quem cabe no seu TODOS?”, “Ninguém mais vai ser bonzinho” e “Um amigo diferente?” Claudia retorna à escrita depois de 10 anos escrevendo apenas artigos, tempo no qual se dedicou à Escola de Gente e ao advocacy pela causa, como ativista que é. O tema deste livro também é inclusão e diversidade – com reflexões que envolvem também o mundo digital durante e depois da covid-19, sempre na perspectiva da educação e da cultura inclusiva. Será o segundo livro símbolo da campanha “Todas as Pessoas têm Direito a Conhecer Todas as Histórias”, lançada em 2011 pela WVA Editora e Escola de Gente a partir da constatação de que eram – e continuam – raras as ofertas de livro em formatos acessíveis no Brasil. O primeiro foi o infantil “Sonhos do Dia”. Todos os formatos do livro estarão disponíveis gratuitamente no premiado aplicativo de cultura acessível “VEM CA”, da Escola de Gente, e nas plataformas digitais da Escola de Gente, promovendo acesso amplo e democrático à leitura. O livro será distribuído gratuitamente para estudantes de instituições públicas de Ensino Médio e de Educação de Jovens e Adultos (EJA) de todo o Brasil. Bibliotecas públicas também receberão exemplares. Sobre Claudia Werneck Única escritora brasileira recomendada por UNESCO e UNICEF, e idealizadora da Escola de Gente, Claudia Werneck é jornalista, ativista, empreendedora social, palestrante e consultora internacional, tendo recebido mais de 100 premiações e reconhecimentos pelo mundo. Claudia tem 14 livros publicados (WVA Editora) em português, inglês e espanhol para crianças e pessoas adultas sobre direitos humanos, inclusão e acessibilidade, com mais de 500 mil livros vendidos. Sua obra “Sociedade Inclusiva. Quem cabe no seu TODOS?” é referência internacional.
Serviço Lançamento do livro “Tia Zilda – Histórias de Inclusão” Data: 24 de abril de 2024 (sexta-feira) Horário: 18 horas Local: Mercado Municipal da Cidade de Goiás – GO
O Show Musical”, atriz encara novo desafio no audiovisual e integra produção sobre a trajetória de Lélia Gonzalez.
A atriz Isabella Daneluz, que vem construindo sua trajetória especialmente nos palcos e no teatro musical, prepara-se para um novo momento na carreira.
A artista amplia sua atuação no audiovisual ao interpretar Ana Felippe em uma produção dedicada à trajetória de Lélia Gonzalez, uma das mais importantes intelectuais, escritoras e ativistas brasileiras.
A obra resgata a história e o legado de Lélia Gonzalez, referência fundamental do pensamento social brasileiro e dos debates sobre racismo, sexismo, identidade, cultura e a realidade das mulheres negras no país.
Na produção, Isabella interpreta Ana Felippe, personagem ligada à trajetória de Lélia e apresentada na narrativa como uma de suas amigas e escritoras próximas, contribuindo para revelar também as relações pessoais, afetivas e intelectuais que fizeram parte dessa história.
Atualmente em turnê com “Miraculous Ladybug:
O Show Musical”, que chega a São Paulo em outubro, Isabella vive a experiência de transitar entre duas linguagens distintas.
Acostumada à intensidade, à projeção e à presença exigidas pelo teatro, a atriz encontra diante das câmeras um trabalho marcado pelas sutilezas da interpretação, pelos detalhes e pela construção de emoções em uma escala diferente.
A nova experiência representa também uma oportunidade de ampliar seu repertório artístico.
A passagem dos palcos para o audiovisual exige adaptações na forma de interpretar e permite que Isabella explore novas possibilidades profissionais, conciliando a experiência adquirida no teatro musical com os desafios de uma produção cinematográfica.
As gravações acontecem em São Paulo, Salvador e Rio de Janeiro, cidades que integram a construção da narrativa e ajudam a dimensionar a trajetória retratada.
Ao reunir história, memória, cultura e representatividade, o projeto busca aproximar o público, inclusive as novas gerações, do pensamento e do legado deixado por Lélia Gonzalez.
Entre os palcos e as telas, Isabella Daneluz segue ampliando os caminhos de sua carreira.
Depois de conquistar espaço no teatro musical, a atriz passa a explorar com maior intensidade o audiovisual, levando sua experiência e sensibilidade artística para uma produção que recupera uma personagem fundamental da história brasileira e as pessoas que fizeram parte de sua trajetória.
Durante palestra, especialista apresentou aos médicos uma novidade na área da genética que amplia as possibilidades de prevenção, diagnóstico e personalização dos cuidados com a saúde.
