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Nova fábrica de detergente em pó em Goiás recebe investimento superior a R$ 150 milhões

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⁰Unidade da N&L INDÚSTRIA, em Trindade, amplia capacidade produtiva, incorpora tecnologia Spray Dryer e reforça o compromisso da companhia com qualidade, inovação e eficiência industrial

Com investimento superior a R$ 150 milhões, a N&L INDÚSTRIA inaugura, no dia 6 de julho, sua nova fábrica de detergente em pó em Trindade, na Região Metropolitana de Goiânia.

A unidade amplia a capacidade produtiva da companhia para mais de 1 milhão de unidades por dia e incorpora tecnologia industrial voltada à eficiência, à padronização dos processos e à qualidade dos produtos.

A nova estrutura representa um importante avanço para a indústria goiana de bens de consumo e fortalece a presença do Centro-Oeste no setor nacional de higiene e limpeza.

Instalada em uma área total de 109 mil metros quadrados, a unidade integra um complexo industrial com cerca de 60 mil metros quadrados de área construída destinada à produção, reunindo operações voltadas à fabricação de detergente em pó e sabão em barra.


Fundada em 2023, a N&L INDÚSTRIA vem ampliando sua atuação no mercado brasileiro de produtos de limpeza.

Atualmente, a empresa conta com um portfólio de mais de 180 SKUs, incluindo as marcas GEO, FLOM e KI JOIA, reúne mais de 500 colaboradores e atua com foco no desenvolvimento de produtos que aliam qualidade, desempenho e regularidade no abastecimento do varejo.

Entre os principais diferenciais da nova fábrica está a adoção da tecnologia Spray Dryer, processo utilizado na fabricação de detergentes em pó que proporciona maior uniformidade ao produto, além de ganhos em produtividade e eficiência operacional.

A tecnologia eleva o padrão industrial da produção ao garantir maior controle sobre as características do produto final e mais consistência entre os lotes fabricados.

A unidade incorpora quatro novas linhas de produção dedicadas à fabricação de detergente em pó e sabão em barra.

Com a ampliação da capacidade operacional, a N&L INDÚSTRIA fortalece sua estrutura de atendimento ao varejo, amplia sua capacidade de abastecimento e reforça o compromisso com escala, regularidade e qualidade na entrega de seus produtos.

A inovação também ocupa papel estratégico nesta nova fase da empresa.

Além do aumento da capacidade produtiva, o novo parque fabril amplia as condições técnicas para o desenvolvimento de novos produtos, a melhoria contínua dos processos e o aprimoramento da qualidade.

A estrutura reforça a estratégia da companhia de investir em tecnologia industrial como base para um crescimento sustentável e competitivo.

A agenda da N&L INDÚSTRIA também está alinhada aos compromissos de sustentabilidade.

A empresa mantém iniciativas de logística reversa em parceria com a Eu Reciclo, investe na utilização de embalagens recicláveis e de resina PCR (plástico reciclado pós-consumo) e desenvolve projetos voltados à ampliação do uso de matérias-primas renováveis.

O novo parque fabril foi planejado para apoiar essa evolução, incorporando processos mais eficientes e reduzindo desperdícios ao longo da cadeia produtiva.

A N&L INDÚSTRIA integra o Grupo José Alves, conglomerado empresarial com atuação nos setores de bebidas, farmacêutico, higiene e limpeza, embalagens, educação, mercado imobiliário, rastreamento e monitoramento.

O grupo gera cerca de 7 mil empregos e mantém uma trajetória consistente de investimentos em diferentes segmentos da economia.

Mais do que ampliar sua capacidade de produção, a inauguração da nova fábrica representa um marco na consolidação da N&L INDÚSTRIA como uma das importantes operações industriais do setor brasileiro de higiene e limpeza.

A nova unidade reforça o compromisso da companhia com inovação, tecnologia, eficiência produtiva e o fortalecimento da indústria em Goiás.

Assessoria de Imprensa
Palavra Comunicação

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Niver da Gabi

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Gabriela Daniel, proprietária da Peça Rara Aparecida de Goiânia, comemora seu aniversário neste sábado, 24 de outubro, ao lado de clientes, amigos e familiares.

A celebração acontece na loja, das 9h às 18h, com café da manhã especial, reposição de semijoias a partir de R$ 19,90 e 15% de desconto em todas as peças. Av. Rio Verde, nº 5226, Vila Rosa. @pecarara.apgoiania

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Mais de 32 mil pessoas querem adotar no Brasil, mas 6 mil crianças ainda esperam por uma família.

