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Lançamento do ‘GAC GS3’, na GAC Navesa.

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A “GAC” lançará o SUV compacto “GS3”, na ‘GAC Navesa’ em Goiânia, na noite desta quinta, 26/3. O evento para convidados da montadora chinesa apresentará os automóveis mais completos da categoria nas versões: 

Premium e Elite.

Os modelos à combustão trarão motorização 1.5 turbo e valores supercompetitivos (a partir de R$ 129.990), com sistema “ADAS 2.0” e automatic parking.

A ação tem à frente os empresários Edgar Valadares de Queiroz, Tarciso Cardoso, Mario Henrique Queiroz e Ana Beatriz Queiroz, reforçando o posicionamento do Grupo Navesa em Goiás e a expansão da presença da marca no mercado regional, com uma unidade produtiva na cidade de Catalão (GO). 

O evento também contará com a presença de representante regional da GAC e gastronomia argentina by “Don Diego”.

Mais informações e agendamento de test drive no (62) 3121-6400 e em @gacnavesa

Sobre o novo carro GAC GS3:

 O GAC GS3 é um SUV compacto chinês com porte médio (4,41m) lançado no Brasil, neste mês de Março de 2026.

Equipado com motor 1.5 Turbo (177 cv) e câmbio DCT de 7 marchas, ele chega completo para competir no acirrado segmento de SUVs compactos, enfrentando diretamente os seguintes modelos:

T-Cross, Hyundai Creta, Chevrolet Tracker, Jeep Renegade, Fiat Fastback, Nissan Kicks e Compass, com preços supercompetitivos (a partir de R$ 129.990).

Estará disponível nas versões: 

Premium e Elite.

A motorização à combustão traz 1.5 Turbo a gasolina (177 cv e 27,5 kgfm de torque).

A pré-venda iniciou no dia 06/03, exclusiva pelo Mercado livre e oferecendo um bônus de R$ 4.000 + 3 primeiras revisões gratuitas para quem comprar neste período.

O novo carro oferece conforto e tecnologia, com tampa do porta-malas elétrico, teto solar panorâmico e cortina com acionamento elétrico, ar condicionado automático, banco do motorista com ajustes elétricos (6 posições), maçanetas retráteis e grade “Mecha Wing”.

A central multimídia tem “Touch Screen 15″, com destaque para o painel de instrumentos com Pacote “ADAS” completo:

SISTEMA AVANÇADO DE AUXÍLIO AO MOTORISTA, com alerta de colisão frontal (FCW), assistente de permanência em faixa (LKA), alerta de mudança de faixa (LDW), frenagem autônoma de emergência (AEB), monitoramento de ponto cego (BSD), piloto automático adaptativo (ACC), piloto automático integrado (ICA) e automatic parking.

No dia do evento de lançamento, todos os outros veículos da GAC, como:

GS4 Hybrid, Hyptec HT, Aion V, Aion Y também estarão expostos no salão da GAC Navesa.

Fábrica GAC em Goiás: 

A GAC (Guangzhou Automobile Group) anunciou a instalação de sua primeira unidade produtiva no Brasil.

A fabricante escolheu a cidade de Catalão (GO), aproveitando a estrutura da HPE Automotores, representante oficial de Mitsubishi e Suzuki no país.

O investimento previsto é de mais de R$ 6 bilhões para os próximos cinco anos.

Com este movimento, a GAC pretende transformar o Brasil em um hub estratégico para a América Latina, com foco em pesquisa, desenvolvimento e, futuramente, exportação.

O projeto visa a produção inicial de um a dois modelos. O primeiro deverá ser o SUV compacto GS3, que atualmente é equipado com um motor 1.5 turbo a gasolina (170 cv/25,5 kgfm).

A intenção da companhia chinesa é atingir a meta de 100 mil carros no país em até cinco anos, e terá a fabricação de outros produtos com a tecnologia híbrida flex. 

SERVIÇO: 

Lançamento do GAC GS3, na GAC Navesa! 

Data/Horários: Quinta, 26/3, das 18h30 às 21h30.

Local: GAC Navesa, Av. Mutirão, n° 3.300 – St. Bueno, Goiânia – GO

Redes sociais: @gacnavesa & https://www.gacnavesa.com.br/Para mais informações e agendamento de test drive:

WhatsApp (62) 3121-6400

Evento com coquetel para convidados/imprensa & serviço de manobristas.

Carlos Eduardo Faria – Kadu!

Jornalista /

Paspartú Comunicação

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Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis

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Sucesso de público, “Abracadabra – Um Circo Musical” se despede do público anapolino com sessões finais repletas de magia, tecnologia e emoção.

