Camelô de Cantorias, novo álbum do cantor e compositor Pádua, chega às plataformas digitais Trabalho reúne 10 faixas inéditas, todas autorais, com diferentes linguagens e leituras rítmicas, como samba, choro, coco, xote e baladas Diversidade rítmica e letras com diferentes linguagens marcam o 13º álbum do cantor e compositor goiano Pádua. Camelô de Cantorias chega às plataformas digitais no dia 25 de julho, com 10 faixas inéditas, todas autorais. Gravado com o apoio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Goiânia, o trabalho mantém a essência do artista, traduzida em leituras que reúnem ritmos como samba, choro, coco, xote, baladas, entre outros. A turnê do novo álbum está marcada para começar com show em Goiânia, no dia 27 de setembro.“Costumo dizer que simplificar é sempre complicado, mas neste novo trabalho fico feliz de ter conseguido o equilíbrio entre a diversidade e o singelo. Continuo, como nos meus discos anteriores, abrindo um leque de possibilidades musicais.
Aqui, elas resultaram neste Camelô de Cantorias, com tantas identidades e variedades, mas sempre com uma personalidade bem marcada e contribuições incríveis de grandes parceiros e amigos”, analisa Pádua. Camelô de Cantorias foi gravado entre março e maio de 2023, no Studio Up Music, em Goiânia, com direção musical e arranjos de Luiz Chaffin e produção executiva de Cláudia Mendonça. No álbum, Pádua assina sozinho duas faixas e divide com parceiros as outras oito, todas inéditas. Entre seus companheiros de criação neste trabalho, tem a estreia do poeta, escritor, pesquisador e médico dermatologista, Ademir Hamu, que divide com o cantor a música “Canto Maior”. Com o amigo de longa data Nasr Chaul, Pádua fez o chorinho “Tudo e Nada”, letra que Chaul compôs em homenagem ao compositor Sergio Sampaio. Com William Domingos, o cantor compôs ainda nos anos 90, as músicas “Obaluaiê” e “Canto de Oyá”.
Com o músico, compositor e arranjador Pedro Braga foi criada a letra de “Samba Esquecido”, melodia que também estava na “gaveta” e foi resgatada durante a pandemia. Com a poeta mineira Marília Abduani nasceu a segunda parceria, a música “Verso e Reverso”, que tem a participação especial da cantora e compositora Isabella Arantes, uma das revelações da nova cena musical goiana. Com o parceiro Paulinho Pedra Azul, Pádua divide o “Xote Forró no Meu Quintal”. E, depois de longa data, o novo trabalho traz a segunda parceria de Pádua e Juraíldes da Cruz, o xote “Zóio da Cara”.
Sobre Pádua Com 47 anos de carreira, o cantor e compositor, Antonio de Pádua da Silva, o Pádua, descobriu desde cedo que gostava de cantar e desenhar. Nascido em Goiânia, seus primeiros estímulos musicais começaram ouvindo Tonico e Tinoco, MPB e ritmos da época de sua infância. Chegou a trabalhar em jornais como cartunista e ilustrador, mas em 1976, começou a cantar profissionalmente. Sua música tem como inspiração, além de suas vivências, influências como Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e repentistas nordestinos. O primeiro registro de álbum foi em 1980, quando participou do disco “Festa do Compositor Goiano”. Em 1985, gravou seu primeiro trabalho solo, um compacto simples com as músicas “Pele” e “Arrandurá”. Ainda na década de 1980, formou a banda “Asa da Cobra”, que o acompanhou por um longo tempo e abriu espaços no meio artístico. Em 1988, gravou no LP “Vôo de Cantor”, a música de sua autoria “Louca Magia”, uma das mais conhecidas do artista. No início dos anos 90, fez shows com Carlinhos Brown, Margareth Menezes e Gilberto Gil.Em 2002, participou do “Projeto Canto da Gente”, com gravação de CD e realização de shows pelo estado ao lado de Fernando Perillo, Maria Eugênia e João Caetano. Com a iniciativa, foram os únicos brasileiros convidados a participarem do Wien Jazz Fest, em Vienna, na Áustria. Outra apresentação internacional de Pádua foi em 2005, na Feria de la Pêche et de I´Abricot, em Saint Gilles, na França, também junto com Fernando Perillo. Ao longo da sua trajetória, Pádua também já se apresentou com grandes referências da MPB, como João Bosco, Almir Sater e Gonzaguinha. Com Camelô de Cantorias, o artista soma 13 discos na carreira, entre coletivos e individuais, consagrando-se como um dos maiores nomes da MPB goiana.
Serviço Lançamento nas plataformas digitais do Álbum “Camelô de Cantorias” Data: 25 de julho Gênero: MPB Artista: Pádua Direção musical e arranjos: Luiz Chaffin Produção executiva: Cláudia Mendonça
Cantora encerra a programação de sábado (12/09), às 23h, no Palco Aeroporto; apresentações musicais e cortejo percussivo movimentam outros espaços do festival em Pirenópolis
A programação do Canto da Primavera segue neste sábado (12/09) com apresentações gratuitas distribuídas entre os palcos Coreto, Matriz, Teatro e Aeroporto. A noite terá como principal atração o show da cantora IZA, que encerra a agenda do Palco Aeroporto às 23h, além de uma programação que reúne artistas de diferentes estilos e formações musicais.
