Ministério da Cultura e Bradesco Seguros apresentam
Ana Rosa, Helena Ranaldi e Fernanda Nobre
Três Mulheres Altas
O clássico de Edward Albee inicia sua segunda grande turnê nacional, e Goiânia está entre as cidades contempladas.
O espetáculo será apresentado no Teatro Madre Esperança Garrido, nos dias 09 e 10 de Maio
As atrizes estrelam a montagem que já passou por 24 cidades, está no seu quinto ano em cartaz, acumula indicações a prêmios e já foi assistida por mais de 90 mil espectadores.
Dirigida por Fernando Philbert, a peça — que rendeu o Prêmio Pulitzer ao autor — traz uma comédia mordaz que reflete sobre a passagem do tempo por meio de um acerto de contas entre três gerações.
O espetáculo percorrerá por onze cidades:
Manaus/AM, João Pessoa/PB, Maceió/AL, Aracajú/SE, Salvador/BA, Goiânia/GO, Belo Horizonte/MG, Uberaba/MG, Porto Alegre/RS, Cuiabá/MT e Vitória/ES.
Escrita por Edward Albee (1928-2016) no início da década de 90, ‘Três Mulheres Altas’ logo se tornou um clássico da dramaturgia contemporânea. Perversamente engraçada – como é a marca do autor –
A peça recebeu o Prêmio Pulitzer e ganhou bem-sucedidas montagens pelo mundo, ao trazer o embate de três mulheres em diferentes fases da vida: juventude, maturidade e velhice.
Após passar por vinte e quatro cidades e ter mais de 90 mil espectadores na plateia, a peça chega em Goiânia/GO para duas únicas apresentações, nos dias 09 e 10 e Maio, no Teatro Madre Esperança Garrido.
Dirigida por Fernando Philbert, o espetáculo que traz no elenco Ana Rosa, Helena Ranaldi e Fernanda Nobre, tem tradução de Gustavo Pinheiro e produção da Arte Estúdio Entretenimento de Bruna Dornellas e Wesley Telles.
O espetáculo é apresentado pela Bradesco Seguros, através da Lei Rouanet.
Em seu quinto ano consecutivo em cartaz, o espetáculo segue colecionando plateias lotadas e reconhecimento por onde passa.
Nesse percurso a montagem recebeu indicações a grandes prêmios, como: Cesgranrio, Bibi Ferreira e Cenym.
Em cena, as atrizes interpretam três mulheres, batizadas pelo autor apenas pelas letras A, B e C.
A mais velha (Ana Rosa), que já passou dos 90, está doente e embaralha memórias e acontecimentos, enquanto repassa a sua vida para a personagem B (Helena Ranaldi), apresentada como uma espécie de cuidadora ou dama de companhia.
A mais jovem, C (Fernanda Nobre), é uma advogada responsável por administrar os bens e recursos da idosa, que não consegue mais lidar com as questões financeiras e burocráticas.
Entre os muitos embates travados pelas três, a grande protagonista do espetáculo é a passagem do tempo e também a forma com que lidamos com o envelhecimento.
‘O texto do Albee nos faz refletir sobre ‘qual é a melhor fase da vida?’, além de questões sobre o olhar da juventude para a velhice, sobre a pessoa de 50 anos que também já acha que sabe tudo e, fundamentalmente, sobre o que nós fazemos com o tempo que nos resta.
Apesar dos temas profundos, a peça é uma comédia em que rimos de nós mesmos’, analisa o diretor Fernando Philbert.
A última e até então única encenação do texto no Brasil foi logo após a estreia em Nova York, em 1994.
Philbert e as atrizes da atual montagem acreditam que a nova versão traz uma visão atualizada com todas as mudanças comportamentais e políticas que aconteceram no mundo de lá para cá, especialmente nas questões femininas, presentes durante os dois atos da peça.
Sexo, casamento, desejo, pressões e machismo são temas que aparecem nos Sobre o Circuito Cultural Bradesco Seguros.