O Reder Circus está em suas últimas semanas em Anápolis com a superprodução “Abracadabra – Um Circo Musical”, espetáculo idealizado e dirigido por Frederico Reder que reúne dois grandes nomes do entretenimento brasileiro:

Dedé Santana, ícone do humor nacional, e Diego Hypólito, medalhista olímpico e um dos maiores ginastas da história do país.

Em cartaz desde abril, a atração se consolidou como um dos maiores sucessos culturais da temporada na cidade, encantando milhares de espectadores com uma experiência imersiva e emocionante para todas as idades.

A proposta de “Abracadabra” vai além do circo tradicional.

A montagem combina acrobacias, palhaçaria, música ao vivo, dança e tecnologia audiovisual de última geração, criando uma narrativa sensorial que celebra a superação humana e o poder das palavras.

De um lado, a irreverência e a experiência cênica de Dedé Santana; do outro, a força, a técnica e a expressividade corporal de Diego Hypólito.

Juntos, os artistas conduzem o público a um mergulho lúdico que resgata a essência da infância e a capacidade de sonhar.Um dos grandes diferenciais do espetáculo é a trilha sonora executada ao vivo por uma orquestra, acompanhada por cantores que conduzem musicalmente toda a apresentação.

Inspirado nos grandes musicais internacionais, o projeto entrega uma experiência de padrão Broadway ao mercado circense brasileiro, reforçando a proposta de inovação e excelência artística.Segundo Frederico Reder, o título do espetáculo carrega um significado central para a obra.

“Em muitas línguas, a expressão ‘Abracadabra’ significa o poder da palavra. Ou seja, tudo o que a gente fala acontece”, afirma o diretor, que defende o circo como uma linguagem universal, capaz de se comunicar diretamente com a emoção do público.

A produção reúne mais de 50 artistas em cena, entre malabaristas, palhaços, acrobatas, bailarinos e músicos brasileiros e internacionais.

O picadeiro, montado próximo à plateia, amplia a interação com o público. A estrutura técnica inclui um mega telão de LED de 100 metros quadrados, mais de uma tonelada de equipamentos de sonorização, dez toneladas de cenários e um sistema de iluminação com mais de 250 refletores interativos.

“Abracadabra – Um Circo Musical” presta homenagem às crianças de todas as gerações: às que vivem o presente e às que permanecem na memória afetiva dos adultos.

Nesta reta final em Anápolis, a expectativa é de sessões com ingressos esgotados, reforçando o sucesso da temporada e a conexão do espetáculo com o público.Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do circo todos os dias, a partir das 10h, e também na plataforma online Uhuu.com.

Serviço

*Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis com superprodução estrelada por Dedé Santana e Diego Hypólito

Temporada: Últimas semanas

Sessões:Quinta e sexta: 20h

Sábado: 17h e 20h

Domingo: 15h e 18hInstagram: @abracadabracircomusical

Ingressos: https://uhuu.com/evento/go/goiania/reder-circus-dede-santana-e-diego-hypolito-em-abracadabra-15687?gad_source=1&gad_campaignid=23586036422&gbraid=0AAAAAC86bHCytVm__P01liMLa_cv2xq-g&gclid=Cj0KCQjwmunNBhDbARIsAOndKplvore78AWMqPgV2Lv40mv49SKhH8Bo2H7FhrJsSIbb36maAwBIquwaAihFEALw_wcB

Assessoria de Imprensa

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Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 maio.

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Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

Norma regulamentadora que já exige controle de riscos físicos, químicos e biológicos agora inclui fatores psicossociais; especialista da Clínica Vittá explica como empresas devem agir.

A partir do dia 26 de maio de 2026, entra em vigor oficialmente a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que torna obrigatória a identificação e gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

A medida, que foi anunciada em 2025 e teve um período de adequação sem multas, agora passa a ser passível de fiscalização e penalidades para as empresas que não cumprirem as novas exigências.

O prazo está se esgostando.

A neuropsicóloga Gabriela Vieira, da Clínica Vittá, que atua na avaliação de estresse ocupacional, explica que a mudança coloca a saúde mental dos trabalhadores no mesmo patamar de exigência que os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. Na prática, todas as organizações deverão mapear fatores como sobrecarga de trabalho, pressão por prazos, conflitos interpessoais e falta de apoio das chefias – elementos que, quando crônicos, podem levar a transtornos mentais e afastamentos.

