Connect with us

Notícias

Oficina da Alma Feminina propõe uma pausa mensal para o autoconhecimento

Publicado

on

Com encontros que começam em 10 de agosto e seguem até dezembro, grupo terapêutico combina técnicas da psicologia sistêmica e conceitos da psicanálise para trabalhar temas como autoestima, relacionamentos e padrões de comportamento.

 Em meio à rotina marcada por diversas responsabilidades com outras pessoas, relacionamento, trabalho, família e demandas pessoais, muitas mulheres acabam deixando o próprio bem-estar em segundo plano.

É a partir dessa realidade que inicia, no dia 10 de agosto, a Oficina da Alma Feminina, grupo terapêutico voltado para o universo feminino com pessoas de diferentes idades e fases da vida.

A proposta é oferecer um espaço seguro de escuta, acolhimento e reflexão, no qual as participantes possam olhar para a própria história, compreender comportamentos, relações e construir novas possibilidades para a vida.

O grupo com vagas limitadas será conduzido pelas psicólogas Karla Turra e Mariana Vilas Boas, em encontros presenciais mensais, sempre às segundas-feiras, das 19h às 21h30, no Instituto Integrado do Cérebro que fica no Jardim América.

“Quando algo importante precisa de cuidado, nós paramos, revisamos e buscamos uma solução. Mas quando quem precisa desse cuidado é você?”, comenta Mariana.

Ela explica que o nome “Oficina” parte da ideia de que a vida também exige pausas, revisões e novos caminhos. “Acreditamos na força do grupo de mulheres que se apoiam, se escutam e caminham juntas.

É nesse acolhimento que florescemos e nos fortalecemos”, complementa Karla Turra.

Duas abordagens em um mesmo espaçoA Oficina da Alma Feminina reúne conceitos da psicologia sistêmica e da psicanálise para ampliar o olhar sobre as experiências individuais e coletivas.

Enquanto a abordagem sistêmica contribui para compreender as relações e os diferentes sistemas que influenciam a trajetória de cada pessoa, a psicanálise propõe uma escuta voltada aos aspectos mais profundos da subjetividade

A cada encontro, um tema será trabalhado por meio de técnicas da psicologia, permitindo que as participantes compartilhem experiências e reflitam sobre questões que atravessam diferentes momentos da vida feminina.

Entre os objetivos estão fortalecer a autoestima, desenvolver relacionamentos mais saudáveis, reconhecer padrões de comportamento e estimular uma vivência mais autêntica, consciente e alinhada aos próprios propósitos.

O formato coletivo também é parte importante da experiência.

“Quando uma mulher percebe que outras também atravessam dúvidas, conflitos, mudanças e recomeços, ela entende que não está sozinha.

O grupo cria um espaço de identificação, escuta e apoio que pode ser muito potente”, explica Karla.

Psicóloga clínica, especialista em desenvolvimento humano de líderes, analista comportamental e facilitadora de grupos terapêuticos, Karla Turra atua há mais de 20 anos com comportamento humano, relações, inteligência emocional e autoconhecimento.

Também é consultora em Gestão de Pessoas, palestrante e fundadora do Instituto de Desenvolvimento Humano Bellatrix, onde desenvolve projetos voltados à saúde mental, cultura organizacional e desenvolvimento humano.

Serviço:

Grupo terapêutico Oficina da Alma Feminina

Encontros presenciais: das 19h às 21h30 – 10/08, 14/09, 05/10, 09/11 e 07/12

Local: Instituto Integrado do Cérebro – Rua C-149, qd 382, lt08, Jardim América – Goiânia

Vagas: limitadas –

Inscrições e informações pelo WhatsApp (62) 99304.4260

Dora Teruel 

CONTINUE LENDO
CLIQUE PARA COMENTAR

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias

Casamento no litoral cearense

Publicado

on

Laura e Rodolfo oficializaram sua união em uma cerimônia à beira-mar, no Ceará. A celebração reuniu familiares e amigos de Goiânia, Brasília e São Paulo, em uma programação marcada pela confraternização. Na foto, os noivos ao lado de Gyovana de Castro Carneiro, madrinha de Rodolfo.

