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Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

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Filme com João Vitor é aplaudido de pé em estreia com sala lotada na Mostra Internacional de São Paulo Atuação emociona plateia em sala lotada; João Vitor é celebrado pelo público, tira fotos, dá autógrafos e recebe elogios na pré-estreia de Colegas e o HerdeiroA estreia de Colegas e o Herdeiro levou o público ao delírio na 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Em sessão lotada neste domingo (19), no CineSesc, o longa foi aplaudido de pé ao fim da exibição. Grande parte do elenco compareceu e a recepção calorosa se voltou especialmente para João Vitor de Paiva, que brilhou no papel de Duda.

Festejado dentro e fora da sala, ele atendeu fãs, posou para dezenas de fotos e vídeos, recebeu abraços, deu autógrafos e foi um dos nomes mais comentados da noite.

A produção integra a programação da “Mostrinha”, voltada ao público infantojuvenil, e reafirma o evento como um dos mais prestigiados do país.

Além da sessão principal, o filme ganhou matinê no Cinesala, também com grande presença de público.

João Vitor estava acompanhado da namorada Rafaela Fontanetti, com quem faz o par romântico no filme. As cenas com os dois também emocionam o público.

Colegas 2 vai para as salas de cinema de todo o Brasil em 2025.Cinema, inclusão e representatividadeSequência do clássico Colegas, comédia brasileira mais premiada da história, o novo longa mantém o espírito de aventura e amizade, reunindo um elenco diverso e amplamente inclusivo.

Gravado no Rio Grande do Sul e no Uruguai, Colegas e o Herdeiro traz protagonistas com síndrome de Down, um herói autista, atores com síndrome de Williams, um produtor cego e mais de 70 jovens com deficiência intelectual.

“O público se emociona, ri e se envolve com a narrativa sem precisar refletir o tempo todo sobre deficiência.

Isso é inclusão real”, afirmou o diretor Marcelo Galvão, que assina o roteiro e dedica o filme ao produtor Marçal Souza, seu parceiro de longa data.João Vitor brilha e emociona.

No cinema, João Vitor repete a força e a sensibilidade que o transformaram em uma das vozes mais influentes da inclusão no Brasil.

A reação do público confirmou o impacto de sua atuação.“Somos capazes de fazer qualquer coisa.

Estar nesse filme é um sonho e uma conquista para todos nós”, disse o ator após a sessão.

Formado em Educação Física pela PUC Goiás, João Vitor é o primeiro Jovem Ativista com deficiência do UNICEF no Brasil, influenciador com mais de 1 milhão de seguidores, palestrante, modelo e vencedor do Prêmio iBest 2024 na categoria Diversidade e Inclusão.

Reconhecimento que cruza fronteiras.

Antes de emocionar São Paulo, o longa estreou no Zerkalo International Film Festival, na Rússia, e passou por Los Angeles e Orlando no LABRFF.

A produção é da Gatacine, em coprodução com a Globo Filmes.

Mais do que uma continuação, Colegas e o Herdeiro nasce como um marco simbólico: um filme brasileiro, popular, sensível e assumidamente inclusivo, que fala de amizade, liberdade, sonhos e humanidade.

Legenda:João Vitor de Paiva na pré-estreia de Colegas e o Herdeiro na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo

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Carinho e Reconhecimento

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A empresária Eliana Turccheti comemorou seu aniversário em grande estilo, cercada pelo carinho de amigos e familiares.

A data foi marcada por diversas homenagens recebidas nas redes sociais, que traduziram todo o afeto, admiração e reconhecimento por sua trajetória.

Querida por suas amizades, Eliana recebeu mensagens que destacaram sua atenção, generosidade e, principalmente, a confiança que sempre dedica às pessoas que fazem parte de sua vida.

Uma celebração especial para uma mulher que cultiva amizades verdadeiras e deixa sua marca por onde passa.

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Estatuto do Aprendiz

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Mudanças propostas no Senado podem tirar sete milhões de jovens do mercado de trabalho em dez anos

Emendas ao projeto que cria o Estatuto do Aprendiz podem alterar o cálculo da cota e reduzir oportunidades para adolescentes e jovens; IPHAC acompanha com preocupação a discussão e defende preservação da política de aprendizagem profissional

O futuro da aprendizagem profissional no Brasil está em discussão no Senado Federal. O Projeto de Lei (PL) 6.461/2019, que cria o Estatuto do Aprendiz e reúne em uma legislação específica regras atualmente distribuídas em diferentes normas, está em análise na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados e chegou ao Senado com o objetivo de consolidar e atualizar as regras da aprendizagem profissional. Durante a tramitação, porém, foram apresentadas emendas que modificam pontos importantes do texto e provocaram preocupação entre entidades que atuam na formação e inserção de jovens no mercado de trabalho.

Para o presidente do Instituto Promover (IPHAC), Valdinei Valério, o debate precisa considerar que a aprendizagem não representa apenas uma obrigação legal para as empresas, mas uma política de inclusão social e profissional.

“Estamos falando de uma política pública que abre portas para milhares de adolescentes e jovens que estão buscando a primeira oportunidade. A aprendizagem oferece formação, experiência profissional, renda e, principalmente, perspectiva de futuro. Qualquer mudança na legislação precisa preservar esse caráter transformador.”

