Uma casa térrea e um sobrado instalados no novo estande da FGR às margens da GO 060 mostram como será o alto padrão em moradia a ser levado para a Rodovia dos Romeiros, em Goiânia, na saída para Trindade.
Um jantar e um brunch oferecidos pela FGR Incorporações, na última semana, atrairam um público recorde ao estande da empresa na GO 060 para conhecer os decorados do Jardins Áustria, próximo lançamento da marca em uma nova região de Goiânia, na saída para Trindade.
Corretores de imóveis, gerentes imobiliários, influenciadores, jornalistas e clientes lotaram o estande para conhecer as propostas que inauguram o alto padrão na região.
Muitas mãos são responsáveis pelas casas e, por isso mesmo, encantaram tanto.
O projeto arquitetônico é assinado por Alexandre Leite, enquanto os interiores levam a assinatura de Adriana Mundim e Fernando Galvão.
As fachadas foram desenvolvidas pelos escritórios Marcos Lula, responsável pelo sobrado de quatro quartos, sendo uma suíte, e Mooca, responsável pela casa térrea com três suítes.
São nomes consagrados do mercado imobiliário goiano que trouxemos para oferecer o melhor neste projeto, que será o primeiro de três na região”, disse Camila Alcantara, diretora comercial e de marketing da FGR.
Os corretores de imóveis Emmanuel Feitosa e Fernanda Lima, ambos do time de vendas da Adão Mais, se disseram encantados com o que viram.
“Confesso que hoje vim aqui conhecer e me impressionei. São imóveis, tanto a térrea quanto o sobrado, que eu compraria para mim”, destacou a corretora.
Emmanuel, que é gerente comercial na Adão Mais, destacou a exclusividade das novas fachadas trazidas pela FGR nas casas decoradas.
“Eu acompanho as casas Jardins desde a primeira, e o que a FGR fez aqui é extraordinário, as casas quase que se vendem sozinhas”, ressaltou o corretor e gerente comercial.
Elogios efusivos
Samara Santrelle, corretora do time da My Broker Eldorado, também foi efusiva nos elogios dos projetos das duas casas decoradas. “As casas ficaram perfeitas, maravilhosas mesmo!
Você percebe que são ambientes bem pensados.
Na casa térrea, por exemplo, você tem o lazer na frente para quem gosta de receber bem as pessoas na sua casa.
Já o sobrado, por sua vez, tem um ótimo aproveitamento do terreno e uma área de lazer que ficou incrível”, detalhou.
O servidor público Braz Ribeiro e o enfermeiro Adilson Gomes estiveram entre os clientes potenciais que foram convidados para conhecer em primeira mão as casas decoradas do Jardins Áustria.
Naturais de Goiânia, os dois contam que atualmente vivem em Florianópolis, mas estão planejando retornar para a capital goiana e, durante uma visita para rever familiares em Trindade, viram o lançamento da FGR.
“Eu amei a casa sobrado, mas meu esposo, o Adilson, adorou a casa térrea, agora temos de definir qual será a escolhida”, afirmou.
Já o médico Murilo Caetano Moreto e a cirurgiã-dentista Meirielly Vigilato disseram estar impressionados com a grandiosidade do projeto e com o bom gosto dos decorados.
“O sobrado então, com 244 metros quadrados, está espetacular.
Você tem uma ótima distribuição dos espaços e essa sala externa fazendo parte do lazer da casa ficou incrível”, conta Meirielly.
“A gente percebe que em cada lançamento a FGR realmente se preocupa em trazer uma exclusividade, ou seja, busca ditar tendências”, completou o médico, que cresceu em um condomínio Jardins e conhece bem o Jeito Jardins de Viver.
Vista e dimensões reais
O diretor de Obras, Suprimentos e Segurança da FGR, Kléssio Gonçalves, destaca que as casas decoradas fazem parte do condomínio, estando já no local de implantação real. “Isso permite que o visitante observe a vista real das janelas que ele terá.
Ele pode vivenciar o cotidiano do imóvel, imaginar-se tomando um café, visualizar seus filhos brincando na piscina ou desfrutando da área gourmet”, esclarece.
Diego Guimarães Gomes, gerente de incorporação da AEVO Imobiliária, destaca que o fato da casa já estar implantada no tamanho real do terreno também é importante para o cliente ter a dimensão exata do que está adquirindo.
Já Gustavo Abdala, sócio-diretor da URBS Connect, destacou que o estande da GO-060 traz outros elementos do futuro condomínio, já antecipando uma pequena amostra do que será o local no futuro.
“O cliente consegue ver como é bonito o piso intertravado, que vai ser usado em todo o empreendimento, a largura das ruas, o tipo de calçada, elementos que trazem uma percepção mais real para o cliente”, mencionou.
Outro diferencial da incorporadora é o arqbook, elaborado por profissionais renomados da arquitetura com doze opções de fachadas para os clientes escolherem.
