Coordenador do Instituto Cultural UniCentro Br, Fernando Cupertino, durante solenidade de entrega do Prêmio Nacional de Poesia de 2025. Crédito: divulgação
A sexta edição homenageia o médico e cooperativista Dejan Rodrigues Nonato. Inscrições iniciaram em 6 de abril e seguem até 30 de junho, com premiação de até R$ 3 mil para não cooperados e de até R$ 2 mil para cooperados, conforme classificação
O Instituto Cultural UniCentro Br, em parceria com a Academia Goiana de Letras (AGL), realiza em 2026 a sua 6ª edição do Prêmio Nacional de Poesia, iniciativa voltada à seleção e reconhecimento de produções poéticas inéditas em língua portuguesa. Com participação aberta a autores de todo o país, o concurso integra as ações da instituição voltadas ao incentivo à cultura e à ampliação do acesso à produção literária contemporânea.
O edital está disponível, com inscrições gratuitas até às 23h59 do dia 30 de junho de 2026, exclusivamente pelo site oficial: https://institutocultural.sicoobunicentrobr.com.br/. O concurso é aberto a participantes de todo o Brasil e prevê a submissão de poemas inéditos, ou seja, que não tenham sido publicados em quaisquer tipos de mídia, escritos em língua portuguesa e com tema livre. Cada candidato poderá inscrever um único trabalho, que será avaliado por uma comissão especializada, responsável por analisar critérios técnicos e literários das obras.
A premiação contempla os três primeiros colocados: R$ 3 mil para o primeiro; R$ 2 mil para o segundo e R$ 1 mil para o terceiro. O edital prevê ainda um prêmio especial de R$ 2mil para o melhor poema inscrito por cooperado(a) do Sicoob UniCentro Br. O anúncio do resultado e a entrega dos prêmios acontecerão na sede do Sicoob UniCentro Br, em Goiânia, no dia 6 de outubro de 2026.
Homenagem
Além de reconhecer e incentivar novos talentos da poesia brasileira, o concurso é também uma oportunidade de celebrar trajetórias que contribuíram de forma decisiva para a construção do Sicoob UniCentro Br. Nesta edição, o título do prêmio homenageia o Dr. Dejan Rodrigues Nonato, médico ginecologista e um dos fundadores da cooperativa.
Formado em Medicina pela Universidade Federal de Goiás (UFG) em 1977, Dejan Rodrigues Nonato construiu uma carreira marcada pela dedicação à saúde, à educação e ao cooperativismo. Professor de Ginecologia da Faculdade de Medicina da UFG, também é mestre em Ciências da Saúde e doutor em Doenças Infecciosas, além de já ter presidido a Associação Médica de Goiás (AGM).
No campo do cooperativismo, Dejan foi um dos idealizadores e fundadores de cooperativas de crédito em Goiás, entre elas o Sicoob UniCentro Br – onde, atualmente, integra o Conselho de Administração – e a Central Sicoob Uni, instituições que se tornaram referência no desenvolvimento econômico e social da região.
Sobre o Sicoob UniCentro Br
É uma cooperativa financeira de livre admissão que tem como objetivo administrar os recursos financeiros dos cooperados, proporcionando maior rentabilidade e justiça financeira a todos. Fundada há 33 anos, em Goiânia, a instituição administra R$ 9,8 bilhões em ativos e conta com mais de 117 mil cooperados no Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Tocantins. Em 2025, conquistou pelo quarto ano consecutivo o selo “Lugares Incríveis para Trabalhar”, pelo quinto ano consecutivo a certificação GPTW (Great Place to Work) e, pelo segundo ano consecutivo, integrou o ranking das 150 empresas “Lugares Mais Incríveis para Trabalhar”, reconhecimentos que destacam organizações com excelência na gestão do clima organizacional e na experiência dos colaboradores.
