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Prêmio Fieg de Sustentabilidade reconhece boas práticas da indústria goiana.

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Empresas e instituições são destacadas por desenvolverem ações inovadoras voltadas à sustentabilidade, responsabilidade socioambiental e comunicação ESG.

Pelo segundo ano consecutivo, a Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) mobilizou indústrias goianas pela promoção de boas práticas inovadoras voltadas à sustentabilidade, reafirmando compromisso inegociável do setor produtivo regional com o desenvolvimento responsável, alinhado aos pilares do ESG: Ambiental, Social e Governança.

Nesta edição, os vencedores do Prêmio Fieg de Sustentabilidade 2025 foram homenageados na quinta-feira (30/10), no Centro de Convenções de Goiânia, dentro da programação da Expoind 2025 – Feira de Fornecedores de Tecnologia e Soluções para a Indústria de Goiás.

Logo no início do discurso aos participantes, o presidente da Fieg, André Rocha, reforçou a importância da conscientização em uma temática cada vez mais cara e urgente nos últimos tempos. 

“Vivemos um tempo que exige mais de nós. Não basta apenas crescer. É preciso crescer com propósito, respeitando o meio ambiente, valorizando as pessoas e contribuindo ativamente para a sociedade”, ressaltou

Foram 20 projetos inscritos em quatro categorias e a banca avaliadora contou com presença de representantes de instituições como Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Goiás (Crea-GO), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Goiás), Agência Municipal do Meio Ambiente de Goiânia (Amma), Instituto Euvaldo Lodi (IEL Goiás), Secretaria de Estado da Retomada do Governo de Goiás, Serviço Social da Indústria (Sesi Goiás) e Abissal Capitalismo Saudável.

A premiação destacou empresas e instituições que desenvolvem ações inovadoras voltadas à sustentabilidade, responsabilidade socioambiental e comunicação ESG.

Os primeiros colocados receberam troféu, certificado e um Diagnóstico de Maturidade Digital e/ou Diagnóstico de Inovação oferecido pelo IEL Goiás.

Já os segundos e terceiros lugares foram contemplados com certificados de participação.

Confira abaixo os vencedores de cada categoria:Práticas de Gestão Sustentável e Responsabilidade Socioambiental – Mosaic Fertilizantes.

A Mosaic conquistou o primeiro lugar com o projeto Saneamento Básico Rural, desenvolvido em comunidades de Catalão e Ouvidor, no Sudeste do Estado. A iniciativa, realizada em parceria com a ONG Cerrado Vivo e a empresa Cimcop, substituiu fossas rudimentares por sistemas ecológicos de tratamento de esgoto, com uso da tecnologia social do Tanque de Evapotranspiração (TEvap).

O projeto envolveu capacitação prática e mutirões comunitários, beneficiando diretamente famílias rurais e promovendo saúde pública, engajamento social e conservação ambiental.

Analista de Performance Social na Mosaic Brasil, Stefânia Gonçalves Faria destacou o valor da premiação.

“É muito importante ter um reconhecimento do nosso trabalho por uma entidade tão renomada como a Fieg.

Nosso projeto transformou a qualidade de vida de famílias e é muito gratificante receber esse reconhecimento por um trabalho que trouxe um benefício social”, declarou.

Tecnologias Sustentáveis – JaepelCom o projeto Vida ao Resíduo, a Jaepel implementou um modelo de destinação inteligente de resíduos industriais, baseado na economia circular e nas melhores práticas ESG.

A iniciativa eliminou o envio de resíduos classe I e II (perigosos e não perigosos, respectivamente) para aterros sanitários, adotando reciclagem, coprocessamento e reaproveitamento de materiais.

O projeto transforma passivos ambientais em novos fluxos de valor, reduzindo emissões e contribuindo para um padrão produtivo mais limpo.

Luiz Fernando de Oliveira, gerente de ESG e Governança da Jaepel Embalagens, sublinhou que o reconhecimento vai incentivar ainda mais o surgimento de novas práticas e tecnologias de sustentabilidade.

“Receber esse prêmio é muito importante para a Jaepel.

Com certeza, vai fomentar novas ideias dentro da nossa indústria voltadas para o desenvolvimento e para a produção sustentável”, afirmou.

Comunicação ESG – Jornal A Redação

O jornal A Redação foi premiado pela reportagem Indústrias goianas investem em ESG e se consolidam como referência nacional.

O conteúdo destacou como o setor industrial tem incorporado os pilares ambiental, social e de governança em suas estratégias, com apoio da Fieg.

Responsável pela reportagem premiada, Ludmila Siqueira disse ser gratificante ver em evidência a pauta da sustentabilidade.

“Fico muito feliz não só pelo reconhecimento, mas também por perceber que a Fieg tem se empenhando em encampar a sustentabilidade para que cada vez mais indústrias goianas abracem essa causa e se tornem mais competitivas”, pontuou.

