A Mais Cabello vem consolidando sua expansão nacional a partir de um modelo que integra prática clínica com pesquisa científica aplicada, com foco direto na evolução dos resultados em saúde capilar.
Na prática, essa estrutura se organiza por meio de um Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento coordenado pela cientista Jack Alecrim, responsável por transformar dados clínicos reais em protocolos e soluções aplicáveis dentro das unidades.
Entre os avanços já implementados, destaca-se a validação do Protocolo inovador Vitta Hair, que se baseia na associação de ativos farmacológicos com fatores de crescimento, desenvolvido a partir de uma análise científica estruturada para otimizar a performance e a entrega de ativos nos folículos pilosos.
Esse tipo de abordagem permite atuar de forma mais direcionada em quadros como a alopecia androgenética, que envolve processos progressivos de miniaturização folicular, além de outros distúrbios capilares que exigem estímulo biológico e suporte ao ambiente do couro cabeludo.
Além disso, a rede iniciou linhas de pesquisa voltadas ao uso de tecnologias associadas à medicina regenerativa, como o desenvolvimento de formulações baseadas em exossomos e sistemas de permeação.
Essas estratégias buscam modular o microambiente folicular, favorecendo a sinalização celular e ampliando o potencial de resposta terapêutica, especialmente em pacientes que apresentam baixa resposta a abordagens convencionais ou quadros mais avançados de rarefação capilar.
As parcerias com universidades federais funcionam de forma aplicada: a Mais Cabello leva demandas clínicas reais e dados estruturados, enquanto os centros acadêmicos contribuem com análise científica, desenho experimental e validação.
Esse fluxo permite que os estudos não fiquem restritos ao ambiente acadêmico, mas retornem como protocolos, ajustes terapêuticos e novas abordagens diretamente implementadas no atendimento ao paciente, incluindo a personalização de estratégias conforme o tipo de alopecia e o perfil biológico individual.
Como resultado, os clientes passam a ter acesso a protocolos já testados em ambiente clínico, com maior previsibilidade de resposta, além de tecnologias que estão em constante evolução dentro da própria rede, especialmente relevantes para o manejo de condições crônicas e progressivas como a alopecia androgenética.
A expansão da Mais Cabello ocorre acompanhando esse modelo, garantindo que novas unidades operem com base em protocolos validados e atualizados continuamente a partir dos dados gerados.
Constituída sobre ciência, inovação e consistência técnica, a rede também amplia sua visibilidade por meio da participação de nomes conhecidos nacionalmente, como Deborah Secco e Malvino Salvador, que integram o projeto.
A designer gráfica Jessica Moreira, a gerente de marketing Emylia Chaveiro e a auxiliar administrativo Larissa Geovanna brilharam na organização do coquetel, que marcou a entrega oficial do Condomínio Vivre. O condomínio horizontal é mais um empreendimento da Emisa Incorporadora entregue em Anápolis.
Os sócios e diretores da Emisa Incorporadora, Juliano Santos e Amador Santos (pai e filho); João Emídio e Guilherme Emídio (também pai e filho) foram os grandes anfitriões de um coquetel, que marcou a entrega oficial do Condomínio Vivre, em Anápolis. Juliano e Guilherme dão seguimento à bem sucedida trajetória empresarial de seus pais, à frente da Emisa, incorporadora que no próximo ano completará 50 anos de fundação.
Nova geração de radiofrequência alcança camadas profundas da pele e ganha espaço entre pacientes que buscam rejuvenescimento com resultados naturais
A busca por procedimentos estéticos capazes de oferecer resultados cada vez mais naturais tem impulsionado uma nova geração de tecnologias voltadas ao estímulo de colágeno. A mais recente delas é o XERF, equipamento que vem ganhando destaque internacional por atuar em camadas profundas da pele sem a necessidade de cirurgia.
A tecnologia ganhou repercussão nos Estados Unidos após ser utilizada por celebridades como Kim Kardashian e agora começa a chegar ao mercado brasileiro, acompanhando uma tendência global de tratamentos minimamente invasivos focados na regeneração dos tecidos. E já sendo incluída na rotina de cuidados de personalidades como Silvia Braz.
Considerado uma evolução das radiofrequências convencionais, o XERF utiliza duas frequências simultâneas que permitem atingir diferentes profundidades da pele, chegando ao SMAS (Sistema Musculoaponeurótico Superficial), estrutura responsável pela sustentação facial e tradicionalmente associada aos resultados obtidos em cirurgias de lifting.
Na prática, o equipamento funciona como um estimulador tecnológico de colágeno. Por meio do aquecimento controlado dos tecidos, promove a contração das fibras existentes e estimula a produção de novas fibras de sustentação ao longo dos meses seguintes ao procedimento.
Segundo o dermatologista Dr. Bones, um dos primeiros médicos do Brasil a investir na tecnologia, o crescimento da procura por tratamentos desse tipo reflete uma mudança de comportamento dos pacientes.
“Hoje existe uma busca muito maior por procedimentos que preservem a identidade facial. As pessoas querem envelhecer bem, mas sem transformar seus traços. As novas tecnologias surgem justamente para estimular mecanismos naturais do organismo e melhorar a qualidade da pele de forma progressiva”, explica.
A chegada do XERF ao Brasil acompanha um movimento global: a procura por procedimentos que estimulem os mecanismos naturais do organismo vem crescendo, enquanto os tratamentos excessivamente volumizadores perdem espaço.
O equipamento não substitui a cirurgia em casos avançados, mas abre uma nova possibilidade para pacientes que desejam adiar intervenções mais invasivas ou potencializar resultados já conquistados.
Para o Dr. Bones, o futuro do rejuvenescimento não está em transformar a aparência, mas em estimular inteligentemente o que o corpo já sabe fazer.
Embora não substitua a cirurgia plástica em casos avançados de flacidez, o XERF surge como alternativa para pacientes que ainda não possuem indicação cirúrgica, desejam adiar intervenções mais invasivas ou buscam potencializar resultados já conquistados.
A expectativa do setor é que a tecnologia se torne uma das principais apostas da medicina estética nos próximos anos, impulsionada pela crescente demanda por tratamentos que combinem inovação, segurança e naturalidade.