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Diferença entre o perfil buscado pelos pretendentes e a realidade de crianças e adolescentes disponíveis será tema de encontro gratuito na UNIALFA nesta quinta-feira.

Mais de 32 mil pessoas estão habilitadas para adotar no Brasil, enquanto mais de 6 mil crianças e adolescentes aguardam uma família.

A diferença entre os números chama atenção, mas revela uma realidade mais complexa do que uma simples fila de espera.

Dados atuais do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento, mantido pelo Conselho Nacional de Justiça, mostram que o encontro entre pretendentes e crianças disponíveis depende de fatores como idade, condições de saúde, existência de grupos de irmãos e o perfil indicado por quem pretende adotar.

A discussão estará no centro de um encontro gratuito promovido pela Escola de Direito da UNIALFA nesta quinta-feira (22), em Goiânia.

Idade ainda é um dos principais desencontros*Um dos maiores obstáculos está na diferença entre a idade procurada pelos pretendentes e a das crianças que aguardam adoção.

Levantamento do CNJ mostrou que 70,4% das crianças e adolescentes disponíveis tinham entre 8 e 18 anos, enquanto a maior parte dos pretendentes manifestava preferência por crianças mais novas.

O próprio CNJ aponta que crianças mais velhas, adolescentes, grupos de irmãos e crianças com deficiência ou necessidades específicas de saúde estão entre aquelas que enfrentam maior dificuldade para encontrar uma família.

Quem pode adotar

A legislação brasileira permite que pessoas maiores de 18 anos se habilitem para adoção, independentemente do estado civil, desde que exista diferença mínima de 16 anos entre adotante e adotado.

O processo é gratuito e deve ser iniciado na Vara da Infância e da Juventude da região onde reside o pretendente.

O Sistema Nacional de Adoção também reconhece diferentes configurações familiares, incluindo famílias formadas por mãe ou pai solo, casais heterossexuais e casais homoafetivos.

Debate sobre discriminação

Além das características das crianças e adolescentes, o encontro promovido pela UNIALFA pretende discutir preconceitos relacionados às diferentes configurações familiares.

Neste ano, a instituição e o Tribunal de Justiça de Goiás estabeleceram uma cooperação para produzir material informativo destinado a pessoas e casais LGBTQIAPN+ interessados em adoção.

A iniciativa busca ampliar o acesso a informações sobre direitos, procedimentos e garantias relacionados ao processo adotivo.

Palestra ocorre nesta quinta-feira

A palestra “Adoção e o direito à não discriminação” será realizada às 9h, no Auditório Maria Dilda, na UNIALFA.

O encontro também marcará o lançamento da cartilha “Família, no plural”.

O convidado será Fábio Francisco Esteves, conselheiro do Conselho Nacional de Justiça, juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios e doutor em Direito pela Universidade de São Paulo.

A proposta é discutir adoção, diversidade familiar, igualdade de direitos e o papel das instituições na garantia da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes.

Autoridades participam

Também estão confirmados o presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, desembargador Leandro Crispim; a juíza Célia Regina Lara, coordenadora-geral da Infância e da Juventude; a juíza auxiliar da Presidência do TJGO, Lidia de Assis e Souza; o juiz Vitor Barros Mouro; a juíza Luana Cavalcante de Freitas; e o procurador do Trabalho Tiago Ranieri de Oliveira.

O evento é gratuito, aberto à comunidade e dará certificado de cinco horas aos participantes.

Serviço

Palestra:

Adoção e o direito à não discriminação

Data: 22 de outubro de 2026

Horário: 9h

Local: Auditório Maria Dilda – UNIALFA

Atividade: palestra e lançamento da cartilha “Família, no plural”

Participação: gratuita e aberta à comunidade

Certificado: 5 horas

Inscrições: Instagram da UNIALFA – @unialfa

Legenda: Encontro na UNIALFA vai discutir adoção, diversidade familiar e o direito à não discriminação.

Assessoria de Imprensa

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OMS publica primeiras diretrizes globais para tratar obesidade infantil; especialista alerta para importância do diagnóstico precoce.

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Endocrinologista pediátrica, Marília Barbosa explica por que o cuidado precisa considerar a idade, o desenvolvimento e a saúde emocional da criança.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou suas primeiras diretrizes globais para o tratamento da obesidade em crianças e adolescentes.

