Integração de categorias fortalece marcas, amplia oportunidades de venda e cria um ecossistema mais eficiente para lojistas
A diversificação do mix de produtos deixou de ser apenas uma alternativa e passou a ocupar posição central na estratégia de crescimento de marcas de moda em todo o país.
No Mega Moda, formado pelos shoppings de moda atacadista Mega Moda Shopping, Mega Moda Park e Mini Moda, esse movimento ganha escala e consistência com a consolidação do chamado “Megamix”, iniciativa que evidencia a presença e o fortalecimento de segmentos diversos a cada mês.
Em março, o grande destaque são cosméticos, calçados e acessórios.“Somos um shoppings de vestuário, com foco no atacado, mas também entendemos a importância de termos estas categorias distribuídas pelos shoppings do Grupo.
Atualmente, contamos com 11 lojas de cosméticos, 19 de calçados e 23 de acessórios, que ajudam a complementar o look”, comenta Paula Sepulveda, Gerente de marketing do Mega Moda.
O número evidencia uma transformação no perfil do polo, tradicionalmente reconhecido pela moda vestuário, mas que agora se posiciona como um hub completo de estilo e consumo.
Essa expansão acompanha uma tendência nacional.
De acordo com dados do Sebrae, divulgados em 2025, empresas que investem na diversificação de portfólio podem ampliar em até 30% o ticket médio, especialmente quando conseguem integrar produtos complementares à experiência principal de compra.
No setor de moda, isso significa oferecer ao cliente não apenas roupas, mas também itens que completam o visual e reforçam o conceito de lifestyle.
Calçados ganham protagonismo com produção própriaDentro do Mega Moda, o segmento de calçados se destaca não apenas pelo número de lojas, mas também pela presença de marcas com fabricação própria.
Ao todo, oito operações desenvolvem suas próprias coleções, agregando valor ao produto e fortalecendo a identidade autoral.
Entre elas estão Aysha Collection, Avelle, Eva Lopes Shoes, Bella Lima, Gabriel Sapatilhas, Meire Morais, Passos de Luxo e Micaela Shoes.
Essas marcas representam uma cadeia produtiva mais completa, que vai do desenvolvimento ao ponto de venda, permitindo maior controle de qualidade, agilidade e competitividade de preço.
O segmento traz ainda as marcas de revenda: Pegatto Shoes, Urze Calçados, VL Calçados, Vitória Reis Shoes, Poder Rosa, JK Calçados, Di Paz Calçados, Sole Chinelaria.
A presença de produção própria também acompanha um movimento mais amplo do mercado.
Segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção, a verticalização parcial da produção tem sido uma estratégia crescente entre pequenos e médios empreendedores, principalmente no atacado, como forma de reduzir custos e responder mais rapidamente às tendências.
Cosméticos e acessórios ampliam faturamento.
Se os calçados ganham força pela produção, os segmentos de cosméticos e acessórios se destacam como importantes aliados no aumento de faturamento das marcas de vestuário.
“Oferecer produtos complementares, como bolsas, bijuterias, perfumes e maquiagem, contribui para a construção de uma experiência de compra mais completa no shopping.
O comprador que vem abastecer seus estoques pode ampliar o seu mix, agregando novos produtos devido a essa diversificação”, destaca Paula Sepulveda.
Marcas como Santa e Dondoca, Luce Brand, Magnólia, OBA Perfumaria, Maliblue e Balada Jeans ampliaram seu mix para incluir itens além do vestuário, permitindo que o cliente monte o look completo em um único espaço.
“Além das marcas que agregaram, as lojas com produtos específicos do segmento se beneficiam muito ao estar em um shopping com foco maior no vestuário”, pontua a gerente de marketing do Mega Moda.
Essa abordagem dialoga diretamente com o comportamento do consumidor contemporâneo.
Pesquisa da Consumer Outlook da NIQ, divulgada em 2026, aponta que 68% dos consumidores preferem comprar produtos complementares no mesmo local, priorizando conveniência e agilidade.
No atacado, essa lógica se intensifica, já que lojistas buscam otimizar tempo e logística em suas compras.
Mix robusto e diversificado
A estrutura do Mega Moda reflete essa estratégia de forma clara.
No segmento de cosméticos, o shopping tem ainda lojas das marcas:
Bela Perfumaria e Cosméticos, Studio Make, Beleza Make, Illy Make, Faby Araújo Perfumaria, Oba Cosméticos, Studio Make by Karloman Tavares, Glow Make Up, Native Tênis, Jana Makes e Super Pink.
Já no quesito acessórios, o mix é ainda mais amplo, com 23 operações que vão de joias e bijuterias a óculos e itens esportivos.
Entre elas estão KR Joias, Santaro Acessórios, Vaibe Óculos, WK Concept, Renata de Martino, Patrícia Oliveira Bijoux, Drumond Atacadista, Lider Sport, So Dellas, Mable Bijoux, Vihvaz Acessórios, Ótica Mega, Love Bijoux, Atacadão dos Folheados e Cintos, Vitesse, Digna Folheados, Sá Chica, Bella Ragazza, Dande Acessórios, Amarti Semi Jóias, Lavíni Modas, Bella Joias e Bruno Joias.
