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São João do Bouga

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O arraiá do Shopping Bougainville tem programação para toda a família e a entrada é franca.

No sábado, dia 28 de junho, a festa acontece das 16h às 22h e conta com o Trio Jambu e a Quadrilha Rasta Pé.

Já no domingo (29), a programação segue das 15h às 20h e terá o espetáculo de teatro infantil “Aventuras no Sítio Encantado” e a Quadrilha do Colégio Cope.

Nos dois dias o público encontrará barraquinhas de comidas típicas, brinquedos infláveis, sorteios no palco e muito mais.

Serviço:

Programação:

– 28/06, das 16h às 22h

Trio Jambu e Quadrilha Rasta Pé

– 29/06, das 15h às 20h

Espetáculo Teatral Aventuras no Sítio Encantado e Quadrilha do Colégio Cope

*Nos dois dias, o local contará com barraquinhas de comidas típicas, brinquedos infláveis, sorteios no palco e muito mais.

Ingressos: gratuito

Kasane

Dora Teruel

  Assessora de Imprensa

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Viela 36 

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Projeto idealizado pela médica e empresária Larissa Oliveira será inaugurado nos dias 12 e 13 de setembro e reúne arte, paisagismo, gastronomia, saúde, comércio e educação em uma iniciativa privada aberta à cidade.

Um espaço até então marcado pelo descarte irregular de lixo, problemas de esgoto, circulação desordenada de veículos e situações de insegurança, em uma das regiões mais valorizadas e verticalizadas de Goiânia, começa a ganhar uma nova história.

Nos dias 12 e 13 de setembro, será inaugurada a Viela 36, no Setor Marista, projeto que transforma uma área degradada em um novo endereço de arte, cultura, natureza, gastronomia, serviços e convivência.Idealizada e viabilizada pela médica e empresária Larissa Oliveira, a Viela 36 é fruto de uma iniciativa privada, mas nasce com vocação pública: criar um espaço aberto, vivo e integrado à dinâmica da cidade, capaz de estimular encontros, a circulação de pessoas, a educação e novas experiências urbanas.

O projeto integra uma Parceria Público-Privada (PPP), por meio do Programa Adote Uma Praça, da Prefeitura de Goiânia.Com área total de 1.500 m² e investimento superior a R$ 2 milhões, o projeto reúne arquitetura, paisagismo, intervenções artísticas, percurso educativo e operações comerciais.

A proposta é transformar um espaço antes utilizado essencialmente como passagem em um ambiente de permanência, contemplação e convivência, contribuindo também para movimentar a economia da região e gerar novas oportunidades de trabalho e renda.

A origem da iniciativa está ligada à própria trajetória profissional de Larissa e à concepção de um projeto dedicado à dermatologia, saúde e qualidade de vida que começava a nascer naquele endereço.

Ao observar o entorno, porém, a médica percebeu que falar sobre cuidado e bem-estar exigia um olhar que ultrapassasse os limites físicos de uma clínica.

A inquietação que deu origem à Viela 36, no entanto, ultrapassava a transformação física daquele espaço.

Ao observar, dentro da própria casa, uma geração cada vez mais conectada às telas e, ao mesmo tempo, mais distante das experiências presenciais, Larissa passou a questionar que tipo de estímulos estavam sendo oferecidos às crianças e aos adolescentes e qual poderia ser sua contribuição para esse processo.

“Eu comecei pensando no entorno da clínica, porque não fazia sentido falar de saúde e bem-estar tendo ao lado um espaço completamente desconectado dessa proposta.

Mas percebi que a questão era muito maior. Dentro da minha própria casa, vendo meus filhos cada vez mais conectados à internet, comecei a pensar sobre toda uma geração.

A Viela nasce também desse questionamento: como podemos criar experiências que estimulem as pessoas a pensar, sentir, se relacionar, aprender e participar mais ativamente do mundo à sua volta?”, afirma Larissa Oliveira.

Foi a partir dessa percepção que a transformação urbana ganhou uma dimensão educacional.

A Viela 36 foi concebida não apenas para modificar a paisagem de uma rua, mas também para utilizar arte, convivência, conhecimento e experiências presenciais como instrumentos de estímulo ao desenvolvimento humano, especialmente entre crianças e adolescentes.

“A Viela 36 nasceu de uma inquietação.

Estávamos concebendo um espaço voltado ao cuidado das pessoas e à qualidade de vida, enquanto, ao lado, havia uma realidade completamente oposta, com lixo, esgoto, carros e insegurança.