Manter uma política de incentivo à cultura faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros considerando a cultura como ativo para o desenvolvimento dos capitais do conhecimento e do convívio social.
Nesse sentido, o Circuito Cultural Bradesco Seguros se orgulha de ter patrocinado e apoiado, nos últimos anos, em diversas regiões do Brasil, projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas.
Dentre as atrações incentivadas destacam-se os musicais.
“Bibi – Uma vida em musical”, “Bem Sertanejo”, “Les Misérables”, “70 – Década do Divino Maravilhoso”, “Cinderela”, “O Fantasma da Ópera”, “A Cor Púrpura” e “Concerto para Dois”, além da “Série Dell’Arte Concertos Internacionais” e a exposição “Mickey 90 Anos”.
Escrita em 1991 e lançada em 1994, ‘Três Mulheres Altas’ representou uma virada na trajetória de Edward Albee, que recebeu as suas melhores críticas e viu renascer o interesse por sua obra.
Aos 60 anos, ele ganhou o terceiro Prêmio Pulitzer, além de dois Tony Awards e uma série de outros troféus em premiações mundo afora.
A peça tem características autobiográficas e foi escrita pouquíssimo tempo depois da morte da mãe adotiva do autor, que teria inspirado a personagem mais velha.
Após abandoná-la aos 18 anos, Albee voltou a ter contato com a mãe em seus últimos dias, quando já estava doente de Alzheimer.
No entanto, alguns especialistas em sua obra defendem que a peça não pode ser reduzida a este fato.
Três Mulheres Altas’ vai além de ser um retrato de sua mãe.
O texto traz o olhar mordaz e perverso – por que não dizer cômico – de Albee para a classe média alta americana e toda a sua hipocrisia, ao falar sobre status, sucesso, sexo e abordar a visão preconceituosa da sociedade e as relações que as três mulheres travam com o mundo, sempre atravessadas pelo filtro machista.
‘Três Mulheres Altas’ estreou na Broadway em 1994, no Vineyard Theatre, e no mesmo ano chegou ao West End, em Londres, no Wyndham’s Theatre, além de iniciar uma turnê pelos Estados Unidos com a montagem americana e render versões na Espanha (‘Tres mujeres altas’) e Portugal.
Em 2018, o texto foi remontado na Broadway, com direção de Joe Mantello (‘Wicked’, ‘Take me out’, ‘Assassins’) e estrelado por Glenda Jackson, Laurie Metcalf e Alison Pill.
No Brasil, a peça foi dirigida por José Possi Neto, em 1995, e recebeu os prêmios APCA e Mambembe de Melhor Espetáculo.
Sobre Edward Albee
Edward Albee morreu em 2016 aos 88 anos e deixou um imenso legado para o teatro americano com suas 25 peças encenadas e publicadas.
Autor de clássicos como ‘Quem Tem Medo de Virginia Woolf?’, ‘Zoo Story’, ‘Equilíbrio Delicado’ e ‘Três Mulheres Altas’, ele recebeu três vezes o Prêmio Pulitzer.
Seus textos são marcados por um olhar sarcástico e por uma crítica intensa às convenções e hipocrisias da sociedade tradicional.
Nascido em 1928, ele foi adotado por Reed e Frances Albee, um casal de milionários dono de uma cadeia de teatros na época.
Ele cresceu em um bairro de classe média alta cercado dos tipos que iria retratar em seus espetáculos anos mais tarde.
Em torno dos 20 anos, sai da casa dos pais definitivamente para viver em Nova York e inicia a sua produção literária.
Em 1957, ao escrever ‘The Zoo Story’, peça de um ato que ecoava o teatro de Samuel Beckett, Jean Genet e Harold Pinter, Albee encontra a consagração inicial de sua exitosa carreira teatral.
Em 1962, estreia ‘Quem Tem Medo de Virginia Woolf’, que o levaria ao auge da fama.
Nos anos 90, ‘Três Mulheres Altas’ marca seu retorno ao centro das atenções do cenário teatral nesta que é talvez a mais pessoal e autobiográfica de suas peças.