Micro e Pequena Empresa – Nanoterra

A Nanoterra venceu com o projeto NanoPequi, que transforma a casca do pequi, subproduto sem destinação econômica, em ingrediente cosmético de alto valor agregado.

Utilizando nanobiotecnologia de síntese verde e processos limpos, o projeto une inovação e sustentabilidade ao aproveitar resíduos da biodiversidade brasileira.

Para Joaquim Araújo do Nascimento Neto, diretor de Marketing da Nanoterra, a vitória representa a certeza de que a empresa está no caminho certo.

“A Nanoterra acredita que existe um meio de produzir e consumir aproveitando a biodiversidade do Cerrado.

Trazer a tecnologia acoplada à sustentabilidade faz sentido e fortalece a indústria goiana e brasileira mundo a fora”, comentou.

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Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis

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Sucesso de público, “Abracadabra – Um Circo Musical” se despede do público anapolino com sessões finais repletas de magia, tecnologia e emoção.

O Reder Circus está em suas últimas semanas em Anápolis com a superprodução “Abracadabra – Um Circo Musical”, espetáculo idealizado e dirigido por Frederico Reder que reúne dois grandes nomes do entretenimento brasileiro:

Dedé Santana, ícone do humor nacional, e Diego Hypólito, medalhista olímpico e um dos maiores ginastas da história do país.

Em cartaz desde abril, a atração se consolidou como um dos maiores sucessos culturais da temporada na cidade, encantando milhares de espectadores com uma experiência imersiva e emocionante para todas as idades.

A proposta de “Abracadabra” vai além do circo tradicional.

A montagem combina acrobacias, palhaçaria, música ao vivo, dança e tecnologia audiovisual de última geração, criando uma narrativa sensorial que celebra a superação humana e o poder das palavras.

De um lado, a irreverência e a experiência cênica de Dedé Santana; do outro, a força, a técnica e a expressividade corporal de Diego Hypólito.

Juntos, os artistas conduzem o público a um mergulho lúdico que resgata a essência da infância e a capacidade de sonhar.Um dos grandes diferenciais do espetáculo é a trilha sonora executada ao vivo por uma orquestra, acompanhada por cantores que conduzem musicalmente toda a apresentação.

Inspirado nos grandes musicais internacionais, o projeto entrega uma experiência de padrão Broadway ao mercado circense brasileiro, reforçando a proposta de inovação e excelência artística.Segundo Frederico Reder, o título do espetáculo carrega um significado central para a obra.

“Em muitas línguas, a expressão ‘Abracadabra’ significa o poder da palavra. Ou seja, tudo o que a gente fala acontece”, afirma o diretor, que defende o circo como uma linguagem universal, capaz de se comunicar diretamente com a emoção do público.

A produção reúne mais de 50 artistas em cena, entre malabaristas, palhaços, acrobatas, bailarinos e músicos brasileiros e internacionais.

O picadeiro, montado próximo à plateia, amplia a interação com o público. A estrutura técnica inclui um mega telão de LED de 100 metros quadrados, mais de uma tonelada de equipamentos de sonorização, dez toneladas de cenários e um sistema de iluminação com mais de 250 refletores interativos.

“Abracadabra – Um Circo Musical” presta homenagem às crianças de todas as gerações: às que vivem o presente e às que permanecem na memória afetiva dos adultos.

Nesta reta final em Anápolis, a expectativa é de sessões com ingressos esgotados, reforçando o sucesso da temporada e a conexão do espetáculo com o público.Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do circo todos os dias, a partir das 10h, e também na plataforma online Uhuu.com.

Serviço

*Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis com superprodução estrelada por Dedé Santana e Diego Hypólito

Temporada: Últimas semanas

Sessões:Quinta e sexta: 20h

Sábado: 17h e 20h

Domingo: 15h e 18hInstagram: @abracadabracircomusical

Ingressos: https://uhuu.com/evento/go/goiania/reder-circus-dede-santana-e-diego-hypolito-em-abracadabra-15687?gad_source=1&gad_campaignid=23586036422&gbraid=0AAAAAC86bHCytVm__P01liMLa_cv2xq-g&gclid=Cj0KCQjwmunNBhDbARIsAOndKplvore78AWMqPgV2Lv40mv49SKhH8Bo2H7FhrJsSIbb36maAwBIquwaAihFEALw_wcB

Assessoria de Imprensa

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Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 maio.

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Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

Norma regulamentadora que já exige controle de riscos físicos, químicos e biológicos agora inclui fatores psicossociais; especialista da Clínica Vittá explica como empresas devem agir.

A partir do dia 26 de maio de 2026, entra em vigor oficialmente a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que torna obrigatória a identificação e gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

A medida, que foi anunciada em 2025 e teve um período de adequação sem multas, agora passa a ser passível de fiscalização e penalidades para as empresas que não cumprirem as novas exigências.

O prazo está se esgostando.

