Especialista analisa identidade, pertencimento, gírias e o comportamento das gerações
Mesmo quem não sabe o que é, com certeza já escutou a expressão “farmar aura”, que saiu das redes sociais e virou até campeonatos Brasil afora. A expressão reúne dois termos: “farmar”, do vocabulário dos jogos eletrônicos, que significa repetir uma ação para acumular pontos ou vantagens, e a gíria “aura”, usada para definir carisma, presença ou estilo. Juntas, as palavras descrevem a capacidade de realizar algo significativo o suficiente para conquistar prestígio e reconhecimento, seja por meio de um gesto marcante, de uma atitude considerada estilosa ou de uma apresentação criativa.
Ao analisar a origem da expressão, a psicóloga Milene Domingues, que atende no centro clínico do Órion Complex, em Goiânia, destaca que o fato dela ter ganhado forma real com os campeonatos, é como se seu significado passasse para a vida social. “É quase como se carisma, presença e reconhecimento também pudessem ser ‘pontuados’. Isso conversa muito com uma geração que cresceu em ambientes digitais nos quais likes, seguidores, visualizações, transformaram dimensões subjetivas da experiência social em números”.
Segundo a especialista, os seres humanos sempre criaram rituais de pertencimento como músicas, brincadeiras, danças, roupas, expressões, competições e códigos compartilhados. “Quando jovens se reúnem para uma ‘batalha de aura’, existe ali uma brincadeira que só funciona plenamente porque o grupo conhece aqueles códigos: entende o meme, reconhece o gesto, sabe a referência e participa da reação coletiva. Para quem olha de fora, alguns gestos podem parecer sem sentido. Para quem pertence àquele universo, eles carregam referências e significados”, salienta.
Pertencimento Milene Domingues ressalta que o grupo de pares ocupa um lugar importante na construção da identidade e que esses campeonatos podem ser uma forma de um jovem mostrar que pertence a determinada turma. “Compartilhar uma gíria, conhecer determinado meme, dominar uma dança ou participar de uma brincadeira coletiva pode funcionar como uma espécie de senha social”.
Contudo, ela explica que há o senso de pertencimento saudável, quando o indivíduo sente que pode ser ele mesmo para fazer parte do grupo, e a dependência de aprovação, quando há dependência excessiva de validação. “Portanto, não é o campeonato ou a brincadeira em si que determina se a experiência será positiva ou negativa. O importante é observar qual função aquilo ocupa na vida daquele jovem”, afirma.
Para os pais, a psicóloga pontua que o saudável é evitar os extremos, nem demonizar o comportamento, nem se manter completamente alheio. Segundo ela, uma das posturas mais protetivas que um adulto pode ter diante da cultura adolescente é a curiosidade genuína. Em vez de questionar “Que bobagem é essa?” pode perguntar “Como funciona?”. “O fato de um adulto não compreender imediatamente um comportamento juvenil não significa que aquele comportamento seja necessariamente prejudicial. Às vezes ele apenas pertence a uma cultura que não foi criada para aquele adulto”, salienta.
“Quando o adulto ridiculariza aquilo que tem valor para o adolescente, não é apenas o assunto que perde espaço, a própria relação pode se fragilizar. O jovem pode passar a enxergá-lo como alguém distante, pouco aberto e incapaz de compreender os códigos de sua geração. Essa percepção também pode ser compartilhada pelo grupo, fazendo com que o adulto seja visto como uma figura que julga antes de escutar e diante da qual não é seguro se expressar com autenticidade”, completa a especialista.
Transformações ao longo do tempo Cada geração cria expressões capazes de traduzir aquilo que está vivendo, valorizando e compartilhando com sua turma. Milene Domingues explica que as gírias mudam porque a linguagem acompanha a cultura. Por isso, “tirar onda”, “causar”, “lacrar”, “mitar” e, agora, “farmar aura” podem ter pontos de encontro, embora não sejam exatamente sinônimos. “Em diferentes épocas, todas essas expressões tocaram, de alguma forma, em questões como visibilidade, admiração, reconhecimento e status dentro de um grupo”, afirma.