As atividades começam às 16h com o Baque Trinca Ferro e a intervenção “Uma Experiência Percussiva”, que parte do Palco Matriz. No Palco Coreto, a programação segue com Diego Stucchi, às 16h, Brunno Oliveira, às 17h, e Blackbirds, às 18h.
No Palco Matriz, o público poderá conferir os shows de Tamara e Jordana, às 17h15, Os Bispos, às 18h15, e Heróis de Botequim, às 19h15. Já o Palco Teatro recebe Dante Ventura, às 18h, Adriana Losi, às 19h, e Maria Eugênia, às 20h.
A programação do Palco Aeroporto começa às 20h com DJ Sancro, seguida por Hugo Vitti, às 20h30, e Maduli, às 21h30. Encerrando a noite, a cantora IZA sobe ao palco às 23h em um dos momentos mais aguardados da 25ª edição do festival, que se encerra no domingo (13/09)
Realizado pela Basic Full, evento reúne corrida, música e wellness no dia 12 de setembro em um percurso de 4km
Já imaginou uma corrida em que a música não está apenas na largada ou esperando na chegada, mas acompanha os participantes ao longo dos 4 km? Essa é a proposta do Basic Coffee Party, evento organizado pela academia Basic Full, que acontecerá no dia 12 de setembro, a partir das 7h. A largada acontece em frente a academia localizada na Ricardo Paranhos e para participar, é preciso fazer a inscrição. Os ingressos custam a partir de R$ 350.
A proposta integra esporte e entretenimento de forma pouco convencional: em vez de limitar a música a pontos fixos ao longo do trajeto, o DJ estará junto com os atletas, transformando o momento em uma vivência coletiva de movimento e som. Gustavo Henrique, fundador da Basic, será o responsável por pedalar a bicicleta, enquanto o DJ Lucas Jayme, comandará o set durante o percurso.
Destaque em eventos como 800, GP Fest e Abellvoks, além de casas como Soho e Moema, Lucas Jayme transita por diferentes vertentes da música eletrônica, do house e de remixes, que funcionarão como trilha da corrida, criando uma atmosfera distinta da encontrada em provas tradicionais.
Do treino ao recovery
A experiência continua depois da linha de chegada. Quem se inscrever para a corrida também poderá participar da programação pós-evento, com música e gastronomia. Entre as atrações estão ativações da Red Bull, Linq, Frutos do Goiás, EBM Desenvolvimento Imobiliário e do som da Abellvoks. O evento também contará com café especial da Coffee Break, drinks funcionais, brunch e recovery com a Moving.
Intervenção assinada pelo artista multimídia VJ Paulinho Pessoa será realizada entre os dias 11 e 13 de setembro e reúne referências à história, às tradições e às paisagens de Pirenópolis
A fachada da Igreja Nossa Senhora do Rosário, um dos principais patrimônios históricos de Pirenópolis, será transformada em uma grande tela a céu aberto durante o Canto da Primavera 2026. Entre os dias 11 e 13 de setembro, sempre a partir das 18h30, o público poderá acompanhar uma projeção mapeada criada pelo artista multimídia goiano VJ Paulinho Pessoa, que utiliza recursos visuais e tecnológicos para retratar a história, a cultura e a natureza da cidade.
A intervenção integra a programação do festival e combina arte digital, patrimônio histórico e referências à identidade cultural de Pirenópolis. Ao longo da projeção, a fachada da igreja ganha movimento com imagens inspiradas em manifestações tradicionais de Pirenópolis, como as Cavalhadas, as Pastorinhas, as Verônicas, festas religiosas e expressões do artesanato local, além de referências aos mais de 300 anos de história do município.
A natureza do Cerrado também ocupa lugar de destaque na narrativa visual. Flores típicas da primavera, cachoeiras, montanhas, aves e peixes dos rios da região compõem as cenas projetadas sobre a igreja. O espetáculo inclui ainda uma homenagem à artista visual Helena Vasconcelos, referência da arte naïf em Goiás, com a projeção de obras que retratam festas religiosas e manifestações culturais de Pirenópolis.
Outro destaque da projeção é a participação das crianças da 5ª edição do Canto da Primavera Kids, que passam a integrar a narrativa visual em uma celebração da música, da infância e da formação de novos talentos.
Sobre o Canto da Primavera
A Mostra de Música de Pirenópolis reúne artistas de diferentes gêneros e regiões do Estado. Com acesso gratuito, o festival promove apresentações musicais e atividades culturais em vários palcos da cidade.
O evento é realizado pelo Estado de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), com correalização da Universidade Federal de Goiás e da Fundação Rádio e Televisão Educativa, e conta ainda com apoio da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra) e da Prefeitura de Pirenópolis.
Fotos:
Secretaria de Estado da Cultura – Estado de Goiás — OlhO Comunicação Estratégica