Festival gastronômico se despede da capital goiana e público tem até domingo para aproveitar menus completos inspirados em países campeões da Copa.
A contagem regressiva já começou. Faltam poucos dias para o encerramento da Goiânia Restaurant Week, que termina no próximo 12 de abril.
Há quase um mês, o festival movimenta a cena gastronômica da capital com menus completos — entrada, prato principal e sobremesa — a preços fixos, criados especialmente para o evento.
Agora, na reta final, o público tem a última oportunidade de circular pelos restaurantes participantes e experimentar pratos autorais desenvolvidos dentro do tema desta edição:
“A Cozinha dos Campeões”, que propõe releituras inspiradas em países vencedores da Copa do Mundo, como Brasil, Itália, França, Argentina, Alemanha, Espanha, Inglaterra e Uruguai.
A proposta conecta gastronomia e cultura ao transformar ingredientes, técnicas e tradições desses países em pratos criativos dentro dos menus do festival.
Ao todo, 41 restaurantes e unidades participam da edição em Goiânia, espalhados por diferentes bairros da cidade, com opções que vão da culinária italiana à japonesa, passando por steakhouse, contemporânea, frutos do mar, comfort food e cozinha brasileira.
Para o chef Marcus Barros, do Bianco Ristorante, a Goiânia Restaurant Week é sempre uma grande oportunidade de atrair um público novo: “pessoas que muitas vezes têm receio de sair para jantar e gastar muito, e acabam conhecendo o nosso trabalho por meio do festival.
”Ele acrescenta que para os chefs, também é um momento interessante para mostrar a cozinha da casa, testar pratos e apresentar novas ideias de menu.
“No caso do Bianco Ristorante, a participação foi especialmente positiva porque coincidiu com um momento de renovação do restaurante, após mudanças de sócios e de chefs.
Conseguimos usar o festival como um ponto de partida para apresentar a nova identidade da casa.
Quem participa da Restaurant Week confia no festival, então o nosso papel era corresponder a essa expectativa e entregar uma boa experiência”, destacou.
Menus completos com valores fixos
Um dos principais atrativos da Restaurant Week é o formato de preço fechado, que permite ao público conhecer diferentes restaurantes por valores previamente definidos.
Os menus estão divididos nas seguintes categorias:
Menu Tradicional::
R$ 59,90 no almoço e R$ 74,90 no jantar
Menu Plus: R$ 73,90 no almoço e R$ 94,90 no jantar
Menu Premium: R$ 95,00 no almoço e R$ 115,00 no jantar
Cada restaurante define os dias da semana e os períodos (almoço e/ou jantar) em que o menu é servido, o que possibilita montar um roteiro gastronômico variado nesta última semana do festival.
Como já é tradição, além de estimular o mercado gastronômico, a Goiânia Restaurant Week também mira a transformação social.
A cada menu vendido durante o festival, será estimulada a doação de R$2 reais para a Vila São Cottolengo (@vilasaocottolengo).
Restaurantes participantes nesta edição
Participam da reta final da 9ª Goiânia Restaurant Week casas como:
A Kombi do Vinho, Nostra Pizzeria, Mosaic Goiânia, Tajin Japanese Cuisine, Bianco Ristorante, Botelli, Casa Cortela, El Argentino, Forneria 1121, Grano Cucina Italiana, Maremonti, Nino Cucina e Restaurante Ipê (Castro’s Park Hotel), dentre outras.
As casas estão distribuídas por bairros como Setor Marista, Setor Bueno, Jardim Goiás, Setor Oeste, Alto da Glória, Serrinha, Setor Sul, Vila São João, Park Lozandes, Aeroviário e Alphaville Flamboyant.
Conheça todos os restaurantes participantes e menus em www.restaurantweek.com.br
Com o término marcado para o dia 12 de abril, esta é a última oportunidade para quem ainda não participou do festival ou deseja conhecer novos restaurantes dentro da programação.
A designer gráfica Jessica Moreira, a gerente de marketing Emylia Chaveiro e a auxiliar administrativo Larissa Geovanna brilharam na organização do coquetel, que marcou a entrega oficial do Condomínio Vivre. O condomínio horizontal é mais um empreendimento da Emisa Incorporadora entregue em Anápolis.
Os sócios e diretores da Emisa Incorporadora, Juliano Santos e Amador Santos (pai e filho); João Emídio e Guilherme Emídio (também pai e filho) foram os grandes anfitriões de um coquetel, que marcou a entrega oficial do Condomínio Vivre, em Anápolis. Juliano e Guilherme dão seguimento à bem sucedida trajetória empresarial de seus pais, à frente da Emisa, incorporadora que no próximo ano completará 50 anos de fundação.
Nova geração de radiofrequência alcança camadas profundas da pele e ganha espaço entre pacientes que buscam rejuvenescimento com resultados naturais
A busca por procedimentos estéticos capazes de oferecer resultados cada vez mais naturais tem impulsionado uma nova geração de tecnologias voltadas ao estímulo de colágeno. A mais recente delas é o XERF, equipamento que vem ganhando destaque internacional por atuar em camadas profundas da pele sem a necessidade de cirurgia.
A tecnologia ganhou repercussão nos Estados Unidos após ser utilizada por celebridades como Kim Kardashian e agora começa a chegar ao mercado brasileiro, acompanhando uma tendência global de tratamentos minimamente invasivos focados na regeneração dos tecidos. E já sendo incluída na rotina de cuidados de personalidades como Silvia Braz.
Considerado uma evolução das radiofrequências convencionais, o XERF utiliza duas frequências simultâneas que permitem atingir diferentes profundidades da pele, chegando ao SMAS (Sistema Musculoaponeurótico Superficial), estrutura responsável pela sustentação facial e tradicionalmente associada aos resultados obtidos em cirurgias de lifting.
Na prática, o equipamento funciona como um estimulador tecnológico de colágeno. Por meio do aquecimento controlado dos tecidos, promove a contração das fibras existentes e estimula a produção de novas fibras de sustentação ao longo dos meses seguintes ao procedimento.
Segundo o dermatologista Dr. Bones, um dos primeiros médicos do Brasil a investir na tecnologia, o crescimento da procura por tratamentos desse tipo reflete uma mudança de comportamento dos pacientes.
“Hoje existe uma busca muito maior por procedimentos que preservem a identidade facial. As pessoas querem envelhecer bem, mas sem transformar seus traços. As novas tecnologias surgem justamente para estimular mecanismos naturais do organismo e melhorar a qualidade da pele de forma progressiva”, explica.
A chegada do XERF ao Brasil acompanha um movimento global: a procura por procedimentos que estimulem os mecanismos naturais do organismo vem crescendo, enquanto os tratamentos excessivamente volumizadores perdem espaço.
O equipamento não substitui a cirurgia em casos avançados, mas abre uma nova possibilidade para pacientes que desejam adiar intervenções mais invasivas ou potencializar resultados já conquistados.
Para o Dr. Bones, o futuro do rejuvenescimento não está em transformar a aparência, mas em estimular inteligentemente o que o corpo já sabe fazer.
Embora não substitua a cirurgia plástica em casos avançados de flacidez, o XERF surge como alternativa para pacientes que ainda não possuem indicação cirúrgica, desejam adiar intervenções mais invasivas ou buscam potencializar resultados já conquistados.
A expectativa do setor é que a tecnologia se torne uma das principais apostas da medicina estética nos próximos anos, impulsionada pela crescente demanda por tratamentos que combinem inovação, segurança e naturalidade.