Mudanças podem afetar o cálculo da cota

Entre as emendas apresentadas no Senado estão propostas que retiram determinadas funções da base de cálculo da cota de aprendizagem. Entre elas aparecem atividades relacionadas à segurança privada, condução de veículos, operação de máquinas e funções que envolvam condições de risco, insalubridade ou periculosidade.

Outra emenda prevê exclusões relacionadas a atividades externas, permanentes ou sazonais, funções que exigem formação profissional específica e postos que demandem carteira nacional de habilitação.

Também está em discussão uma proposta que modifica o cálculo da cota em empresas da área da saúde, restringindo a base a empregados vinculados exclusivamente a funções administrativas e excluindo determinadas atividades assistenciais, clínicas, laboratoriais e terapêuticas.

Durante audiência pública realizada no Senado, o auditor-fiscal do trabalho Ramon de Faria Santos alertou para o possível impacto dessas mudanças. De acordo com ele, o fechamento de postos de aprendizagem poderia representar, ao longo de uma década, mais de 7 milhões de oportunidades que deixariam de ser ocupadas, considerando a rotatividade natural dos contratos.

Valdinei Valério considera que o impacto deve ser analisado para além dos números imediatos. “Quando uma vaga de aprendizagem deixa de existir, não estamos perdendo apenas um contrato. Estamos retirando de um jovem a possibilidade de ter sua primeira experiência profissional, de aprender uma profissão, desenvolver competências e começar a construir sua autonomia. Por isso, precisamos olhar para o impacto social dessas mudanças.”

IPHAC atua na formação e inserção de jovens

O IPHAC acompanha esse debate com preocupação, porque a aprendizagem profissional está entre as principais frentes de atuação da instituição. Por meio do Programa Promover Aprendiz, o Instituto trabalha com a formação integral dos jovens, combinando capacitação teórica e prática, acompanhamento educacional e psicossocial e inserção no mercado de trabalho.

Na prática, o trabalho desenvolvido pelo IPHAC vai além do encaminhamento do jovem para uma empresa. A instituição participa da formação e acompanha o processo de desenvolvimento profissional, buscando preparar o aprendiz para os desafios do mundo do trabalho.

“No IPHAC, nós vemos todos os dias o quanto uma oportunidade pode mudar a trajetória de um jovem. Nosso papel é fazer essa ponte entre juventude, educação e trabalho, oferecendo não apenas uma vaga, mas condições para que esse jovem se desenvolva e construa um projeto de vida”, defende Valdinei.

Debate envolve futuro de milhões de jovens

Atualmente, o Brasil possui cerca de 700 mil contratos de aprendizagem. Durante os debates no Senado, representantes do Ministério do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho e de entidades formadoras manifestaram preocupação com alterações que possam reduzir o alcance da política.

O texto em discussão também prevê outras mudanças, como novas regras para o cumprimento da cota, situações específicas de contratação de jovens com mais de 18 anos e mecanismos de acompanhamento individual do aprendiz.

Uma das emendas estabelece, por exemplo, que determinadas atividades práticas sejam destinadas exclusivamente a aprendizes maiores de 18 anos. Outra permite, em determinadas situações, a contratação direta de jovens entre 18 e 24 anos, com formação técnico-profissional por entidade formadora.

Para Valdinei, a modernização das regras pode ser importante, mas não deve ocorrer às custas da redução das oportunidades.

“Nós somos favoráveis ao aperfeiçoamento da legislação. O mundo do trabalho mudou e é natural que as regras também sejam aprimoradas. O que não podemos permitir é que, em nome dessa atualização, a aprendizagem perca sua capacidade de incluir justamente os jovens que mais precisam de uma oportunidade.”

Estatuto ainda está em tramitação

O PL 6.461/2019 continua em análise no Senado e ainda pode sofrer alterações. Portanto, as emendas apresentadas não representam mudanças já incorporadas à legislação. As regras atuais da aprendizagem profissional continuam valendo enquanto o projeto segue sua tramitação.

A discussão envolve diferentes setores. Representantes empresariais defendem ajustes que considerem as características específicas de atividades que apresentam riscos ou restrições à contratação de menores de 18 anos.

Já representantes do Ministério do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho e de entidades formadoras alertam para o risco de esvaziamento da política caso determinadas funções sejam retiradas da base de cálculo.

O presidente do IPHAC defende que o debate seja conduzido com equilíbrio, mas tendo a juventude como prioridade.

“Precisamos encontrar um ponto de equilíbrio entre a realidade das empresas e a proteção dos direitos dos jovens. Mas esse equilíbrio não pode significar menos oportunidades. A aprendizagem precisa continuar sendo uma porta de entrada digna, protegida e qualificada para o mundo do trabalho”, conclui Valdinei Valério.

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Seminário

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A diretora do ICG – Instituto da Consciência, Sandra Chaves (D), durante o Seminário de Corretores, realizado no último dia 17 de agosto, no Sebrae Goiás. Na foto, ao lado da psicóloga Mara Suassuna, que prestigiou o evento dedicado aos profissionais do setor imobiliário.

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