CONTINUE LENDO

Notícias

Café da Tarde

Publicado

on

Kolontay Abrahão (E) recebeu, na tarde da última segunda-feira (02), no Bazar Villa Kolontay, o restaurateur Elpídio Fiorda Neto e Iris Araújo. Durante a visita, eles conferiram as últimas promoções da loja e aproveitaram para colocar a conversa em dia, saboreando um delicioso café da tarde acompanhado de pão de queijo.

CONTINUE LENDO

Notícias

Sorvete de Flocos

Publicado

on

JB Alencastro exclusivo para o D9 Notícias.

Final de tarde de um domingo cheio de sol e atividades. Caminhando, nadando, fotografando aves, almoçando uma pizza espetacular com vários copinhos de cerveja para degustar. Cada passagem, um encantamento. Uma descoberta.

E aí, olhando logo adiante, uma sorveteria. Se estivesse no México pediria um “helado de chispas de chocolate”. Pediu um sorvete de flocos, seu predileto.

Descobriu que na Austrália se diz “choc chip vanilla” e não “flake ice cream”. Vivendo e aprendendo.

Aliás, como é bom ser corrigido e descobrir o adequado naquele momento e hora. Ela pediu um de abacaxi. Detesta flocos, para ela é o pior sorvete do mundo. Ele tem dificuldades para odiar. Aquilo que não gosta, simplesmente evita. Olhando para cima, uma revoada de milhares de morcegos gigantes, chamados de “flying foxes”.

Centenas deles vão pousando num enorme ficus e fazendo uma algazarra semelhante a periquitos. Então, são eles que me saúdam ao entardecer na porta da minha casa, pensou.

E também no sorvetinho noturno.Engraçado como já havia tentado enganar sua companheira uma vez, pedindo “glace aux pépites” quando estiveram em Strasbourg, na França.

E nada. Ela reconheceu na hora o danado do flocos. Ofereceu com carinho, pois quando gostamos de algo, queremos dividir. Mas nem sempre o seu desejo é o desejo do outro. Necessita respeitar. E por isso, dentro da intimidade do casal, uma das coisas mais belas é o limite. O território daquilo que é bom para um mas não é para o outro.

O reconhecimento das preferências do ser amado e das suas próprias. Jamais pedir algo desagradável como “recompensa” por ter feito ou dito uma coisa bela. Imposição é feio.

Relações de poder são ruins. O melhor é a troca autêntica. Não adianta estar numa “gelateria” e solicitar um “gelato alla stracciatella” e aquela cor meio branca, meio amarelada, com os pedacinhos de chocolate denunciando o famoso sorvete de flocos.

Que ele fique com o seu sorvete. Só isso. Também respeitar as escolhas é fundamental. Nem todo mundo vai amar peixe e camarão e alguns podem até ter alergia, quiçá mortal. Insistir naquilo que sabiamente já está provado e satisfeito, não é educação. É o contrário.

É falta de. Quantas vezes não já lhe pediram para tomar “mais um cafezinho”, ou comer “mais um pão de queijo” e a refeição que fora tão gostosa, agora o empanturra.

Querer dividir algo que adoramos é bonito, mas pergunte antes se o outro também gosta. E se lhe perguntarem, seja sincero ao dizer que não, por exemplo. Amar é ver o outro satisfeito com suas escolhas.

E estando longe, torcer para que ele ou ela, esteja feliz mesmo na ausência. Aliás o amor mais bonito é aquele que na distância deseja o melhor para o outro. Que não cobra exclusividade e nem dedicação o tempo todo.

Por isso ele lá na China, deu uma volta no parque e pediu um 巧克力碎片冰淇淋 (qiǎokèlì suìpiàn bīngqílín) e voltou sorrindo com um belo pistacchio nas mãos, para ela.

O mundo gira, as pessoas mudam, e até as preferências também.

Por isso sempre pergunte (ou melhor ainda, descubra) o que o outro realmente quer, para que juntos possam comer até a casquinha do sorvete da vida.

JB Alencastro é médico e escritor

CONTINUE LENDO
Advertisement

noticias