O geneticista Dr. Neto foi um dos palestrantes do MEDX Experience, realizado nesta sexta-feira (28), no K Hotel, em Goiânia.
O encontro reuniu médicos em uma programação de imersão voltada à ciência aplicada à prática, tecnologia, gestão, inovação e aos novos caminhos que vêm transformando a medicina.
Durante sua participação, Dr. Neto apresentou aos profissionais presentes uma novidade relacionada ao mapeamento genético, apontada como um importante avanço para uma medicina cada vez mais individualizada.
A tecnologia permite ampliar a compreensão sobre características genéticas de cada pessoa e, a partir dessas informações, contribuir para estratégias mais direcionadas de prevenção, acompanhamento e cuidado.
A proposta representa uma mudança de perspectiva: além de atuar diante de doenças já instaladas, os avanços da genética possibilitam conhecer previamente determinadas predisposições e características individuais que podem auxiliar médicos e pacientes na tomada de decisões ao longo da vida.
Segundo o pesquisador Dr. Neto, o crescimento da medicina genética abre espaço para uma abordagem mais precisa, na qual cada paciente passa a ser analisado considerando também informações presentes em seu DNA.
O mapeamento pode oferecer dados que, associados à avaliação médica, histórico familiar, hábitos e outros exames, ajudam a construir uma visão mais ampla e personalizada da saúde.Durante a palestra, o geneticista destacou que essa evolução pode impactar diferentes áreas da medicina, justamente por fornecer informações capazes de auxiliar profissionais na compreensão de riscos individuais e na definição de estratégias de acompanhamento mais adequadas para cada perfil.
A novidade apresentada no MEDX Experience reforça um movimento que vem ganhando espaço na medicina: a transição de modelos generalizados de cuidado para uma atuação cada vez mais preventiva, preditiva e personalizada, utilizando a genética como uma importante aliada.
O MEDX Experience é direcionado a médicos que buscam acompanhar as transformações do setor e reúne ciência, tecnologia, gestão e inovação em uma programação voltada à aplicação prática do conhecimento.
A participação de Dr. Neto colocou a genética no centro dessa discussão, mostrando como informações presentes no DNA podem contribuir para uma nova forma de compreender a saúde e pensar a medicina do futuro.
Em plena era da inteligência artificial e da produção cada vez mais acelerada, processos artesanais voltam a ganhar protagonismo.
Para a arquiteta Camila Pimenta, não é nostalgia: é uma nova percepção de valor.
Quanto mais a tecnologia acelera a criação e torna possível reproduzir praticamente qualquer coisa, mais atenção o design contemporâneo parece dedicar àquilo que não pode ser replicado exatamente da mesma maneira.
Vidros soprados individualmente, pedras trabalhadas como esculturas, metais moldados, marcenaria, bordados e peças produzidas em pequenas séries voltam a ocupar espaço relevante na arquitetura.
Para Camila Pimenta, esse movimento não representa uma rejeição à tecnologia.
Pelo contrário.“A tecnologia amplia aquilo que podemos fazer.
Mas repertório, sensibilidade e intenção continuam determinando o que realmente vale a pena fazer.”
A arquiteta acredita que o encontro entre processos tecnológicos e conhecimento artesanal será cada vez mais importante.
Uma peça pode nascer de modelagem digital e engenharia de alta precisão e ainda depender das mãos de um artesão para adquirir sua característica mais especial.
E, nesse cenário, até pequenas variações passam a ter outro significado.“
Existe uma diferença enorme entre imperfeito e mal executado.
O artesanal que me interessa tem precisão, mas preserva aquilo que torna cada peça única.”
A mudança também chega à curadoria dos interiores.
Além de perguntar quem assina determinado objeto, passa a importar onde ele foi produzido, quem o executou, qual técnica foi utilizada e qual história existe por trás dele.
É uma lógica que Camila leva aos próprios projetos.
Sua pesquisa atravessa fabricantes, galerias, artistas, artesãos e diferentes países em busca de algo específico para cada residência.
E nem sempre a resposta está disponível no mercado.
“Às vezes procuramos no mundo inteiro e percebemos que a peça certa simplesmente não existe. Então, precisamos criá-la.
É justamente nesse ponto que arquitetura, interiores, arte e design de produto começam a se aproximar.
Em vez de uma residência construída apenas a partir de escolhas de catálogo, surgem peças desenvolvidas especificamente para aquele espaço e aquela família.
Para Camila, o retorno do feito à mão, portanto, não deve ser entendido como uma tendência estética. É consequência de um momento em que autoria, procedência e tempo voltam a participar da percepção de valor de um objeto.
“Talvez o futuro do design não esteja em escolher entre a mão e a máquina, mas em saber exatamente o que devemos pedir a cada uma delas.”