O duo Primas, formado pelas cantoras Míriam Veiga e Márcia Jácomo, apresenta o show Bossa Nova e Brasileirices com Primas no dia 16, sexta- feira, na Cerrado Cervejaria. A apresentação é a estreia do projeto Toca da Bossa, uma cena cultural da bossa nova em Goiás. O repertório combina a bossa nova com samba-canção, MPB e jazz. As edições são produzidas pelas cantoras Míriam Veiga e Márcia Jácomo, que receberão convidados de excelência. O show intimista é direcionado aos apreciadores da boa música. No repertório estão músicas de Tom Jobim, João Donato, Caetano Veloso, Chico Buarque, entre outros. “Propor uma noite de bossa em 2026 é afirmar que esse repertório é contemporâneo, atual e sempre renovável”, afirma Míriam Veiga. Márcia Jácomo e Míriam Veiga são primas e, além de terem o trabalho individual, têm também o projeto Primas, no qual compartilham o palco da Toca na Bossa, com muita bossa, ritmo, sensibilidade e alegria. Na estreia, as cantoras estarão acompanhadas pelos músicos Luiz Alves (violão), Ney Quiñonero (guitarra), Luiz Sardinha (contrabaixo) e Jader Gomes (bateria).
Serviço Show: Bossa Nova e Brasileirices com Primas (Projeto Toca da Bossa) Cantoras: Duo Primas (Míriam Veiga e Márcia Jácomo) Local: Cerrado Cervejaria (Av. T-3, nº 2.456, Setor Bueno) Data: 16 de outubro, sexta-feira Horário: 20h30 Reservas de mesas: Míriam Veiga (99933-7340) Assessoria de imprensa: Ana Cláudia Rocha (99646-8070)
As cantoras
Márcia Jácomo e Míriam Veiga são cantoras e compositoras. Começaram suas carreiras na década de 1990, acompanhadas por renomados músicos da cena goiana e nacional, ao lado de Bororó Felipe, Marcelo Maia, Fred Valle, Luiz Chafin, dentre outros. As cantoras foram backing vocal da alemã Anne Higis em show feito em Goiânia. Fazem shows em Goiânia e algumas cidades do Estado de Goiás, São Paulo, Minas Gerais e Brasília. Márcia Jácomo cantou muitos anos na Georgia (EUA), onde fez duo com o virtuoso violonista pernambucano Ednaldo Queiroz. Na Califórnia (EUA), cantou na banda Mais Bossa, reconhecida e aplaudida nos bares e teatros Californianos, acompanhada pelos músicos Marcos Silva, Alex Calatayud, Billy Larkin, Patrick Langham, Kevin Welch, Scott Thompson, Dave Ridnell, dentre outros (músicos reconhecidos na cena californiana). Fez participação especial em show de Mônica Salmaso, Guinga, Chico Pinheiro, Mauricio Zotarelli e outros em Cazadero California. Míriam Veiga apresentou seu trabalho em várias cidades da Itália e também em bares de Londres, acompanhada por músicos brasileiros atuantes na cena musical Londrina. Participou de festivais em Goiás, como Projeto Pixinguinha, Canto da Primavera, Canto de Ouro, dentre outros festivais. Cantou em três edições do carnaval de Diamantina, gravou o CD autoral A Cores, que está disponível nas plataformas digitais.
Entrevista / Míriam Veiga Em que consiste o projeto Toca da Bossa? O projeto Toca da Bossa é uma cena cultural da bossa nova em Goiás. Na Toca da Bossa, os apreciadores da bossa nova e da música que orbita o gênero — o samba-canção, a MPB, o jazz — se reúnem em um formato pensado para a intimidade característica da bossa: palco baixo, mesa próxima, luz quente, volume na medida, quantidade limitada de pessoas nas apresentações. Cada edição é conduzida pelo duo Primas, formado pelas cantoras Míriam Veiga e Márcia Jácomo. As artistas recebem músicos convidados de excelência. É a bossa como ela nasceu: intimista, ao vivo e a poucos centímetros do público. É importante destacar que a proposta é de um show de bossa em um local intimista, o que é diferente de um bar com música ao vivo. No projeto a bossa é a estrela principal que será apreciada na companhia de um bom vinho, drink ou cerveja, harmonizando com o cardápio do local. A proposta é que seja um ambiente para apreciadores da música.