Foi impossível não olhar para aquilo. Entendi que cuidar também significava olhar para fora e pensar no ambiente que compartilhamos com a cidade”, afirma Larissa.

A partir daí, a intervenção ganhou uma dimensão maior.

O que poderia se limitar à recuperação física do entorno evoluiu para um projeto urbano que pretende provocar reflexões sobre identidade, pertencimento, escolhas, talentos e responsabilidade coletiva.

“Não queríamos simplesmente transformar uma passagem em um lugar bonito. Queríamos criar uma experiência. Um espaço que pudesse despertar curiosidade, proporcionar encontros e fazer as pessoas pensarem sobre sua própria trajetória e sobre aquilo que cada uma pode oferecer de melhor à sociedade”, explica a idealizadora.

*Um novo olhar para a cidade*

O projeto arquitetônico da Viela 36 é assinado por Bruno Veras, do escritório Costa Veras Arquitetura.

O desenho urbano e paisagístico é de Gui Mesquita, do escritório Gui Mesquita Arquitetura e Paisagismo. As duas frentes convergem em um princípio cada vez mais presente no urbanismo contemporâneo: devolver protagonismo às pessoas e transformar áreas subutilizadas em espaços de convivência e permanência.

A intervenção reorganiza a circulação a partir da escala humana, incorporando jardins, iluminação, bancos, áreas de permanência, vegetação e espaços destinados à arte e às atividades comerciais.

No desenho urbano e paisagístico, uma das referências adotadas foi o conceito holandês de woonerf, ou “rua viva”, modelo no qual pedestres, ciclistas e veículos compartilham o espaço, mas com prioridade para as pessoas e estratégias que induzem à redução da velocidade dos automóveis.

A proposta é fazer com que a via deixe de ter uma função exclusivamente de passagem e passe a funcionar também como lugar de permanência e convivência.

O desenho urbano ajuda a reduzir naturalmente a velocidade dos veículos, elimina barreiras e incorpora vegetação, mobiliário e áreas de estar ao percurso”, explica Gui Mesquita.

Para alcançar esse resultado, o projeto substitui o asfalto por piso intertravado e utiliza estreitamentos estratégicos, canteiros e mobiliário urbano no próprio alinhamento da via.

As peças intertravadas foram desenvolvidas em parceria com a Tetracon, considerando modulação de cores, acessibilidade, estética e resistência ao tráfego de veículos.

Os bancos autorais que integram o projeto também foram executados pela empresa.

Referências de Delft e Amsterdã, na Holanda, além de experiências urbanas de Tóquio, Londres e Pontevedra, contribuíram para a concepção da Viela 36. Em Goiânia, esses princípios foram adaptados às características locais e às necessidades de uma região de uso misto, marcada pela presença de residências, comércio, gastronomia e serviços.

A vegetação acompanha todo o percurso e também cumpre uma função ambiental. Associada ao piso drenante, ao aumento da permeabilidade e às áreas de sombra, contribui para melhorar o microclima e reduzir os efeitos das ilhas de calor.Bruno Veras destaca que a transformação da Viela 36 trará benefícios urbanísticos, sociais, ambientais e econômicos para toda a região.

Antes utilizada como uma rua de fundos, com pouca iluminação, descarte de lixo e circulação restrita a operações de carga e descarga, a área passa a assumir uma nova vocação, voltada aos pedestres, à convivência e ao comércio.“

A viela deixa de ser um espaço escondido e passa a ser uma vitrine: arborizada, iluminada, humanizada e com o pedestre em evidência. Essa transformação fomenta o comércio, melhora a qualidade urbana e contribui para a valorização imobiliária de todo o entorno, beneficiando também a vizinhança”, afirma Bruno Veras.

O arquiteto ressalta ainda os benefícios ambientais proporcionados pela intervenção. Com a redução da circulação de veículos, o espaço passa a registrar menor emissão de CO₂ e menos poluição sonora, além de ganhar uma nova dinâmica: deixa de ser uma via destinada prioritariamente aos carros para se tornar uma rua de passeio, convivência e estímulo à atividade física.“

A presença de piso drenante, vegetação e áreas de sombra também contribui para amenizar as ilhas de calor, um problema muito presente nas cidades.

Todo esse conjunto ajuda a tornar o ambiente mais fresco, agradável e sustentável”, explica.