“A estreia mundial de “Três Mulheres Altas” aconteceu no Teatro Inglês de Viena, Franz Schafranek, Produtor, junho de 1991.
A primeira produção americana foi da River Arts, Woodstock, Nova York, Lawrence Sacharow, diretor de teatro.
A peça teve sua estreia em Nova York no Vineyard Theatre.
Elizabeth I. McCann, Jeffrey Ash, Daryl Roth em associação com Leavitt/Fox/Mages apresentaram a produção do Teatro Vineyard no setor Off-Broadway no Teattro Promenade em Nova York.
FICHA TÉCNICA
TRÊS MULHERES ALTAS
Direção: Fernando Philbert
Com: Ana Rosa, Helena Ranaldi e Fernanda Nobre
Tradução: Gustavo Pinheiro
Direção de Produção: Bruna Dornellas e Wesley Telles
Produtora Executiva: Clarice Coelho e Deivid Andrade
Direção de Produção e Administração: Deivid Andrade
Participação Especial: João Sena
Desenho de Luz: Vilmar Olos
Cenografia: Natália Lana
Trilha Sonora: Maíra Freitas
Figurino e Visagismo: Tiago Ribeiro
Assistência de Direção: João Sena
Fotos: Pino Gomes
Criação da Arte: Nós Comunicação
Vídeos: Stone Art Films
Assistente de Interpretação: Narjára Turetta
Cenógrafa Assistente: Marieta Spada
Assistente de Cenografia: Malu Guimarães
Cenotécnico: André Salles e equipe
Costura de Cenário: Nice Tramontin
Produção de Arte: Natália Lana
Efeitos Especiais: Mona Magalhães / Carlos Alberto Nunes
Costura: Ateliê das Meninas
Beleza: Cinthia Rocha
Peruqueira: Emi Sato
Assistentes de Beleza: Deborah Zisman e Blackjess
Técnico de Som: Fernando De Arruda
Técnico de Luz: Vinicius Soares
Diretor de Palco: Lucia Martiusso
Camareira: Silvia Oliveira
Motion Design: Alana Karralrey
Assessoria de Imprensa local: FatoMais Comunicação
Designer Gráfico: Alana Karralrey, Jhon Lucas Paes e Natália Farias
Gestão de Mídia Social: Luis Mousinho
Gestão de Comunicação: Bárbara Kuster
Gestão de Tráfego: Válvula Marketing
Gestão Administrativa: Deivid Andrade
Intérprete de Libras: Coordenação Administrativa: Vianapole Arte e Comunicação
Assistente de Produção: Guilherme Balestrero
Assessoria Jurídica: Maia, Benincá & Miranda Advocacia
Assessoria Contábil ES: Gavacon Contabilidade
Assessoria Contábil SP: Real Time Contabilidade
Apresentado por: Ministério da Cultura e Bradesco Seguros
Importante: verifique se a localização do seu app está na cidade/estado do espetáculo.
MAIS INFORMAÇÕES:
Gênero: Comédia Dramática
Classificação Indicativa: 12 anos
Duração: 100 minutos
ACESSIBILIDADE:
O Teatro Madre Esperança Garrido possui acessibilidade para PCD e espaços adequados no ambiente do teatro. Teremos intérprete de libras em todas as apresentações.
O programa do espetáculo será disponibilizado em Braile
Acontece de 30 de abril a 21 de junho, em Goiânia, reunindo 60 profissionais responsáveis por 43 ambientes distribuídos em uma área de 3.300 metros quadrados, no Setor Marista.
Ao longo de 54 dias, o público poderá explorar diferentes interpretações do morar contemporâneo, com soluções arquitetônicas, novas linguagens do design e propostas alinhadas às demandas atuais.
Em sua 29ª edição, a mostra se consolida como a principal vitrine de arquitetura, design de interiores e paisagismo do Centro-Oeste e retorna ao imóvel que, no ano anterior, já havia demonstrado seu potencial de transformação urbana.
Reinventado, o espaço reforça a vocação do evento de antecipar tendências, ressignificar áreas e propor novos usos para a cidade.