A decisão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) foi motivada por números alarmantes: somente em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária devido a transtornos mentais e comportamentais, um aumento de 15,66% em relação a 2024.

Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostram que esses afastamentos mais que dobraram no biênio 2022-2024, saltando de 201 mil para 472 mil – uma alta de 134%.*Como identificar

Mas como identificar, na prática, a sobrecarga cognitiva antes que ela se torne um transtorno mental?

A neuropsicóloga Gabriela Vieira afirma que a neuropsicologia pode oferecer às empresas um ‘termômetro” preciso para medir a saturação das equipes.

A especialista afirma que existem testes, como tarefas de atenção contínua, avaliação de funções executivas e escalas de fadiga mental, que funcionam quase como um ‘termômetro’ da saturação cognitiva.

De acordo com ela, a observação clínica e o relato da equipe são fundamentais para complementar esses dados.“

A gente consegue captar sinais precoces – queda de atenção sustentada, aumento de erros, lentificação cognitiva e dificuldade de memória operacional.

Ela ressalta que a aplicação desses testes, combinada com escuta ativa, permite às empresas agir antes que o trabalhador adoeça – reduzindo absenteísmo, presenteísmo e custos com afastamentos.

Diferenças entre fator psicossocial e problema individual.

Uma das dúvidas mais comuns entre gestores de RH é como diferenciar se o sofrimento do trabalhador tem origem no trabalho ou é um problema de saúde mental pré-existente.

Gabriela Vieira afirma que, nestes casos, a análise do contexto é determinante.

Quando o sofrimento está muito ligado a fatores do ambiente – excesso de demanda, pressão, conflitos ou falta de autonomia –, é um fator psicossocial do trabalho.

Já quando os sintomas aparecem de forma mais ampla, em vários contextos da vida, com histórico prévio ou sem relação direta com o trabalho, pode ser algo mais individual. Para a neuropsicóloga, as empresas não devem usar essa distinção como forma de negar responsabilidade.

“O ambiente de trabalho tem o dever de não adoecer. Mesmo um trabalhador com vulnerabilidade prévia pode ser mantido saudável se os fatores psicossociais forem bem gerenciados”.

*O que muda nas empresas?*A NR-1 estabelece as diretrizes gerais de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil, determinando o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).

Com a atualização, as empresas deverão fazer adequações.

Entre as adequações, incluir os riscos psicossociais no PGR, documentando e implementando ações de controle; realizar um ciclo contínuo de identificação, avaliação, prevenção, acompanhamento e revisão das medidas; e seguir as orientações do Guia de Fatores de Riscos Psicossociais do MTE, que aponta estressores como sobrecarga, prazos excessivos, conflitos e falta de apoio.

Para completar, as empresas devem combinar a nova gestão com outras normas, como a NR-17, que tem o objetivo de proporcionar conforto, segurança e desempenho eficiente, prevenindo doenças como as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), fadiga e estresse (ergonomia).

Nas inspeções, os auditores do Ministério do Trabalho vão observar a organização do trabalho, analisar documentos, verificar dados de afastamento e entrevistar trabalhadores para identificar situações de risco psicossocial.

Com a vigência a partir de 26 de maio, as empresas já devem revisar seus Programas de Gerenciamento de Riscos e incluir a análise de fatores psicossociais.

Especialistas recomendam o uso de protocolos científicos – como os testes neuropsicológicos citados – e a capacitação de equipes de RH e segurança do trabalho.

A tendência é que, nos próximos anos, ações fiscalizatórias e decisões judiciais trabalhistas considerem a ausência de medidas preventivas nesse campo como violação à NR-1, abrindo caminho para indenizações e multas.

Enquanto isso, a neuropsicóloga da Clínica Vittá reforça o recado de que cuidar da saúde mental é sobrevivência: o cérebro adoece, e a conta sempre chega – para o trabalhador, para a empresa e para a sociedade.

– Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

*Serviço*

Pauta: Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 de maio

Fonte especialista: Neuropsicóloga Gabriela Vieira – Clínica Vittá

Assessoria de Imprensa

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Comemoração

Comemorações

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Em recente comemoração no Rio de Janeiro pelos aniversários dos amigos Fabrício Britto e Gabriela Vilela, a médica Ana Gabriela Maia e sua mãe a advogada Ana Carla Maia, marcaram presença nas festividades realizadas na noite do dia 1º de maio, no luxuoso Julieta de Serpa.

Já no dia 2, as comemorações continuaram na praia do Leblon, no posto 11, reunindo mais de 70 goianos que prestigiaram os aniversariantes em um animado encontro à beira-mar.

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