Os jovens sempre vão criar uma forma de inovar em cada geração porque, segundo a psicóloga, existe uma necessidade muito característica da juventude de criar algo que a diferencie da geração anterior. “Todavia, há um paradoxo em tudo isso: as formas mudam muito, mas as necessidades humanas por trás delas mudam muito menos. Mudam as roupas, as músicas, as gírias, as plataformas e as brincadeiras. Permanecem necessidades bastante antigas: pertencer, ser visto, conquistar status, experimentar identidades, provocar o mundo adulto, formar grupos e encontrar maneiras de dizer ‘isso é nosso’”.
Quem farma aura hoje, quando for adulto, pode vir a criticar uma nova tendência da juventude. A especialista considera que essa é uma das ironias do tempo existentes, pois quase toda geração se considera inovadora quando jovem e corre o risco de se tornar conservadora diante da inovação da geração seguinte. “No fim, mudam as gírias, os memes e as plataformas, mas permanece uma questão que atravessa gerações: como construir a própria identidade sem perder o lugar no grupo? Essa não é uma inquietação exclusiva da adolescência. É uma experiência humana, embora nessa fase da vida, seja vivida de maneira especialmente intensa”, conclui Milene.
Mesmo quem não sabe o que é, com certeza já escutou a expressão “farmar aura”, que saiu das redes sociais e virou até campeonatos Brasil afora. A expressão reúne dois termos: “farmar”, do vocabulário dos jogos eletrônicos, que significa repetir uma ação para acumular pontos ou vantagens, e a gíria “aura”, usada para definir carisma, presença ou estilo. Juntas, as palavras descrevem a capacidade de realizar algo significativo o suficiente para conquistar prestígio e reconhecimento, seja por meio de um gesto marcante, de uma atitude considerada estilosa ou de uma apresentação criativa.
Ao analisar a origem da expressão, a psicóloga Milene Domingues, que atende no centro clínico do Órion Complex, em Goiânia, destaca que o fato dela ter ganhado forma real com os campeonatos, é como se seu significado passasse para a vida social. “É quase como se carisma, presença e reconhecimento também pudessem ser ‘pontuados’. Isso conversa muito com uma geração que cresceu em ambientes digitais nos quais likes, seguidores, visualizações, transformaram dimensões subjetivas da experiência social em números”.
Segundo a especialista, os seres humanos sempre criaram rituais de pertencimento como músicas, brincadeiras, danças, roupas, expressões, competições e códigos compartilhados. “Quando jovens se reúnem para uma ‘batalha de aura’, existe ali uma brincadeira que só funciona plenamente porque o grupo conhece aqueles códigos: entende o meme, reconhece o gesto, sabe a referência e participa da reação coletiva. Para quem olha de fora, alguns gestos podem parecer sem sentido. Para quem pertence àquele universo, eles carregam referências e significados”, salienta.
Pertencimento Milene Domingues ressalta que o grupo de pares ocupa um lugar importante na construção da identidade e que esses campeonatos podem ser uma forma de um jovem mostrar que pertence a determinada turma. “Compartilhar uma gíria, conhecer determinado meme, dominar uma dança ou participar de uma brincadeira coletiva pode funcionar como uma espécie de senha social”.
Contudo, ela explica que há o senso de pertencimento saudável, quando o indivíduo sente que pode ser ele mesmo para fazer parte do grupo, e a dependência de aprovação, quando há dependência excessiva de validação. “Portanto, não é o campeonato ou a brincadeira em si que determina se a experiência será positiva ou negativa. O importante é observar qual função aquilo ocupa na vida daquele jovem”, afirma.
Para os pais, a psicóloga pontua que o saudável é evitar os extremos, nem demonizar o comportamento, nem se manter completamente alheio. Segundo ela, uma das posturas mais protetivas que um adulto pode ter diante da cultura adolescente é a curiosidade genuína. Em vez de questionar “Que bobagem é essa?” pode perguntar “Como funciona?”. “O fato de um adulto não compreender imediatamente um comportamento juvenil não significa que aquele comportamento seja necessariamente prejudicial. Às vezes ele apenas pertence a uma cultura que não foi criada para aquele adulto”, salienta.