Essa estratégia também impacta diretamente a experiência do cliente.
Ao encontrar roupas, calçados, acessórios e cosméticos no mesmo ambiente, o comprador ganha praticidade, enquanto o lojista amplia oportunidades de venda cruzada.
Relatório aponta que novos diagnósticos podem saltar de 20,6 milhões para 35 milhões por ano nas próximas décadas. Especialista destaca que hábitos saudáveis, vacinação e diagnóstico precoce podem evitar até 40% dos casos.
O câncer deve se tornar um dos maiores desafios da saúde pública mundial nas próximas décadas.
Um novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), desenvolvido em conjunto com a Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (IARC), estima que o número de novos casos da doença aumentará de aproximadamente 20,6 milhões por ano para cerca de 35 milhões até 2050.
O levantamento também revela que uma em cada cinco pessoas desenvolverá algum tipo de câncer ao longo da vida e que 92% da população mundial será impactada direta ou indiretamente pela doença, seja por um diagnóstico próprio ou de um familiar próximo.
O relatório ainda chama a atenção para um problema que acompanha esse crescimento: as desigualdades no acesso à prevenção, ao diagnóstico precoce, ao tratamento e aos cuidados especializados.
Enquanto países de alta renda apresentam maiores índices de sobrevida para diversos tipos de câncer, milhões de pessoas em regiões mais vulneráveis continuam enfrentando dificuldades para realizar exames, iniciar tratamentos e receber acompanhamento adequado.
Para o médico oncologista Diego Machado, o aumento dos casos não significa que a doença seja inevitável, mas evidencia a necessidade de fortalecer políticas públicas e conscientizar a população sobre os fatores de risco.
“O envelhecimento da população contribui para esse aumento, mas ele não explica tudo.
O estilo de vida moderno, com alimentação inadequada, sedentarismo, obesidade, consumo de álcool, tabagismo e exposição excessiva ao sol, também exerce um papel importante.
A boa notícia é que grande parte desses fatores pode ser modificada”, afirma.Segundo a própria OMS, até 40% dos casos de câncer poderiam ser prevenidos com medidas simples, como não fumar, evitar o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física regularmente, controlar o peso corporal, proteger-se da radiação solar, vacinar-se contra vírus relacionados ao câncer — como HPV e hepatite B — e participar dos programas de rastreamento recomendados para cada faixa etária.
O especialista ressalta que a prevenção vai além da adoção de hábitos saudáveis e inclui uma postura ativa em relação à própria saúde.
A prevenção não acontece apenas dentro do consultório. Ela começa nas escolhas do dia a dia e também no acompanhamento médico periódico.
Quando o câncer é identificado em fases iniciais, as chances de cura aumentam significativamente e, muitas vezes, os tratamentos são menos agressivos e oferecem melhor qualidade de vida ao paciente”, explica Diego Machado.
Outro fator apontado pela OMS é que o crescimento da incidência está diretamente relacionado ao envelhecimento populacional e ao aumento da expectativa de vida.
Com mais pessoas vivendo por mais tempo, cresce naturalmente o número de diagnósticos, já que o câncer é uma doença cuja incidência aumenta com a idade. No entanto, especialistas reforçam que esse cenário torna ainda mais urgente o investimento em prevenção, educação em saúde e ampliação do acesso aos serviços especializados.
Para Diego Machado, a sociedade precisa compreender que combater o câncer é uma responsabilidade compartilhada entre governos, profissionais de saúde e população.
“Precisamos substituir a cultura de procurar ajuda apenas quando surgem sintomas pela cultura da prevenção. Informar, vacinar, rastrear e incentivar hábitos saudáveis são estratégias capazes de salvar milhares de vidas todos os anos. Quanto antes agimos, maiores são as possibilidades de mudar essa realidade.
*Serviço
OMS alerta para explosão de casos de câncer até 2050 e reforça que prevenção será decisiva para frear avanço da doença
*Marília Tavares anuncia conclusão do projeto “Marília 2.0” com faixa inédita e participação de VH & Alexandre
A cantora Marília Tavares entra na reta final de um dos projetos mais importantes de sua carreira.
No próximo dia 30 de julho, chega às plataformas de áudio a segunda parte de “Marília 2.0”, reunindo sete faixas, sendo seis regravações e uma música inédita.
Intitulada “Pra Sempre Traidor”, a canção inédita integra a nova etapa do projeto, que também consolida o álbum completo com a união do EP 1 e do EP 2.
Já os videoclipes serão lançados no YouTube no dia 31 de julho.Para marcar o encerramento de “Marília 2.0”, a cantora recebe a participação especial de VH & Alexandre na regravação das músicas “Cadeira de Aço / Manchete dos Jornais”.