Para Bruno Veras, o projeto também recupera o hábito de caminhar e vivenciar a cidade, uma experiência que perdeu espaço, ao longo do tempo, para ambientes fechados, como os shopping centers.

“É um retorno à rua, à memória afetiva e à convivência com a cidade.

A relação das pessoas com o espaço urbano se torna mais leve, próxima e democrática.

Por ser um ambiente público, acessível e pensado para a permanência, a Viela 36 favorece os encontros e fortalece a sensação de comunidade, a vida de bairro e o sentimento de pertencimento.

É um belo presente para Goiânia”, conclui.

Para Gui Mesquita, a experiência também demonstra o potencial de intervenções dessa natureza em outros pontos da capital. Ao combinar mobilidade, paisagismo, permanência, sustentabilidade e atividade econômica, a Viela 36 pode se tornar uma referência de requalificação urbana para outras alamedas e vielas de Goiânia.

A iniciativa está amparada pela legislação municipal que permite a adoção de espaços públicos pela iniciativa privada. Embora concebida e executada com recursos privados, a Viela será aberta à população.Arte para ver, conhecer e experimentar.

A arte ocupa papel central no projeto. Em vez de funcionar apenas como elemento estético, ela foi incorporada à própria narrativa da Viela 36.

O espaço reunirá trabalhos de Cléa Costa, Renato Griffith, Samuel Caixeta, Luís Olinto e Maicon Soares, aproximando diferentes gerações, linguagens e trajetórias artísticas.Um percurso educativo permitirá ao visitante conhecer não apenas as obras, mas também as histórias de seus autores e os conceitos presentes em cada intervenção.

Temas como origem, identidade, escolhas, transformação, futuro e responsabilidade individual e coletiva conduzem a experiência.“A arte tem a capacidade de nos tirar do automático.

Queremos que as pessoas observem, façam perguntas, conheçam quem está por trás de cada trabalho e estabeleçam relações entre aquelas obras e suas próprias histórias”, diz Larissa.Entre as obras está “Gratidão”, de Cléa Costa, artista que morou durante décadas na Rua 36.

A escultura em ferro, com aproximadamente 280 quilos, foi doada pela artista para integrar o projeto.

O percurso inclui ainda elementos como Raízes, Portal do Futuro e Árvore da Vida, concebidos para provocar questionamentos sobre aquilo que constitui cada indivíduo, os caminhos que ainda serão construídos e a relação de cada pessoa consigo mesma, com o outro e com a sociedade.

*Educação como parte da experiência*

Mais do que receber visitantes, a Viela 36 pretende funcionar como um ambiente vivo de aprendizagem.

O projeto histórico-pedagógico foi desenvolvido para utilizar a própria transformação da rua, as obras de arte, a história, a arquitetura, a cultura e as experiências oferecidas pelo espaço como pontos de partida para estimular conhecimento, reflexão e participação.

Responsável pelo projeto histórico-pedagógico da Viela 36, a mestre em História e pedagoga Mariana Kaadi Pio explica que a proposta ultrapassa a ideia de uma visita recreativa.“A Viela 36 foi pensada como um ambiente vivo de aprendizagem.

A proposta é fazer com que crianças e adolescentes não apenas observem a arte e conheçam a história daquele espaço, mas sejam estimulados a reconhecer seus talentos, desenvolver capacidades, aprender com o outro e compreender que também podem participar da transformação da sociedade.

Partimos das raízes para pensar o futuro, mas mostrando que essa construção acontece agora, por meio das escolhas, das relações e das ações de cada um”, explica Mariana.

O percurso educativo está organizado em três grandes estações. A primeira, Estação dos Dons ou Talentos, estimula o autoconhecimento e o reconhecimento das capacidades individuais.

A segunda reúne Capacitação, Movimento e Relacionamento, mostrando que o desenvolvimento exige conhecimento, disposição para buscar novos caminhos e capacidade de aprender e construir junto com outras pessoas.

A terceira é a Estação da Entrega, momento em que talentos, conhecimentos, experiências e relações se transformam em propósito e ação.

A proposta é mostrar que reconhecer um talento é apenas o início de um processo. É preciso desenvolvê-lo, ampliar conhecimentos, relacionar-se e compreender de que maneira aquilo que cada pessoa sabe e faz pode ser colocado a serviço da sociedade.

O lema “Das raízes para o futuro, nasceu o agora: Viela 36” sintetiza esse percurso: conhecer a própria história e as raízes, projetar o futuro e compreender que sua construção começa pelas escolhas feitas no presente.

