Goiana antecipou boom dos marketplaces, criou negócio de R$ 40 milhões e hoje ensina empresários a vender online
Especialista em comércio eletrônico, Juliana Magalhães transformou experiência prática em método de gestão e já capacitou mais de mil empreendedores para atuar em plataformas como Shopee e Shein.
O crescimento acelerado dos marketplaces mudou a forma como milhares de brasileiros compram e vendem produtos nos últimos anos.
Plataformas como Shopee e Shein abriram espaço para pequenos e médios empresários ampliarem suas vendas sem a necessidade de grandes investimentos em estrutura física.
Em Goiás, uma empresária apostou nesse movimento antes da explosão do setor, transformou a estratégia em um negócio que já movimentou cerca de R$ 40 milhões e hoje ajuda outros lojistas a crescerem no comércio eletrônico.
À frente do Grupo Fênix, em Goiânia, Juliana Magalhães identificou ainda em 2021 o potencial de expansão da Shopee no Brasil.
Enquanto muitos empresários observavam o mercado com cautela, ela decidiu estruturar sua operação dentro da plataforma e desenvolver estratégias específicas para vendas em marketplaces.
“O mercado muda muito rápido. Quem consegue entender as transformações antes e adaptar sua operação ganha competitividade.
Foi isso que fizemos ao apostar nos marketplaces quando ainda havia muitas dúvidas sobre esse modelo de negócio”, afirma.A estratégia permitiu consolidar a empresa, que alcançou aproximadamente R$ 40 milhões em faturamento ao longo de sua operação.
Mais do que ampliar as vendas, a experiência prática levou Juliana a se tornar mentora certificada e influenciadora lojista da Shopee, além de influenciadora da Shein, compartilhando conhecimento com empreendedores de diversas regiões do país.
Para o segundo semestre de 2026, a empresária prepara um novo movimento estratégico: a expansão da atuação para o TikTok Shop, plataforma que vem ampliando sua presença no comércio eletrônico e desponta como uma das principais apostas para o futuro das vendas digitais.
A expectativa é levar a expertise desenvolvida nos marketplaces para esse novo canal, acompanhando a evolução do comportamento dos consumidores e das oportunidades para os vendedores.
Os desafios de vender em marketplacesSegundo a empresária, um dos principais desafios enfrentados pelos vendedores está na falta de planejamento.
Muitos ingressam nas plataformas atraídos pelo potencial de vendas, mas sem estrutura de gestão, precificação, controle financeiro e estratégia comercial.
“Acreditar que basta cadastrar produtos para vender é um dos maiores erros.
Marketplace exige gestão, análise de dados, posicionamento e planejamento.
O resultado vem quando o empresário trata o canal como um negócio estruturado”, explica.
Ela ressalta que o crescimento sustentável depende da capacidade de adaptação às mudanças constantes do comércio eletrônico e da profissionalização da operação, fatores que se tornaram diferenciais para quem deseja permanecer competitivo.
Da operação ao ensinoFoi a partir dessa percepção que nasceu o Método MEG (Mentalidade, Estratégia e Gestão), desenvolvido com base na experiência adquirida dentro da própria operação do Grupo Fênix.
A metodologia reúne práticas voltadas à organização empresarial, gestão comercial e crescimento sustentável nos marketplaces.
De acordo com Juliana, mais de mil empresários já participaram de cursos, treinamentos, eventos e mentorias voltados ao comércio eletrônico.
Além da formação de empreendedores, o Grupo Fênix também atua por meio de uma aceleradora de negócios, oferecendo um serviço de gestão terceirizada de contas em marketplaces.
O modelo atende empresários que preferem delegar a operação a uma equipe especializada, desde o gerenciamento das plataformas até a definição de estratégias comerciais, permitindo que foquem em outras áreas do negócio.
“Dessa forma, o empresário pode escolher entre aprender a conduzir sua própria operação com acompanhamento especializado ou contar com nossa equipe para fazer toda a gestão das vendas nos marketplaces”, explica.”
O que ensino foi validado na prática. Antes de compartilhar qualquer estratégia, ela passou pela nossa operação. Isso traz segurança para quem deseja vender mais e construir um negócio sustentável”, destaca.
O futuro do comércio eletrônico.
Embora seja formada em Letras, Juliana encontrou no empreendedorismo uma nova trajetória profissional.
Hoje, além de liderar o Grupo Fênix, prepara a expansão do Instituto Kronos, iniciativa voltada ao desenvolvimento empresarial, juntamente com a Mentoria Kairós e a Comunidade Fênix, projetos focados na formação de empresários e gestores.
Para a empreendedora, o crescimento do comércio eletrônico continuará criando oportunidades para empresas que conseguirem combinar tecnologia, gestão e visão estratégica.”
