Comédia que explora questões íntimas do universo feminino chega a Goiânia com sessão única.
Espetáculo será apresentado nesta quinta-feira (18), no Teatro Goiânia, e também será marcado por debate com ginecologista.
Ingressos custam de R$ 15 a R$ 40Indicado ao prêmio de humor na FITA 2025 – Festa Internacional de Teatro de Angra, o espetáculo “Minha Nova Ginecologista” chega a Goiânia nesta quinta-feira (18/9) para uma única apresentação às 20h, no Teatro Goiânia.
Com leveza, humor e afeto, a peça parte de uma consulta médica para explorar temas íntimos do universo feminino, valorizando a escuta, o acolhimento e o poder da partilha.
A sessão é indicada para maiores de 12 anos e contará com um intérprete de Libras.
Os ingressos, com valores que variam de R$ 15 a R$ 40, podem ser adquiridos na bilheteria do teatro ou pela plataforma Sympla.
Escrita por Paulo Fontenelle e dirigida em parceria com Alexandre Lino, “Minha Nova Ginecologista” é uma apresentação do Ministério da Cultura e Corumbá Concessões S.A.
A trama acompanha Renata (Isabelle Marques), uma jovem grávida que chega nervosa à sua primeira consulta com a obstetra Larissa (Bruna Campello).
Entre confissões, dúvidas e revelações, o que seria um simples atendimento de rotina se transforma em uma conversa franca e cheia de surpresas.
Em uma narrativa que contrasta a rigidez do cenário com a intensidade emocional das personagens, a peça promove um diálogo direto sobre corpo, sexualidade e as inseguranças e silêncios que cercam muitas experiências femininas.
Para assegurar a fidelidade e o respeito às questões médicas, o espetáculo inclusive contou com a consultoria de dramaturgia da ginecologista e obstetra Dra. Anna Terra.
Mais que uma comédia de situações, “Minha Nova Ginecologista” valoriza a escuta, o acolhimento e a autonomia feminina, propondo um olhar mais empático e cotidiano sobre temas sensíveis.
A montagem também destaca a presença de vozes femininas no humor, ainda marcado por uma tradição masculina.
Após a apresentação, o público poderá participar ainda de um bate-papo com a ginecologista convidada Dra. Joice Lima.
O objetivo é promover um diálogo aberto e acolhedor sobre saúde da mulher, tirando dúvidas e oferecendo orientações essenciais sobre o tema.
O debate complementa a encenação, reforçando seu compromisso com a informação, o cuidado e o protagonismo feminino na saúde íntima.
Após a estreia em Natal (RN) no dia 7 de agosto e a passagem por Goiânia, a turnê de “Minha Nova Ginecologista” segue para Luziânia (GO) em 19 de setembro, e depois para o Rio de Janeiro (RJ) de 16 de outubro a 2 de novembro.
Oficina gratuita “O Artista Empreendedor”Como parte da programação do espetáculo, o ator, diretor, produtor e documentarista Alexandre Lino, um dos mais atuantes e experientes realizadores do teatro carioca, ministrará a oficina gratuita “O Artista Empreendedor”.
A atividade acontece também no dia 18 de setembro, a partir das 14h, no Coletivo Centopeia.Destinada a atores, produtores e artistas profissionais e amadores, a oficina leva o mesmo nome do livro de Lino, com lançamento previsto para 2026.
A iniciativa também é ideal para grupos, companhias e coletivos que desejam ganhar mais força no mercado teatral.
O objetivo é transformar ideias e trajetórias artísticas com uma visão mais empreendedora, revelando caminhos práticos e estratégicos para atuar e realizar projetos de forma autônoma e sustentável.
As inscrições podem ser feitas pelo e-mail cineteatroproducoes@gmail.com ou pelo WhatsApp (21) 99172-3332.
A oficina também terá tradução em Libras.
SERVIÇO
Espetáculo “Minha Nova Ginecologista” em Goiânia
Data: 18 de setembro de 2025 (quinta-feira)
Horário: 20h
Local: Teatro Goiânia – Rua 23, nº 252, Setor Central, Goiânia – GO
Classificação: 12 anos
Acessibilidade: Sessão com tradução em Libras
Ingressos: R$ 40,00, R$ 30,00, R$ 20,00 e R$ 15,00 – à venda na bilheteria do teatro ou pelo link
Apresentação: Ministério da Cultura e Corumbá Concessões S.A.
I
SABELLE MARQUES
Atriz, comediante e roteirista, Isabelle Marques vem se consolidando como um dos nomes marcantes do humor brasileiro contemporâneo.