Divulgadas em 7 de outubro, as recomendações orientam profissionais e sistemas de saúde a oferecer um cuidado integrado, individualizado e baseado em evidências para uma doença crônica que pode comprometer a saúde física e emocional desde os primeiros anos de vida. 

O documento chega em um cenário preocupante: em 2024, cerca de 400 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 19 anos viviam com sobrepeso no mundo, incluindo 170 milhões com obesidade.

A prevalência da obesidade nessa faixa etária quadruplicou desde 1990, passando de 2% para 8%, segundo estimativas da organização. 

Para a endocrinologista pediátrica Marília Barbosa, a publicação representa um avanço importante ao reforçar a necessidade de reconhecer a obesidade infantil como uma condição que exige avaliação clínica e acompanhamento contínuo.

“A obesidade na infância precisa ser abordada com seriedade, mas também com acolhimento. Estamos falando de uma doença multifatorial, influenciada por aspectos biológicos, genéticos, comportamentais e ambientais.

Por isso, o cuidado deve considerar a realidade da criança e de sua família, sem culpabilizar ou estigmatizar”, explica.

Entre as principais recomendações da OMS está a adoção de intervenções estruturadas que combinem alimentação saudável, atividade física e mudanças de comportamento.

Essas estratégias podem ser realizadas individualmente ou em programas que integrem diferentes abordagens, com participação dos pais ou responsáveis. 

A organização também estabelece limites para outras modalidades de tratamento conforme a idade. Para crianças de até 9 anos, não recomenda o uso de medicamentos para tratar a obesidade ou dispositivos destinados à perda de peso.

Já entre adolescentes de 10 a 19 anos, medicamentos aprovados podem ser considerados em situações específicas, quando um programa estruturado e supervisionado de mudanças no estilo de vida não apresenta os resultados esperados. 

As diretrizes ressaltam que medicamentos e procedimentos não substituem o cuidado abrangente.

A base do tratamento continua sendo o acompanhamento que favoreça mudanças sustentáveis na alimentação, na atividade física e nos hábitos cotidianos.

Não existe uma única estratégia que funcione da mesma maneira para todas as crianças.

O plano de cuidado precisa levar em conta a idade, a trajetória de crescimento, as condições clínicas, a rotina familiar e os aspectos emocionais.

O objetivo é melhorar a saúde e a qualidade de vida, respeitando o desenvolvimento de cada paciente”, afirma Marília. 

PrevençãoNo Brasil, dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), referentes a 2024, mostram a presença expressiva de alimentos ultraprocessados na alimentação das pessoas acompanhadas pelo sistema.

O consumo foi registrado em 79% das crianças de 2 a 4 anos, 84% das crianças de 5 a 9 anos e 81% dos adolescentes monitorados. Para a endocrinologista, o ambiente em que a criança vive tem influência direta sobre a construção dos hábitos alimentares e da rotina de movimento.

“A prevenção começa nas oportunidades que a criança tem no dia a dia: acesso a alimentos variados, refeições organizadas, brincadeiras, atividade física, sono adequado e participação da família.

Essas condições precisam ser construídas de forma realista, sem a expectativa de uma rotina perfeita”, destaca. As diretrizes da OMS também chamam a atenção para a necessidade de considerar a saúde mental no acompanhamento da obesidade.

Crianças e adolescentes podem enfrentar bullying, discriminação, baixa autoestima e sofrimento emocional, fatores que precisam ser reconhecidos pelos profissionais de saúde. 

Segundo Marília, a maneira como adultos e profissionais abordam o peso pode influenciar a relação da criança com o próprio corpo e com a alimentação. “Comentários constrangedores, comparações e cobranças excessivas podem aumentar o sofrimento e dificultar a adesão ao cuidado.

É fundamental que a criança se sinta acolhida e que a família receba orientação para participar do tratamento de maneira positiva”, explica. 

A especialista reforça que o acompanhamento pediátrico permite avaliar o crescimento e o desenvolvimento ao longo do tempo, identificar fatores de risco e definir, quando necessário, uma abordagem terapêutica adequada.

O cuidado precoce pode contribuir para reduzir complicações associadas à obesidade, entre elas alterações metabólicas, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares. 

A publicação das primeiras diretrizes globais da OMS amplia a discussão sobre a necessidade de políticas públicas e serviços de saúde preparados para atender crianças e adolescentes com obesidade.

“O desafio é transformar as recomendações em acesso efetivo a um cuidado contínuo, individualizado e livre de estigmas”, sublinha a endocrinologista.

Carolina Pessoni

Pessoni Comunicação

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