A neuropsicóloga Gabriela Vieira, da Clínica Vittá, que atua na avaliação de estresse ocupacional, explica que a mudança coloca a saúde mental dos trabalhadores no mesmo patamar de exigência que os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. Na prática, todas as organizações deverão mapear fatores como sobrecarga de trabalho, pressão por prazos, conflitos interpessoais e falta de apoio das chefias – elementos que, quando crônicos, podem levar a transtornos mentais e afastamentos.

A decisão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) foi motivada por números alarmantes: somente em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária devido a transtornos mentais e comportamentais, um aumento de 15,66% em relação a 2024.

Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostram que esses afastamentos mais que dobraram no biênio 2022-2024, saltando de 201 mil para 472 mil – uma alta de 134%.*Como identificar

Mas como identificar, na prática, a sobrecarga cognitiva antes que ela se torne um transtorno mental?

A neuropsicóloga Gabriela Vieira afirma que a neuropsicologia pode oferecer às empresas um ‘termômetro” preciso para medir a saturação das equipes.

A especialista afirma que existem testes, como tarefas de atenção contínua, avaliação de funções executivas e escalas de fadiga mental, que funcionam quase como um ‘termômetro’ da saturação cognitiva.

De acordo com ela, a observação clínica e o relato da equipe são fundamentais para complementar esses dados.“

A gente consegue captar sinais precoces – queda de atenção sustentada, aumento de erros, lentificação cognitiva e dificuldade de memória operacional.

Ela ressalta que a aplicação desses testes, combinada com escuta ativa, permite às empresas agir antes que o trabalhador adoeça – reduzindo absenteísmo, presenteísmo e custos com afastamentos.

Diferenças entre fator psicossocial e problema individual.

Uma das dúvidas mais comuns entre gestores de RH é como diferenciar se o sofrimento do trabalhador tem origem no trabalho ou é um problema de saúde mental pré-existente.

Gabriela Vieira afirma que, nestes casos, a análise do contexto é determinante.

Quando o sofrimento está muito ligado a fatores do ambiente – excesso de demanda, pressão, conflitos ou falta de autonomia –, é um fator psicossocial do trabalho.

Já quando os sintomas aparecem de forma mais ampla, em vários contextos da vida, com histórico prévio ou sem relação direta com o trabalho, pode ser algo mais individual. Para a neuropsicóloga, as empresas não devem usar essa distinção como forma de negar responsabilidade.

“O ambiente de trabalho tem o dever de não adoecer. Mesmo um trabalhador com vulnerabilidade prévia pode ser mantido saudável se os fatores psicossociais forem bem gerenciados”.

*O que muda nas empresas?*A NR-1 estabelece as diretrizes gerais de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil, determinando o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).

Com a atualização, as empresas deverão fazer adequações.

Entre as adequações, incluir os riscos psicossociais no PGR, documentando e implementando ações de controle; realizar um ciclo contínuo de identificação, avaliação, prevenção, acompanhamento e revisão das medidas; e seguir as orientações do Guia de Fatores de Riscos Psicossociais do MTE, que aponta estressores como sobrecarga, prazos excessivos, conflitos e falta de apoio.

Para completar, as empresas devem combinar a nova gestão com outras normas, como a NR-17, que tem o objetivo de proporcionar conforto, segurança e desempenho eficiente, prevenindo doenças como as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), fadiga e estresse (ergonomia).

Nas inspeções, os auditores do Ministério do Trabalho vão observar a organização do trabalho, analisar documentos, verificar dados de afastamento e entrevistar trabalhadores para identificar situações de risco psicossocial.

Com a vigência a partir de 26 de maio, as empresas já devem revisar seus Programas de Gerenciamento de Riscos e incluir a análise de fatores psicossociais.

Especialistas recomendam o uso de protocolos científicos – como os testes neuropsicológicos citados – e a capacitação de equipes de RH e segurança do trabalho.

A tendência é que, nos próximos anos, ações fiscalizatórias e decisões judiciais trabalhistas considerem a ausência de medidas preventivas nesse campo como violação à NR-1, abrindo caminho para indenizações e multas.

Enquanto isso, a neuropsicóloga da Clínica Vittá reforça o recado de que cuidar da saúde mental é sobrevivência: o cérebro adoece, e a conta sempre chega – para o trabalhador, para a empresa e para a sociedade.

– Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

*Serviço*

Pauta: Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 de maio

Fonte especialista: Neuropsicóloga Gabriela Vieira – Clínica Vittá

Assessoria de Imprensa

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Comemoração

Comemorações

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Em recente comemoração no Rio de Janeiro pelos aniversários dos amigos Fabrício Britto e Gabriela Vilela, a médica Ana Gabriela Maia e sua mãe a advogada Ana Carla Maia, marcaram presença nas festividades realizadas na noite do dia 1º de maio, no luxuoso Julieta de Serpa.

Já no dia 2, as comemorações continuaram na praia do Leblon, no posto 11, reunindo mais de 70 goianos que prestigiaram os aniversariantes em um animado encontro à beira-mar.

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