Por que a escolha pela bossa nova? Porque a bossa nova é, possivelmente, um dos estilos musicais mais sofisticados que o Brasil já exportou — e continua viva quando alguém se dispõe a cantá-la, com respeito e com frescor. Ela nasceu de um jeito novo de tocar e cantar, virou língua universal e ainda hoje influencia a música popular e o pop no mundo inteiro. Propor uma noite de bossa em 2026 é afirmar que esse repertório é contemporâneo, atual e sempre renovável. Além disso, Goiás produz vários estilos musicais, como sertanejo, rock, MPB e também tem influência da bossa em sua produção musical.
Qual a ligação das cantoras com a bossa nova? A ligação é de ofício e de devoção. As duas cantoras construíram suas carreiras cantando o repertório brasileiro — e a bossa nova sempre foi a espinha dorsal dessa trajetória, pela exigência técnica que ela impõe: harmonia sofisticada, fraseado preciso e a arte de cantar em meia voz e ainda assim envolver uma sala inteira. A música é envolvente com letras inspiradoras e belas harmonias, que geram uma experiência leve e profunda para o público. Tom Jobim, César Camargo Mariano, Boca Livre, João Gilberto, Elis Regina, Toquinho e Vinícius de Moraes, além de outros cantores e compositores brasileiros, fazem parte da referência musical das Primas que sempre apreciaram este estilo musical.
A bossa nova é um estilo musical dos anos 1950 que sobrevive e tem muitos ouvintes. Qual a razão? O estilo foi desenhado para perdurar no tempo. A bossa nova nasceu com dois elementos que não passam de moda: harmonia sofisticada — emprestada do jazz — e melodia que parece conversa. Isso faz com que cada geração a redescubra: em playlists, em trilhas de filme, em releituras de artistas novos, além de fazer parte da memória afetiva de várias gerações. E há um outro fator decisivo: a bossa é feita para ser ouvida ao vivo, e um ambiente intimista combina muito bem com a sensibilidade da bossa nova. E é exatamente aí que a Toca da Bossa entra, para manter vivo esse movimento musical tão relevante no cenário cultural brasileiro, perpertuando a bossa para as novas gerações.
Quem são as inspirações? João Gilberto, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Nara Leão e Carlos Lyra — os pilares. E, na linha do protagonismo feminino que guia o duo, Elis Regina, Nara Leão, Miúcha, Joyce, Leila Pinheiro, Rosa Passos, mulheres que provaram que a sutileza da bossa cabe perfeitamente numa voz feminina à frente da cena.
No repertório vocês incluem alguma composição autoral? Sim, e esse é um dos diferenciais do projeto. Além dos clássicos consagrados do gênero e das releituras da MPB, a Toca da Bossa abre espaço para composições autorais das Primas e de outros convidados que participarão do projeto, sejam músicos ou cantores, colocando música nova lado a lado com o cânone. É a forma que encontramos de honrar a tradição e, ao mesmo tempo, alimentá-la: a bossa nova nasceu como música de jovens compositores, continuar compondo nesse universo é a melhor forma de homenageá-la, apresentando estilos musicais universais produzidos em Goiás, e provavelmente pouco conhecidos.
As apresentações serão sempre no mesmo local? Não, necessariamente. A Toca da Bossa poderá acontecer a cada temporada em um espaço pareceiro que seja acolhedor para o público, sempre nesse conceito intimisma que a bossa pede, com foco também no conforto do público em relação ao clima da cidade, acessibilidade e atendimento. Mas o espírito da Toca da Bossa é sempre o mesmo: espaço intimista, acústica boa e público sentado perto do palco. Assim, o projeto circula pela cena e leva a bossa a diferentes públicos e bairros.
Qual a periodicidade? Mensal, sempre com data divulgada com antecedência nos canais do projeto. A periodicidade fixa é intencional: cria um ritual, um encontro agendado de quem ama o gênero, e permite que o público acompanhe a série como quem coleciona as edições de uma coleção.
O duo terá convidados especiais no palco?