A proposta educacional dialoga ainda com princípios gerais da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), especialmente com competências relacionadas ao conhecimento, pensamento crítico e criativo, comunicação, repertório cultural, autoconhecimento, empatia, cooperação, responsabilidade e cidadania.

Na prática, a Viela 36 prevê visitas de escolas com percursos orientados por professores mediadores capacitados. As experiências serão organizadas de acordo com as faixas etárias, com atenção especial a crianças e adolescentes de 8 a 16 anos, e terão duração média de duas horas.

Durante o percurso, os estudantes poderão conhecer as obras e seus autores, compreender a história da Viela e participar de momentos de observação, diálogo e questionamento, além de produzir registros em um diário de bordo. Storytelling e QR Codes permitirão o acesso a informações, imagens e conteúdos complementares sobre os artistas, as obras e a história do espaço.

A tecnologia, no entanto, será utilizada como ferramenta de ampliação da experiência, e não como substituta das relações humanas.

A proposta estimula crianças e adolescentes a saírem dos ambientes exclusivamente digitais para ocupar a rua, caminhar, observar, conversar, experimentar e aprender com outras pessoas.

“Inteligência artificial e outros recursos tecnológicos podem ampliar o conhecimento, mas não substituem presença, escuta, diálogo e convivência.

Queremos mostrar que a aprendizagem também acontece com o corpo em movimento, com os sentidos, com a curiosidade, com o fazer e com a interação com o mundo real”, destaca Mariana.

A programação prevê ainda experiências “mão na massa” e atividades maker, como oficinas de marcenaria, jardinagem, pintura e escultura. A intenção é incentivar os participantes a experimentar, criar, construir, resolver problemas, cooperar e compreender o valor do trabalho, do esforço e da perseverança.

A metodologia poderá ser articulada ao currículo das escolas e às habilidades previstas pela BNCC, permitindo que a Viela funcione como uma extensão da sala de aula.

História de Goiás ganha painel a céu abertoA identidade goiana também estará presente em um dos principais elementos artísticos da Viela 36.

Um grande painel criado por Luís Olinto ocupará um dos muros do espaço e apresentará uma narrativa visual sobre a formação histórica e cultural de Goiás.

A obra percorre referências que vão da ocupação do Centro-Oeste e dos carros de boi à antiga capital, Cidade de Goiás, passando por Pedro Ludovico Teixeira, pela construção de Goiânia e pelo patrimônio Art Déco.Personalidades fundamentais da cultura goiana, como Cora Coralina, Belkiss Carneiro de Mendonça e Antônio Poteiro, também integram a narrativa.

Além da contemplação, o painel foi pensado como instrumento de conhecimento. A intenção é que o espaço possa receber visitas guiadas e atividades educativas, inclusive com estudantes, ampliando a relação entre arte, história e cidade.

*Gastronomia, saúde e comércio movimentam o novo endereço*

A Viela 36 também nasce com uma dimensão econômica. Gastronomia, saúde, comércio e serviços foram incorporados ao projeto para garantir circulação em diferentes momentos do dia e transformar o endereço em um espaço efetivamente integrado à rotina da região.

Entre as operações está a Souty Health, clínica dermatológica ligada ao conceito de saúde, cuidado e qualidade de vida que esteve na origem de todo o projeto. 

Na gastronomia, um dos destaques será a chegada da Bachir, tradicional sorveteria libanesa fundada em 1936, conhecida por seus sorvetes artesanais de inspiração árabe e pela característica cobertura de pistache triturado.

A Viela também receberá a primeira unidade do Arabito em Goiânia, especializado em culinária libanesa, especialmente nos sanduíches conhecidos como shawarmas. 

No segmento óptico, integram o mix a Tecnótica e as Óticas Motta.

A combinação de diferentes atividades pretende contribuir para que a Viela tenha vida própria e ocupação contínua.

A implantação deverá gerar 220 postos de trabalho diretos e indiretos, envolvendo as operações instaladas, os serviços, a manutenção e o funcionamento do espaço.Mais do que reunir marcas, o objetivo é criar uma pequena economia urbana em torno de um ambiente de convivência, estimulando circulação, consumo e geração de negócios de maneira integrada à experiência cultural e paisagística.

