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Pré-lançamento

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No ano que marca a sua maioridade no mercado imobiliário, 21 anos de atuação, Thiago Cosac compartilha com profundidade estratégica e abordagem prática, os bastidores dos lançamentos imobiliários de sucesso no livro “100% Vendido” (Editora Savi).

O objetivo da obra é de capacitar o leitor a transformar empreendimentos em verdadeiros cases de mercado, indo além da simples venda de estoque.

O pré-lançamento acontece nesta quinta-feira (26 de julho), às 19h, através de uma live realizada no perfil @thiagocosac, no Instagram.

Legenda: Thiago Cosac
Créditos: Antônio Marcos

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Fica 2026 estreia mostra com documentários produzidos por estudantes da rede estadual.

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Mostra inédita do Fica 2026 destaca talento de estudantes da rede estadual de ensino no audiovisual(Foto: Secult)

Obras finalistas do Concurso Bariani Ortêncio serão exibidas durante o festival; produções retratam manifestações populares e histórias que preservam a identidade cultural de Goiás 

A 27ª edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica 2026) realiza, pela primeira vez, a mostra ECOA – Encontro de Cinema, Olhares e Ancestralidades.

O projeto reunirá dez documentários produzidos por estudantes da rede pública estadual de ensino, todos finalistas da modalidade Audiovisual da 10ª edição do Concurso Literário de Redação Bariani Ortêncio. 

As obras serão exibidas no dia 17 de junho, às 16 horas, no Palácio da Instrução, na cidade de Goiás.

A iniciativa nasceu do desejo de criar uma ponte entre cinema, educação, memória e patrimônio cultural, oferecendo aos participantes protagonismo em um dos principais festivais de cinema ambiental da América Latina. 

Os filmes foram desenvolvidos por estudantes de escolas estaduais localizadas em diferentes municípios goianos, como Campos Belos, Catalão, Goiatuba, Pontalina, Quirinópolis, Niquelândia, Cidade Ocidental e Santa Rita do Araguaia.

As produções são resultado de processos de pesquisa, escuta e criação audiovisual realizados ao longo do concurso, sob orientação de professores da rede pública. 

Os documentários abordam manifestações culturais, tradições populares, memórias comunitárias e saberes ancestrais presentes em diversas regiões do Estado.

Entre os temas retratados estão as Congadas de Catalão e Niquelândia; as tradições quilombolas do Brejão e do Mesquita; a produção do Queijo Cabacinha; as fiandeiras de Pontalina; a história da Chica Doida, em Quirinópolis, além de lendas populares e narrativas ligadas à oralidade e à preservação da memória coletiva goiana. 

A programação do projeto inclui ainda a atividade “Tela Aberta para Educação: Processos Criativos e Audiovisual Estudantil”, reunindo estudantes, professores e realizadores para discutir as experiências de produção das obras finalistas.

As atividades serão encerradas com a cerimônia de premiação da modalidade Audiovisual do Concurso Bariani Ortêncio. 

FestivalCom o tema “Água e Clima no Brasil das Nascentes”, o Fica 2026 será realizado entre os dias 16 e 21 de junho, na cidade de Goiás.

O evento reúne mostras competitivas de cinema, atividades formativas, exposições, debates, ações ambientais e atrações culturais gratuitas. 

O festival é promovido pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás), em correalização com a Universidade Federal de Goiás (UFG), por meio da Fundação RTVE, e conta com a colaboração estratégica da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 

A iniciativa também conta com a cooperação das secretarias de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), da Saúde (SES), de Esporte e Lazer (Seel), da Educação (Seduc), da Economia, de Desenvolvimento Social (Seds) e da Retomada.

Integram ainda a realização o Goiás Social, a Saneago, o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás, a Polícia Militar de Goiás, a Universidade Estadual de Goiás (UEG), o Instituto Federal Goiano (IF Goiano) e a Prefeitura de Goiás.

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Dia dos Namorados

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O Dia dos Namorados será celebrado com muita música nesta sexta-feira, 12 de junho, no Buriti Shopping. A partir das 18h, o músico Brunno Oliveira, campeão do Concurso Novos Talentos, se apresenta no Terraço Buriti com um repertório romântico pensado especialmente para embalar o jantar a dois.