Além do livro físico, as fachadas estão reproduzidas em painéis. A ideia é atender justamente àquele cliente que é mais prático e quer se mudar o mais breve possível e não quer mexer com obra.
Camila Alcantara ressalta ainda que a FGR atende ao cliente que não abre mão de fazer do seu jeito. “Para quem quer fazer algo que já tem em mente, deixar a sua casa como sempre sonhou, também entregamos as nossas unidades de forma que esse cliente não precise fazer grandes intervenções ou obras grandes para deixar o seu lar do jeito que sempre quis”, explica
Diferença entre o perfil buscado pelos pretendentes e a realidade de crianças e adolescentes disponíveis será tema de encontro gratuito na UNIALFA nesta quinta-feira.
Mais de 32 mil pessoas estão habilitadas para adotar no Brasil, enquanto mais de 6 mil crianças e adolescentes aguardam uma família.
A diferença entre os números chama atenção, mas revela uma realidade mais complexa do que uma simples fila de espera.
Dados atuais do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento, mantido pelo Conselho Nacional de Justiça, mostram que o encontro entre pretendentes e crianças disponíveis depende de fatores como idade, condições de saúde, existência de grupos de irmãos e o perfil indicado por quem pretende adotar.
A discussão estará no centro de um encontro gratuito promovido pela Escola de Direito da UNIALFA nesta quinta-feira (22), em Goiânia.
Idade ainda é um dos principais desencontros*Um dos maiores obstáculos está na diferença entre a idade procurada pelos pretendentes e a das crianças que aguardam adoção.
Levantamento do CNJ mostrou que 70,4% das crianças e adolescentes disponíveis tinham entre 8 e 18 anos, enquanto a maior parte dos pretendentes manifestava preferência por crianças mais novas.
O próprio CNJ aponta que crianças mais velhas, adolescentes, grupos de irmãos e crianças com deficiência ou necessidades específicas de saúde estão entre aquelas que enfrentam maior dificuldade para encontrar uma família.
Quem pode adotar
A legislação brasileira permite que pessoas maiores de 18 anos se habilitem para adoção, independentemente do estado civil, desde que exista diferença mínima de 16 anos entre adotante e adotado.
O processo é gratuito e deve ser iniciado na Vara da Infância e da Juventude da região onde reside o pretendente.
O Sistema Nacional de Adoção também reconhece diferentes configurações familiares, incluindo famílias formadas por mãe ou pai solo, casais heterossexuais e casais homoafetivos.
Debate sobre discriminação
Além das características das crianças e adolescentes, o encontro promovido pela UNIALFA pretende discutir preconceitos relacionados às diferentes configurações familiares.
Neste ano, a instituição e o Tribunal de Justiça de Goiás estabeleceram uma cooperação para produzir material informativo destinado a pessoas e casais LGBTQIAPN+ interessados em adoção.
A iniciativa busca ampliar o acesso a informações sobre direitos, procedimentos e garantias relacionados ao processo adotivo.
Palestra ocorre nesta quinta-feira
A palestra “Adoção e o direito à não discriminação” será realizada às 9h, no Auditório Maria Dilda, na UNIALFA.
O encontro também marcará o lançamento da cartilha “Família, no plural”.
O convidado será Fábio Francisco Esteves, conselheiro do Conselho Nacional de Justiça, juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios e doutor em Direito pela Universidade de São Paulo.
A proposta é discutir adoção, diversidade familiar, igualdade de direitos e o papel das instituições na garantia da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes.
Autoridades participam
Também estão confirmados o presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, desembargador Leandro Crispim; a juíza Célia Regina Lara, coordenadora-geral da Infância e da Juventude; a juíza auxiliar da Presidência do TJGO, Lidia de Assis e Souza; o juiz Vitor Barros Mouro; a juíza Luana Cavalcante de Freitas; e o procurador do Trabalho Tiago Ranieri de Oliveira.
O evento é gratuito, aberto à comunidade e dará certificado de cinco horas aos participantes.
Serviço
Palestra:
Adoção e o direito à não discriminação
Data: 22 de outubro de 2026
Horário: 9h
Local: Auditório Maria Dilda – UNIALFA
Atividade: palestra e lançamento da cartilha “Família, no plural”
Participação: gratuita e aberta à comunidade
Certificado: 5 horas
Inscrições: Instagram da UNIALFA – @unialfa
Legenda: Encontro na UNIALFA vai discutir adoção, diversidade familiar e o direito à não discriminação.
Endocrinologista pediátrica, Marília Barbosa explica por que o cuidado precisa considerar a idade, o desenvolvimento e a saúde emocional da criança.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou suas primeiras diretrizes globais para o tratamento da obesidade em crianças e adolescentes.
Divulgadas em 7 de outubro, as recomendações orientam profissionais e sistemas de saúde a oferecer um cuidado integrado, individualizado e baseado em evidências para uma doença crônica que pode comprometer a saúde física e emocional desde os primeiros anos de vida.
