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Setor de beleza ganha força em Goiás e impulsiona o empreendedorismo feminino.

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À frente do Dream Spa & Casa de Beleza e da unidade da franquia Fast Escova no Parque Vaca Brava, a empresária Lívia Duarte destaca o potencial do mercado goiano, que une vaidade, hospitalidade e espírito empreendedor

O setor de beleza segue como um dos motores da economia goiana, movimentando empregos, inspirando histórias de sucesso e impulsionando o empreendedorismo feminino. De acordo com o Panorama dos Pequenos Negócios em Goiás, divulgado pelo Sebrae, 38% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual é gerado por micro e pequenas empresas, responsáveis por mais de R$ 143 bilhões da economia local. Entre os segmentos que mais crescem, o de beleza e bem-estar se destaca, reunindo mais de 40 mil pequenos negócios ativos no estado.

Um desses exemplos é o da empresária Lívia Duarte, que vê tanto potencial no mercado que comanda duas marcas do setor: o Dream Spa & Casa de Beleza e a unidade da franquia Fast Escova no Parque Vaca Brava. Para ela, Goiás tem um perfil único, onde o cuidado com a aparência vai além da estética.

“Aqui as pessoas realmente valorizam o cuidado com a aparência, mas de um jeito muito humano. A beleza faz parte do estilo de vida — seja para se sentir bem, celebrar um momento ou recarregar as energias. Além disso, o goiano tem uma veia empreendedora muito forte, é um povo que não tem medo de começar, de colocar a mão na massa”, afirma Lívia.

Mais do que oferecer serviços, a empresária acredita que o novo luxo está na experiência. Em seus espaços, cada detalhe é pensado para transformar o momento de autocuidado em uma vivência sensorial.

“Hoje a beleza vai muito além do espelho — é sobre sentir-se bem, acolhida e valorizada. Criamos ambientes que despertam sensações, com atendimento humanizado, aromas, trilhas sonoras e detalhes pensados para que cada cliente se sinta única. A escova, o spa, o esmalte… tudo é parte de uma experiência maior: um momento de pausa e conexão consigo mesma”, destaca.

Mesmo com o setor em expansão, o número de pequenos negócios em Goiás cresceu 68% desde 2020, passando de 533 mil para quase 900 mil empreendimentos em 2025, segundo o Sebrae, Lívia reconhece que empreender na beleza exige equilíbrio e visão estratégica.

“Lidar com pessoas, tanto equipe quanto clientes, é o que mais ensina e também o que mais testa a nossa maturidade. Aprendi que, mais do que técnica, é preciso desenvolver pessoas e criar cultura. Gestão financeira, processos e indicadores são essenciais, mas nada funciona se o time não estiver alinhado com o propósito”, explica.

A empresária aposta na inovação com propósito como motor de crescimento e fidelização. “Inovar, pra mim, é entender o que as pessoas realmente precisam, antes mesmo que elas peçam. E isso vem da escuta. Sempre busco estar próxima das clientes e da equipe, observando comportamentos, mudanças e desejos. Foi assim que nasceram muitos dos nossos diferenciais: a experiência Dream Spa, o atendimento sem hora marcada, a personalização dos serviços… Tudo isso é fruto de olhar genuinamente para as pessoas. Acredito que é isso que nos diferencia: unir gestão e sensibilidade, resultado e emoção.”

Com visão estratégica e sensibilidade apurada, Lívia Duarte representa uma nova geração de empreendedoras que fortalecem o setor de beleza em Goiás, transformando o cuidado pessoal em uma experiência de bem-estar e pertencimento, e provando que beleza também é negócio, propósito e empatia.

Sobre o Dream Spa & Casa de Beleza

Localizado no Setor Bueno, o Dream Spa se consolidou como um refúgio urbano de bem-estar, oferecendo uma ampla variedade de serviços: Hidro Spa dos Pés, massagens terapêuticas, drenagens, tratamentos faciais e corporais, além de limpeza de pele, dermaplaning, depilação com cera, alongamento e unha de gel, design de sobrancelhas e brow lamination.

Um dos diferenciais do espaço é a praticidade, já que não é necessário agendamento prévio, ideal para quem busca momentos de relaxamento mesmo com a rotina acelerada.

O Dream Spa & Casa de Beleza está localizado na Rua C-235, nº 134, Setor Bueno, em Goiânia. Mais informações e agendamentos podem ser feitos pelo WhatsApp (62) 99963-6688 ou pelo Instagram @dreamspa.goiania.

Sobre a Fast Escova

Sem precisar marcar horário, sem ficar horas no salão, sem surpresas na hora de pagar a conta. Mas com cabelos bem tratados e escovados, num piscar de olhos, esse é o conceito da maior franquia de escovarias da América Latina, a Fast Escova, que conta com mais de 300 unidades espalhadas no Brasil, e é referência em serviços rápidos, como a escova e a hidratação, feitos em até 45 minutos, sem precisar agendar horário.