Com uma carreira sólida na televisão, destacou-se em produções de comédia e dramaturgia como o programa “Zorra Total”, além de novelas como “Cobras & Lagartos”, “Beleza Pura” e “Araguaia”.
É amplamente reconhecida por interpretar a irreverente Briti Sprite, filha de Dona Graça (Rodrigo Sant’Anna), na série “Tô de Graça”.
BRUNA CAMPELLO
Bruna Campello é atriz, humorista, roteirista e professora, com sólida formação nas artes cênicas.
Sua carreira inclui atuação em mais de 20 espetáculos, 8 prêmios de Melhor Atriz em festivais nacionais, e participações nas novelas “A Dona do Pedaço” e “Império”, além dos programas “Zorra Total” e “Vai que Cola”. Também foi vice-campeã do quadro “Quem Chega Lá?”, do Domingão do Faustão e, como roteirista, contribuiu para a Netflix, Porta dos Fundos e Parafernalha.
Sucesso de público, “Abracadabra – Um Circo Musical” se despede do público anapolino com sessões finais repletas de magia, tecnologia e emoção.
O Reder Circus está em suas últimas semanas em Anápolis com a superprodução “Abracadabra – Um Circo Musical”, espetáculo idealizado e dirigido por Frederico Reder que reúne dois grandes nomes do entretenimento brasileiro:
Dedé Santana, ícone do humor nacional, e Diego Hypólito, medalhista olímpico e um dos maiores ginastas da história do país.
Em cartaz desde abril, a atração se consolidou como um dos maiores sucessos culturais da temporada na cidade, encantando milhares de espectadores com uma experiência imersiva e emocionante para todas as idades.
A proposta de “Abracadabra” vai além do circo tradicional.
A montagem combina acrobacias, palhaçaria, música ao vivo, dança e tecnologia audiovisual de última geração, criando uma narrativa sensorial que celebra a superação humana e o poder das palavras.
De um lado, a irreverência e a experiência cênica de Dedé Santana; do outro, a força, a técnica e a expressividade corporal de Diego Hypólito.
Juntos, os artistas conduzem o público a um mergulho lúdico que resgata a essência da infância e a capacidade de sonhar.Um dos grandes diferenciais do espetáculo é a trilha sonora executada ao vivo por uma orquestra, acompanhada por cantores que conduzem musicalmente toda a apresentação.
Inspirado nos grandes musicais internacionais, o projeto entrega uma experiência de padrão Broadway ao mercado circense brasileiro, reforçando a proposta de inovação e excelência artística.Segundo Frederico Reder, o título do espetáculo carrega um significado central para a obra.
“Em muitas línguas, a expressão ‘Abracadabra’ significa o poder da palavra. Ou seja, tudo o que a gente fala acontece”, afirma o diretor, que defende o circo como uma linguagem universal, capaz de se comunicar diretamente com a emoção do público.
A produção reúne mais de 50 artistas em cena, entre malabaristas, palhaços, acrobatas, bailarinos e músicos brasileiros e internacionais.
O picadeiro, montado próximo à plateia, amplia a interação com o público. A estrutura técnica inclui um mega telão de LED de 100 metros quadrados, mais de uma tonelada de equipamentos de sonorização, dez toneladas de cenários e um sistema de iluminação com mais de 250 refletores interativos.
“Abracadabra – Um Circo Musical” presta homenagem às crianças de todas as gerações: às que vivem o presente e às que permanecem na memória afetiva dos adultos.
Nesta reta final em Anápolis, a expectativa é de sessões com ingressos esgotados, reforçando o sucesso da temporada e a conexão do espetáculo com o público.Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do circo todos os dias, a partir das 10h, e também na plataforma online Uhuu.com.
Serviço
*Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis com superprodução estrelada por Dedé Santana e Diego Hypólito
Temporada: Últimas semanas
Sessões:Quinta e sexta: 20h
Sábado: 17h e 20h
Domingo: 15h e 18hInstagram: @abracadabracircomusical
Norma regulamentadora que já exige controle de riscos físicos, químicos e biológicos agora inclui fatores psicossociais; especialista da Clínica Vittá explica como empresas devem agir.
A partir do dia 26 de maio de 2026, entra em vigor oficialmente a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que torna obrigatória a identificação e gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.
A medida, que foi anunciada em 2025 e teve um período de adequação sem multas, agora passa a ser passível de fiscalização e penalidades para as empresas que não cumprirem as novas exigências.
O prazo está se esgostando.
A neuropsicóloga Gabriela Vieira, da Clínica Vittá, que atua na avaliação de estresse ocupacional, explica que a mudança coloca a saúde mental dos trabalhadores no mesmo patamar de exigência que os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. Na prática, todas as organizações deverão mapear fatores como sobrecarga de trabalho, pressão por prazos, conflitos interpessoais e falta de apoio das chefias – elementos que, quando crônicos, podem levar a transtornos mentais e afastamentos.