“Quando o adulto ridiculariza aquilo que tem valor para o adolescente, não é apenas o assunto que perde espaço, a própria relação pode se fragilizar. O jovem pode passar a enxergá-lo como alguém distante, pouco aberto e incapaz de compreender os códigos de sua geração. Essa percepção também pode ser compartilhada pelo grupo, fazendo com que o adulto seja visto como uma figura que julga antes de escutar e diante da qual não é seguro se expressar com autenticidade”, completa a especialista.
Transformações ao longo do tempo Cada geração cria expressões capazes de traduzir aquilo que está vivendo, valorizando e compartilhando com sua turma. Milene Domingues explica que as gírias mudam porque a linguagem acompanha a cultura. Por isso, “tirar onda”, “causar”, “lacrar”, “mitar” e, agora, “farmar aura” podem ter pontos de encontro, embora não sejam exatamente sinônimos. “Em diferentes épocas, todas essas expressões tocaram, de alguma forma, em questões como visibilidade, admiração, reconhecimento e status dentro de um grupo”, afirma.
Os jovens sempre vão criar uma forma de inovar em cada geração porque, segundo a psicóloga, existe uma necessidade muito característica da juventude de criar algo que a diferencie da geração anterior. “Todavia, há um paradoxo em tudo isso: as formas mudam muito, mas as necessidades humanas por trás delas mudam muito menos. Mudam as roupas, as músicas, as gírias, as plataformas e as brincadeiras. Permanecem necessidades bastante antigas: pertencer, ser visto, conquistar status, experimentar identidades, provocar o mundo adulto, formar grupos e encontrar maneiras de dizer ‘isso é nosso’”.
Quem farma aura hoje, quando for adulto, pode vir a criticar uma nova tendência da juventude. A especialista considera que essa é uma das ironias do tempo existentes, pois quase toda geração se considera inovadora quando jovem e corre o risco de se tornar conservadora diante da inovação da geração seguinte. “No fim, mudam as gírias, os memes e as plataformas, mas permanece uma questão que atravessa gerações: como construir a própria identidade sem perder o lugar no grupo? Essa não é uma inquietação exclusiva da adolescência. É uma experiência humana, embora nessa fase da vida, seja vivida de maneira especialmente intensa”, conclui Milene.
Na véspera dos 45 anos do Flamboyant Shopping, Emmanuele Louza, Bárbara Öberg e Guilherme de Beauharnais brilharam na edição, que reuniu talks comandados por convidados e desfiles de moda
Como uma referência de passarela se transforma em desejo e encontra lugar no estilo de cada pessoa? Essa relação conduziu as conversas e experiências do Flamboyant Fashion Experience 2026, realizado em 15 de outubro, na Cúpula do Flamboyant Shopping. Aberto ao público, o evento reuniu profissionais da moda, da beleza e da influência em uma programação de quatro talks e cinco desfiles, na véspera do aniversário de 45 anos do empreendimento.
“O Fashion Experience traduz a relação que a marca Flamboyant construiu com a moda e com os goianos. Reunimos nomes com diferentes olhares para compartilhar o que acompanhamos nas passarelas internacionais e ajudar cada pessoa a encontrar referências para o seu próprio estilo”, celebrou Emmanuele Louza, CEO do Flamboyant sobre o sucesso do evento.
Além dos talks, a programação de conteúdo foi acompanhada pelos desfiles de Cia. Marítima, Adriana Kavietz, Le Lis e Carol Bassi, em uma sequência que se encerrou com NV + Swarovski. As apresentações colocaram as coleções das marcas em contato com o público em curadoria pensada para o mercado regional. A experiência do que ganha as vitrines a partir das semanas de moda em Milão e Paris também se estendeu a quase 100 lojas, com indicações de compras do Squad Flamboyant. No Polo Gastronômico, Coco Bambu, Empório Piquiras, Fulles Kitchen, Cucina Mia e Kanpai Blue participaram com ofertas especiais que deram aos clientes a possibilidade de ganhar uma exclusiva Wine Bag Flamboyant, que se estende até o fim do mês.