Com o tema “Mente e Coração”, a edição de 2026 convida à reflexão sobre a criação de ambientes que equilibram razão e emoção, tecnologia e afeto, inovação e memória.
A proposta se traduz em projetos que valorizam o bem-estar, a saúde mental e a reconexão com o lar, entendido como um território de pertencimento, identidade e expressão.
Há quase três décadas, a CASACOR Goiás vem contribuindo para redesenhar o mapa urbano e afetivo de Goiânia.
Mais do que apresentar ambientes sofisticados, a mostra impulsiona mercados, valoriza regiões e inaugura novas narrativas para a cidade, especialmente em áreas em processo de transformação.
Instalada no Setor Marista, bairro que reúne tradição e efervescência contemporânea, a edição de 2026 encontra o cenário ideal para desenvolver uma proposta que alia sensibilidade e rigor técnico.
“A CASACOR Goiás tem a capacidade de revelar o potencial dos espaços e criar conexões reais entre pessoas, mercado e cidade.
Voltar a esse imóvel reforça essa transformação contínua, mostrando que a arquitetura também é processo, tempo e experiência”, destacam as franqueadas Sheila Podestá e Eliane Martins.
Arquitetura que se experimenta, inclusive no paladar.
Em 2026, a experiência da CASACOR Goiás vai além do visual e incorpora a gastronomia como parte essencial do percurso.
Os espaços gastronômicos ganham protagonismo e passam a atuar como extensões conceituais dos ambientes, traduzindo em sabores, aromas e texturas aquilo que os projetos expressam em forma e matéria.
Entre os destaques está o Restaurante Cora, que faz sua estreia na mostra.
Com o conceito de restaurante-escola, o espaço une formação técnica e alta gastronomia em uma dinâmica que integra aprendizado e prática.
A proposta se fortalece com a chamada “arquitetura do paladar”, que valoriza ingredientes do Cerrado em criações contemporâneas que combinam técnica, memória e território.
Já a Fábrica aposta no afeto como elemento central. Com produção artesanal e receitas exclusivas, o espaço propõe uma pausa no percurso da mostra e convida o visitante a desacelerar.
Os tradicionais folhados aparecem repaginados, reforçando a conexão entre sabor e memória afetiva.
O Zimbro Bar & CO, por sua vez, traz a convivência como ponto de partida. Com coquetelaria autoral e uma proposta leve e descomplicada, o ambiente transforma o ato de beber em experiência social.
Sem o uso de fogão, o espaço investe em uma cozinha criativa, em que cada detalhe contribui para a integração entre operação e conceito arquitetônico.
Entre experiência e futuro
Na CASACOR Goiás 2026, arquitetura, design, paisagismo e gastronomia se conectam para criar uma experiência imersiva.
A casa, mais uma vez ressignificada, deixa de ser apenas cenário e assume papel protagonista em um movimento que transforma espaços em experiências e experiências em memória.
Mais do que apresentar tendências, a mostra reafirma sua essência ao propor novos olhares e construir futuros possíveis, em que mente, coração e também o paladar caminham juntos.
A CASACOR Goiás 2026 conta com patrocínios da Deca, da OM Incorporadora e da Brastemp.
Também recebe o apoio local do Sebrae, do Senac e da Fecomércio, além de parceiros oficiais como as tintas da Coral, a Cravo & Canela Aromas, o Castro’s Park Hotel, a Tecnoseg, responsável pela segurança, a Internet Ultra e o carro oficial do evento, Omoda Jaecoo Tiger.
Serviço
CASACOR Goiás 2026
Tema: Mente e Coração
Quando: 30 de abril a 21 de junho de 2026
Onde: Rua 1131, Qd. 235, Setor Marista, Goiânia – GO
Aventuras de um Cerratense” leva música e teatro sobre a valorização do nosso bioma e da cultura popular ao palco da Coepi
Após passar por Corumbá de Goiás e Anápolis, o cantor, compositor, violeiro e pesquisador Victor Batista leva seu projeto “Aventuras de um Cerratense” à Coepi – Comunidade Educacional de Pirenópolis-, neste sábado (2/5), às 18h.