O salão de beleza também disponibiliza cuidados fundamentais para o cotidiano, como: Design de Sobrancelha e Henna, que realçam o olhar; serviços de manicure e pedicure, assegurando unhas impecáveis, nas cores da moda e com cutículas bem hidratadas; maquiagem VIP para eventos especiais, como festas e formaturas, além de opções mais casuais para o dia a dia; cronograma capilar para hidratação, nutrição, reconstrução e umectação dos fios, proporcionando o brilho e a suavidade que toda mulher merece; penteados e tranças, e, claro, as amadas escovas lisa e modelada, que garantem fios alinhados e beleza todos os dias.

A Fast Escova, unidade Parque Vaca Brava, está localizada na R. C-235, 148 – Qd. 540 Lt. 03, no Jardim América, em Goiânia. Mais informações podem ser encontradas no Instagram @fastescova.goapgoiania.

Johny Cândido

Assessor de imprensa – Jornalista 

Registro Profissional nº GO 02807

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Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis

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Sucesso de público, “Abracadabra – Um Circo Musical” se despede do público anapolino com sessões finais repletas de magia, tecnologia e emoção.

O Reder Circus está em suas últimas semanas em Anápolis com a superprodução “Abracadabra – Um Circo Musical”, espetáculo idealizado e dirigido por Frederico Reder que reúne dois grandes nomes do entretenimento brasileiro:

Dedé Santana, ícone do humor nacional, e Diego Hypólito, medalhista olímpico e um dos maiores ginastas da história do país.

Em cartaz desde abril, a atração se consolidou como um dos maiores sucessos culturais da temporada na cidade, encantando milhares de espectadores com uma experiência imersiva e emocionante para todas as idades.

A proposta de “Abracadabra” vai além do circo tradicional.

A montagem combina acrobacias, palhaçaria, música ao vivo, dança e tecnologia audiovisual de última geração, criando uma narrativa sensorial que celebra a superação humana e o poder das palavras.

De um lado, a irreverência e a experiência cênica de Dedé Santana; do outro, a força, a técnica e a expressividade corporal de Diego Hypólito.

Juntos, os artistas conduzem o público a um mergulho lúdico que resgata a essência da infância e a capacidade de sonhar.Um dos grandes diferenciais do espetáculo é a trilha sonora executada ao vivo por uma orquestra, acompanhada por cantores que conduzem musicalmente toda a apresentação.

Inspirado nos grandes musicais internacionais, o projeto entrega uma experiência de padrão Broadway ao mercado circense brasileiro, reforçando a proposta de inovação e excelência artística.Segundo Frederico Reder, o título do espetáculo carrega um significado central para a obra.

“Em muitas línguas, a expressão ‘Abracadabra’ significa o poder da palavra. Ou seja, tudo o que a gente fala acontece”, afirma o diretor, que defende o circo como uma linguagem universal, capaz de se comunicar diretamente com a emoção do público.

A produção reúne mais de 50 artistas em cena, entre malabaristas, palhaços, acrobatas, bailarinos e músicos brasileiros e internacionais.

O picadeiro, montado próximo à plateia, amplia a interação com o público. A estrutura técnica inclui um mega telão de LED de 100 metros quadrados, mais de uma tonelada de equipamentos de sonorização, dez toneladas de cenários e um sistema de iluminação com mais de 250 refletores interativos.

“Abracadabra – Um Circo Musical” presta homenagem às crianças de todas as gerações: às que vivem o presente e às que permanecem na memória afetiva dos adultos.

Nesta reta final em Anápolis, a expectativa é de sessões com ingressos esgotados, reforçando o sucesso da temporada e a conexão do espetáculo com o público.Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do circo todos os dias, a partir das 10h, e também na plataforma online Uhuu.com.

Serviço

*Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis com superprodução estrelada por Dedé Santana e Diego Hypólito

Temporada: Últimas semanas

Sessões:Quinta e sexta: 20h

Sábado: 17h e 20h

Domingo: 15h e 18hInstagram: @abracadabracircomusical

Ingressos: https://uhuu.com/evento/go/goiania/reder-circus-dede-santana-e-diego-hypolito-em-abracadabra-15687?gad_source=1&gad_campaignid=23586036422&gbraid=0AAAAAC86bHCytVm__P01liMLa_cv2xq-g&gclid=Cj0KCQjwmunNBhDbARIsAOndKplvore78AWMqPgV2Lv40mv49SKhH8Bo2H7FhrJsSIbb36maAwBIquwaAihFEALw_wcB

Assessoria de Imprensa

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Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 maio.

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Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

Norma regulamentadora que já exige controle de riscos físicos, químicos e biológicos agora inclui fatores psicossociais; especialista da Clínica Vittá explica como empresas devem agir.

A partir do dia 26 de maio de 2026, entra em vigor oficialmente a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que torna obrigatória a identificação e gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

A medida, que foi anunciada em 2025 e teve um período de adequação sem multas, agora passa a ser passível de fiscalização e penalidades para as empresas que não cumprirem as novas exigências.

O prazo está se esgostando.