Da passarela à identidade
As referências mais recentes orientaram o encontro entre Emmanuele Louza e Bárbara Öberg, editora de Beleza e Wellness da Vogue. No talk “From Runway to Flamboyant”, com o tema “Da passarela à identidade”, as duas abordaram o contexto das coleções e as possibilidades de interpretar suas propostas no cotidiano. A CEO do Flamboyant destacou que o encantamento provocado pelas grifes envolve sua história, os códigos que as identificam e a maneira como renovam essa linguagem a cada apresentação.
Bárbara trouxe a beleza para essa leitura, apontando referências dos anos 1980 em tecidos, alta costura e maquiagens, com olhos destacados e propostas mais expressivas. A conversa relacionou a experimentação à personalidade: conhecer novas possibilidades pode ajudar a reconhecer o que combina com cada pessoa. O conforto e o bem-estar também estiveram em pauta, incluindo a presença de peças associadas à academia em produções para outros ambientes, como o trabalho.
“Moda é feita de detalhes e a beleza comunica”, destacou Bárbara.
Manu compartilhou ainda os bastidores do relacionamento com as grifes internacionais e o contexto de apresentar a relevância do ecossistema Flamboyant nesse circuito e como as unidades de negócio da marca têm obtido êxito. A construção de vínculos consistentes e a apresentação de dados sobre o potencial do mercado regional foram destacadas como parte do trabalho de aproximação com as grifes mais desejadas do planeta e de acesso a encontros restritos do setor.
“Cada grife tem uma história e uma maneira própria de expressá-la. Entender esse contexto muda a forma como olhamos para uma coleção e nos dá mais liberdade para experimentar. A tendência ganha sentido quando encontra a personalidade de quem veste”, observa Emmanuele.
Essa aproximação entre o repertório da moda e a realidade do público também esteve no centro de “Quem influencia quem?”, com Guilherme de Beauharnais, editor de moda da Harper’s Bazaar, e os integrantes do Squad Flamboyant. Farley Mattos, Kamila Branquinho, Rodolpho Rodrigo e Izabela Perillo abordaram como uma tendência desperta desejo, a importância da identificação com quem comunica e a construção de confiança em um ambiente marcado pelo volume de informações e pelo crescimento dos conteúdos publicitários. A autenticidade apareceu como elemento importante na relação entre criadores de conteúdo e suas comunidades.
Na conversa, a curadoria de referências estéticas e culturais foi relacionada à possibilidade de traduzir a moda para o cotidiano, considerando o clima, a cultura local e o estilo de vida. As tendências foram apresentadas como direções que podem ser adaptadas à personalidade, com liberdade para experimentar e escolher. A conexão entre as pessoas e a identificação com o que se veste também apareceram como elementos importantes na construção do desejo.
A construção de identidade também foi apresentada sob a perspectiva das marcas no talk “Swarovski — 130 anos de luz e alegria”. Melize Sartorato, PR & Communications Manager da marca para Brasil e Chile, apresentou o rebranding e a estratégia Luxignite. A conversa percorreu a construção de uma assinatura reconhecível sob a direção criativa de Giovanna Engelbert, a diversidade das coleções e a aproximação com novos públicos por meio da cultura pop, incluindo o trabalho com a embaixadora Ariana Grande.
A transformação foi abordada também pela experiência que envolve os produtos, das embalagens à arquitetura das lojas e à comunicação. Melize destacou o desafio de adaptar estratégias globais à realidade local e mostrou como peças delicadas e composições mais expressivas podem atender a diferentes ocasiões e formas de uso. O conhecimento técnico sobre os cristais e a relação afetiva com joias e objetos de decoração completaram a discussão.
A expressão pessoal também esteve em pauta na abertura dos Trend Talks, com um olhar para os espaços de convivência. Em “Vestir (corpo e casa) é comunicar”, Ildeth Dias, do Moda Senac, e Lorena Abdalla, da Universidade de Moda, integraram a programação dedicada a pensar o vestir e o decorar como manifestações de identidade, arte e cultura.