A produção, que é destinada a crianças de 06 a 12 anos, conta com intérprete de libras e tem entrada gratuita.
O espetáculo conta as andanças de um violeiro destemido, astuto e corajoso, que aprende com a natureza, as plantas, os animais, as flores e as pessoas do Cerrado que encontra pelo caminho.
A partir destes aprendizados, o violeiro canta e conta histórias. O viajante cerratense já viu de “um tudo” em suas aventuras.
Com o objetivo de valorizar e preservar a fauna e a flora do Cerrado de forma lúdica, Victor utiliza o teatro e a música para contribuir com a formação de seres humanos conscientes e respeitosos com o planeta.
Todo o espetáculo tem como essência o bioma Cerrado e a cultura popular.
O cenário é composto por violas que representam árvores, sol e lua, cavalo e adereços representando animais como capivara, formigas, tamanduá e lobo guará.
Uma projeção, com imagens do bioma Cerrado, atravessa a cena.
O artista
Victor Batista atua há mais de 20 anos na arte-educação para crianças, jovens e adultos em escolas públicas de Minas Gerais, São Paulo e Pirenópolis (GO).
É pesquisador da cultura popular brasileira e violeiro desde 1996. Cantor e compositor, lançou quatro CDs autorais. Victor é mineiro e vive em Pirenópolis desde 2010.
O projeto
“Aventuras de um Cerratense” irá passar por cinco cidades goianas até o final do projeto.
As primeiras apresentações foram realizadas em Corumbá de Goiás e Anápolis.
Após Pirenópolis, será apresentado em Cocalzinho de Goiás (11/05) e Goiânia (25/05).
Para cada cidade está prevista a apresentação em escola pública, como contrapartida cultural, e uma oficina de brincadeiras com as crianças.
Este projeto é realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc e operacionalizado pelo Governo do Estado de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult).
Ficha técnica:
Compositor, violeiro e ator: Victor Batista
Direção cênica e preparação de ator: Rodrigo Robleño
Direção de produção: Lilian Bento
Direção de arte: Marco Lotufo
Cenário e bonecos: Izabela Nascente e Milena Jezenka
Máscara: Lucas Gramacho
Serralharia: Charles Coelho
Designer e identidade visual: Janayna Lavor
Mídia Social: Inaê Lavor
Audiovisual: Gabriel Rovo
Libras: Aline Lino de Araujo e Marcus Lua Negra
Técnico de som: Uriel Isaque de Sa
Idealização e pesquisa: Lilian Bento e Victor Batista
SERVIÇO
Espetáculo “Aventuras de um Cerratense
”Data: 02/05 (sábado)
Horário: 18h
Local: Coepi (Comunidade Educacional de Pirenópolis) – Rua do Carmo, Bairro do Carmo, Pirenópolis (GO)
Evento reúne grandes atrações e propõe uma experiência imersiva que celebra a cultura sertaneja em um ambiente acolhedor
A dupla César & Alessandro realiza no próximo dia 08 de maio de 2026 o “Baile na Roça”, evento que promete transformar Goiânia (GO) em um verdadeiro cenário de festa do interior.
A programação acontece no Rancho Pite Clube, reunindo música, tradição e uma atmosfera que valoriza a convivência e o espírito das festas típicas.
Com uma proposta que resgata a essência da roça, o evento convida o público a viver uma experiência completa, que vai além dos shows.
A ideia é proporcionar um ambiente de encontro entre amigos e familiares, com elementos que remetem à cultura sertaneja e ao estilo de vida do interior.
com espaços de convivência e uma organização voltada para garantir uma noite marcante ao público presente.
Para César & Alessandro, o Baile na Roça vai além de um evento musical.
A proposta é criar memórias, celebrar a cultura e proporcionar momentos únicos ao som de boa música, em um ambiente acolhedor e cheio de identidade.
A mistura entre o sertanejo e elementos contemporâneos reforça esse conceito, dialogando com diferentes gerações.