Sim. Esse é o coração do conceito: a cada edição, novos convidados sobem ao palco — instrumentistas e cantores de destaque da cena de Goiás e convidados de outras praças —, formando, noite a noite, um combo sempre novo. Nenhuma edição é igual à outra. O mesmo clássico ganha cor, instrumentação e humor diferentes a cada encontro. O público volta não só para ouvir a bossa, mas para descobrir quem vem. A primeira apresentação do dia 16 de outubro apresenta o show das Primas, acompanhadas pelo talento dos músicos Luiz Alves (violão), Ney Quiñoreo (guitarra), Luiz Sardinha (contrabaixo), Jader Gomes (bateria).
A formação da banda será sempre a mesma? Há uma base instrumental de referência — violão, contrabaixo, guitarra e percussão — que garante a identidade sonora e a segurança técnica do projeto. Mas, como os convidados mudam a cada edição, a formação se reinventa noite a noite: uma edição pode ser com um quinteto completo, outra com um trio mais cru e intimista. Essa plasticidade é proposital, mantém o público curioso e os músicos alertas, que é como a bossa nova gosta de ser tocada: no risco controlado do ao vivo.
Intitulada “Cada desenho é um santuário”, mostra reúne obras do artista que articulam palavra, imagem, memória e religiosidade, sob curadoria de Bitu Cassundé; abertura acontece dia 15 de outubro, na Galeria Frei Confaloni
A Galeria Frei Confaloni, no Centro Cultural Octo Marques, recebe, a partir do dia 15 de outubro, a exposição “Cada desenho é um santuário”, exposição individual do artista Estêvão Parreiras. Com curadoria de Bitu Cassundé e em cartaz até 28 de novembro, a mostra reúne cerca de 100 desenhos construídos a partir de uma linguagem em que palavra e imagem se encontram para abordar memória, religiosidade, corpo, desejos e experiências que atravessam o artista. A abertura acontece às 19h, com entrada gratuita, e a programação conta com visita guiada pelo curador às 19h45.
O projeto foi construído a partir de uma série de encontros e de uma imersão de Bitu Cassundé no ateliê de Estêvão, em Goiânia, onde o curador percorreu mapotecas, arquivos e cadernos do artista, revisitando diferentes eixos de sua produção, seus interesses e suas materialidades. Esse processo de escuta e diálogo entre artista e curador orientou a construção da exposição, que parte do desenho como elemento central da pesquisa de Estêvão e evidencia uma espécie de vocabulário visual que se repete e se transforma ao longo de sua produção.
“Nessas recorrências, há uma ritualística entre imagem e palavra que remete às experiências com o sagrado vividas desde a infância do artista. É desse universo conectado ao divino que surge um elemento importante e contextual: o ex-voto que, em sua missão de celebrar uma graça alcançada, ocupa em suas obras o lugar de encontro entre o que se deseja e o que se consegue alcançar”, observa Bitu.
Estêvão reitera que a palavra aparece em suas obras não necessariamente para explicar ou ilustrar as imagens, mas para criar novas possibilidades de leitura. “A palavra e a imagem existem, de certo modo, em uma relação harmoniosa, mas também dúbia, em que uma provoca a outra. Nenhuma das duas está ali para ilustrar a outra; elas existem para abrir novas questões dentro do desenho, dentro da obra”, afirma o artista.
Entre o sagrado e a memória
A religiosidade é outro eixo importante da exposição. Corações, anjos, estrelas, coroas de espinhos, chamas e ex-votos aparecem como elementos recorrentes, relacionados às experiências de Estêvão desde a infância, quando vivia em Pouso Alegre, em Minas Gerais, e participava de romarias com a família. Essa memória permanece em sua produção e se transforma em uma investigação sobre o sagrado, a oferta, o desejo e a própria experiência do fazer artístico.
“Hoje, deixo-me impregnar por isso. Tento, à minha maneira, transformar meu trabalho também em uma oferta ao divino”, afirma o artista. O ex-voto, em especial, ganha uma dimensão central nessa pesquisa por carregar a ideia de algo que é entregue ao sagrado e pode guardar consigo o corpo, a memória ou o desejo de alguém. Nos desenhos, essa referência é reinventada e se aproxima da própria noção de criação como uma forma de oferta.