Realizado pelo Flamboyant Shopping, o Fashion Experience contou com patrocínio da Unimed Goiânia e parceria da Claro.
Sobre o Flamboyant Shopping
Com mais de quatro décadas de sucesso e crescimento, o Flamboyant Shopping é o mais importante complexo de compras, entretenimento e lazer de Goiás, reconhecido como protagonista do desenvolvimento econômico da capital e porta de entrada de grandes marcas nacionais e internacionais. Tendência, moda e expertise de consumo são os destaques que colocam o Flamboyant Shopping entre os maiores shoppings em vendas no Brasil, ofertando um mix perfeito de lojas que misturam tradição e modernidade. Especializando-se como a primeira escolha de um exigente perfil de consumidor, estimado em 1,5 milhão de pessoas por mês, o empreendimento apresenta atualmente um universo superior a 300 marcas e exibe grifes exclusivas no Estado. A lista de grifes de luxo contempla marcas como CHANEL Fragrance & Beauty, Dolce & Gabbana, Tiffany & Co, Emporio Armani, Gucci, Louis Vuitton, Montblanc, Boss/Hugo Boss, Alexandre Birman, Tania Bulhões, Patbo, Nati Vozza (NV), Ricardo Almeida, Cris Barros, Danglar Luxury Store (rolex), Carol Bassi, Martha Medeiros e Paula Torres. No quesito lojas especiais, destaque para Adidas Originals, Calvin Klein, Coach, H. Stern, Isla, Lacoste, Lenny Niemeyer, MAC, Nike Flamboyant, Sephora, Vix Paula Hermanny, além de megalojas com assinatura Fast Shop, Hering, Vie Pratique e Rildo Lasmar. Outra inovação é seu Polo Gastronômico, que reúne opções como Coco Bambu, Cucina Mia (chef Claude Troisgros), Empório Piquiras, Fulles Kitchen (chef Ian Baiocchi), Kabanas Bar e Restaurante, Kanpai Blue, Madero, Outback Steakhouse e Pobre Juan.
Neste mês de outubro, a EBM Desenvolvimento Imobiliário celebra 45 anos de história, data que ganhou um motivo especial de comemoração com o reconhecimento como a construtora mais lembrada pelos goianienses, reafirmando sua liderança no mercado. Na foto, o diretor de operações da EBM, Marcos Tulio Campos, e a gerente de comunicação e marketing, Lohanne Assis Pedrosa, recebendo o prêmio Pop List 2026.
niciativa do Sindibares reconhece jornalistas, criadores de conteúdo e fotógrafos que destacam a gastronomia como força de desenvolvimento, cultura e turismo; inscrições vão até 20 de novembro
A gastronomia vai muito além dos sabores: gera empregos, movimenta negócios, fortalece a identidade cultural e transforma destinos em experiências turísticas. Para reconhecer quem conta essas histórias e mostrar a força do setor para o desenvolvimento de Goiânia, o Sindicato de Bares e Restaurantes de Goiânia (Sindibares) promove o 1º Prêmio de Comunicação Goiânia, Capital da Boa Mesa, que distribuirá R$ 75 mil em premiações, sendo R$ 15 mil por categoria. As inscrições são gratuitas e estarão abertas até 20 de novembro, conforme as regras do regulamento.
Com o tema “Gastronomia que movimenta Goiânia: muito além da mesa, o setor movimenta a cidade, gera oportunidades e transforma a capital em um destino para viver, conhecer e saborear”, o prêmio pretende estimular a produção de conteúdos que evidenciem a riqueza e a diversidade da gastronomia goianiense, da comida de rua à alta gastronomia. A proposta é valorizar restaurantes, bares, cafés, empreendedores, chefs, cozinheiros e todos os profissionais que integram essa cadeia produtiva.
A iniciativa também busca ampliar o olhar sobre a importância econômica e social do segmento, destacando sua capacidade de gerar empregos e oportunidades, movimentar negócios e fortalecer a economia local. Serão valorizadas reportagens, fotografias e produções digitais que revelem a identidade, a cultura, a hospitalidade e os sabores que fazem de Goiânia um destino gastronômico, além de histórias de pessoas e empreendimentos que contribuem para o desenvolvimento da capital.