Os marketplaces democratizaram o acesso ao comércio digital. Hoje, empresas de qualquer porte podem vender para todo o país.
Mas crescer de forma consistente depende menos da plataforma e muito mais da capacidade de gestão do empreendedor”, conclui.
Cacau Jr. intensifica treinos e pode encarar desafio no Fight Music ShowEx-vocalista do Soweto e ex-padrasto de Lexa chama atenção pela rotina de preparação física e levanta expectativa sobre uma possível entrada no ringue.
Conhecido do público por sua trajetória na música, Cacau Jr., ex-vocalista do grupo Soweto e ex-padrasto da cantora Lexa, pode estar prestes a encarar um desafio bem diferente dos palcos.
O artista vem chamando atenção pela intensidade e dedicação demonstradas em sua rotina de treinos.
Os registros recentes mostram Cacau Jr. focado na preparação física, aumentando a curiosidade sobre até onde ele pretende levar essa nova fase.
E uma possibilidade já começa a movimentar os bastidores: uma eventual participação no Fight Music Show (FMS).
O evento, conhecido por promover confrontos que misturam nomes do entretenimento, influenciadores, artistas e atletas, poderia representar uma oportunidade para Cacau Jr. testar sua preparação dentro do ringue.
Por enquanto, não há confirmação de luta ou adversário, mas a possibilidade abre espaço para uma pergunta que promete movimentar o público: quem seria o nome ideal para enfrentar Cacau Jr. em uma possível estreia no FMS?Além da ligação com a música, Cacau Jr. também ficou conhecido nacionalmente por sua relação familiar com Lexa.
Agora, com os treinos ganhando intensidade, o artista pode apresentar ao público uma nova faceta, desta vez ligada ao universo das lutas e da preparação esportiva.
Uma possível entrada no Fight Music Show marcaria um novo capítulo em sua trajetória e poderia colocar frente a frente duas personalidades conhecidas do público em um confronto inédito.
E aí: quem deveria ser o adversário de Cacau Jr. caso ele aceite subir ao ringue do FMS?
Com eventos que vão de arte urbana em Berlim à feira de literatura em Frankfurt, fintech detalha custos e mostra como o uso da conta global em euro garante economia e praticidade.
Entre o final de setembro e novembro, o outono transforma a atmosfera da Alemanha; as folhas alaranjadas e o clima ameno abrem espaço para algumas das festividades mais procuradas da Europa.
Se a famosa Oktoberfest em Munique é um grande chamariz de público, a temporada revela um calendário cultural vibrante em todo o país.
Para quem busca enriquecer o roteiro, o mês de outubro é repleto de eventos culturais de grande relevância na Alemanha:
Festival das Luzes (Berlim): Agendado de 9 a 18 de outubro de 2026, monumentos históricos da capital alemã, como o Portão de Brandemburgo e a Torre de TV, se transformam em telas gigantes para projeções de vídeo e instalações artísticas tridimensionais.
Feira do Livro (Frankfurt), De 7 a 11 de outubro de 2026, a maior feira de livros do mundo abre as portas para o público geral no fim de semana, com debates, sessões de autógrafos com autores internacionais e uma forte presença da cultura pop e cosplay.Beethovenfest (Bonn):
O prestigiado festival de música clássica reúne orquestras globais renomadas na cidade natal de Ludwig van Beethoven, com grandes apresentações de encerramento até o dia 3 de outubro.
Mercado de Cebolas (Weimar): De 9 a 11 de outubro de 2026, a cidade sedia uma das festas populares mais antigas da Alemanha, com mais de 360 anos de história e repleta de artesanato, música ao vivo e tranças feitas de cebolas e flores secas.
Jazzfest Berlin (Berlim):
No final de outubro e início de novembro, a capital recebe um dos festivais de jazz mais tradicionais da Europa. Foto de Vitor Fontes na Unsplash Como planejar os custos do roteiro no outono Para aproveitar desde os espetáculos artísticos até os castelos, o planejamento financeiro é essencial.
A Nomad, conta pioneira em soluções financeiras globais, levantou os custos médios para o turista brasileiro se preparar no período:
Hospedagem:
Durante a alta temporada de outono, uma diária na Alemanha fica na faixa de €95 a €120, valor que pode facilmente dobrar em cidades como Munique durante a Oktoberfest.
Alimentação e passeios:
O orçamento diário gira em torno de €30 a €45, mas é possível economizar aproveitando comidas de rua nos festivais, como o tradicional Currywurst (€4) ou um Pretzel (a partir de €2), e opções de almoço executivo (€10 a €15).