Os casais que escolherem o Buriti Shopping para comemorar a data vão encontrar opções de fondue no cardápio do Outback, enquanto o Camarada Camarão aposta em opções como filé aos quatro queijos gratinado, moquequinha de camarões com leite de coco e dendê, mini carpaccio, além de crostini de carne de sol e outras delícias. 

Mariana Rodrigues

Assessora de imprensa

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Invasão de competência do judiciário coloca em cheque o Estado de Direito, diz advogado.

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Invasão de competência do judiciário coloca em cheque o Estado de Direito, diz advogado.

Prática tem se tornado mais comum nos órgãos do judiciário. Além do STV, recente provimento do CNJ sobrepõe leis vigentes, que foram debatidas e aprovadas pelo LegislativoDecisões recorrentes do Poder Judiciário que dão nova interpretação ao texto legal, e decisões que até não tem previsão nos dispositivos já aprovados pela Câmara e Senado Federal. Esta é a prática de ativismo judicial, considerada uma invasão de competência entre os poderes, que tem gerado um debate entre os operadores do Direito e suscitou duas propostas no Congresso Nacional para limitar o alcance dessas decisões judiciais: a PEC 50/2023 e a PEC 8/2021.A PEC 50/2023 permite que o Congresso Nacional anule decisões definitivas da Suprema Corte, que na avaliação dos parlamentares, extrapolem os limites constitucionais. Já a PEC 8/2021 impede que decisões monocráticas (individuais) de magistrados suspendam leis ou atos normativos com efeito geral.  As duas propostas já foram aprovadas pelo Senado Federal e atualmente tramitam na Câmara dos Deputados, aguardando criação de uma Comissão Especial para serem debatidas. Com mais de 20 anos de atuação em várias áreas do Direito, como Direito da Economia e da Empresa, Direito Civil e Processo Civil,  e Direito Imobiliário, o advogado e CEO do escritório  Celso Cândido de Souza Advogados, Fabrício Cândido, avalia que essa interferência do Judiciário nas prerrogativas de outros poderes tem crescido nos últimos anos, partindo não só do STF, mas vindo também de outros órgãos auxiliares da justiça.

A título de exemplo, ele cita o recente Provimento nº 216/2026 da Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ), que trouxe novas diretrizes para os processos de recuperação judicial e falência envolvendo produtores rurais.

Sem questionar o mérito das mudanças, que segundo ele podem ser positivas ou não, o advogado argumenta porém que o caminho adotado pelo CNJ na questão não é o correto, o que representa uma prática nociva para a instituição da separação dos poderes no País.

 “A Constituição atribuiu ao CNJ importantes funções de controle administrativo, financeiro e disciplinar do Poder Judiciário, mas não lhe dá a competência para legislar.

No exemplo do Provimento nº 216/2026, a corregedoria do CNJ cria regras e obrigações que se sobrepõem a leis vigentes, que foram debatidas e editadas pelo Congresso Nacional”, argumenta o advogado.

Caminho equivocado

O advogado destaca que por mais que seja louvável a intenção do Judiciário e de seus órgãos, ao criar normas que facilitem os processos, que atualizem a jurisprudência, o caminho não é esse.

Além de gerar confusão entre os operadores do Direito e gerar insegurança jurídica no que tange ao ordenamento jurídico brasileiro, ele observa ainda que, quando um mero ato administrativo passa a criar requisitos não previstos em lei ou redefine institutos jurídicos disciplinados pelo legislador, surge uma preocupação que transcende as várias áreas do Direito, alcançando o próprio Estado de Direito. 

“Não se trata de discutir se determinada regra é boa ou ruim, mas é preciso se ater a uma questão institucional e fundamental: no Estado de Direito a legitimidade das normas decorre não só de seu conteúdo, mas também da autoridade constitucional de quem as produz.

Foi justamente para evitar a concentração de funções numa única estrutura de poder, que Montesquieu, em meados do século 18, formulou a teoria da separação dos poderes. Essa advertência permanece atual ainda hoje”, salienta o advogado.

Foto Rômulo Serpa Ag CNJ

COMUNICAÇÃO SEM FRONTEIRAS

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