Com três sessões no Centro de Convenções PUC, o comediante apresenta novo show que já arrasta multidões pelo Brasil e Europa; ingressos disponíveis no site Ingresso Digital Prestes a completar 40 anos, Renato Albani chega a Goiânia no dia 5 de outubro para apresentar o novo espetáculo.
A Ignorância É Uma Dádiva. Inicialmente prevista para às 17h e 19h, a apresentação ganhou mais duas sessões extras, às 19h e 21h, no Centro de Convenções PUC, anunciadas após grande procura do público.
O show, que já está conquistando plateias no Brasil e na Europa, marca uma das fases mais criativas e bem-sucedidas da carreira do comediante, conhecido pelo humor inteligente e pela capacidade de transformar observações do dia a dia em gargalhadas coletivas.
Os ingressos estão disponíveis no Ingresso Digital (https://ingressodigital.com/), com valores entre R$ 35 a R$ 160, de acordo com o setor escolhido na plateia e o tipo de ingresso (inteira, social ou meia).
Também está disponível a opção de ingresso social, que garante desconto para todos que levarem 1 kg de alimento não perecível, que deverá ser entregue na portaria do evento, junto à validação do ingresso.
No show, Albani aborda com leveza e sagacidade as mudanças trazidas pela maturidade, as diferenças entre gerações e o impacto das redes sociais no comportamento humano.
“A nossa geração é a última que não cresceu com as redes sociais […] que as pessoas não se esqueciam de viver.
Aqui eu falo um pouco sobre como a internet deu poder para as pessoas fazerem o que querem e as outras não fazerem nada”, comenta.
O espetáculo sucede o sucesso estrondoso de Zona de Conforto, que ultrapassou 600 sessões esgotadas e atraiu mais de 250 mil espectadores. Só em 2023, Albani realizou 310 apresentações com ingressos esgotados; em 2024, foram 290 sessões lotadas. Além dos palcos, ele também brilha no universo digital: seu especial mais recente, Assim Caminha a Humanidade, disponível gratuitamente no YouTube, já acumula mais de 2,2 milhões de visualizações.
Com piadas afiadas, reflexões inusitadas e um olhar único sobre a vida contemporânea, Renato Albani promete três sessões memoráveis em Goiânia — uma verdadeira celebração do riso.
Sobre Renato Albani
Renato Albani é capixaba e formado em engenharia pela Universidade Federal do Espírito Santo – UFES. Porém, sua verdadeira paixão sempre foi o humor. Sua essência artística surgiu quando ainda era um menino.
Na escola, seu senso de humor aguçado e imitações chamaram a atenção de colegas e professores, dando início a sua trajetória. Enquanto cursava engenharia, passou a integrar alguns grupos de comédia da capital Vitória.
Em 2014, já formado, mudou-se para São Paulo para tentar a vida como artista — e deu certo!
Na capital paulista, começou a se apresentar em pequenos shows, que foram ganhando força, público e se tornando cada vez mais constantes.
SERVIÇO
Renato Albani – A Ignorância É Uma Dádiva
Data: 5 de outubroHorários: 17h, 19h e 21h
Local: Centro de Convenções PUC (Av. Engler, 507 – Jardim Mariliza, Goiânia)
Laura e Rodolfo oficializaram sua união em uma cerimônia à beira-mar, no Ceará. A celebração reuniu familiares e amigos de Goiânia, Brasília e São Paulo, em uma programação marcada pela confraternização. Na foto, os noivos ao lado de Gyovana de Castro Carneiro, madrinha de Rodolfo.
Kolontay Abrahão (E) recebeu, na tarde da última segunda-feira (02), no Bazar Villa Kolontay, o restaurateur Elpídio Fiorda Neto e Iris Araújo. Durante a visita, eles conferiram as últimas promoções da loja e aproveitaram para colocar a conversa em dia, saboreando um delicioso café da tarde acompanhado de pão de queijo.
Final de tarde de um domingo cheio de sol e atividades. Caminhando, nadando, fotografando aves, almoçando uma pizza espetacular com vários copinhos de cerveja para degustar. Cada passagem, um encantamento. Uma descoberta.
E aí, olhando logo adiante, uma sorveteria. Se estivesse no México pediria um “helado de chispas de chocolate”. Pediu um sorvete de flocos, seu predileto.
Descobriu que na Austrália se diz “choc chip vanilla” e não “flake ice cream”. Vivendo e aprendendo.
Aliás, como é bom ser corrigido e descobrir o adequado naquele momento e hora. Ela pediu um de abacaxi. Detesta flocos, para ela é o pior sorvete do mundo. Ele tem dificuldades para odiar. Aquilo que não gosta, simplesmente evita. Olhando para cima, uma revoada de milhares de morcegos gigantes, chamados de “flying foxes”.
Centenas deles vão pousando num enorme ficus e fazendo uma algazarra semelhante a periquitos. Então, são eles que me saúdam ao entardecer na porta da minha casa, pensou.
E também no sorvetinho noturno.Engraçado como já havia tentado enganar sua companheira uma vez, pedindo “glace aux pépites” quando estiveram em Strasbourg, na França.
E nada. Ela reconheceu na hora o danado do flocos. Ofereceu com carinho, pois quando gostamos de algo, queremos dividir. Mas nem sempre o seu desejo é o desejo do outro. Necessita respeitar. E por isso, dentro da intimidade do casal, uma das coisas mais belas é o limite. O território daquilo que é bom para um mas não é para o outro.
O reconhecimento das preferências do ser amado e das suas próprias. Jamais pedir algo desagradável como “recompensa” por ter feito ou dito uma coisa bela. Imposição é feio.
Relações de poder são ruins. O melhor é a troca autêntica. Não adianta estar numa “gelateria” e solicitar um “gelato alla stracciatella” e aquela cor meio branca, meio amarelada, com os pedacinhos de chocolate denunciando o famoso sorvete de flocos.
Que ele fique com o seu sorvete. Só isso. Também respeitar as escolhas é fundamental. Nem todo mundo vai amar peixe e camarão e alguns podem até ter alergia, quiçá mortal. Insistir naquilo que sabiamente já está provado e satisfeito, não é educação. É o contrário.
É falta de. Quantas vezes não já lhe pediram para tomar “mais um cafezinho”, ou comer “mais um pão de queijo” e a refeição que fora tão gostosa, agora o empanturra.
Querer dividir algo que adoramos é bonito, mas pergunte antes se o outro também gosta. E se lhe perguntarem, seja sincero ao dizer que não, por exemplo. Amar é ver o outro satisfeito com suas escolhas.
E estando longe, torcer para que ele ou ela, esteja feliz mesmo na ausência. Aliás o amor mais bonito é aquele que na distância deseja o melhor para o outro. Que não cobra exclusividade e nem dedicação o tempo todo.
Por isso ele lá na China, deu uma volta no parque e pediu um 巧克力碎片冰淇淋 (qiǎokèlì suìpiàn bīngqílín) e voltou sorrindo com um belo pistacchio nas mãos, para ela.
O mundo gira, as pessoas mudam, e até as preferências também.
Por isso sempre pergunte (ou melhor ainda, descubra) o que o outro realmente quer, para que juntos possam comer até a casquinha do sorvete da vida.