Nas atrações, as entradas para a Ilha dos Museus, em Berlim, variam de €12 a €14, e as visitas aos icônicos castelos da Baviera partem de €18. Já nas tendas da Oktoberfest, a entrada é gratuita, mas a caneca de um litro de cerveja sai, em média, por €14 a €15.
Transporte:
Tickets diários de trem e metrô nas grandes cidades custam em média €8 a €10.
Além disso, o país possui uma das malhas ferroviárias mais eficientes da Europa, operada pela Deutsche Bahn (DB), permitindo viagens rápidas para outras regiões alemãs e bate-voltas para destinos como Praga e Amsterdã.
“Um dos principais erros do turista é deixar para comprar ingressos, passeios e passagens de trem na última hora, ficando refém da variação cambial”, destaca Bruno Guarnieri, CRO da Nomad.
“Com a conta global, o viajante converte o saldo em euro antecipadamente e já faz essas reservas online do Brasil.
Isso significa travar o custo da viagem, chegar à Alemanha com o orçamento garantido e pagar despesas em restaurantes, museus e festividades com total praticidade.”
Sobre a Nomad Fundada em novembro de 2020, a Nomad foi pioneira em oferecer aos residentes no Brasil uma conta bancária nos EUA e, atualmente, é um dos maiores players do mercado no que tange soluções completas para a vida financeira global dos brasileiros.
Com a fintech, os clientes podem construir seu patrimônio financeiro em dólar, além de realizar transferências internacionais e compras no exterior.
O cartão Nomad é aceito globalmente para operações presenciais e virtuais, além de permitir saques em caixas eletrônicos (ATMs).
Por meio da plataforma de investimentos, a fintech concede acesso às principais bolsas americanas para a realização de aplicações em ações, ETFs, REITs, Bonds e títulos de renda fixa em dólar para quem busca ‘dolarizar’ o patrimônio como forma de diversificação e, consequentemente, mais proteção.
Os serviços de investimento oferecidos pela Nomad são intermediados pela corretora local Global Investment
Goiás registrou crescimento de 9,1% no número de vinícolas em 2025, quase cinco vezes acima da média nacional (Foto: Emater Goiás)
Goiás registrou crescimento de 9,1% no número de vinícolas em 2025, ritmo quase cinco vezes superior à média brasileira.
O Estado chegou a 12 estabelecimentos registrados no período, enquanto o país alcançou 965, com avanço de 1,9% em relação ao ano anterior.
Os dados fazem parte do Anuário do Vinho 2026, primeira publicação específica sobre essa cadeia produtiva lançada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
O levantamento mostra que Goiás concentra 70,6% das vinícolas registradas no Centro-Oeste.
Das 17 empresas contabilizadas na região, 12 estão no Estado, enquanto Mato Grosso e o Distrito Federal têm dois estabelecimentos cada, e Mato Grosso do Sul, um.
Goiás foi também a única unidade da região a registrar aumento no número de vinícolas entre 2024 e 2025. As vinícolas goianas somavam 161 vinhos registrados no Mapa em 2025, média de 13,4 por estabelecimento.
O levantamento contabiliza produtos formalmente registrados no Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agropecuários (Sipeagro), por isso o número não corresponde necessariamente à quantidade de rótulos disponíveis comercialmente.
A quantidade de produtos coloca Goiás na sétima posição nacional em número de vinhos registrados.
A média brasileira é de 16,8 por estabelecimento.
A cadeia começa antes das vinícolas. Dados da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) apontam cerca de 116 produtores de uva, 410 hectares cultivados e presença da cultura em 55 municípios de Goiás.
As principais áreas produtoras estão nas regiões Sul, Sudoeste, Centro e Noroeste, em municípios como Goiatuba, Santa Helena de Goiás, Anápolis, Aragoiânia, Bela Vista de Goiás, Hidrolândia e Itaberaí.
A produção de uva de mesa ainda predomina, mas a Agência também aponta potencial para ampliação do cultivo destinado à fabricação de sucos e vinhos.
Vinhos de inverno
A presença de Goiás nessa nova geografia da produção brasileira está relacionada também ao desenvolvimento de técnicas que permitiram levar a vitivinicultura a regiões antes pouco associadas ao vinho.
Pesquisa da Embrapa Uva e Vinho identifica no país uma terceira macrorregião produtora, mais recente, baseada nos chamados vinhos de inverno.
O modelo começou em Minas Gerais e chegou, entre outros estados, a Goiás. Nesse sistema, a videira passa por duas podas ao ano, com a colheita deslocada para o inverno, entre junho e agosto.
Segundo a Embrapa, essa nova fronteira está presente em áreas de clima subtropical e tropical de altitude, com vinhedos localizados entre 600 e 1.200 metros.
A técnica altera o calendário tradicional da cultura e permite que a maturação das uvas ocorra em condições diferentes das encontradas na colheita de verão.