O documento chega em um cenário preocupante: em 2024, cerca de 400 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 19 anos viviam com sobrepeso no mundo, incluindo 170 milhões com obesidade.
A prevalência da obesidade nessa faixa etária quadruplicou desde 1990, passando de 2% para 8%, segundo estimativas da organização.
Para a endocrinologista pediátrica Marília Barbosa, a publicação representa um avanço importante ao reforçar a necessidade de reconhecer a obesidade infantil como uma condição que exige avaliação clínica e acompanhamento contínuo.
“A obesidade na infância precisa ser abordada com seriedade, mas também com acolhimento. Estamos falando de uma doença multifatorial, influenciada por aspectos biológicos, genéticos, comportamentais e ambientais.
Por isso, o cuidado deve considerar a realidade da criança e de sua família, sem culpabilizar ou estigmatizar”, explica.
Entre as principais recomendações da OMS está a adoção de intervenções estruturadas que combinem alimentação saudável, atividade física e mudanças de comportamento.
Essas estratégias podem ser realizadas individualmente ou em programas que integrem diferentes abordagens, com participação dos pais ou responsáveis.
A organização também estabelece limites para outras modalidades de tratamento conforme a idade. Para crianças de até 9 anos, não recomenda o uso de medicamentos para tratar a obesidade ou dispositivos destinados à perda de peso.
Já entre adolescentes de 10 a 19 anos, medicamentos aprovados podem ser considerados em situações específicas, quando um programa estruturado e supervisionado de mudanças no estilo de vida não apresenta os resultados esperados.
As diretrizes ressaltam que medicamentos e procedimentos não substituem o cuidado abrangente.
A base do tratamento continua sendo o acompanhamento que favoreça mudanças sustentáveis na alimentação, na atividade física e nos hábitos cotidianos.
Não existe uma única estratégia que funcione da mesma maneira para todas as crianças.
O plano de cuidado precisa levar em conta a idade, a trajetória de crescimento, as condições clínicas, a rotina familiar e os aspectos emocionais.
O objetivo é melhorar a saúde e a qualidade de vida, respeitando o desenvolvimento de cada paciente”, afirma Marília.
PrevençãoNo Brasil, dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), referentes a 2024, mostram a presença expressiva de alimentos ultraprocessados na alimentação das pessoas acompanhadas pelo sistema.
O consumo foi registrado em 79% das crianças de 2 a 4 anos, 84% das crianças de 5 a 9 anos e 81% dos adolescentes monitorados. Para a endocrinologista, o ambiente em que a criança vive tem influência direta sobre a construção dos hábitos alimentares e da rotina de movimento.
“A prevenção começa nas oportunidades que a criança tem no dia a dia: acesso a alimentos variados, refeições organizadas, brincadeiras, atividade física, sono adequado e participação da família.
Essas condições precisam ser construídas de forma realista, sem a expectativa de uma rotina perfeita”, destaca. As diretrizes da OMS também chamam a atenção para a necessidade de considerar a saúde mental no acompanhamento da obesidade.
Crianças e adolescentes podem enfrentar bullying, discriminação, baixa autoestima e sofrimento emocional, fatores que precisam ser reconhecidos pelos profissionais de saúde.
Segundo Marília, a maneira como adultos e profissionais abordam o peso pode influenciar a relação da criança com o próprio corpo e com a alimentação. “Comentários constrangedores, comparações e cobranças excessivas podem aumentar o sofrimento e dificultar a adesão ao cuidado.
É fundamental que a criança se sinta acolhida e que a família receba orientação para participar do tratamento de maneira positiva”, explica.
A especialista reforça que o acompanhamento pediátrico permite avaliar o crescimento e o desenvolvimento ao longo do tempo, identificar fatores de risco e definir, quando necessário, uma abordagem terapêutica adequada.
O cuidado precoce pode contribuir para reduzir complicações associadas à obesidade, entre elas alterações metabólicas, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.
A publicação das primeiras diretrizes globais da OMS amplia a discussão sobre a necessidade de políticas públicas e serviços de saúde preparados para atender crianças e adolescentes com obesidade.
“O desafio é transformar as recomendações em acesso efetivo a um cuidado contínuo, individualizado e livre de estigmas”, sublinha a endocrinologista.
A empresária Genesi Bueno comemorou seu aniversário na terça-feira (06.10), recebendo um seleto grupo de amigos em sua residência.
Em clima de elegância e descontração, a anfitriã celebrou a data especial cercada pelo carinho dos convidados, em uma tarde marcada por boas conversas, alegria e momentos de confraternização. Veja quem esteve presente:
Genesi Bueno e o esposo Sebastião Rodovalho
Rodovalho, Genesi Bueno, Ana Maria Olival e Luiz Antônio Guedes.
Ana Clara. Genesi Bueno, Coelho e Kênia de Souza
Genesi Bueno, Liliane Lobo comandou o Buffet e a decoração