A neuropsicóloga Gabriela Vieira, da Clínica Vittá, que atua na avaliação de estresse ocupacional, explica que a mudança coloca a saúde mental dos trabalhadores no mesmo patamar de exigência que os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. Na prática, todas as organizações deverão mapear fatores como sobrecarga de trabalho, pressão por prazos, conflitos interpessoais e falta de apoio das chefias – elementos que, quando crônicos, podem levar a transtornos mentais e afastamentos.

A decisão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) foi motivada por números alarmantes: somente em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária devido a transtornos mentais e comportamentais, um aumento de 15,66% em relação a 2024.

Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostram que esses afastamentos mais que dobraram no biênio 2022-2024, saltando de 201 mil para 472 mil – uma alta de 134%.*Como identificar

Mas como identificar, na prática, a sobrecarga cognitiva antes que ela se torne um transtorno mental?

A neuropsicóloga Gabriela Vieira afirma que a neuropsicologia pode oferecer às empresas um ‘termômetro” preciso para medir a saturação das equipes.

A especialista afirma que existem testes, como tarefas de atenção contínua, avaliação de funções executivas e escalas de fadiga mental, que funcionam quase como um ‘termômetro’ da saturação cognitiva.

De acordo com ela, a observação clínica e o relato da equipe são fundamentais para complementar esses dados.“

A gente consegue captar sinais precoces – queda de atenção sustentada, aumento de erros, lentificação cognitiva e dificuldade de memória operacional.

Ela ressalta que a aplicação desses testes, combinada com escuta ativa, permite às empresas agir antes que o trabalhador adoeça – reduzindo absenteísmo, presenteísmo e custos com afastamentos.

Diferenças entre fator psicossocial e problema individual.

Uma das dúvidas mais comuns entre gestores de RH é como diferenciar se o sofrimento do trabalhador tem origem no trabalho ou é um problema de saúde mental pré-existente.

Gabriela Vieira afirma que, nestes casos, a análise do contexto é determinante.

Quando o sofrimento está muito ligado a fatores do ambiente – excesso de demanda, pressão, conflitos ou falta de autonomia –, é um fator psicossocial do trabalho.

Já quando os sintomas aparecem de forma mais ampla, em vários contextos da vida, com histórico prévio ou sem relação direta com o trabalho, pode ser algo mais individual. Para a neuropsicóloga, as empresas não devem usar essa distinção como forma de negar responsabilidade.

“O ambiente de trabalho tem o dever de não adoecer. Mesmo um trabalhador com vulnerabilidade prévia pode ser mantido saudável se os fatores psicossociais forem bem gerenciados”.

*O que muda nas empresas?*A NR-1 estabelece as diretrizes gerais de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil, determinando o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).

Com a atualização, as empresas deverão fazer adequações.

Entre as adequações, incluir os riscos psicossociais no PGR, documentando e implementando ações de controle; realizar um ciclo contínuo de identificação, avaliação, prevenção, acompanhamento e revisão das medidas; e seguir as orientações do Guia de Fatores de Riscos Psicossociais do MTE, que aponta estressores como sobrecarga, prazos excessivos, conflitos e falta de apoio.

Para completar, as empresas devem combinar a nova gestão com outras normas, como a NR-17, que tem o objetivo de proporcionar conforto, segurança e desempenho eficiente, prevenindo doenças como as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), fadiga e estresse (ergonomia).

Nas inspeções, os auditores do Ministério do Trabalho vão observar a organização do trabalho, analisar documentos, verificar dados de afastamento e entrevistar trabalhadores para identificar situações de risco psicossocial.

Com a vigência a partir de 26 de maio, as empresas já devem revisar seus Programas de Gerenciamento de Riscos e incluir a análise de fatores psicossociais.

Especialistas recomendam o uso de protocolos científicos – como os testes neuropsicológicos citados – e a capacitação de equipes de RH e segurança do trabalho.

A tendência é que, nos próximos anos, ações fiscalizatórias e decisões judiciais trabalhistas considerem a ausência de medidas preventivas nesse campo como violação à NR-1, abrindo caminho para indenizações e multas.

Enquanto isso, a neuropsicóloga da Clínica Vittá reforça o recado de que cuidar da saúde mental é sobrevivência: o cérebro adoece, e a conta sempre chega – para o trabalhador, para a empresa e para a sociedade.

– Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

*Serviço*

Pauta: Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 de maio

Fonte especialista: Neuropsicóloga Gabriela Vieira – Clínica Vittá

Assessoria de Imprensa

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Comemoração

Comemorações

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Em recente comemoração no Rio de Janeiro pelos aniversários dos amigos Fabrício Britto e Gabriela Vilela, a médica Ana Gabriela Maia e sua mãe a advogada Ana Carla Maia, marcaram presença nas festividades realizadas na noite do dia 1º de maio, no luxuoso Julieta de Serpa.

Já no dia 2, as comemorações continuaram na praia do Leblon, no posto 11, reunindo mais de 70 goianos que prestigiaram os aniversariantes em um animado encontro à beira-mar.

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