A decisão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) foi motivada por números alarmantes: somente em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária devido a transtornos mentais e comportamentais, um aumento de 15,66% em relação a 2024.
Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostram que esses afastamentos mais que dobraram no biênio 2022-2024, saltando de 201 mil para 472 mil – uma alta de 134%.*Como identificar
Mas como identificar, na prática, a sobrecarga cognitiva antes que ela se torne um transtorno mental?
A neuropsicóloga Gabriela Vieira afirma que a neuropsicologia pode oferecer às empresas um ‘termômetro” preciso para medir a saturação das equipes.
A especialista afirma que existem testes, como tarefas de atenção contínua, avaliação de funções executivas e escalas de fadiga mental, que funcionam quase como um ‘termômetro’ da saturação cognitiva.
De acordo com ela, a observação clínica e o relato da equipe são fundamentais para complementar esses dados.“
A gente consegue captar sinais precoces – queda de atenção sustentada, aumento de erros, lentificação cognitiva e dificuldade de memória operacional.
Ela ressalta que a aplicação desses testes, combinada com escuta ativa, permite às empresas agir antes que o trabalhador adoeça – reduzindo absenteísmo, presenteísmo e custos com afastamentos.
Diferenças entre fator psicossocial e problema individual.
Uma das dúvidas mais comuns entre gestores de RH é como diferenciar se o sofrimento do trabalhador tem origem no trabalho ou é um problema de saúde mental pré-existente.
Gabriela Vieira afirma que, nestes casos, a análise do contexto é determinante.
Quando o sofrimento está muito ligado a fatores do ambiente – excesso de demanda, pressão, conflitos ou falta de autonomia –, é um fator psicossocial do trabalho.
Já quando os sintomas aparecem de forma mais ampla, em vários contextos da vida, com histórico prévio ou sem relação direta com o trabalho, pode ser algo mais individual. Para a neuropsicóloga, as empresas não devem usar essa distinção como forma de negar responsabilidade.
“O ambiente de trabalho tem o dever de não adoecer. Mesmo um trabalhador com vulnerabilidade prévia pode ser mantido saudável se os fatores psicossociais forem bem gerenciados”.
*O que muda nas empresas?*A NR-1 estabelece as diretrizes gerais de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil, determinando o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).
Com a atualização, as empresas deverão fazer adequações.
Entre as adequações, incluir os riscos psicossociais no PGR, documentando e implementando ações de controle; realizar um ciclo contínuo de identificação, avaliação, prevenção, acompanhamento e revisão das medidas; e seguir as orientações do Guia de Fatores de Riscos Psicossociais do MTE, que aponta estressores como sobrecarga, prazos excessivos, conflitos e falta de apoio.
Para completar, as empresas devem combinar a nova gestão com outras normas, como a NR-17, que tem o objetivo de proporcionar conforto, segurança e desempenho eficiente, prevenindo doenças como as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), fadiga e estresse (ergonomia).
Nas inspeções, os auditores do Ministério do Trabalho vão observar a organização do trabalho, analisar documentos, verificar dados de afastamento e entrevistar trabalhadores para identificar situações de risco psicossocial.
Com a vigência a partir de 26 de maio, as empresas já devem revisar seus Programas de Gerenciamento de Riscos e incluir a análise de fatores psicossociais.
Especialistas recomendam o uso de protocolos científicos – como os testes neuropsicológicos citados – e a capacitação de equipes de RH e segurança do trabalho.
A tendência é que, nos próximos anos, ações fiscalizatórias e decisões judiciais trabalhistas considerem a ausência de medidas preventivas nesse campo como violação à NR-1, abrindo caminho para indenizações e multas.
Enquanto isso, a neuropsicóloga da Clínica Vittá reforça o recado de que cuidar da saúde mental é sobrevivência: o cérebro adoece, e a conta sempre chega – para o trabalhador, para a empresa e para a sociedade.
– Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá
*Serviço*
Pauta: Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 de maio
Em recente comemoração no Rio de Janeiro pelos aniversários dos amigos Fabrício Britto e Gabriela Vilela, a médica Ana Gabriela Maia e sua mãe a advogada Ana Carla Maia, marcaram presença nas festividades realizadas na noite do dia 1º de maio, no luxuoso Julieta de Serpa.
Já no dia 2, as comemorações continuaram na praia do Leblon, no posto 11, reunindo mais de 70 goianos que prestigiaram os aniversariantes em um animado encontro à beira-mar.