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Paisagista regenerativo João Queiroz indica plantas brasileiras para 2026.

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Queiroz reforça os cuidados essenciais durante o clima quente.

Com a aproximação de um novo ano, o paisagista regenerativo João Queiroz, da Petrichor, destaca a tendência de valorizar espécies nativas do Brasil, especialmente em um ano marcado por eventos de relevância nacional, como a Copa.

Segundo Queiroz, além de seu valor estético, o bom desenvolvimento das plantas é fundamental para garantir um ambiente saudável. São três espécies brasileiras em alta e dicas essenciais de manejo para a estação mais quente.

Monstera adansonii (Monstera de folha de queijo): Espécie nativa do Brasil, pode ser cultivada como planta trepadeira ou pendente. É ideal para ambientes de meia-luz e é reconhecida pela formação singular de suas folhas, caracterizadas por fenestrações.

Portulaca grandiflora (Onze-horas): Uma suculenta de floração persistente e muito resistente. Sua durabilidade e facilidade de manutenção a tornam ideal para uso em floreiras de janelas e locais com sol pleno.

Peperomia argyreia (Peperômia-melancia): Planta que se destaca pela resistência e pelo visual singular, que combina cores e padrões que remetem à casca de melancia. É uma opção de fácil cuidado para interiores.

Cuidados Essenciais durante o verão.

A manutenção da saúde da planta é crucial para seu desenvolvimento. O paisagista João Queiroz reforça que o verão exige atenção redobrada, principalmente em relação à rega e à prevenção de pragas.

Rega no Verão:

É necessário ajustar o volume ou a frequência da rega para o clima mais quente. Crucialmente, a rega deve ser realizada no horário correto:

Período Ideal:

Pela manhã cedo, antes do nascer do sol, ou no final da tarde, após o pôr do sol.

Alerta de Queima: É fundamental nunca molhar as folhas de plantas expostas ao sol direto, pois as gotas podem atuar como lentes e provocar queimaduras.

Prevenção de Pragas:

O aumento da temperatura e da umidade no verão favorece o surgimento de pragas e fungos.

Queiroz enfatiza que pulverizações preventivas de pragas e fungos são essenciais para manter a saúde das plantas.

Sobre a Petrichor.

Um jardim vivo – Os jardins criados pela Petrichor, independentemente de sua extensão, são como recantos de reconexão sustentáveis.

Seu conceito busca trazer prazer e para isso preza o uso de espécies nativas, adaptadas ao ambiente, contribuindo assim para o autodesenvolvimento das plantas.

Um jardim que é vivo e não apenas para ser contemplado.

O nome Petrichor vem do Grego “Petros”, que significa Pedra e “ICHOR”, que quer dizer o fluido que passa pela veia dos deuses.

É o símbolo da conexão com a natureza através da chuva. 

João Queiroz: reconexão no urbanismo.

João Queiroz evoca a reconexão essencial do ser humano com a natureza.

Com formação que inclui inovação exponencial na Singularity em Santa Clara, Califórnia, e uma herança familiar de fazendeiros de quarta geração, Queiroz transformou sua intuição inicial que envolveu gastronomia e horticultura em um estilo de paisagismo que vai além do estético.

Isabella Rangel- Assessoria de Imprensa

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Café da Tarde

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Kolontay Abrahão (E) recebeu, na tarde da última segunda-feira (02), no Bazar Villa Kolontay, o restaurateur Elpídio Fiorda Neto e Iris Araújo. Durante a visita, eles conferiram as últimas promoções da loja e aproveitaram para colocar a conversa em dia, saboreando um delicioso café da tarde acompanhado de pão de queijo.

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Sorvete de Flocos

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JB Alencastro exclusivo para o D9 Notícias.

Final de tarde de um domingo cheio de sol e atividades. Caminhando, nadando, fotografando aves, almoçando uma pizza espetacular com vários copinhos de cerveja para degustar. Cada passagem, um encantamento. Uma descoberta.

E aí, olhando logo adiante, uma sorveteria. Se estivesse no México pediria um “helado de chispas de chocolate”. Pediu um sorvete de flocos, seu predileto.

Descobriu que na Austrália se diz “choc chip vanilla” e não “flake ice cream”. Vivendo e aprendendo.

Aliás, como é bom ser corrigido e descobrir o adequado naquele momento e hora. Ela pediu um de abacaxi. Detesta flocos, para ela é o pior sorvete do mundo. Ele tem dificuldades para odiar. Aquilo que não gosta, simplesmente evita. Olhando para cima, uma revoada de milhares de morcegos gigantes, chamados de “flying foxes”.

Centenas deles vão pousando num enorme ficus e fazendo uma algazarra semelhante a periquitos. Então, são eles que me saúdam ao entardecer na porta da minha casa, pensou.

E também no sorvetinho noturno.Engraçado como já havia tentado enganar sua companheira uma vez, pedindo “glace aux pépites” quando estiveram em Strasbourg, na França.

E nada. Ela reconheceu na hora o danado do flocos. Ofereceu com carinho, pois quando gostamos de algo, queremos dividir. Mas nem sempre o seu desejo é o desejo do outro. Necessita respeitar. E por isso, dentro da intimidade do casal, uma das coisas mais belas é o limite. O território daquilo que é bom para um mas não é para o outro.

O reconhecimento das preferências do ser amado e das suas próprias. Jamais pedir algo desagradável como “recompensa” por ter feito ou dito uma coisa bela. Imposição é feio.

Relações de poder são ruins. O melhor é a troca autêntica. Não adianta estar numa “gelateria” e solicitar um “gelato alla stracciatella” e aquela cor meio branca, meio amarelada, com os pedacinhos de chocolate denunciando o famoso sorvete de flocos.

Que ele fique com o seu sorvete. Só isso. Também respeitar as escolhas é fundamental. Nem todo mundo vai amar peixe e camarão e alguns podem até ter alergia, quiçá mortal. Insistir naquilo que sabiamente já está provado e satisfeito, não é educação. É o contrário.

É falta de. Quantas vezes não já lhe pediram para tomar “mais um cafezinho”, ou comer “mais um pão de queijo” e a refeição que fora tão gostosa, agora o empanturra.

Querer dividir algo que adoramos é bonito, mas pergunte antes se o outro também gosta. E se lhe perguntarem, seja sincero ao dizer que não, por exemplo. Amar é ver o outro satisfeito com suas escolhas.

E estando longe, torcer para que ele ou ela, esteja feliz mesmo na ausência. Aliás o amor mais bonito é aquele que na distância deseja o melhor para o outro. Que não cobra exclusividade e nem dedicação o tempo todo.

Por isso ele lá na China, deu uma volta no parque e pediu um 巧克力碎片冰淇淋 (qiǎokèlì suìpiàn bīngqílín) e voltou sorrindo com um belo pistacchio nas mãos, para ela.

O mundo gira, as pessoas mudam, e até as preferências também.

Por isso sempre pergunte (ou melhor ainda, descubra) o que o outro realmente quer, para que juntos possam comer até a casquinha do sorvete da vida.

JB Alencastro é médico e escritor

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Homenagens

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O conselheiro decano do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins, José Wagner Praxedes, e o primeiro vice-governador do Estado, Darci Martins Coelho, foram homenageados na última quinta-feira (29) pela Câmara Municipal de Araguatins, na região do Bico do Papagaio.

Na ocasião, José Wagner Praxedes recebeu o título de Cidadão Honorário, enquanto Darci Martins Coelho foi agraciado com o título de Cidadão Araguatinense, em reconhecimento às suas trajetórias e contribuições para o Estado do Tocantins.

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