O prêmio contempla cinco categorias: Jornalismo Impresso e Webjornalismo, Criadores de Conteúdo, Radiojornalismo, Telejornalismo e Fotojornalismo. Podem participar jornalistas e produtores de conteúdo com materiais publicados em veículos de comunicação ou plataformas digitais, respeitando os critérios estabelecidos no regulamento. Não há limitação de número de seguidores para criadores de conteúdo, e profissionais e veículos de comunicação de outras cidades também poderão concorrer, desde que os trabalhos tenham como foco a gastronomia que movimenta Goiânia.
Para participar, os trabalhos deverão ser publicados no período de 15 de outubro a 20 de novembro, e as inscrições precisam ser realizadas até a data final, por meio do site oficial do prêmio. Na categoria de Criadores de Conteúdo, serão aceitos diferentes formatos, como vídeos e carrosséis para redes sociais. Já o Fotojornalismo abre espaço para produções que contem histórias e registrem a diversidade gastronômica da capital por meio da fotografia.
Em cada categoria, poderão ser premiados até três trabalhos, correspondentes ao primeiro, segundo e terceiro lugares. A premiação será de R$ 8 mil para o primeiro colocado, R$ 5 mil para o segundo e R$ 2 mil para o terceiro, totalizando R$ 15 mil por categoria. A cerimônia de entrega dos prêmios será realizada na noite de 5 de dezembro, em Goiânia.
Para o presidente do Sindibares, Newton Emerson Pereira, o reconhecimento é uma forma de valorizar os profissionais que contribuem para dar visibilidade à gastronomia e mostrar sua relevância para a cidade. “Goiânia tem uma gastronomia rica, diversa e cheia de histórias que merecem ser conhecidas e valorizadas. Queremos reconhecer os profissionais que ajudam a mostrar essa força, destacando não apenas os sabores e os estabelecimentos, mas também as pessoas, a cultura e a capacidade do setor de movimentar a economia e atrair visitantes para a nossa cidade”, afirma.
Com o prêmio, o Sindibares pretende aproximar o setor de bares e restaurantes dos profissionais da comunicação e incentivar narrativas que contribuam para consolidar Goiânia como referência nacional em turismo gastronômico. A iniciativa integra as ações do programa Goiânia, Capital da Boa Mesa, que busca valorizar a culinária local e fortalecer o protagonismo da gastronomia no desenvolvimento da capital.
Goiânia, Capital da Boa Mesa
Criado pelo Sindibares Goiânia, o programa Goiânia, Capital da Boa Mesa tem como objetivo valorizar a gastronomia local e consolidar a capital como um dos principais destinos gastronômicos do Brasil. O reconhecimento oficial de Goiânia como Capital da Boa Mesa, estabelecido por lei em janeiro de 2026, reforça a importância do setor para a identidade cultural, o turismo e o desenvolvimento econômico da cidade. Entre as ações do programa está o Guia Goiânia, Capital da Boa Mesa, que reúne mais de 250 bares, restaurantes, cafeterias, padarias, sorveterias e outros estabelecimentos, incentivando moradores e turistas a explorar a diversidade culinária da capital.
Serviço
1º Prêmio de Comunicação Goiânia, Capital da Boa Mesa – Sindibares
Inscrições: até 20 de novembro
Período de publicação dos trabalhos: de 15 de outubro a 20 de novembro
Categorias: Jornalismo Impresso e Webjornalismo; Criadores de Conteúdo; Radiojornalismo; Telejornalismo; Fotojornalismo
Quem pode participar : jornalistas e produtores de conteúdo com trabalhos publicados em veículos de comunicação ou plataformas digitais, conforme o regulamento. Não há limite de seguidores para criadores de conteúdo.
Premiação por categoria: R$ 8 mil para o 1º lugar; R$ 5 mil para o 2º lugar; R$ 2 mil para o 3º lugar