A proposta se estende também às empresas que integram a Viela 36. Mais do que apresentar produtos como objetos de consumo, elas serão convidadas a compartilhar os processos que existem por trás de sua criação: a origem da empresa, seu propósito, os conhecimentos envolvidos, as etapas de elaboração, os critérios de qualidade e os desafios percorridos até que um produto ou serviço chegue à sociedade.

Esse conceito se conecta à Estação da Entrega do percurso educativo: mostrar, na prática, que toda entrega à sociedade é resultado de aprendizado, capacitação, planejamento, trabalho, movimento e relações humanas.“Queremos que a Viela seja um espaço que provoque conhecimento e questionamento.

A transformação física da rua é apenas uma parte do projeto. O que buscamos é uma transformação de mentalidade, capaz de contribuir para o desenvolvimento das pessoas e, consequentemente, para a vida da cidade”, afirma Larissa Oliveira.

Cerrado em meio à verticalizaçãoEm uma região marcada pela intensa verticalização, a presença da natureza tornou-se outro ponto central do projeto.Ao todo, 46 árvores do Cerrado foram incorporadas ao paisagismo, além de jardins distribuídos ao longo do percurso.

A escolha busca ampliar as áreas de sombra, proporcionar maior conforto térmico aos pedestres e reforçar a conexão do projeto com a vegetação e a identidade locais.“Cada árvore representa uma escolha sobre o espaço urbano que queremos construir.

Além da sombra e do conforto, trazer espécies do Cerrado é uma maneira de valorizar aquilo que é nosso e recuperar um pouco da relação das pessoas com a natureza em uma região cada vez mais verticalizada”, afirma Larissa Oliveira.A arborização integra uma estratégia paisagística mais ampla.

Segundo Gui Mesquita, a vegetação foi distribuída para acompanhar e “abraçar” o percurso, criando áreas de sombra e permanência e contribuindo para o conforto térmico. Associada aos pisos drenantes e ao aumento das áreas permeáveis, também desempenha papel importante na redução das ilhas de calor.

*Um investimento privado com vocação para a cidade*

A Viela 36 parte de um investimento privado, mas seu conceito ultrapassa os limites de um empreendimento convencional.

Ao reunir arte, educação, natureza, saúde, gastronomia e atividade econômica em uma área aberta à população, o projeto propõe uma discussão sobre como pequenas intervenções podem produzir novas relações entre as pessoas e a cidade.

Para Larissa Oliveira, a transformação do espaço traduz um princípio que acompanha todo o projeto: qualidade de vida não se constrói apenas de dentro para fora.

“A Viela 36 representa o que pode acontecer quando deixamos de olhar para um problema como algo que pertence apenas ao outro e decidimos participar da solução.

A transformação é urbana, mas também é humana.

Meu desejo é que cada pessoa que passe por aqui encontre algo que a faça olhar de maneira diferente para a cidade, para o outro e para si mesma”, conclui.

A inauguração da Viela 36 será realizada nos dias 12 e 13 de setembro, com uma programação dedicada à apresentação do espaço, das operações, das obras de arte e do percurso educativo.

*Serviço*

Inauguração Viela 36 

Data: 12 e 13 de setembro 

Local: Setor Marista – Goiânia (GO) 

Endereço: Rua 36 com rua 9 Setor Marista 

*Assessoria de Imprensa* 

Palavra Comunicação

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Gentileza que inspira

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Em mais uma iniciativa inovadora para transformar a relação das obras de seus empreendimentos com a comunidade, a Flamboyant Urbanismo criou, dentro do canteiro de obras, uma horta hidropônica que recebeu o nome de Canteiro de Gentilezas Flamboyant e foi instalada na laje térrea da torre do Autêntico Flamboyant Residencial.

O espaço, em plena produção, tem capacidade para oferecer cerca de 1.400 hortaliças por mês, entre folhas destinadas ao consumo cotidiano, como alface, rúcula, couve, salsa, coentro e agrião.

No próximo sábado, dia 12 de setembro, a marca realizará mais uma colheita especial para compartilhar com os moradores dos edifícios vizinhos à obra.

A iniciativa prevê a recepção dos moradores e a entrega de kits, reforçando a aproximação com a população local.

FatoMais Comunicação

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Celebração

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Djamil comemorou seus 80 anos em grande estilo, reunindo amigos e convidados em uma noite de muita alegria, música e boas companhias. Entre os presentes, a dupla Paschoal e Capella, que fez questão de prestigiar o aniversariante e brindar com ele essa data tão especial.

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