Desde o início do lançamento do projeto, Marília Tavares tem apresentado uma nova fase artística, investindo em repertório, releituras e produções que evidenciam sua evolução musical.
Agora, com a divulgação das últimas sete faixas, o público poderá conhecer “Marília 2.0” em sua versão completa.
“O ‘Marília 2.0’ representa um momento muito especial da minha carreira. Cada música foi escolhida com muito carinho, e poder apresentar ‘Pra Sempre Traidor’, além de encerrar esse projeto com a participação de VH & Alexandre, deixa tudo ainda mais especial.
Estou muito ansiosa para que todo mundo ouça o álbum completo”, destaca Marília Tavares.30 de julho: lançamento das seis regravações, da música inédita “Pra Sempre Traidor” e do álbum completo “Marília 2.0” nas plataformas de áudio.31 de julho: lançamento dos vídeos oficiais no YouTube.
Lipe Alive escolhe a Flamus para criar conteúdos inéditos com muito humorCom mais de 1.5 milhão de seguidores, o engenheiro civil disse estar cansado das restrições feitas pelos algoritmos e adota nova plataforma.Felipe, mais conhecido como Lipe Alive, é um dos grandes nomes do mercado brasileiro quando o assunto é presença digital.
Suas publicações arrancam gargalhadas dos seus seguidores, enquanto o trabalho com consultorias traz formas de se posicionar nas redes sociais para ganhar mais visibilidade.
Ainda assim, o cotidiano de todo criador de conteúdo depende do alcance das postagens e da capacidade de engajamento para monetizar com publicidade – ou pelo menos era assim.
Lipe publicou em um de seus perfis que escolheu a Flamus como novo espaço para divulgação de conteúdos.
A plataforma surge com a proposta de construção de comunidades, liberdade de linguagem e aproximação com os fãs.
Mesmo com uma base grande, Alive faz parte dos Creators que sofrem com as constantes mudanças das regras dos algoritmos, restrições de palavras banidas e comunicação com seguidores.
“Então eu tenho que ficar refém de viralização pra quem me segue ver o vídeo?!” questiona o Creator.
Uma nova era está se formandoO Brasil atualmente tem mais de quatro milhões de criadores ativos e, logicamente, é quase impossível uma oferta tão grande de empresas que busquem influencers para representar suas marcas.
Trends e dancinhas dominaram as postagens na luta para ganhar visualizações, enquanto os conteúdos passaram a ser coadjuvantes em muitos casos.Lipe desabafa em uma postagem:
“Eu fiz um vídeo com mais de três minutos e não tem lógica nenhuma ele ter chegado para apenas 37% dos meus seguidores. você recebe uma mensagem do próprio Instagram de que esse vídeo vai ter um alcance restrito pra sua audiência.
Era o que eu queria! Só que agora tem mais gente que não me segue e viu o vídeo do que quem me segue.”A entrada na Flamus parece ser uma virada de chave – não só para ele como para o mercado.
A empresa, que se posiciona como um ecossistema desenvolvido para retomar a ideia de comunidades unidas por interesses em comum, estimula que os Creators produzam conversas mais diretas com seus fãs e possam monetizar com assinaturas, conteúdos pay per view e gorjetas.
O cenário então se torna outro: uma plataforma que foca em liberdade para falar o que pensa com quem realmente deseja ter mais proximidade com os assuntos que têm mais interesse.
Foi esse tipo de leitura que levou Lipe a testar um novo espaço para se conectar com o público na Flamus.
Agenciado pela Play9, uma das maiores empresas de mídia e conteúdo do país.
Alive embarca junto com outros Creators que buscam uma mudança de comportamento entre criadores com audiência já consolidada.
Cada vez mais, esse grupo procura por ambientes que ofereçam estabilidade e relação direta com o público, ao invés de funcionar só sob critérios de distribuição que mudam sem aviso e sem explicação.
“Eu gosto de entender a lógica por trás do que acontece nas redes, isso vem até da minha formação.
Analisando o que rola hoje, ficou claro que eu precisava de um espaço que entregasse o que eu produzo pra quem realmente tá do outro lado.
Conheci a Flamus nessa fase e decidi ficar.” Na Flamus, ele passa a compartilhar bastidores da evolução física, treinos, desabafos e conversas mais próximas sobre experiências e rotinas.
Os temas, que já rendem identificação com seu público, serão focados para uma criação de conversas mais reais com seus seguidores – sem sofrer com algoritmos decidindo quem vê o quê.
“O que chama atenção no Lipe é que ele resolveu esse problema com dados, não com opinião.
Viu o número, entendeu o que estava por trás dele e buscou um espaço onde isso não se repetisse.”, afirma Maria Luisa Praxedes, Head de Marketing da Flamus.
Quem é a Flamus?Flamus é um ecossistema onde Creators, fãs e marcas se conectam para transformar audiência em comunidade e conteúdo em carreira.
Um lugar pensado para tratar a criação de conteúdo como trabalho sério, com o suporte necessário para crescer sem depender só de sorte ou algoritmo.