Essa dimensão ritualística está diretamente relacionada ao título da exposição. No texto curatorial, Bitu Cassundé observa que o desenho de Estêvão estabelece uma espécie de circularidade entre traços, cores e palavras, aproximando-se de uma oração. O curador também destaca a presença do corpo, entre buscas, chagas e desejos, e a maneira como a ficção desestabiliza uma leitura puramente biográfica dos trabalhos.
Assimilar, transformar, devolver
Outro elemento recorrente na produção do artista é a boca, especialmente a ideia do “regurgitar”. Tudo aquilo que o atravessa — uma música, um livro, uma conversa, um filme, uma experiência religiosa ou uma situação cotidiana — pode ser assimilado e, posteriormente, transformado em desenho. “O movimento de receber, assimilar, transformar e devolver ao mundo aquilo que me atravessou é justamente uma das formas pelas quais compreendo meu processo artístico”, pontua Estêvão.
Também aparecem nos trabalhos personagens envolvidos em jornadas de solidão, encontro e transcendência. São figuras que podem assumir a forma de um ermitão ou de um peregrino, atravessando montanhas, rios e paisagens imaginárias. Para Estêvão, essa trajetória não acontece apenas no plano geográfico, mas também como uma travessia por questões existenciais, pelo inconsciente e pelo consciente, entre aquilo que existe dentro de cada um e aquilo que o mundo oferece.
O título “Cada desenho é um santuário” sintetiza essa perspectiva ao compreender o papel como um espaço de abrigo e permanência — um lugar onde pode permanecer aquilo que dói, aquilo que se deseja e aquilo que se reza. Como um ex-voto, cada desenho guarda simultaneamente uma súplica e um agradecimento, completando-se também no olhar de quem o encontra.
Serviço
Exposição “Cada desenho é um santuário” – Estêvão Parreiras Curadoria: Bitu Cassundé Abertura: 15 de outubro, às 19h; visita guiada com Bitu Cassundé às 19h45 (em cartaz até 28 de novembro) Local: Galeria Frei Confaloni – Centro Cultural Octo Marques Endereço: Rua 4, nº 515, Edifício Parthenon Center, Centro Visitação gratuita
Show de stand up comedy será realizado no dia 11 de outubro, às 18h, no Teatro PUC, com histórias sobre juventude, relacionamentos e situações do cotidiano. Os ingressos estão disponíveis no site Ingresso Digital
O Teatro PUC, em Goiânia, recebe no dia 11 de outubro, às 18h, o espetáculo “Altos e Baixo”, um show de stand up comedy que reúne os humoristas goianos Guilherme D’Lucca, Breno Castro e Seu Geraldo, personagem interpretado por Leonardo Gomes. A apresentação parte das experiências dos três artistas para transformar histórias da juventude, relacionamentos amorosos e situações do cotidiano em momentos de humor.
Os ingressos estão disponíveis no Ingresso Digital (https://ingressodigital.com/), com valores entre R$ 15 a R$ 70, de acordo com o setor escolhido na plateia e o tipo de ingresso (inteira, social ou meia).
A proposta do espetáculo nasceu da dinâmica entre três personalidades diferentes que, apesar das particularidades, encontram na amizade e no humor uma forma de contar histórias que fazem parte da vida de muita gente. No palco, os humoristas compartilham situações que, muitas vezes, parecem improváveis ou exclusivas de suas próprias trajetórias, mas que acabam despertando identificação no público.
Com diferentes estilos e perspectivas, Guilherme D’Lucca, Breno Castro e Seu Geraldo conduzem a apresentação a partir de experiências pessoais e observações sobre o dia a dia. As histórias abordam temas como juventude, relações amorosas e os percalços da vida adulta, sempre com espaço para improviso e situações inesperadas.
O nome “Altos e Baixo” também resume a mensagem central do espetáculo: a vida é marcada por momentos bons e difíceis, mas o bom humor pode ser uma maneira de atravessar os acontecimentos do cotidiano. A apresentação busca transformar essas experiências em uma noite de diversão, aproximando os artistas do público por meio de histórias com as quais diferentes pessoas podem se identificar.
SERVIÇO:
Espetáculo Altos e Baixo em Goiânia
Data: 11 de outubro
Horário: 18h
Local: Teatro PUC (Avenida Fued José Sebba, Quadra A 16 1184, Goiânia)